998 resultados para Malus x domestica Borkh., Kolumnargen, Agrobacterium tumefaciens
Resumo:
2016
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A macieira (Malus domestica Borkh.), uma das frutíferas mais importantes de regiões de clima temperado, é caracterizada pela cessação de crescimento visível durante o inverno, processo chamado de dormência. A dormência de gemas permite que a planta sobreviva a baixas temperaturas e é determinante para a eficiência na produção de maçãs. Entender o processo de dormência, assim como seus mecanismos de controle, tornou-se fundamental para contornar as perdas na produção, seja por meio de técnicas de manejo ou pela geração de variedades comerciais melhores adaptadas às regiões de cultivo.
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2016
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A cultura da maçã (Malus domestica Borkh.) obteve êxito no Brasil. Os estados do Sul destacam-se em sua produção, onde na safra de 2016 produziram 1.032.079 toneladas (IBGE, 2016). As cultivares Gala e Fuji são responsáveis por 90% da produção de maçãs no Sul do Brasil (SILVEIRA et al., 2013). Entretanto, outras cultivares podem ser utilizadas para diversificar o mercado de maçãs, como os frutos da cultivar Pink Lady® , que são muito atrativos e de coloração rosa-avermelhada, uniformes e sobre fundo verde-amarelado (FIORAVANÇO et al., 2011). A coloração da epiderme dos frutos é um atributo bastante valorizado pelos consumidores no momento da compra de maçãs. Alguns produtos podem ser utilizados em pré-colheita para melhorar esse atributo. Entre eles, o ácido bórico. Resultados de pesquisa constataram que as aplicações foliares de boro podem afetar tanto a qualidade quanto a capacidade de conservação dos frutos (NACHTIGALL; CZERMAINSKI, 2014). Por isso, é importante verificar a utilização de ácido bórico em pré-colheita e seus efeitos na qualidade pós-colheita de maçãs. Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar o uso de ácido bórico em aplicações pré-colheita em maçãs ?Pink Lady® ? e verificar suas implicações nos atributos pós-colheita dos frutos na região de Vacaria/RS, no ciclo produtivo de 2015/2016.
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Fruta típica de clima temperado, a cultura da maçã (Malus domestica Borkh) aumentou significativamente a sua produtividade nas últimas duas décadas, permitindo o Brasil sair da condição de importador para exportador da fruta. Devido sua grande representatividade na fruticultura brasileira, a cadeia produtiva da maçã é uma das atividades que mais recebe investimento em tecnologia e qualidade no país. O frio é o principal agente responsável pela saída da dormência das plantas caducifólias, 16 sendo que estas, quando cultivadas em regiões com insuficiência de frio hibernal, apresentam desuniformidade na brotação e longo período de floração, afetando drasticamente a produção. Quando a superação, efetivamente, da dormência das plantas de clima temperado não é satisfeita pela insuficiente acumulação de frio, é necessário o uso de práticas culturais que possam viabilizar o cultivo dessas fruteiras. Dentre as mais utilizadas para a superação da dormência em macieiras, está o uso de indutores de brotação. Porém, os produtos comerciais a base de cianamida hidrogenada, que são utilizados para induzir a brotação de macieiras apresentam elevada toxidade. Frente à necessidade de se dispor de produtos com menor toxicidade e agressão ao meio ambiente, o desenvolvimento de novos compostos que possuam tais características, aliada à eficiência na indução da brotação é almejada (HAWERROTH, 2009). Nesse sentido, objetivou-se com esse trabalho avaliar a utilização de diferentes combinações de Bluprins® 28 com nitrato de cálcio e óleo mineral para indução de brotação de macieiras 'Fuji Kiku' em região produtora de maçã no sul do Brasil.
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A cultura da macieira (Malus domestica Borkh.) encontra-se consolidada no Brasil, tendo como base o cultivo das cultivares Gala e Fuji. Contudo, novas cultivares tem sido introduzidas e cultivadas, podendo ser destacadas a Pink Lady®. A cultivar Cripps Pink (Pink Lady®) apresenta maturação tardia, com frutos de polpa branca, firme, suculenta e moderadamente ácida, de tamanho médio a grande, com coloração da epiderme rosa intenso (BRACKMANN et al., 2005). Dentre os aspectos observados pelos consumidores no momento da compra de maçãs, o principal diz respeito a coloração de recobrimento da epiderme dos frutos. A utilização de boro foliar aplicado algumas semanas antes das colheita dos frutos aumenta a intensidade da cor 15 vermelha da epiderme e antecipa a maturação dos frutos (ERNANI et al., 2010). Entretanto, os resultados de pesquisa são controversos em relação as aplicações foliares de boro, alguns trabalhos evidenciam efeitos negativos enquanto outros mostram efeito positivo na qualidade dos frutos com a aplicação de boro (NACHTIGALL; CZERMAINSKI, 2014). Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar o uso de ácido bórico para o aumento da coloração da epiderme de frutos de maçãs ?Pink Lady? na região de Vacaria/RS, no ciclo produtivo de 2015/2016.
