57 resultados para IML
Resumo:
The modelling of critical infrastructures (CIs) is an important issue that needs to be properly addressed, for several reasons. It is a basic support for making decisions about operation and risk reduction. It might help in understanding high-level states at the system-of-systems layer, which are not ready evident to the organisations that manage the lower level technical systems. Moreover, it is also indispensable for setting a common reference between operator and authorities, for agreeing on the incident scenarios that might affect those infrastructures. So far, critical infrastructures have been modelled ad-hoc, on the basis of knowledge and practice derived from less complex systems. As there is no theoretical framework, most of these efforts proceed without clear guides and goals and using informally defined schemas based mostly on boxes and arrows. Different CIs (electricity grid, telecommunications networks, emergency support, etc) have been modelled using particular schemas that were not directly translatable from one CI to another. If there is a desire to build a science of CIs it is because there are some observable commonalities that different CIs share. Up until now, however, those commonalities were not adequately compiled or categorized, so building models of CIs that are rooted on such commonalities was not possible. This report explores the issue of which elements underlie every CI and how those elements can be used to develop a modelling language that will enable CI modelling and, subsequently, analysis of CI interactions, with a special focus on resilience
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Bound with: Ḥāwāshī Sharḥ Qāḍīʻzādah al-Rūmī ʻalá al-Jaghmīnī / Faṣīḥ al-Dīn ibn ʻAbd al-Karīm al-Niẓāmī.
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Polymitarcyidae is a family of burrowing mayflies (Ephemeroptera: Ephemeroidea) distributed throughout the world but with highest diversity in the Neotropics. Tortopus Needham & Murphy, with a Panamerican distribution, is known from twelve species described in the adult stage. Nymphs are only known for three species: T. puella (Pictet), T. obscuripennis Dominguez and T. sarae Dominguez, and present a rather homogeneous morphology (Molineri 2008). They were firstly described for T. puella by Scott et al. (1959) and later Molineri (2008) described the other two. Both studies reported that these species burrow U-shaped tunnels in clay banks of rivers and streams, thus preventing them from being sampled in most limnological studies (that use surbers, drags, or drift nets). The aim of the present contribution is to describe and illustrate the previously unknown nymph of Tortopus harrisi Traver that shows important anatomical differences with the other nymphs known in the genus. This morphological differentiation suggests a different habitat use by these nymphs, sampled with drag and surber samplers in sandy substrate. New locality records are given for T. harrisi in Brazil. The nymphs are preserved in alcohol, mouthparts, legs and genital rudiments were mounted in microscope slides with Canada Balsam. Drawings were made with a camera lucida attached to a stereo microscope. The material is deposited in CUIC (Cornell University Insect Collection, Ithaca, NY), IML (Instituto Miguel Lillo, Tucuman) and in MZSP (Museu de Zoologia da Universidade de Sao Paulo, Sao Paulo). Catalogs and bibliography were consulted at Ephemeroptera Galactica (Hubbard 2009).
Resumo:
Foi realizado estudo com base nos dados de uma pesquisa que analisou 550 mortes de crianças menores de 15 anos, residentes no Município de São Paulo, SP (Brasil), e ocorridas em 1985 por todos os tipos de acidentes e violências. Objetivou-se comparar entre si as informações existentes no Instituto de Medicina Legal (IML) e as constantes da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (SEADE), responsável pelas estatísticas oficiais em São Paulo, com a opinião do investigador - formada com base em toda a informação adicional possível, de modo a: analisar a fidedignidade das estatísticas oficiais quanto à causa básica da morte; e conhecer a possível deficiência da transcrição das informações do IML para a Fundação SEADE, quanto à mesma causa. Os resultados permitiram mostrar que: a informação existente no IML esteve bastante próxima da opinião do investigador (71,54%) quando se trabalhou em nível de categoria da Classificação Internacional de Doenças (CID-9), chegando a 84,77% quando se considerou o nível de agrupamento; as estatísiticas oficiais, em relação à opinião do investigador, são mais fidedignas quando analisadas em nível de agrupamento do que de 3° dígito (respectivamente 67,13% e 24,05% de concordância); a comparação entre o IML e a Fundação SEADE mostrou que, relativamente às categorias da CID-9, só existe 40% de concordância; dado que se eleva a 75% quando os agrupamentos são analisados. Esses valores comprovam a hipótese formulada de que o IML, embora possua um arquivo com informações pormenorizadas, não as transfere à Fundação SEADE, diminuindo assim a fidedignidade das estatísticas oficiais, à medida que se detalhe cada causa de morte. Sugere-se um maior entrosamento entre essas Instituições para que estatísticas de melhor qualidade, relativamente às causas externas de morte, venham a ser produzidas.
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INTRODUÇÃO: As informações de mortalidade são importantes instrumentos para monitorar a violência, pois permitem a avaliação de perfis e tendências, e do impacto das intervenções voltadas para sua redução. Assim, foi avaliada a qualidade do preenchimento e codificação das declarações de óbito por acidentes não especificados e eventos com intenção indeterminada na cidade de São Paulo, no ano de 1996. MÉTODOS: Foram selecionadas, para investigação junto ao Instituto Médico Legal (IML), as declarações de óbitos referentes ao ano de 1996, codificadas como eventos com intenção indeterminada (CID-10: Y10-Y34) e acidentes não especificados (CID-10: X59). Após consulta aos boletins de ocorrência da polícia, que acompanham os corpos enviados ao IML, às conclusões dos laudos de necrópsia e às fichas de encaminhamento, as declarações de óbitos foram analisadas e a causa básica da morte recodificada. RESULTADOS: Foi possível definir o tipo de acidente em 53,2% dos casos, destacando-se os atropelamentos (15,1%), outros acidentes de trânsito (17,5%) e as quedas (14,5%). Os homicídios e suicídios representaram 9,8%, sendo que em 20,9% não havia informações que permitissem considerá-los acidentais. Em relação aos eventos com intenção indeterminada, observou-se que para dois terços dos óbitos não houve esclarecimento. Nos demais, a causa básica da morte mudou para quedas (10,6%), homicídios (7,5%) e atropelamentos (6,7%). CONCLUSÃO: A qualidade das informações de mortalidade por causas externas no Município de São Paulo não se mostrou satisfatória; o IML não utiliza todas as informações disponíveis no momento do preenchimento da declaração de óbito. A orientação para codificar como acidentes as declarações de óbito sem o preenchimento do tipo de causa externa não se mostrou adequada, pois 66,0% dos óbitos foram inferidos incorretamente como acidentais. A melhoria de qualidade das informações de mortalidade por causas externas pode contribuir para o monitoramento da violência, como base à tomada de decisões para sua redução.