174 resultados para Ação Intersetorial


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Nome Social é o terceiro livro da unidade 02 do curso Política Nacional de Saúde Integral Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais "O estudo da Política LGBT e seus marcos". Neste livro é abordado o uso do nome social como ação fundamental no sentido de extinguir as violações de direitos.

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Interface com outras políticas de saúde é o quarto livro da unidade 02 do curso Política Nacional de Saúde Integral Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais "O estudo da Política LGBT e seus marcos". Neste livro é abordada a relação da Política de Saúde Integral LGBT com outras políticas de saúde.

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Intersetorialidade é o quinto livro da unidade 02 do curso Política Nacional de Saúde Integral Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais "O estudo da Política LGBT e seus marcos". Neste livro é abordada a aplicação da intersetorialidade na saúde e no atendimento à população LGBT.

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Compreendendo a política de saúde integral LGBT é o sexto e último livro da unidade 02 do curso Política Nacional de Saúde Integral Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais "O estudo da Política LGBT e seus marcos". Neste livro são abordados de forma resumida todos os conceitos relacionados à Política de Saúde Integral LGBT, entre eles seu caráter integral e intersetorial.

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Imagem ilustrativa apresentando os diversos programas, agências e instâncias da Saúde Pública, de forma a ressaltar a intersetorialidade na saúde.

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Na unidade Agressão e autoagressão você terá a oportunidade de estudar se que a violência, a agressão e a autoagressão são fenômenos refletidos na perspectiva de condições humanas. A patologização desses fenômenos fica evidente quando são promovidas rupturas sociais e quando determinados critérios técnicos são estabelecidos para interpretá-los. O acolhimento, o vínculo, a responsabilidade e a atuação em Rede Intersetorial são premissas para o cuidado nesta especificidade. Na unidade Alterações de comportamento é apresentado as principais alterações destacando-se os estados psicóticos agudos, a ansiedade e a depressão. Esses conceitos se originam de diferentes abordagens teóricas que determinam sua classificação. A organização Mundial da Saúde através do CID 10 é o que prevalece no campo dos diagnósticos descritivos em psiquiatria e saúde mental. O cuidado a pessoa em sofrimento psíquico grave segue a lógica da oferta das ações e serviços através da Rede de Atenção Psicossocial, onde o acolhimento e o Projeto Terapêutico Singular são elementos organizadores desse cuidado. Na unidade que trata de Problemas relacionados ao uso de substâncias psicoativas é abordado os saberes e as práticas relacionados ao uso abusivo de álcool, crack e outras drogas. Assim, foram indicadas as diferentes formas e os modelos de cuidado dos pacientes usuários de substâncias psicoativas, observando-se que apesar de cada uma dessas apresentar sua especificidade, as decisões terapêuticas devem considerar a pessoa que sofre e oportunizar sua participação efetiva na construção de seu projeto terapêutico.

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Diversos estudos comprovam a diminuição da prevalência da doença cárie e o aumento do número de indivíduos que nunca tiveram experiência de cárie, mas, apesar dessa evolução, a doença ainda é um importante problema de saúde pública, e suas sequelas são preocupantes. Sendo assim, o autor deste projeto de intervenção, através de oficinas sobre saúde bucal, visou integrar o processo de trabalho da equipe de saúde da família, transformando-a em multidisciplinar e intersetorial, contemplando ações com reflexo na futura diminuição dos índices da doença cárie na população adscrita à unidade. Além disso, a partir de uma abordagem educativa, preventiva e de tratamento odontológico da gestante, pais e/ou responsáveis pelas crianças, seguida da realização da odontologia do bebê, pré-escolares (até 5 anos) e escolares (até 12 anos) o autor registrou um aumento de cerca de 200% no atendimento à crianças de 0 a 12 anos, verificando portanto uma diminuição na resistência ao atendimento odontológico e um aumento na continuidade ao mesmo.

