1000 resultados para ESCALAS DE INTERVENCI


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El objetivo es comprobar si la aplicaci??n del programa de estimulaci??n del lenguaje oral que se propone reduce los trastornos o retrasos del lenguaje oral en ni??os de 4 y 5 a??os. Las hip??tesis son: 1. Los sujetos mejorar??n o superar??n sus retrasos o trastornos fonol??gicos mediante una serie de ejercicios dirigidos a favorecer el desarrollo de la conciencia fonol??gica. 2. Los sujetos mejorar??n o superar??n sus retrasos o trastornos sem??nticos mediante una serie de ejercicios encaminados a favorecer la evocaci??n de las palabras de su l??xico interno. 3. Los ejercicios dirigidos a favorecer la evocaci??n de las palabras del l??xico interno de los sujetos, favorecer??n de modo indirecto, la adquisici??n de nuevo vocabulario. 4. Los sujetos mejorar??n o superar??n sus trastornos sint??cticos tras la intervenci??n. 5. Los sujetos mejorar??n su realizaci??n fon??tica como una consecuencia de la aplicaci??n del programa de intervenci??n y de la inmersi??n en un ambiente ling????stico estimulante. 6. El programa de intervenci??n mejorar?? los trastornos ling????sticos de los sujetos de 4 y 5 a??os, cuando es aplicado de modo colectivo por una persona no experta en el ??mbito del diagn??stico y de la intervenci??n del lenguaje. Muestra accidental (disponible) de 102 ni??os de educaci??n infantil de varios colegios de Pamplona que presentan, en opini??n de sus profesores, alg??n tipo de dificultad en el lenguaje oral. Se propone un programa de estimulaci??n del lenguaje oral, del cual se pretende comprobar su eficacia a partir de un estudio experimental. Se parte de una muestra de ni??os de educaci??n infantil de 2?? y 3?? curso seleccionada por los propios profesores. A los ni??os seleccionados se les aplica, de forma individual, las pruebas de pretest para confirmar qu?? ni??os presentan trastornos del lenguaje oral. En 65 ni??os se confirma la valoraci??n del profesor, distribuy??ndolos en dos grupos, experimental y de control. Resultan 6 grupos experimentales y 6 grupos de control a los que se les aplica los programas de intervenci??n en los trastornos del lenguaje oral. Se considera variable independiente el programa de estimulaci??n del lenguaje oral propuesto en el estudio, ya que se espera que la aplicaci??n del mismo provoque cambios en los valores de las variables dependientes. Las variables dependientes son las puntuaciones obtenidas por los sujetos en las pruebas que eval??an los diferentes aspectos del lenguaje objeto de intervenci??n (fonolog??a, sem??ntica, fon??tica y sintaxis). Para seleccionar la muestra se pide a los profesores que rellenen un cuestionario durante una entrevista personal para determinar los ni??os que presentan alg??n trastorno. Para valorar el rendimiento de los sujetos en fonolog??a se utiliza la subprueba Integraci??n Auditiva del test I.T.P.A. Para valorar el rendimiento en sem??ntica se utilizan el test de Peabody, la subprueba Asociaci??n Auditiva del I.T.P.A. y la subprueba de vocabulario de las escalas McCarthy. Para valorar la sintaxis se utiliza el Test de Sintaxis de Aguado. Para algunos an??lisis de datos se utilizan las pruebas no param??trica de Chi-cuadrado, de U de Mann-Whitney, de Kruskal-Wallis. Los profesores identifican bien a los ni??os que presentan trastornos sint??cticos, pero no a los que muestran trastornos fonol??gicos o sem??nticos. No hay diferencias significativas entre sexos. No hay apenas diferencias entre los grupos de diferentes colegios. Tras la intervenci??n, los ni??os mejoran sus habilidades de an??lisis y programaci??n fonol??gicos. Las actividades dise??adas contribuyen para disminuir los retrasos sem??nticos. Se mejoran las destrezas sint??cticas comprensivas, pero no las expresivas. El aspecto fon??tico no se favorece con la mejora de los otros aspectos. 1. Los sujetos mejoran sus habilidades de an??lisis y programaci??n fonol??gicas. 2. Los sujetos mejoran o superan sus trastornos sem??nticos. 3. Las actividades para mejorar la evocaci??n de palabras favorecen la adquisici??n de nuevo vocabulario. 4. No se mejoran los trastornos fon??ticos. 5. El programa de intervenci??n en los retrasos o trastornos del lenguaje oral, utilizando una metodolog??a ecl??ctica de intervenci??n, y aplicado en una situaci??n de grupo por una persona no experta en el campo del diagn??stico y de la intervenci??n en el lenguaje, se puede considerar eficaz a la hora de mejorar los retrasos o trastornos ling????sticos de los ni??os de 5 a 4 a??os..

