810 resultados para Emotional Competence


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O jogo e o lazer são elementos importantes para o desenvolvimento das crianças. O objetivo geral desta tese foi o de investigar o modo como o jogo e o lazer estão relacionados com diferentes aspetos das competências emocional e social das crianças e jovens. Nesta tese foram investigados três aspetos do jogo: o tempo, a forma e o nível social, diferentes formas de lazer, e vários elementos chave do funcionamento sócio-emocional, através da combinação de observações naturalistas, tarefas, questionários e de um método inovador de mensuração, baseado em Identificação por Rádio-Frequência. O panorama que surge dos estudos incluídos nesta tese é que o jogo e o lazer estão relacionados com o funcionamento sócio-emocional, embora de formas distintas, e por vezes inesperadas. Os estudos no recreio revelaram que as crianças envolvem-se predominantemente no jogo de atividade física. Contudo, enquanto que uma forma de jogo de atividade física, o jogo de exercício, foi associado a melhor competência social, a outra forma, o jogo de luta-e-perseguição, foi associado à agressividade. O facto de o jogo de faz-de-conta, em estudos anteriores, ter sido maioritariamente estudado em espaços interiores, pode explicar o porquê das associações negativas encontradas entre o jogo de faz-de-conta, quer em grupo, quer solitário (nas raparigas) e a competência sócio-emocional, que contrastam com a literatura. De facto, as crianças que não conseguem juntar-se aos seus pares no jogo de exercício podem optar por esta alternativa, o que sugere que crianças socialmente competentes poderão retirar maior vantagem das oportunidades existentes, adaptando melhor os seus comportamentos de jogo. As crianças mais velhas têm geralmente mais liberdade de decisão sobre o seu tempo de lazer. Quando perguntámos às crianças mais velhas e aos adolescentes como passavam a sua semana, as atividades de ecrã destacaram-se. Contudo, as atividades de ecrã e as atividades intelectuais foram relacionadas a mais problemas de saúde mental, enquanto que as atividades desportivas foram associadas a melhor saúde mental. Concluindo, diferentes formas de jogo e de lazer podem ter diferentes funções, de uma forma positiva ou negativa, dependendo da situação em que a criança se encontra.

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The developmental progression of emotional competence in childhood provides a robust evidence for its relation to social competence and important adjustment outcomes. This study aimed to analyze how this association is established in middle childhood. For this purpose, we tested 182 Portuguese children aged between 8 and 11 years, of 3rd and 4th grades, in public schools. Firstly, for assessing social competence we used an instrument directed to children using critical social situations within the relationships with peers in the school context - Socially in Action-Peers (SAp) (Rocha, Candeias & Lopes da Silva, 2012); children were assessed by three sources: themselves, their peers and their teacher. Secondly, we assessed children’s emotional understanding, individually, with the Test of Emotion Comprehension (Pons & Harris, 2002; Pons, Harris & Rosnay, 2004). Relations between social competence levels (in a composite score and using self, peers and teachers’ scores) and emotional comprehension components (comprehension of the recognition of emotions, based on facial expressions; external emotional causes; contribute of desire to emotion; emotions based on belief; memory influence under emotional state evaluation; possibility of emotional regulation; possibility of hiding an emotional state; having mixed emotions; contribution of morality to emotion experience) were investigated by means of two SSA (Similarity Structure Analysis) - a Multidimensional Scaling procedure and the external variable as points technique. In the first structural analysis (SSA) we will consider self, peers and teachers’ scores on Social Competence as content variables and TEC as external variable; in the second SSA we will consider TEC components as content variables and Social Competence in their different levels as external variable. The implications of these MDS procedures in order to better understand how social competence and emotional comprehension are related in children is discussed, as well as the repercussions of these findings for social competence and emotional understanding assessment and intervention in childhood is examined.