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O cultivo de maçãs (Malus domestica Borkh.) na região sul do Brasil tem grande relevância. A produção brasileira de maçãs fez uso de 34.664 hectares na safra de 2016 (IBGE, 2016). As cultivares Gala e Fuji e seus clones são responsáveis por mais de 90% da produção de maçãs no Sul do Brasil. Entretanto, existem outras opções. A ?Pink Lady® 12 ? foi desenvolvida na Austrália, na década de 70 e foi obtida do cruzamento entre Golden Delicious e Lady Williams (BRACKMANN et al., 2005) e pode ser utilizada na renovação e diversificação dos pomares. A coloração vermelha da epiderme de maçãs é o atributo de maior importância na qualidade do fruto, sendo afetada positivamente pela aplicação exógena de etileno (STEFFENS; BRACKMANN, 2006). A utilização de etefom (ácido 2-cloroetilfosfônico) em pré-colheita visando antecipar a colheita e/ou melhorar a coloração dos frutos é uma das técnicas mais utilizadas (FIORAVANÇO et al., 2007). O etefom denominado comercialmente como Ethrel é um regulador de crescimento que pertence ao grupo químico do ácido fosfônico (ANDREI, 1990). Nesse sentido, objetivou-se com esse trabalho avaliar o uso de etefom para aumentar a coloração da epiderme e antecipar a colheita de maçãs ?Pink Lady® 23 ?, na região de Vacaria/RS no ciclo produtivo de 2015/2016
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Genetic transformation with genes that code for antimicrobial peptides has been an important strategy used to control bacterial diseases in fruit crops, including apples, pears, and citrus. Asian citrus canker (ACC) caused by Xanthomonas citri subsp. citri Schaad et al. (Xcc) is a very destructive disease, which affects the citrus industry in most citrus-producing areas of the world. Here, we report the production of genetically transformed Natal, Pera, and Valencia sweet orange cultivars (Citrus sinensis L. Osbeck) with the insect-derived attacin A (attA) gene and the evaluation of the transgenic plants for resistance to Xcc. Agrobacterium tumefaciens Smith and Towns-mediated genetic transformation experiments involving these cultivars led to the regeneration of 23 different lines. Genetically transformed plants were identified by polymerase chain reaction, and transgene integration was confirmed by Southern blot analyses. Transcription of attA gene was detected by Northern blot analysis in all plants, except for one Natal sweet orange transformation event. Transgenic lines were multiplied by grafting onto Rangpur lime rootstock plants (Citrus limonia Osbeck) and spray-inoculated with an Xcc suspension (10(6) cfu mL(-1)). Experiments were repeated three times in a completely randomized design with seven to ten replicates. Disease severity was determined in all transgenic lines and in the control (non-transgenic) plants 30 days after inoculation. Four transgenic lines of Valencia sweet orange showed a significant reduction in disease severity caused by Xcc. These reductions ranged from 58.3% to 77.8%, corresponding to only 0.16-0.30% of leaf diseased area as opposed to 0.72% on control plants. One transgenic line of Natal sweet orange was significantly more resistant to Xcc, with a reduction of 45.2% comparing to the control plants, with only 0.14% of leaf diseased area. Genetically transformed Pera sweet orange plants expressing attA gene did not show a significant enhanced resistance to Xcc, probably due to its genetic background, which is naturally more resistant to this pathogen. The potential effect of attacin A antimicrobial peptide to control ACC may be related to the genetic background of each sweet orange cultivar regarding their natural resistance to the pathogen.
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We report on the production and evaluation of passionflower transgenic lines for resistance to Cowpea aphid borne mosaic virus (CABMV). Genetic transformation was done using Agrobacterium tumefaciens and transgene integration was confirmed by Southern blot analyses, resulting in nine transgenic lines for `IAC 275` and three for `IAC 277`. Transgenic lines were clonally propagated and evaluated for resistance to CABMV After the third inoculation, under higher inoculum pressure, only propagated plants of the transgenic line T16 remained asymptomatic, indicating a high resistance to infection with CABMV. This transgenic line was self-pollinated and the RI generation was evaluated together with the RI generation of another resistant transgenic line (T2) identified previously. Plants were inoculated with CABMV by means of viruliferous Myzus nicotianae. All 524 T2R(1) plants became infected, whereas 13 of 279 T16R(1) remained asymptomatic after four successive inoculations. A TI6R(2) generation was obtained and plants were inoculated with CABMV mechanically or by aphids. After successive inoculations, 118 of 258 plants were symptomless, suggesting that the resistance to CABMV was maintained in the plant genome as the homozygous condition was achieved. Five selected resistant TI6R(2) plants which contained the capsid protein gene are being crossed for further analyses.
