23 resultados para Edifica


Relevância:

20.00% 20.00%

Publicador:

Resumo:

This paper presents a study on the labeling Procel Build, an action plan for energy efficiency in buildings which aims to build the foundations necessary to rationalize energy consumption in buildings in Brazil (PROCEL, 2009a, p. 5), ie Procel builds aims to ensure the construction of the building that has a low energy expenditure, but still provide a comfortable environment. In this research, it is also shown how the labels are obtained, which may be general or partial. The reader will find further explanation of the three aspects of a building, and they Envelopment, Lighting system and Air Conditioning System Finally, we present the advantages and challenges of system builds procel, showing the need for greater investment and disclosure of elements that contribute to the implementation of sustainable buildings in Brazil

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

As organizações são responsáveis por uma significativa fatia das nossas experiências de vida e constituem um invólucro que raramente nos abandona, que atravessamos diariamente e nos deixa marcas, umas mais benévolas e gratificantes,outras aterradoras ou estigmatizantes. As organizações são tudo isto e ainda veículos, talvez dos mais importantes, que criámos para cooperar e, paradoxalmente, nos magnificarmos individual ou colectivamente. Neste nosso estudo procurámos descrever e interpretar o funcionamento das organizações, concentrando-nos em processos que consideramos hoje particularmente críticos: as institucionalizações de sentido. A nossa hipótese de partida levou-nos a sustentar que os processos de institucionalização e de auto-institucionalização desempenham um papel central nas sociedades actuais, submetidas mais do que nunca a brutais oscilações entre o orgânico e o inorgânico. A centralidade destes processos de auto-institucionalização tentada e, em alguns casos, consumada decorre do facto de se assistir a uma crescente impregnação do social e do pessoal pelo institucional como condição para uma maior eficácia quer dos indivíduos, quer das organizações. Institucionalizar significa encurvar a linha do tempo para fazer existir algo, criar um tempo próprio para que um nome, uma imagem, um valor, uma rotina, um produto, enfim, um edifício de sentido possa perdurar. Trata-se de um jogo que consiste em procurar as melhores oportunidades para os nossos projectos e ambições (aliás, no caso da nossa própria auto-institucionalização é como se disséssemos: suspenda-se o tempo linear para que esta representação ou versão mítica de mim possa existir e vingar). De forma mais dramática ou mais lúdica, tal tipo de jogo generalizou-se e tem como palco privilegiado, mas não exclusivo, os media. Em resumo: institucionalizar é sempre «ralentir son histoire» (Michel Serres), introduzir uma temporalidade mítica no tempo histórico da comunicação e ocupar um lugar numa estrutura institucionalizada de memória, retirando daí consideráveis vantagens simbólicas e materiais. Não restringimos, pois, estas observações à esfera organizacional. A compulsão generalizada a tudo tornar instituição arrasta-nos a nós próprios enquanto indivíduos, traindo um intenso desejo de permanecer, de resistir à volatilidade social, ao anonimato, de tal modo que podemos falar hoje em instituições-sujeito e em sujeitos-que-se-modelam-como-instituições. Pela sua própria auto-institucionalização os indivíduos procuram criar um campo de influência, estabelecer uma cotação ou uma reputação, fundar um valor pelo qual possam ser avaliados numa «bolsa» de opinião pública ou privada. Qual o pano de fundo de tudo isto? O anonimato, causador de tão terríveis e secretos sofrimentos. Alguns breves exemplos: a panteonização ou, aliás, a «vontade de panteão» de André Malraux; o processo de auto-santificação de João Paulo II, como que a pré-ordenar em vida o percurso da sua própria beatificação; o génio canónico dos poetas fortes, teorizado por Harold Bloom; o ímpeto fundacional que se manifesta na intrigante multiplicação no nosso país de fundações particulares civis criadas por indivíduos ainda vivos; ou, mais simplesmente, a criação de um museu dedicado à vida e carreira musical da teen-diva Britney Spears, antes mesmo de completar vinte anos. Mas, afinal, o que fizeram desde sempre os homens quando institucionalizavam actividades, práticas ou símbolos? Repetiam um sentido e,repetindo-o, distinguiam-no de outros sentidos, conferindo-lhe um valor que devia ser protegido. A ritualização, ou, se se quiser, um processo de institucionalização, envolve, entre outros aspectos, a protecção desse valor estimável para um indivíduo, uma facção, um agrupamento ou uma comunidade. Processos de institucionalização, e mesmo de auto-institucionalização, sempre os houve. Não encontraremos aqui grande novidade. Os gregos fizeram-no com os seus deuses, institucionalizando no Olimpo vícios e virtudes bem humanas. Quanto às vulnerabilidades e aos colapsos da nossa existência física e moral, as tragédias e as comédias helénicas tornaram-nos a sua verdadeira matéria prima. A novidade reside sobretudo nos meios que hoje concebemos para realizar a institucionalização ou a auto-institucionalização, bem como na escala em que o fazemos. A nossa actual condição digital, por mais que a incensemos, não muda grande coisa à questão de base, isto é, que as projecções de eternidade permanecerão enquanto o inorgânico continuar a ser o desafio que ciclicamente reduz a nada o que somos e nos faz desejar, por isso mesmo, ostentar uma máscara de duração. Defendemos também neste estudo a ideia de que as narrativas, sendo