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Resumen basado en el del autor

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A avaliação da dor em animais necessita da utilização de escalas de avaliação, que dependem da interpretação realizada por observadores. O objetivo do presente estudo foi avaliar a correlação entre a escala visual analógica (EVA), escala de Melbourne e os filamentos de Von Frey, na avaliação da dor pós-operatória em 42 cadelas adultas e saudáveis, submetidas à ovariossalpingohisterectomia (OSH). A dor pós-operatória foi avaliada por dois observadores cegos aos tratamentos analgésicos, em intervalos de uma hora, utilizando a EVA, a escala de Melbourne e os filamentos de Von Frey, aplicados ao redor da incisão cirúrgica. Foram considerados como critérios para realização da analgesia resgate uma pontuação de 50mm na EVA ou de 13 pontos na escala de Melbourne. A EVA revelou-se a escala mais sensível, uma vez que 100% dos animais receberam resgate seguindo esse método. Os valores obtidos na EVA e na escala de Melbourne determinaram boa correlação, com r=0,74, o que não ocorreu com os filamentos de Von Frey (r=-0,18). Já a correlação entre a escala de Melbourne e os filamentos de Von Frey foi de -0.37. Apesar de a EVA e a escala de Melbourne apresentarem boa correlação, sugere-se que se considere uma pontuação menor na escala de Melbourne como critério para administração de analgesia resgate.

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CONTEXTO: Diversas metodologias foram desenvolvidas para validar instrumentos psicométricos. No entanto, na literatura científica, há escassez de instrumentos para avaliar os relacionamentos amorosos. OBJETIVO: O presente trabalho tem como objetivo validar para o português o conteúdo dos instrumentos autoaplicáveis Love Attitudes Scale (Escala de Atitudes do Amor - Hendrick et al., 1998), Relationship Assessment Scale (Escala de Avaliação do Relacionamento - Hendrick, 1988) e Adult Attachment Types (Tipos de Apego do Adulto - Hazan et al., 1987), levando em consideração o contexto cultural brasileiro e, consequentemente, possibilitando que o estudo do amor patológico seja viável na população brasileira. MÉTODOS: Tal processo envolveu quatro etapas: (1) tradução para o português, (2) retrotradução, (3) apresentação da versão corrigida para profissionais de saúde mental e estudantes universitários e (4) aplicação da versão final em amostra da população-alvo utilizando uma escala analógico-visual. RESULTADOS: As escalas foram facilmente compreendidas e discriminaram significativamente indivíduos com amor patológico de voluntários saudáveis. CONCLUSÃO: Nossos resultados mostram que a versão brasileira desses instrumentos é válida e pode ser usada em investigações envolvendo relacionamentos amorosos.

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There is no doubt about the importance of service quality as a factor of businesses' success, but to measure this quality has proved to be a challenge when one considers different environmental contexts. Given this, the main goal of this paper was to test two measurement scales of perceived set-vice quality. The comparison between Service Quality scale (Servqual) and Retail Set-vice Quality (RSQ) was conducted by means of a survey with 351 participants, clients of a home center stores chain located in the city of Sao Paulo. The data were analyzed using both exploratory and confirmatory factor analysis. As a result, both scales demonstrated acceptable levels of reliability and validity However; the RSQ demonstrated a better performance in the nomological test since it was able to explain 43% of the loyalty towards the retailer; while the Servqual scale explained only 11%.