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This article describes the process and results of a Randomized Controlled Trial (RCT) on teachers' ability to manage the emotions of preschool children during a constrained play activity. Thirty early childhood education teachers participated in the study. Half of the participants were taught strategies to enhance their own emotional competence. The control group was provided with standard information on child development. The experimental group was trained in active strategies on emotion coaching, emotional schemas, reflective practice focused on emotions, and mindfulness training. The teachers' outcomes were assessed in situ during a pretend play session with small groups of preschoolers. The dependent variables were observed occurrences of different components of emotional competence in teachers. Significant statistical differences were found between the two groups across the three different emotional competence skills (regulation, expression, and knowledge) demonstrated by the early childhood teachers during a game situation. This experimental study highlights the processes through which teachers support the emotional competence of young children, and the importance of the role of early childhood teachers' own emotional competence on the socialisation of children's emotions. Most importantly, it provides evidence, based on the influence of emotion-focused teacher-training and reflective practices, that teachers' emotional skills should be supported such that they can optimally meet the emotional needs of young children.

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Play has an important role in various aspects of children’s development. However, time for free play has declined substantially over the last decades. To date, few studies have focused on the relationship between opportunities for free play and children’s social functioning. The aims of this study are to examine whether children ́s free play is related to their social functioning and whether this relationship is mediated by children ́s emotional functioning. Seventy-eight children (age, 55- 77 months) were tested on their theory of mind and emotion understanding. Parents reported on their children’s time for free play, empathic abilities, social competence and externalizing behaviors. The main findings showed that free play and children’s theory of mind are negatively related to externalizing behaviors. Empathy was strongly related to children’s social competence, but free play and social competence were not associated. Less time for free play is related to more disruptive behaviors in preschool children, however certain emotional functioning skills influence these behaviors independently of the time children have for free play. These outcomes suggest that free play might help to prevent the development of disruptive behaviors, but future studies should further examine the causality of this relationship.

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Dissertação de Mestrado em Psicologia da Educação, especialidade em Contextos Comunitários.

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Dissertação de Mestrado em Psicologia da Educação, especialidade em Contextos Comunitários.

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Dissertação de Mestrado, Psicologia da Educação, especialidade de Contextos Comunitários, 7 de Outubro de 2015, Universidade dos Açores.

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En els darrers anys, ha augmentat l’interès per l’estudi de la prevenció i la protecció de la delinqüència juvenil. En aquest context els conceptes vinculats són els de desistiment i resiliència. L’objectiu principal d’aquest estudi és aprofundir en el concepte de desistiment i els factors de protecció, primer en el pla teòric i després en l’àmbit empíric. L’estudi consta de dues parts: la primera descriptiu el perfil del menor desistent a la Direcció General de Justícia Juvenil, i la segona mostra enquestes en què s’avaluen les dimensions de la competència emocional en un grup d’adolescents infractors. A partir d’una mostra de 288 adolescents infractors, 86 reincidents i 202 desistents, de les comarques del Baix Llobregat, Garraf, Alt Penedès i d’alguns municipis de l’Anoia, s’analitzen les diferències sociodemogràfiques, criminològiques i de recorregut educatiu fet a la Direcció General de Justícia Juvenil. A continuació, participen de l’estudi per enquesta una mostra accidental de 101 adolescents, 45 reincidents i 56 desistents, procedents dels programes de mediació, medi obert i internament. Els adolescents desistents en el delicte obtenen puntuacions superiors als reincidents, diferències que són estadísticament significatives en la dimensió de competència social i en la puntuació total de competència emocional.

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El objetivo principal de este estudio es profundizar en el concepto de desistimiento y los factores de protección, primero a nivel teórico y después a nivel empírico. El estudio consta de dos partes, una primera descriptiva del perfil del menor desistente, y una segunda hecha con encuestas, donde se evalúan les dimensiones de la competencia emocional en un grupo de adolescentes infractores. A partir de una muestra de 288 adolescentes infractores, 86 reincidentes y 202 desistentes, de las comarcas del Baix Llobregat, Garraf, Alt Penedès y algunos municipios del Anoia, se analizan las diferencias sociodemográficas, criminológicas y del recorrido educativo hecho en la Dirección General de Justicia Juvenil. A continuación participan en el estudio por encuesta una muestra de 101 adolescentes, 45 reincidentes y 56 desistentes, procedentes de los programas de mediación, medio abierto e internamiento. Los adolescentes desistentes en el delito obtienen puntuaciones superiores a los reincidentes, siendo estas diferencias estadísticamente significativas en la dimensión de competencia social y en la puntuación total de competencia emocional.