explícita ou implicitamente o conteúdo do instituído, são simultaneamente o meio ou o operador da institucionalização de sentido (não o único, certamente, mas um dos mais importantes). O acto de instituir é consubstancial do acto narrativo. «Instituir» algo é relatar, com pretensão à legitimidade, «quem é», «o que é» e «a que» privilégios e deveres fica submetido esse instituído, trate-se de uma ideia, valor, símbolo, organização ou pessoa. Mesmo quando a complexidade do discurso jurídico parece querer significar que se instituem apenas normas ou leis, bem como o respectivo regime sancionatário, o que, na verdade, se institui ou edifica (o que ganha lugar, volume, extensão material e simbólica) são sempre redes de relações e redes de sentido, isto é, narrativas, histórias exemplares. A institucionalização é o mecanismo pelo qual respondemos, narrativamente, à dispersão dos sentidos, a uma deficiente focagem da atenção social ou da memória, e procuramos estabilizar favoravelmente mundos de sentido, sejam eles reais ou imaginados. Apresentemos, muito sumariamente, algunspontos que nos propusemos ainda desenvolver: – Num balanceamento permanente entre orgânico e inorgânico (pois os tempos são de dispersão do simbólico, de des-legitimação, de incerteza e de complexidade), as organizações erguem edifícios de sentido, sejam eles a «cultura empresarial», a «comunicação global», as «marcas», a «imagem» ou a «excelência». Neste contexto, a mera comunicação regulada, estratégica, já não cumpre eficazmente a sua missão. – A institucionalização é um dos meios para realizar a duração, a estabilização de projectos organizacionais e de trajectos individuais. Mas nem os próprios processos de institucionalização se opõem sempre eficazmente às bolsas de inorgânico, potencialmente desestruturantes,que existem dentro e em torno da organização. Os processos de institucionalização não constituem uma «barragem contra o Pacífico». A erosão e o colapso espreitam-nos, ameaçando a organização, como ameaçam igualmente as ambições dos indivíduos na esfera pública ou mesmo privada. – Uma das respostas preventivas e, em alguns casos, também reparadoras de vulnerabilidades, erosões e colapsos (seja de estruturas,de projectos ou de representações) é a auditoria. As auditorias de comunicação, aliás como as de outro tipo, são práticas de desconstrução que implicam «fazer o percurso ao invés», isto é, regressar do instituído à análise dos processos de institucionalização. O trabalho de auditoria para avaliar desempenhos, aferindo o seu sucesso ou insucesso, começa a ser progressivamente requisitado pelas organizações. – Tivemos, aliás, a oportunidade de apresentar uma abordagem narrativa-estratégica de auditoria de comunicação, recorrendo, para o efeito, a algumas intervenções que acompanhámos em diversas empresas e instituições, as quais, em vários momentos, se comportaram como verdadeiras organizações cerimoniais, retóricas. Assim, começámos por destacar as dificuldades que uma jovem empresa pode sentir quando procura institucionalizar, num mercado emergente, novos conceitos como os de produto tecnológico e fábrica de produtos tecnológicos. Vimos, em seguida, como uma agência de publicidade ensaiou a institucionalização de um conceito de agência portuguesa independente, ambicionando alcançar o patamar das dez maiores do mercado publicitário nacional. Uma instituição financeira deu-nos a oportunidade de observar posicionamentos de mercado e práticas de comunicação paradoxais a que chamámos bicéfalos. Por fim, e reportando-nos a um grande operador português de comunicações, apresentámos alguns episódios erosivos que afectaram a institucionalização do uso de vestuário de empresa pelos seus empregados. Haverá um conhecimento rigoroso das condições em que funcionam hoje as organizações enquanto sistemas de edificação e de interpretação de sentido? Não o podemos afirmar. Pela nossa parte, inventariámos filiações teóricas, passámos em revista figurações, práticas e operatórias. Analisámos as condições em que se institucionalizam, vulnerabilizam, colapsam e reparam estruturas de sentido, seja nas organizações seja em muitas outras esferas sociais e mesmo pessoais. Um glossário mínimo – com conceptualizações por nós próprios criadas ou «afinadas» – podia contemplar as seguintes entra das, entre muitas outras possíveis: quadro projectado, quadro literal, mapa de intrigas, capacidade de intriga, tela narrativa, narração orgânica e fabuladora, narrativa canónica, edifício de sentido, estrutura institucionalizada de memória, memória disputada, cotação social, processo de institucionalização e de auto-institucionalização,institucionalização sob a forma tentada, actividade padronizada, trabalho de reparação de sentido. Diríamos, a terminar, que a comunicação, tal como a entendemos neste estudo, é o processo pelo qual os indivíduos e as organizações realizam a institucionalização, isto é, disputam, mantêm viva e activa uma memória e, ao mesmo tempo, previnem, combatem ou adiam as erosões e os colapsos de sentido que sempre acabam por vir dos seus ambientes interiores ou exteriores. A comunicação está hoje, claramente, ao serviço da vontade de instituir que se apoderou dos indivíduos, dos grupos e das organizações,e pela qual enfrentam e respondem aos inúmeros rostos do inorgânico, a começar, como tantas vezes referimos, pelo anonimato. Não estranharemos, então, que seja por uma comunicação com vocação institucionalizadora que marcamos e ritualizamos (fazemos repetir, regressar ou reparar) o que, para nós, indivíduos ou organizações, encerra um valor a preservar e que julgamos encerrar um valor também para os outros.