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Não há dúvida sobre a importância da qualidade de serviços como fator de sucesso empresarial, mas mensurar essa qualidade tem se mostrado um desafio quando se consideram diferentes contextos. Diante disso, o objetivo deste estudo foi testar duas escalas de mensuração da qualidade percebida de serviços. A comparação entre a escala Service Quality (Servqual) e a Retail Service Quality (RSQ), deu-se por meio de survey junto a 351 respondentes e utilizou como ambiente de pesquisa uma rede de home centers com lojas localizadas na cidade de São Paulo. Para analisar os dados obtidos, foram utilizadas as técnicas multivariadas de análise fatorial exploratória e confirmatória. Como resultado, as duas escalas demonstraram níveis aceitáveis de confiabilidade e validade. Entretanto, no teste de validade nomológica, a escala RSQ mostrou-se superior à escala Servqual, uma vez que a primeira foi capaz de explicar 43% da lealdade em relação ao varejista, enquanto a segunda explicou apenas 11%.

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Propõe-se, uma nova abordagem para a solução do problema da metodologia padronizada, em epidemias. Consiste em um modelo conceitual, onde: (a) Integram-se os componentes da epidemia de acordo com esse método amplamente utilizado por geógrafos, quando da difusão de inovações. Justifica-se pelo isomorfismo entre esta difusão e a disseminação de uma doença infecciosa, (b) Essa sistemática tem em si, implícitos, os dados a serem colhidos no campo do surto epidêmico. Inclui, a intercorrelação dos elementos de composição do evento, permitindo a elucidação metódica (não simplesmente intuitiva) do mecanismo da propagação do mesmo, (c) O inter-relacionamento daqueles vários elementos, é feito racionalmente, pois são utilizadas inúmeras escalas espaciais (aspectos estáticos) e funcionais (aspectos dinâmicos). A falha em identificar o conceito de escala (básico) tem provocado muita confusão e, principalmente, evitado progressos importantes na análise epidêmica. Com efeito, essa não identificação da unidade de escala, tem prejudicado a padronização em epidemias.

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Neste trabalho são apresentados resultados decorrentes do processo de validação de duas Escalas de avaliação do funcionamento do aluno do ensino básico. Trata-se de Escalas de auto-relato, para uso do professor. Ambas as Escalas são definidas por diferentes dimensões que, no seu conjunto, procuram dar informação sobre o modo como o aluno explora os conteúdos programáticos, organiza o trabalho escolar e se relaciona com os outros, em especial com os pares. Os resultados que se apresentam procuram traduzir a consistência interna de cada uma das dimensões, assim como o comportamento de variáveis sociodemográficas e escolares por dimensão.

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X Congresso Internacional Galego-Português de Psicopedagogia, realizado nos dias 9, 10 e 11 de Setembro de 2009, na Universidade do Minho (Campus de Gualtar).

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Dissertação apresentada na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa para a obtenção do grau de Mestre em Ordenamento do Território e Planeamento Ambiental

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pp. 59-71

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A texto tem por base a investigação realizada no quadro do projecto PNUD/UNESCO “Spatial Development”, dirigido pelo Professor Pierre Pellegrino, da Universidade de Genebra, e pelo Professor Augusto Guilherme Mesquitela Lima, da Universidade Nova de Lisboa. Utiliza dados relativos à Região Centro de Portugal, mais particularmente à cidade de Coimbra e localidades situadas na sua área de influência directa. No referido projecto debruçámo-nos sobre problemas de identidade cultural regional; a nossa “démarche” consistiu em considerar o espaço como um fenómeno cultural, resultante das representações elaboradas pelas colectividades que nele vivem. Entendemos por fenómeno cultural aquilo que, para uma colectividade, limita e funda o estabelecimento de relações de significado, entre materialidade do território e traços determinantes da existência social.