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El propósito de este trabajo es presentar la construcción y aplicación del Questionari de Desarrollo Emocional para Adultos (QDE-A). Se trata de la versión catalana del Cuestionario de Desarrollo Emocional para Adultos (CDE-A). Los instrumentos disponibles para la medición de la competencia emocional son escasos y todos ellos sujetos a criticas centradas fundamentalmente en la falta de un marco teórico claro y de fundamentos empíricos firmes (Pérez, Petrides y Furnham, 2005). El QDE-A, se enmarca en la línea de investigación sobre educación emocional del GROP (Grupo de Investigación en Orientación Psicopedagógica). Se trata de un cuestionario de autoinforme basado en el marco teórico de la educación emocional desarrollado por el GROP (Bisquerra, 2000 y 2007) según el cual la competencia emocional se compone de cinco dimensiones: conciencia emocional, regulación emocional, autonomía emocional, competencias sociales y competencias para la vida y el bienestar. El QDE-A ofrece una puntuación global y otra para cada una de estas dimensiones. En este artículo se expone el proceso de elaboración para llegar a la versión definitiva que en su forma extensa consiste en una escala que dispone de 48 ítems. Los datos se basan en una muestra de 1537 adultos. La fiabilidad medida por el alfa de Cronbach es de 0,92, para la escala completa y superior a 0.70 para cada una de las dimensiones. La correlación entre cada una de las dimensiones y la puntuación total es significativa en todos los casos con un nivel de p<0.01. El QDE-A responde a la necesidad de disponer de un instrumento riguroso, adaptado a la población catalana, que permite evaluar el nivel de competencia emocional en adultos y fundamentar las intervenciones en educación emocional.

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La relaxació és una eina inclusiva dins l’escola que ajuda a treballar la competència emocional. La investigació parteix de l’ús de diferents tècniques de relaxació per poder ajudar, a l’alumnat d’educació infantil, a adquirir un grapat de coneixements per regular les seves emocions i l’estrès. L’estudi té com a objectiu la pràctica de diferents tècniques i jocs en una aula de P4 amb alumnes que presenten Trastorn de l’Espectre Autista. Les dades recollides i analitzades fan possible afirmar que la relaxació dóna beneficis tant a nivell personal com social i permet el treball de les emocions.