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Filosofia Política

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Museologia

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

Proyecto que inicia a los niños y niñas de Educación Infantil en la idea de construir y transformar en juguetes elementos sencillos y cotidianos. Los objetivos son: desarrollar la identidad y autonomía personal del alumnado e implicar a los padres y madres en el trabajo de la escuela. La experiencia se desarrolla en tres fases: en la primera se introduce al niño en el mundo de las construcciones, mediante el cuento de 'Los tres cerditos', que servirá como escenario de la representación teatral de los padres; en la segunda fase, se incita a construir juguetes, para lo que se busca la ayuda de los adultos; y en la última fase se diseña y edifica un juego gigante en el patio del colegio..

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

Análisis del sistema de admisión en las universidades en Yugoslavia. El sistema de educación y de instrucción en Yugoslavia se edifica y desarrolla en la dirección de los objetivos globales de la comunidad socialista yugoslava. Los principios y objetivos del programa fundamentales de educación y de instrucción en nuestras condiciones sociales son los siguientes: el desarrollo de una actitud creadora en los jóvenes hacia su profesión futura, el desarrollo de la conciencia socialista y la formación de los jóvenes para la participación en la vida social del país y en los órganos de la autogestión social y de dirección, el conocimiento y la adopción de las creaciones de nuestros pueblos y de la humanidad entera en diversos campos de la creación social, el desarrollo del espíritu de fraternidad y de unidad de los pueblos yugoslavos, y el desarrollo del internacionalismo, del espíritu de la solidaridad internacional. Respecto a la admisión para el curso escolar 1972-1973 se efectuó según las siguientes modalidades: inscripción libre para todos los que hayan terminado la escuela secundaria correspondiente; inscripción limitada a un cierto número, conforme a los resultados en la escuela secundaria; inscripción de todos los que pasen el examen de calificación, resultados obtenidos en la escuela secundaria durante toda la escolarización precedente y examen de calificación para los demás candidatos y por último inscripción en función exclusivamente de los resultados del examen de calificación. Como conclusión se señala que la admisión de nuevos estudiantes en la universidad es un problema de la sociedad global. En la comunidad socialista de autogestión yugoslava, este problema está condicionado por varios elementos: la existencia de un plan, verificado por la sociedad, de necesidades de cuadros formados en la universidad, para un período mínimo de diez años; una red desarrollada y de estructura adecuada de instituciones de enseñanza superior bien equipadas y una buena orientación profesional de todos los candidatos procedentes de las escuelas secundarias. Cumplidas estas tres condiciones, las universidades y las facultades podrán asumir toda la responsabilidad social para la admisión de los nuevos estudiantes, y solamente en ese momento es cuando se podrá pensar en aplicar la orientación general de la sociedad, la inscripción libre en todas las facultades.