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O presente estudo teve como objetivo a validação da Satisfaction With Life Scale (SWLS; Diener, Emmons, Larsen, & Griffin, 1985) e da Core Self-Evaluations Scale (CSES; Judge, Erez, Bono, & Thoresen, 2003) junto de gestores empresariais portugueses (N = 108). A escala SWLS avalia a componente cognitiva do bem-estar psicológico, isto é, a satisfação percebida face à qualidade das condições de vida. A CSES, centrada na valoração básica que a pessoa faz do seu self, abarca quatro dimensões de personalidade: autoestima, autoeficácia generalizada, neuroticismo e lócus de controlo. Os resultados encontrados sugerem que ambos os instrumentos apresentam índices adequados de precisão e que os constructos iniciais definidos pelos autores se mantêm parcialmente na estrutura dimensional das escalas nesta amostra portuguesa, havendo maior proximidade na SWLS. Foi observada, ainda, uma correlação positiva e estatisticamente significativa entre traços de personalidade avaliados pela CSES e a satisfação com a vida avaliada pela SWLS, em particular relativamente aos itens reportados à perceção de autoeficácia.

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OBJETIVO: Os níveis de satisfação e sobrecarga de profissionais em serviços de saúde mental afetam tanto a sua saúde e o bem-estar quanto a qualidade do cuidado prestado aos pacientes. Para avaliar estas dimensões, é necessário ter acesso a escalas de medida válidas e fidedignas. Este artigo visou descrever um estudo da validade de construto de duas escalas de avaliação da satisfação (SATIS-BR) e da sobrecarga (IMPACTO-BR) de profissionais em serviços de saúde mental. MÉTODOS: As escalas foram aplicadas a uma amostra de 172 profissionais, que trabalhavam em seis serviços de psiquiatria de uma cidade de porte médio de São Paulo. A validade de construto foi avaliada a partir do teste da hipótese de que deve haver uma correlação significativa entre dois construtos teoricamente relacionados. Para isso, foram feitas análises estatísticas correlacionais de Spearman entre as escalas de satisfação e sobrecarga, assim como uma comparação de dois subgrupos de sujeitos, com e sem indicativo de estresse, com relação aos seus graus de satisfação e sobrecarga no trabalho. RESULTADOS: Obteve-se correlação significativa negativa esperada entre os escores de satisfação e sobrecarga (r = -0,38). Obteve-se ainda a diferença significativa entre dois grupos de sujeitos, com e sem estresse, com relação ao grau de satisfação e sobrecarga no trabalho, sujeitos com estresse apresentando níveis mais baixos de satisfação no trabalho e grau mais elevado de sobrecarga. CONCLUSÕES: Conclui-se que as escalas analisadas apresentam validade de construto e são adequadas para monitorar a qualidade de serviços de saúde mental. A escala de sobrecarga constituiu um preditor do estresse apresentado pelos trabalhadores em saúde mental.

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As escalas de Táticas de Conflito Revisadas (CTS2) destinam-se a avaliar o modo como os casais resolvem os seus conflitos, através de estratégias de negociação ou de abuso: (a) abuso físico sem sequelas; (b) agressão psicológica; (c) abuso físico com sequelas; (d) coerção sexual. A versão portuguesa foi administrada a uma amostra de 551 estudantes universitários (332 do sexo feminino), 45 dos quais têm uma relação íntima entre si. Considera os cinco factores propostos pelos autores das escalas originais e apresenta valores de consistência interna compreendidos entre .78 e .50. As correlações entre os diferentes tipos de abuso e a desejabilidade social, história de socialização violenta, crime violento, domínio na relação, e ainda a concordância nos heterorrelatos de ambos elementos da díade, testemunham a validade das escalas. Investigadores e técnicos da psicologia e áreas afins têm agora à sua disposição a versão portuguesa das CTS2, que tem demonstrado elevada aplicabilidade na determinação da presença de relações abusivas no seio da família, na avaliação da eficácia de programas de intervenção no contexto forense e em estudos de cariz epidemiológico.