836 resultados para Democratic principles
Resumo:
Evaluation of patients for rehabilitation after musculoskeletal injury involves identifying, grading and assessing the injury and its impact on the patient's normal activities. Management is guided by a multidisciplinary team, comprising the patient, doctor and physical therapist, with other health professionals recruited as required. Parallel interventions involving the various team members are specified in a customised management plan. The key component of the plan is active mobilisation utilising strengthening, flexibility and endurance exercise programs. Passive physical treatments (heat, ice, and manual therapy), as well as drug therapy and psychological interventions, are used as adjunctive therapy. Biomechanical devices or techniques (eg, orthotic devices) may also be helpful. Coexisting conditions such as depression and drug dependence are treated at the same time as the injury. Effective team communication, simulated environmental testing and, for those employed, contact with the employer facilitate a staged return to normal living, sports and occupational activities.
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Esta dissertação tem como objetivo abordar a relação entre justiça e educação, mais especificadamente, entre a teoria da justiça como equidade que foi desenvolvida por John Rawls, na obra Uma Teoria da Justiça, e a Constituição Federal de 1988 e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDBEN que regem o direito à educação no Brasil. O trabalho foi desenvolvido por meio de pesquisa bibliográfica e documental, em que analisamos as duas principais legislações que dirigem a educação nacional e os escritos da teoria rawlsiana. Com este processo analítico percebemos que a teoria da justiça de Rawls foi fundamentada pela teoria do contrato social e, buscava estabelecer-se como alternativa à doutrina utilitarista. E, por ser uma teoria de grande amplitude, que buscava intervir nas sociedades democráticas, foi possível encontrar ideais educacionais nos escritos de John Rawls. Além disso, conseguimos estabelecer a relação entre os estágios de aplicação dos princípios da justiça e a importância das leis para os Estados democráticos. Por fim, percebemos que há relação direta entre diversas partes das duas legislações estudadas e os ideais de John Rawls, o que demonstra a influência que o liberalismo político anglo-saxão exerce sobre nossas normativas educacionais.
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Este artigo é uma introdução à teoria do paradigma desconstrutivo de aprendizagem cooperativa. Centenas de estudos provam com evidências o facto de que as estruturas e os processos de aprendizagem cooperativa aumentam o desempenho académico, reforçam as competências de aprendizagem ao longo da vida e desenvolvem competências sociais, pessoais de cada aluno de uma forma mais eficaz e usta, comparativamente às estruturas tradicionais de aprendizagem nas escolas. Enfrentando os desafios dos nossos sistemas educativos, seria interessante elaborar o quadro teórico do discurso da aprendizagem cooperativa, dos últimos 40 anos, a partir de um aspeto prático dentro do contexto teórico e metodológico. Nas últimas décadas, o discurso cooperativo elaborou os elementos práticos e teóricos de estruturas e processos de aprendizagem cooperativa. Gostaríamos de fazer um resumo desses elementos com o objetivo de compreender que tipo de mudanças estruturais podem fazer diferenças reais na prática de ensino e aprendizagem. Os princípios básicos de estruturas cooperativas, os papéis de cooperação e as atitudes cooperativas são os principais elementos que podemos brevemente descrever aqui, de modo a criar um quadro para a compreensão teórica e prática de como podemos sugerir os elementos de aprendizagem cooperativa na nossa prática em sala de aula. Na minha perspetiva, esta complexa teoria da aprendizagem cooperativa pode ser entendida como um paradigma desconstrutivo que fornece algumas respostas pragmáticas para as questões da nossa prática educativa quotidiana, a partir do nível da sala de aula para o nível de sistema educativo, com foco na destruição de estruturas hierárquicas e antidemocráticas de aprendizagem e, criando, ao mesmo tempo, as estruturas cooperativas.
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In this chapter we outline the fundamentals of communication and negotiation in a group of people. Being aware of these generic principals greatly contributes to improve the effectiveness and the outcome of the meetings that MUTW students will be engaged in.
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Neste artigo, descrevo e analiso uma actividade de trabalho em grupo desenvolvida para uma aula da disciplina de Língua Inglesa VI das turmas do 3º ano do Curso de Línguas e Secretariado do Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto (ISCAP). No enquadramento teórico, abordam-se questões relacionadas com o trabalho em grupo numa aula de língua estrangeira, nomeadamente a dimensão social da sala de aula em geral e da interacção aluno-aluno em particular. Apresentam-se então os princípios da Exploratory Practice, com ênfase na possibilidade preconizada por esta abordagem de se poder transformar uma actividade de reflexão e discussão sobre o processo de ensino/aprendizagem numa unidade pedagógica. Segue-se a apresentação da proposta didáctica, respectivo plano de aula e alguns exemplos dos textos produzidos pelos alunos. O artigo termina com a apresentação de alguns comentários críticos, realçando-se a contribuição da Exploratory Practice para o desenvolvimento de uma maior consciencialização por parte dos alunos do seu processo de aprendizagem.
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ECER 2014 "The Past, the Present and Future of Educational Research in Europe" will take place at the University of Porto from 1 - 5 September 2014.
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This paper provides a longitudinal, empirical view of the multifaceted and reciprocal processes of organizational learning in a context of self-managed teams. Organizational learning is seen as a social construction between people and actions in a work setting. The notion of learning as situated (Brown & Duguid 1989, Lave& Wenger 1991, Gherardi & al. 1998, Easterby-Smith & Araujo 1999, Abma 2003) opens up the possibility for placing the focus of research on learning in the community rather than in individual learning processes. Further, in studying processes in their social context, we cannot avoid taking power relations into consideration (Contu & Willmott 2003). The study is based on an action research with a methodology close to the ‘democratic dialogue’ presented by Gustavsen (2001). This gives a ground for research into how the learning discourse developed in the case study organization over a period of 5 years, during which time the company abandoned a middle management level of hierarchy and the teams had to figure out how to work as self-managed units. This paper discusses the (re)construction of power relations and its role in organizational learning. Power relations are discussed both in vertical and horizontal work relations. A special emphasis is placed on the dialectic between managerial aims and the space for reflection on the side of employees. I argue that learning is crucial in the search for the limits for empowerment and that these limits are negotiated both in actions and speech. This study unfolds a purpose-oriented learning process, constructing an open dialogue, and describes a favourable context for creative, knowledge building communities.