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

Generalmente se ha hecho coincidir el punto de partida de la ciencia moderna con la aparición del método experimental (siglos XVI y XVII) Todo el saber de la antigüedad era empírico. Arquímedes es la excepción al realizar experiencias e interpretar los hechos de forma experimental. La Edad Media no fue un periodo totalmente oscuro pues se ha demostrado que aquí están las bases de la ciencia moderna. Si la ciencia no llega a la madurez en este periodo es como demuestra más interés por la cualidad que por la cantidad. El paso de lo cualitativo a lo cuantitativo es una de las características más importantes de los siglos XVI y XVII.. los progresos científicos iniciados en este último siglo siguen dos caminos el de Galileo-Newton, caracterizado por el descubrimiento de gran número de fenómenos y el invento de aparatos destinados a ponerlos en práctica. El otro caracterizado por la introducción de magnitudes extensivas: masa, volumen, energía. Por ambos caminos se coordinan los resultados, se enuncian leyes y sus fórmulas. Así, se edifica la teoría. Pero el desarrollo de la teoría exige el concurso de las matemáticas, física y en menor medida de la química. Por eso se explican los grandes trabajos teóricos del siglo XVIII. Los dos caminos utilizados para la construcción de la ciencia son el deductivo, (utilizado por la química) y el inductivo (propio de la física) si bien quedan muchos problemas por resolver, han sido muchas las conquistas realizadas en los últimos años. En realidad, las distintas ramas de la ciencia están íntimamente relacionadas, de tal forma que el avance de una de ellas supone un mejor conocimiento de las demás.

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

Expone las condiciones higiénicas que debe tener la escuela, para que el niño disfrute de una vida sana . En primer lugar destaca las condiciones del local: referidos al emplazamiento del edificio, al solar donde se edifica, la orientación, superficie, ángulos de las aulas y su pintura, dimensiones y huecos de las ventanas, ventilación, iluminación y calefacción. Vinculado a este aspecto está también el mobiliario escolar, el horario, los habitáculos (como guardarropa, sala de recreo y de aseo), la letra impresa y postura corporal del escolar. En segundo lugar se ocupa de las transmisiones de enfermedades dentro de la escuela, por lo que recomienda la necesidad de la vigilancia de los escolares por especialistas de dispensario y maestros, así como del reconocimiento previo del niño antes del ingreso en la escuela, la vacunación obligatoria y la adquisición de hábitos de cuidado y limpieza por parte de las familias, la importancia de los complementos alimenticios y el ejercicio físico.

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

Resumen basado en el de la publicaci??n

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

A criatividade é como um processo psíquico quie se edifica na criança desde muito cedo e que se desenvolve em conjunto com outras funcionalidades superiores tais como o pensamento, a memória e até a brincadeira. A possibilidade de criar está ligada ao contexto histórico, familiar, escolar e à riqueza das experiências vividas pelas crianças. Na primeira infância, a criatividade ocorre através de práticas estimuladoras, estas implicam directamente no desenvolvimento das relações interpessoais e com o meio , dando a essas crianças a oportunidade de serem mais confiantes,podendo assim identificar suas aptidões e limites pessoais. Segundo Piaget (2002, cit. por Laus, 2008) a habilidade de criar algo, ocorre de forma espontânea através do processo de assimilação, sendo que a criatividade não diminui com o aumento da idade , mas é assimilada com a inteligência, traduzindo assim o processo de acomodação. o objectivo do presente trabalho consiste em comparar os níveis da criatividade em crianças de cinco anos da pré-primária com as crianças do segundo ano de escolaridade. A amostra recolhida por conveniência é constituída por 206 crianças , 100 do sexo masculino (48.54%) e 106 do sexo feminino (51.46%) com idades que variam entre os 5 e os 7 anos (M=6.02 anos; DP=1.01), e que frequentam a pré-primária (49.03%) e o 2º ano de escolaridade (50.97%). Todos os participantes são de nacionalidade portuguesa e não apresentam retenções. o teste utilizado neste estudo é o TCT-DP (Test for Creative Thinking - Drawing production) desenvolvido por K. Urban e H. Yellen (1996) , que permite avaliar o potencial criativo global dos indivíduos. Os resultados deste estudo indicam que foram encontradas diferenças estatisticamente significativas nos níveis de criatividade entre os sexos, sendo o sexo feminino a apresentar valores superiores; como a nível escolar , as crianças do 2º ano de escolaridade apresentaram valores superiores; na posição na fratria as crianças com uma posição de filho do meio ou último obtiveram valores superiores; a nível sócio-económico as crianças da classe média mais indicaram valores mais elevados.