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A gravidez na adolescência envolve muito mais do que problemas físicos, pois há também problemas emocionais, sociais, entre outros. A escolha do tema deveu-se ao fato de que, na área de abrangência da equipe de Estratégia de Saúde da Família III (ESF) no município de Porto Murtinho, há um elevado índice de adolescentes grávidas, porem nosso principal objetivo foi elaborar estratégias para diminuir a incidência destas adolescentes grávidas na nossa população. Trata se de uma intervenção intersetorial e multiprofissional para promoção da saúde e prevenção da gravidez neste período da vida. O mais importante e que o instrumento metodológico possa ser transformador da realidade social desses adolescentes e que sejam multiplicadores na comunidade destas ações. Implanto se consultas semanais com estruturas adequadas para atendimentos destes adolescentes na ESF, atividades educativas e participativas mensais nas escolas e comunidade, etc. Os resultados do trabalho confirmam a necessidade de uma relação afetiva e dialógica entre pais, responsáveis e filhos e a importância do planejamento da Equipe de saúde da família para trabalhar de forma consistente com os adolescentes da área de abrangência da ESF III no município de Porto Murtinho, sensibilizando eles dos riscos de uma gravidez precoce, e fornecendo uma escolha adequada de anticoncepcionais, para uma sexualidade mais responsável e segura.

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A dengue é considerada um dos principais problemas de saúde pública no mundo. Programas com baixíssima ou mesmo nenhuma participação da comunidade, sem integração intersetorial e com pequena utilização do instrumental epidemiológico mostraram-se incapazes de conter um vetor com altíssima capacidade de adaptação ao novo ambiente criado pela urbanização acelerada e pelos novos hábitos. Entretanto, a maior dificuldade ainda encontrada para o controle dos criadouros, é a aderência e participação da população, já que a grande maioria dos focos do mosquito da dengue encontra-se nas residências ou em suas imediações. Esta então se torna uma questão vital para a eficácia das medidas de controle. Levando em consideração os aspectos socioeconômicos da população de São Félix do Araguaia, e o fato da dengue ser um problema de saúde pública e que teve impacto significativo nas condições de saúde da população, torna-se relevante adotar medidas de intervenção para o controle e prevenção da disseminação da doença. O projeto será realizado com a população do distrito de Estrela do Araguaia, da área de abrangência do PSF Rural do Posto da Mata,no período de agosto a dezembro de 2012. A iniciativa do projeto de intervenção se deu mediante ao número de atendimentos realizados no curto período com apresentação dos mesmos sintomas, visto que surgiram no período crítico, onde a população se encontrava em manifestação pela não desocupação das terras indígenas. Não foi possível desenvolver parte do projeto devido às manifestações que mobilizaram toda a população, inclusive escolas e estabelecimentos comerciais. Todos na comunidade se encontravam constantemente sob pressão, pois o risco de iniciar um conflito era eminente. O Projeto de intervenção busca uma melhoria na capacitação de profissionais e usuários no controle e combate a dengue. Mesmo com toda dedicação seria inviável o cumprimento de todas as atividades imposta nesse projeto, pois com a desocupação da área não houve tempo suficiente para a realização dos mesmos.

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O objetivo do curso é disseminar o conhecimento das condições de Saúde das Populações do Campo, da Floresta e das Águas, para que profissionais de saúde, em especial àqueles que atuam no SUS, reflitam sobre como os processos de trabalho e modos de vida dessas populações podem interferir nas relações de saúde-doença. O curso possui três unidades, que tratam dos temas: vida e situação de saúde, vigilância e promoção da saúde, e atenção à saúde e práticas de cuidado. Os conteúdos visam possibilitar a transformação de práticas de cuidado e a melhoria do acesso aos serviços de saúde para essas populações, considerando os determinantes sociais da população atendida, conforme a Portaria Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo, da Floresta. Ofertado pela Universidade Federal do Ceará (UFC), integrante da Rede UNA-SUS, o curso foi desenvolvido de forma intersetorial e participativa, a partir de trabalho conjunto entre as Secretarias de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP) e de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde (SGTES) do Ministério da Saúde. Contou também com a colaboração do Grupo da Terra.