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Tässä tutkimuksessa tarkastellaan sopeutumattomien erityisoppilaiden tunne- ja itsesäätelytaitojen kehittymistä Aggression portaat -interventio-ohjelman avulla kolmen vuoden tutkimusjakson aikana. Käsite sopeutumaton oppilas ei ole yksiselitteisesti määriteltävissä, mutta tässä tutkimuksessa sillä tarkoitetaan yleisopetussuunnitelman mukaan opiskelevaa oppilasta, joka käyttäytymiseen ja tunne-elämään liittyvien haasteidensa vuoksi on saanut siirron erityisopetuksen oppilaaksi ja saa enintään 10 oppilaan opetusryhmässä erityistä pedagogista tukea. Tutkimuksen yksi keskeinen tehtävä oli tutkia, onko tunne- ja itsesäätelytaitojen opettamisesta hyötyä sopeutumattomien oppilaiden tunteiden hallinnan ja käyttäytymisen itsesäätelyn kannalta. Tutkimuksen teoreettisena viitekehyksenä on Rose-Krasnorin (1997) malli yksilön sosioemotionaalisesta kompetenssista täydennettynä muiden tutkijoiden näkemyksillä. Sosioemotionaalinen kompetenssi on yläkäsite, johon kuuluvat alakäsitteinä tunne- ja itsesäätelytaidot, sosiokognitiiviset taidot ja sosiaaliset taidot. Lisäksi sosioemotionaaliseen kompetenssiin vaikuttavat kiintymyssuhteet ja osallisuus sekä tavoitteet vuorovaikutuksessa ja konteksti. Tässä tutkimuksessa keskitytään tunne- ja itsesäätelytaitoihin. Interventioryhmän (N=36) muodostivat Varsinais-Suomen alueella opiskelevat sopeutumattomien oppilaiden erityiskoulun 8-13-vuotiaat oppilaat, joille opetettiin tunne- ja itsesäätelytaitoja Aggression portaat -opetusmateriaaliin (Cacciatore 2007) pohjautuvan intervention avulla. Kontrolliryhmän (N=26) oppilaat olivat interventioryhmän oppilaiden ikäisiä ja he opiskelivat Varsinais-Suomen alueen kouluissa pienluokissa myös käyttäytymiseen ja tunne-elämään liittyvien haasteidensa vuoksi. Kontrolliryhmän oppilaat eivät saaneet tutkimusjakson aikana interventio-ohjelman mukaista opetusta. Interventioryhmän oppilaat kävivät erityiskoulua, jossa kaikilla oppilailla oli sopeutumisongelmia ja kontrolliryhmän oppilaat opiskelivat yleisopetuksen koulujen yhteydessä olevilla sopeutumattomien oppilaiden pienluokilla. Tutkimusaineisto on kerätty vuosina 2010-2012. Tutkimusmetodeina olivat sekä oppilaille että opettajille laaditut Webropol-alustaiset kyselyt ja oppilaiden kirjoittamat väkivalta-aiheiset tekstit. Tutkimus- ja kontrolliryhmän oppilaille pidettiin ”Tunteiden hallinta ja käyttäytyminen”- kyselyn avulla alkumittaus syksyllä 2009 ja mittaus toistettiin keväällä 2010, 2011 ja 2012. Kyselyiden avulla selvitettiin, miten oppilaiden tunteiden kokeminen ja ilmaiseminen sekä tunteiden hallinta ja käyttäytymisen itsesäätely muuttuivat tutkimusjakson aikana. Kyselyssä kartoitettiin myös oppilaiden kokemuksia kiusaamisena ilmenevästä väkivallasta. Aineistolähtöisen sisällönanalyysin avulla selvitettiin oppilaiden kirjoitelmista heidän ajatuksiaan ja näkemyksiään väkivallasta ja ehdotuksia keinoista väkivallan vähentämiseksi. Keväällä 2012 interventioryhmän oppilaille ja opettajille laadittujen erillisten kyselyiden avulla selvitettiin sekä oppilaiden että opettajien arvioita ja kokemuksia oppilaiden tunne- ja itsesäätelytaitojen muutoksesta interventio-ohjelman avulla. Lisäksi oppilaat ja opettajat arvioivat pidettyjen tunnetaitotuntien hyödyllisyyttä oppilaille. Interventioryhmän opettajat arvioivat myös Aggression portaat -interventiomateriaalin käyttökelpoisuutta. Vuoden 2014 Perusopetuksen opetussuunnitelman perusteissa esitetyt velvoitteet opettaa kouluissa oppilaille tunne- ja vuorovaikutustaitoja edellyttävät tietoa konkreettisista käytänteistä ja tutkimusperustaisista interventio-ohjelmista. Tämän tutkimuksen tulokset osoittavat, että interventioryhmän muodostaneet sopeutumattomat oppilaat hyötyivät Aggression portaat -interventiosta. Heidän tunne- ja itsesäätelytaidoissaan tapahtui myönteistä kehitystä etenkin myönteisten tunnekokemusten lisääntymisen ja toisiin kohdistuneen fyysisen väkivallan vähenemisen osalta. Myös suhtautuminen väkivaltapelien ikärajoihin oli merkittävästi myönteisempää kuin kontrolliryhmän oppilailla, joilla kielteinen asenne lisääntyi selvästi tutkimusjakson aikana. Lisäksi interventioryhmän oppilailla oli keinoja itsensä rentouttamiseksi, päinvastoin kuin kontrolliryhmän oppilailla, joilla keinottomuuden kokemus jopa lisääntyi. Interventioryhmän oppilaat suhtautuivat hyvin kielteisesti toisen yllyttämiseen väkivaltaiseen tekoon ja kirjoittivat enemmän ajatuksiaan väkivallasta tuoden esille runsaasti ehdotuksia keinoista väkivallan vähentämiseksi. Myös oppilaat ja opettajat kokivat interventio-ohjelman oppilaiden kehityksen kannalta hyödylliseksi ja opettajat myös interventiomateriaalin käyttökelpoiseksi.