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

Este trabajo crítico busca rastrear las particularidades de la novelística de Miguel Donoso Pareja. Y, a partir de este rastreo, plantear cual es la posición política y teórica respecto de la novela misma que tanto Henry Black, como Día tras día, como Nunca más el mar, como Hoy empiezo a acordarme llevan impresas en lo más profundo de sus estructuras. De tal forma que a través de estas cuatro obras se edifica un teatro de la memoria, el cual vendría a constituir la teoría novelística de Miguel Donoso. En este afán, la memoria, o los proceso de recuperación de la misma se convierten en las columnas que me permiten prefigurar dicho teatro de la memoria. La idea que guía este trabajo crítico es la de la búsqueda de un lenguaje que permita la apertura de otro lenguaje. El placer de la lectura.

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

The thesis has its largest array in the reorganization of science that is built from the middle of the last century and its horizon reconnection between scientific culture and humanistic culture, and the dialogue between science, art and literature. This epistemological regeneration view of the scientific paradigm incorporates the poetic language and sociological analysis, and brings out a complex, open and transdisciplinary narrative. To undertake this exercise as interlocutors we have thinkers like Nietzsche, Lévi-Strauss, Edgar Morin and Bruno Latour, to name a few, and as a reference for analyzing the entire artistic production of one of the icons of Brazilian music, Clara Nunes. It is problematized up in this work, through the singer s discography, lyrics and fragments of her biography, the construction of a social character that politicized culture, increased the mestizo consciousness of popular imagery, and exceeded the excessively prosaic narratives of the academic and scientific culture. The central argument of the thesis recognizes a Hybrid Subject Clara Nunes, as indeed is what is expected of the politically engaged intellectual in the 21st century

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

The present work investigates related discourse in rewriting discursive practices, at monographic works specifically at the theoretical foundation section. Focalizing some discursive strategies of voice management (direct and indirect discourse and modalization voice) we detach the introduction way and function of cited discourse. To do so, it were analyzed eighteen monographic works: nine of them final graduation works and other nine specialization works seeing that each works belonging to the same student, in two different stages, in the period from 2003 in graduation conclusion to 2005 in the end of specialization course. The data reveal that the monographic writer/student emphasizes the use of direct discourse in graduation works while in specialization works there was an emphasis at indirect speech. The analysis the way they introduce cited discourse pointed out that writer/student in graduation course such as specialization student make meaningless constructions when they do not use discendi verbs, they demonstrate difficulties inarticulate citing discourse with cited discourse. In what is related to functions of cited discourse we verify that the student/writer, in both stages or levels give emphasis to the function maintain an assertion, indicating that other s discourse serve mainly as a resource of authority just because that this function reveals the absence of a dialog between student writing and cited discourse. In a general way, the forms of other s discourse claim a form of writing that is found starting from a sequence of cited discourse in what student/writer voice in graduation and specialization comes to text surface just few times, but most of the times, the student takes other s words as they were themselves, every time there is an overlap of author/source

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

It is possible to notice that the modern narrative increasingly seeks to invest its characters with a broad and complex nature, away from the well-defined beings of the traditional narrative. Through this work, we aim to make a study of Marcela, a character of the novel A ostra e o vento, by Moacir Costa Lopes, taking into account the way the complexity of the fictitious being is constituted through an analysis of structural, semantic, and thematic elements. We first will bring up a brief theoretical discussion about the character in a novel, and we also will carefully analyze the diagetic universe, presenting the complex path of the character further. Subsequently, we will focus on the structure of the narrative which creates a complex picture of the character, using the technique of crossed points of view as well as the technique of temporal fragmentation. Finally, we will investigate conflicting social relations that portray Marcela s disturbed inner side, as well as the metaphoric symbolic language, which furnishes a number of different representation of this character, impeding the creation of a well-structured coherent character. Studies of scholars such as Antonio Candido, Anatol Rosenfeld, Vitor Manuel de Aguiar e Silva, Fernando Segolin, Gerard Genette, Michel Zéraffa, among others, will guide our analysis