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O Programa Saúde na Escola (PSE) resulta do trabalho integrado entre o Ministério da Saúde e o Ministério da Educação, propondo uma política intersetorial entre eles, na perspectiva da atenção integral (prevenção, promoção e atenção) à saúde do escolar. A autora, graduada em enfermagem pela Faculdade de Macapá – FAMA, foi alocada na Secretaria Municipal de Saúde – SEMSA, no matricial do Programa Saúde na Escola – PSE, na coordenação do programa. Esse tema foi escolhido porque como a autora não está alocada dentro da UBS e sim na SEMSA, no matricial do PSE, ou seja, na coordenação, tornou-se de grande conveniência realizar assim o projeto. A mesma escolheu a Escola de Ensino Fundamental Mãe Angélica para realizar a intervenção, com 224 alunos pactuados. A meta era alcançar 50% dos escolares em cada ação prevista, logo se alcançou muito mais que isso, ou seja, 70, 80 e até 90% em algumas ações. A intervenção deu bons resultados, se atingiu a meta determinada para a intervenção na maioria das ações. Alguns indicadores como os exclusivos para os escolares de 12 a 14 anos, não foram trabalhados. Enfim de 100% de satisfação do trabalho realizado, foram atingidos 80%. A intervenção mostrou que é possível realizar um bom trabalho dentro da escola, basta ter a integração da equipe da Estratégia Saúde da Família – ESF com a escola e pais de alunos.

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Este trabalho relata a experiência de integração do nível primário com o secundário na rede municipal de saúde do Sistema Único de Saúde em Belo Horizonte. Trata-se da construção coletiva, pelos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) e equipe de saúde de um protocolo de atendimento em urgências clinicas aos portadores de Insuficiência Renal crônica. Descreve-se o processo de criação do protocolo partindo da procura da Comissão Municipal de Nefrologia e Transplante por representantes de entidades de pacientes portadores de Insuficiência Renal Crônica (IRC) para solicitar que o atendimento em situações de urgência clinica que fosse regulamentado com base nas diretrizes ministeriais vigentes, para possibilitar agilidade no atendimento e evitar sofrimento desnecessário. A metodologia utilizada foi o relato de experiência e utilizou-se como roteiro os passos previstos em estudos de caso. Foi realizada revisão bibliográfica e fundamentação teórica e legal dos diversos aspectos dos problemas clínicos que mais acometem os portadores de IRC. O resultado foi a construção de um fluxo de atendimento construído em conjunto com prestadores e usuários mediado pela secretaria municipal de saúde. Foram discutidos e buscadas soluções para vários temas polêmicos relacionados. A rara experiência relatada neste trabalho, que antes de tudo significa um marco para a trajetória do SUS na cidade de Belo Horizonte mostrou que é possível a intersetorialidade, com a participação bilateral dos prestadores e usuários, mediada pelos gestores municipais, avançando-se na organização e melhoria nos serviços assistenciais. Conclui-se que houve contribuição para a construção da qualidade da atenção e da efetividade no atendimento às situações de urgências vividas pelos cerca de 2.115 pessoas que possuem insuficiência renal crônica e são dependentes de diálise na rede assistencial do SUS da região metropolitana de Belo Horizonte.

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Este estudo de revisão bibliográfica sistemática, teve por objetivo aprofundar o entendimento cultural e do quadro biopsicossocial relacionados à gravidez na adolescência, seus determinantes históricos e métodos contraceptivos adequados para esta faixa etária. Nesta fase da vida, em um contexto de competição de necessidades, vêm ganhando destaque para o setor saúde a incidência de gravidez. A prevenção da gestação não planejada é fundamental para adolescentes e jovens sexualmente ativos. O ideal é que os adolescentes recebam a maior quantidade possível de informação, em vista que podem se tornar vítimas do uso inadequado de métodos contraceptivos. Torna-se, portanto, imprescindível esse tipo de orientação antes mesmo que se tornem sexualmente ativos. A Atenção à Saúde do Adolescente pela equipe de saúde da família, integrada às escolas de ensino fundamental e médio constitui um desafio que deve orientar-se, principalmente, na prevenção de agravos, utilizando todos os recursos necessários para atender os grupos mais vulneráveis, seja por agravos biológicos, psicológicos ou sociais. Quando se trata de prestar assistência ao adolescente, deve-se ter em mente a importância do envolvimento multidisciplinar e intersetorial com estes jovens, frente à apresentação de necessidades que estão relacionadas a aspectos biológicos, psicológicos, sociais, jurídicos entre outros, bem como a peculiaridades de cada um.

