254 resultados para Egipto
Resumo:
Actas da Reunião Internacional de História da Medicina; Lisboa - 2001
Resumo:
pp. 11-15
Resumo:
Quando estudamos a civilização egípcia há dois fenômenos que, inevitavelmente, nos surpreendem. Um prende-se com a durabilidade desta civiUzação. O ouü-o refere-se à manutenção quase absoluta das diferentes expressões do seu rosto. Aparentemente, uma e outi-a realidade são distintas, mas quando nos debmçamos sobre a história do Egipto faraônico compreendemos que ela durou, exactamente por que se manteve, ao longo de ti-ês milênios, fechada sobre si própria, num discurso e numa posUira que remontava às origens do mundo e da sua história.
Resumo:
O combate está na ordem do dia. E, curiosamente, hoje, os discursos veiculados por aqueles que dirigem e defendem os combates, afirmam que estes não visam a agressão ou a conquista mas, unicamente, a "pacificação" do mundo. Deste modo, estes homens consagram-se, a si próprios, como "figuras iluminadas" que, cumprindo uma função quase divina, desempenham na Terra, o papel criador, estabilizador e normativo de uma divindade. Não fossem, regra geral, tão estúpidos e ignorantes, e eu acreditaria que eles radicavam a sua postura, num estudo aprofundado sobre a "função combatente" do faraó no Egipto Antigo. Senão vejamos: Existem dois conceitos, na civilização egípcia, que estão profundamente ligados: o conceito de "Estado unificado"^ e o conceito de "faraó"
Resumo:
A presente dissertação reflecte a compilação de um estudo essencialmente bibliográfico e iconográfico de doze peças de mobiliário do antigo Egipto, Império Novo. É primeiramente apresentado um breve estudo sobre materiais usados para a construção dos diversos objectos produzidos no referido período histórico e analisados os seus aspectos simbólicos. São também apresentadas sucintamente algumas técnicas de construção adoptadas durante as dinastias XVIII-XX para a construção de mobiliário doméstico e ritual. De seguida estes objectos são analisados material e simbolicamente em dois capítulos tendo como base a investigação efectuada. Colocam-se ao longo deste trabalho diversas questões, sendo as mais prementes “se terá havido transferência de mobiliário doméstico para o contexto funerário” e “Terão tido os espólios funerários mobiliário feito exclusivamente para esse fim”. As conclusões revelam dados comparativos do universo de peças de mobiliário recolhidas e apresentam algumas hipóteses explicativas sobre o assunto abordado.
Resumo:
A Religião Egípcia, elemento omnipresente desta civilização, é uma realidade compósita onde cabem diferentes facetas. Uma delas é a Religião Doméstica – o conjunto das expressões religiosas levadas a cabo pelo crente em sua casa. Esta prática religiosa era, até à data da presente investigação, insuficientemente conhecida. A escassez de fontes textuais e as características das fontes materiais – com grande dispersão temporal e espacial e com proveniências e interpretações nem sempre seguras – foram, desde sempre, condicionalismos determinantes para o cumprimento deste objectivo. Foi, assim, com a consciência das dificuldades existentes, mas motivadas pela singularidade e importância do tema que iniciámos a nossa pesquisa. A caracterização da Religião Doméstica no Egipto antigo passou, num primeiro momento, pela identificação das fontes. No caso das fontes materiais conduziu à construção de uma base de dados. Seguidamente, avançou-se para um enquadramento temporal e espacial de modo a conhecer a diacronia e presença geográfica desta prática. Estes passos iniciais permitiram-nos prosseguir com segurança para a análise do fenómeno – a Religião Doméstica – de modo a observar os deuses envolvidos, as motivações, o espaço ritual – na casa – implicado e as suas manifestações. O conhecimento e o reconhecimento deste fenómeno religioso e a sua importância no contexto religioso desta civilização são, a partir de agora, mais evidentes, inteligíveis e, sobretudo, acessíveis. Esta foi a grande motivação do nosso trabalho.