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Paracoccidioides brasiliensis is characterized by a multiple budding phenotype and a polymorphic cell growth, leading to the formation of cells with extreme variations in shape and size. Since Cdc42 is a pivotal molecule in establishing and maintaining polarized growth for diverse cell types, as well as during pathogenesis of certain fungi, we evaluated its role during cell growth and virulence of the yeast-form of P. brasiliensis. We used antisense technology to knock-down PbCDC42`s expression in P. brasiliensis yeast cells, promoting a decrease in cell size and more homogenous cell growth, altering the typical polymorphism of wild-type cells. Reduced expression levels also lead to increased phagocytosis and decreased virulence in a mouse model of infection. We provide genetic evidences underlying Pbcdc42p as an important protein during host-pathogen interaction and the relevance of the polymorphic nature and cell size in the pathogenesis of P. brasiliensis. (C) 2009 Elsevier Inc. All rights reserved.
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Lentil is a self-pollinating diploid (2n = 14 chromosomes) annual cool season legume crop that is produced throughout the world and is highly valued as a high protein food. Several abiotic stresses are important to lentil yields world wide and include drought, heat, salt susceptibility and iron deficiency. The biotic stresses are numerous and include: susceptibility to Ascochyta blight, caused by Ascochyta lentis; Anthracnose, caused by Colletotrichum truncatum; Fusarium wilt, caused by Fusarium oxysporum; Sclerotinia white mold, caused by Sclerotinia sclerotiorum; rust, caused by Uromyces fabae; and numerous aphid transmitted viruses. Lentil is also highly susceptible to several species of Orabanche prevalent in the Mediterranean region, for which there does not appear to be much resistance in the germplasm. Plant breeders and geneticists have addressed these stresses by identifying resistant/tolerant germplasm, determining the genetics involved and the genetic map positions of the resistant genes. To this end progress has been made in mapping the lentil genome and several genetic maps are available that eventually will lead to the development of a consensus map for lentil. Marker density has been limited in the published genetic maps and there is a distinct lack of co-dominant markers that would facilitate comparisons of the available genetic maps and efficient identification of markers closely linked to genes of interest. Molecular breeding of lentil for disease resistance genes using marker assisted selection, particularly for resistance to Ascochyta blight and Anthracnose, is underway in Australia and Canada and promising results have been obtained. Comparative genomics and synteny analyses with closely related legumes promises to further advance the knowledge of the lentil genome and provide lentil breeders with additional genes and selectable markers for use in marker assisted selection. Genomic tools such as macro and micro arrays, reverse genetics and genetic transformation are emerging technologies that may eventually be available for use in lentil crop improvement.
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Plant transformation is now a core research tool in plant biology and a practical tool for cultivar improvement. There are verified methods for stable introduction of novel genes into the nuclear genomes of over 120 diverse plant species. This review examines the criteria to verify plant transformation; the biological and practical requirements for transformation systems; the integration of tissue culture, gene transfer, selection, and transgene expression strategies to achieve transformation in recalcitrant species; and other constraints to plant transformation including regulatory environment, public perceptions, intellectual property, and economics. Because the costs of screening populations showing diverse genetic changes can far exceed the costs of transformation, it is important to distinguish absolute and useful transformation efficiencies. The major technical challenge facing plant transformation biology is the development of methods and constructs to produce a high proportion of plants showing predictable transgene expression without collateral genetic damage. This will require answers to a series of biological and technical questions, some of which are defined.
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Transgenic plants are able to express molecules with antigenic properties. In recent years, this has led the pharmaceutical industry to use plants as alternative systems for the production of recombinant proteins. Plant-produced recominant proteins can have important applications in therapeutics, such as in the treatment of rheumatoid arthritis (RA). In this study, the mycobacterial HSP65 protein expressed in tobacco plants was found to be effective as a treatment for adjuvant-induced arthritis (AIA). We cloned the hsp65 gene from Mycobacterium leprae into plasmid pCAMBIA 2301 under the control of the double 35S promoter from cauliflower mosaic virus. Agrobacterium tumefaciens bearing the pChsp65 plasmid was used to transform tobacco plants. Incorporation of the hsp65 gene was confirmed by PCR, reverse transcription-PCR, histochemistry, and western blot analyses in several transgenic lines of tobacco plants. Oral treatment of AIA rats with the HSP65 protein allowed them to recover body weight and joint inflammation was reduced. Our results suggest a synergistic effect between the HSP65 expressed protein and metabolites presents in tobacco plants.
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Dissertação de mestrado em Biologia Molecular, Biotecnologia e Bioempreendedorismo em Plantas