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O alcoolismo entre adolescentes constitui sério problema de saúde pública. Assim sendo, este estudo é uma revisão de literatura e teve como objetivo refletir sobre o uso de álcool por adolescentes. A pesquisa bibliográfica foi realizada por meio da busca de publicações na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), Lilacs e Scielo, no período entre 2004 e 2010. Percebe-se que as ações devem acontecer de forma multidisciplinar e intersetorial, envolvendo a família, a escola e a comunidade. O enfermeiro, além de realizar a Educação em Saúde, age como coordenador desse processo, visando promover a atenção integral ao adolescente.

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Nos últimos 30 anos tem-se percebido uma mudança significativa no perfil nutricional do brasileiro, o que se convencionou chamar de transição nutricional. Anteriormente a preocupação era com os altos índices de déficit de peso. Hoje a preocupação é outra. A prevalência de sobrepeso e obesidade vem crescendo de forma alarmante, e passou a fazer parte, no cenário epidemiológico, do grupo de doenças crônicas não transmissíveis, destacando a obesidade por ser simultaneamente uma doença e um fator de risco para outras doenças deste grupo. Associado ao sedentarismo, o modo de viver da sociedade moderna tem determinado um padrão alimentar, não favorável à saúde da população. Objetivou-se identificar as faixas etárias da população, atendidas na Unidade de Saúde da Família de Fama-MG, mais afetada pelo sobrepeso/obesidade, e elaborar propostas de intervenção. Utilizou-se como metodologia a pesquisa bibliográfica narrativa. Também foi feita uma pesquisa de dados secundários do SISVAN do município, de medições antropométricas, realizadas de agosto de 2008 a dezembro de 2009, afim de, se quantificar quais grupos etários, se concentra a maior parcela da população com sobrepeso/obesidade. Foram incluídos os usuários atendidos no período, e que tiveram seus dados antropométricos anotados no SISVAN do município. Observou-se uma prevalência de 124 pessoas (53,20%) entre 50 e 59 anos, e 27 pessoas (81,82%) com 60 anos e mais, com sobrepeso ou obesidade, sendo eleitos estes 2 grupos etários como prioritários para as propostas de intervenção. Duas frentes foram elencadas, como intervenções em saúde, para trabalhar o excesso de peso, a nutrição e os hábitos de vida. Redução da ingesta calórica, com uma dieta variada, colorida e equilibrada, mais mudança dos hábitos de vida, assumindo uma postura mais ativa, diminuindo-se o sedentarismo, e dando enfoque na prática de atividades físicas, são determinantes para que se consiga reduzir o excesso de peso. A auto-estima e a percepção da pessoa sobre si mesmo, também devem ser trabalhadas. A Equipe de Saúde da Família (ESF) tem papel importantíssimo na questão da redução do peso, bem como uma função muito difícil. Para conseguir resultados significativos a ESF necessita articular atores sociais locais; analisar as informações sobre Vigilância Alimentar e Nutricional, e realizar levantamento completo, elegendo pessoas com risco para desenvolverem excesso de peso, e as pessoas que já apresentam tais distúrbios; monitorar a situação nutricional da população adscrita com base nos indicadores SISVAN/SIAB; participar no desenvolvimento de ações de promoção de práticas alimentares e estilos de vida saudáveis; conhecer e estimular a produção e consumo dos alimentos saudáveis produzidos regionalmente; promover a articulação intersetorial para viabilizar o cultivo de hortas comunitárias; elaborar e divulgar material educativo e informativo sobre Alimentação e Nutrição com ênfase nas práticas alimentares saudáveis; promover ações de Segurança Alimentar e Nutricional no âmbito domiciliar, práticas seguras de manipulação, preparo e acondicionamento de alimentos; realizar orientações nutricionais às diferentes fases do curso de vida; elaborar rotinas de atendimento para doenças relacionadas à alimentação e nutrição, de acordo com protocolos de atenção básica, dentre outras ações.