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O objectivo primordial da presente dissertação caracteriza-se por uma aproximação epistemológica à seguinte pergunta: como sacralizavam os antigos Egípcios o espaço em que identitariamente se inscreviam e reconheciam? Assim, a nossa temática central será a da sacralização do espaço, em contexto civilizacional nilótico, mais concretamente, do(s) espaço(s) aquático(s) e terrestre(s). Entenderemos o conceito de "espaço" em sentido lato, referindo-nos às superfícies aquáticas e à camada telúrica egípcia e não a um espaço concreto, como a "casa" ou o "templo". Trata-se assim, de compreender a forma como o colectivo humano egípcio foi sentindo e narrando o seu espaço sagrado, pelo que a realidade espacial será abordada, essencialmente, na sua capacidade construtora da identidade de um povo.
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El trabajo se compone de siete capítulos, los cuales tienen como objetivo esclarecer la imagen de Egipto en la obra de Terenci Moix, particularmente en sus novelas históricas. El primer capítulo trata sobre la teoría de la novela histórica, el segundo, en la comparación entre las constantes de la literatura catalana y castellana del autor, el tercero, en los motivos que lo llevaron a abordar la temática egipcia, el cuarto es un rastreo de esta temática desde los principios de su literatura y los últimos tres capítulos son un análisis histórico-literario a las novelas que tratan sobre los siguiente periodos: Egipto grecorromano, Egipto romántico del siglo XIX y Egipto amárnico.
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A la primera part d'aquest assaig apuntem de manera concisa les principals diferències entre la cultura de l'Antic Egipte i la cultura moderna. A la segona part hem recollit tres exemples amb què mirem de mostrar (no pas demostrar) la nostra tesi.
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Hace ya tiempo que se tiene noticia, por las fuentes egipcias, de las relaciones que existían entre Egipto y el mundo egeo en el segundo milenio. Por las arqueológicas se sabe qué artículos manufacturados de procedencia cretense llegaban al país del Nilo, como mínimo, ya en el Imperio Medio; por los textos egipcios sabemos que había relaciones pacíficas, aunque basadas en la superioridad egipcia, entre ambos países, particularmente importantes, por ejemplo, en el reinado de Thutmés III; estas relaciones acabaron por convertirse en hostiles a fines del Imperio Nuevo, cuando los «Akauas» (¿Achaiói?), junto a otros múltiples pueblos, los «Pueblos del Mar», emigraron de sus países de origen y atacaron Egipto por tierra y por mar, enfrentándose a las fuerzas de Mineptah (h. 1230) y de Ramsés III (h. 1194, 1191 y 1188), por quien fueron definitivamente derrotados.
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Benjamín de Tudela (en hebreo Biniamín ben rabbí Yonah mi- Tudela) es, sin duda, un navarro universal. Judío de la aljama tudelana, se ignora la fecha de su nacimiento (acaso hacia 1130). Hijo de rabino y viajero infatigable, sólo sabemos de este personaje lo poco que de él se menciona en su famoso Libro de Viajes o Séfer-masa`ot, fruto de sus vivas experiencias -las más de las veces directas- exquisitamente plasmadas en su relación de viaje, redactadas en hebreo. Conocedor del romance navarro vernáculo de la época, sabía hebreo - su lengua de instrucción y cultivo literario- y árabe, entendiendo acaso el griego y el latín.
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La elección de un destino está influenciada por las percepciones de los turistas sobre las posibles alternativas. Por esto es importante para los países que desean incrementar su demanda turística, promover una imagen coherente y positiva del destino turístico. También, ser conscientes del poder que tienen las imágenes, por lo que los países deben procurar que sean positivas, para que actúen favorablemente en la fase previa a la decisión de compra de los turistas. Las imágenes, por otra parte, son una manera de tangibilizar el producto, generando así una representación mental del destino en los clientes. El hecho de conocer la imagen que tienen los turistas sobre el destino, ayuda a tener información suficiente para innovar y mejorar permanentemente la calidad de productos turísticos del país. Con este trabajo se pretende conocer los puntos fuertes de la imagen del destino turístico Egipto para desarrollarlos, y los puntos débiles del mismo para poder establecer una estrategia para cambiar o mejorar