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La primera infancia es la etapa comprendida entre los 0 y los 6 años, y es el momento en el cual el cerebro tiene mayor plasticidad, por lo que en la actualidad se cree que la educación debe iniciar en este momento de la vida. La educación inicial ha venido dejando de lado el interés por los procesos cognitivos y ha puesto su foco de atención en el desarrollo social y emocional de los niños. El objetivo del presente trabajo es describir las características de los programas de educación emocional en la primera infancia a través de la lente de la Psicología Positiva utilizando una metodología cualitativa documental y específicamente el estado del arte. Los resultados obtenidos se dividen en corte empírico y corte teórico; para los de corte empírico se encontró que si bien el target que se pretende impactar son los niños en la primera infancia, varios programas le apuntan a trabajar como primera instancia con los cuidadores de los niños. Por otro lado como variables más comunes se manejaban las habilidades interpersonales y la resolución de problemas. Para los de corte teórico se encontró que los programas se orientan bajo una pedagogía dinámica y que muchos se centran en enfoques orientados a la promoción de habilidades sociales.

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O nosso trabalho tem como objectivo principal responder à questão fundamental: A competência emocional influencia o desempenho académico em adolescentes do ensino secundário? Para o efeito, os instrumentos utilizados foram: o questionário de Competência Emocional, adaptado ao contexto português por Lima Santos e Faria (2001), as pautas de notas dos alunos tendo em vista identificar o género, ano escolar e as idades dos alunos. Depois de obtida a autorização para a utilização do questionário, procedemos à sua aplicação sendo que a amostra foi constituída por 191 estudantes a frequentar o Ensino Secundário na Escola Secundária Dr. João de Araújo Correia, com idades compreendidas entre os 14 e 19 anos, no início do ano letivo, setembro de 2011. Após a recolha de dados procedemos à sua análise, a partir do programa SPSS, versão 19.0 para o Windows, cingindo-nos à análise descritiva das variáveis Género, Idade e Ano Escolar; análise descritiva da turma; análise descritiva das notas da disciplina de português e matemática; análise descritiva das questões do questionário de competência emocional; análise descritiva das dimensões do questionário; comparação de Médias das três Dimensões do questionário de competência emocional; análise de Regressão Linear e análise de Médias Através dos Itens e Variáveis Sociodemográficas e Escolares. Os resultados apontaram para a existência de diferenças estatisticamente significativas em relação à nota de Português no que diz respeito à EE (Expressão Emocional). Os alunos cujas notas de português são mais baixas apresentam valores mais baixos também na EE. Por outro lado, a nota de matemática era a única preditora da EE, explicando 4.3% da variância. Assim, a relação entre competência emocional e o desempenho académico verificou-se em relação à dimensão da Expressão Emocional. Por outro lado, em função do género, idade e escolaridade apenas se verificaram diferenças significativas para os itens da Expressão Emocional. Na relação entre o desempenho académico relativamente às disciplinas de português e matemática, comparativamente com a competência emocional apenas se verificou relação na dimensão - Expressão Emocional.