966 resultados para Class I error


Relevância:

80.00% 80.00%

Publicador:

Resumo:

Este trabalho teve como objetivo principal avaliar as inclinações dentárias e o perfil facial de pacientes tratados ortodonticamente com braquete autoligado Damon 2, prescrição padrão. Para este estudo, foi selecionada uma amostra de 18 indivíduos, sendo 12 do sexo masculino e 6 do feminino, com idades que variaram de 12 a 20 anos (idade média de 15 anos) e que apresentavam discrepância de modelo negativa (de 4 mm a 15 mm). Como critério de inclusão, os pacientes deveriam apresentar dentição permanente completa até os segundos molares, má oclusão de Classe I de Angle, telerradiografias em norma lateral do início e final do tratamento ortodôntico e modelos de estudo em gesso dos arcos dentários superiores e inferiores do início e final do tratamento ortodôntico. As medições das inclinações ântero-posteriores dos incisivos centrais superiores e incisivos centrais inferiores e alterações do perfil facial foram realizadas por meio das telerradiografias em norma lateral. As distâncias transversais das regiões de cúspide e cervical inter-caninos, primeiros e segundos pré-molares e primeiros molares, foram obtidas medindo-se os modelos de gesso. Todas as mensurações foram realizadas nas telerradiografias e modelos de gesso obtidos antes do início do tratamento ortodôntico (T1) e no final do tratamento (T2). Após a coleta de todos os dados aplicou-se o teste t de Student para comparar as medidas dos dois tempos avaliados neste estudo. Verificou-se diferença estatisticamente significante (p<0,05) na inclinação dos incisivos centrais inferiores e nas dimensões transversais inter-cúspides e inter-cervicais dos primeiros e segundos pré-molares e primeiros molares na maxila. Na mandíbula todas as distâncias transversais (inter cúspides e cervicais) de caninos, primeiros e segundos pré-molares e primeiros molares apresentaram significância estatística (p<0,05), exceto a distância inter-cervical dos caninos inferiores. Concluímos que o tratamento ortodôntico sem extrações de pacientes com má oclusão de Classe I realizados com os braquetes Damon 2, prescrição padrão, não promoveu alteração na inclinação vestíbulo-lingual dos incisivos centrais superiores, aumentou a inclinação vestibular dos incisivos centrais inferiores, não alterou o perfil facial e aumentou de modo significativo a dimensão transversal da maxila e da mandíbula por meio de inclinação vestibular de coroa.(AU)

Relevância:

80.00% 80.00%

Publicador:

Resumo:

Esta pesquisa objetivou estudar cefalometricamente as estruturas dento-esqueléticas em pacientes com má oclusão de Classe II, 1º divisão, tratados por meio da distalização dos primeiros molares superiores. Foi utilizado como mecanismo distalizador a placa de Cetlin, associada à ancoragem extrabucal cérvico-occipital, até a obtenção da relação molar normal de Classe I, com ligeira sobrecorreção. A amostra deste estudo consistiu em 40 telerradiografias em norma lateral, 20 tomadas ao início do tratamento e 20 após a distalização dos molares, obtidas de 20 jovens, sendo, 6 do sexo feminino e, 14 do sexo masculino, com idade média de 11 anos e 2 meses, tratados por um período médio de 6 meses e 28 dias. Após a análise estatística do teste t pareado das mensurações obtidas, observou-se que o tratamento não influenciou significamente a maxila e mandíbula, no sentido vertical. Os primeiros molares superiores foram distalizados 3,45mm, em média, sendo que suas raízes distalizaram em média, 2,45mm, ou seja, houve uma inclinação para distal de 4,08°, em relação ao plano palatino. Um efeito adverso encontrado com relação à mecânica empregada foi a perda da ancoragem anterior, que acarretou um movimento de inclinação para vestibular dos incisivos superiores de 4,35°, com protusão de 1,7mm. A correção da relação molar de Classe II ocorreu em todos os pacientes, sendo uma técnica eficaz, porém necessitando de extrema colaboração dos pacientes e controle sobre os vetores de força aplicados aos dentes. (AU)

Relevância:

80.00% 80.00%

Publicador:

Resumo:

Killer cell inhibitory receptors (KIR) protect class I HLAs expressing target cells from natural killer (NK) cell-mediated lysis. To understand the molecular basis of this receptor-ligand recognition, we have crystallized the extracellular ligand-binding domains of KIR2DL2, a member of the Ig superfamily receptors that recognize HLA-Cw1, 3, 7, and 8 allotypes. The structure was determined in two different crystal forms, an orthorhombic P212121 and a trigonal P3221 space group, to resolutions of 3.0 and 2.9 Å, respectively. The overall fold of this structure, like KIR2DL1, exhibits K-type Ig topology with cis-proline residues in both domains that define β-strand switching, which sets KIR apart from the C2-type hematopoietic growth hormone receptor fold. The hinge angle of KIR2DL2 is approximately 80°, 14° larger than that observed in KIR2DL1 despite the existence of conserved hydrophobic residues near the hinge region. There is also a 5° difference in the observed hinge angles in two crystal forms of 2DL2, suggesting that the interdomain hinge angle is not fixed. The putative ligand-binding site is formed by residues from several variable loops with charge distribution apparently complementary to that of HLA-C. The packing of the receptors in the orthorhombic crystal form offers an intriguing model for receptor aggregation on the cell surface.

Relevância:

80.00% 80.00%

Publicador:

Resumo:

Considering the well established role of nonclassical HLA-G class I molecules in inhibiting natural killer (NK) cell function, the consequence of abnormal HLA-G expression in malignant cells should be the escape of tumors from immunosurveillance. To examine this hypothesis, we analyzed HLA-G expression and NK sensitivity in human malignant melanoma cells. Our analysis of three melanoma cell lines and ex vivo biopsy demonstrated that (i) IGR and M74 human melanoma cell lines exhibit a high level of HLA-G transcription with differential HLA-G isoform transcription and protein expression patterns, (ii) a higher level of HLA-G transcription ex vivo is detected in a skin melanoma metastasis biopsy compared with a healthy skin fragment from the same individual, and (iii) HLA-G protein isoforms other than membrane-bound HLA-G1 protect IGR from NK lysis. It thus appears of critical importance to consider the specific role of HLA-G expression in tumors in the design of future cancer immunotherapies.

Relevância:

80.00% 80.00%

Publicador:

Resumo:

Vaccinia virus (VV) produces two antigenically and structurally distinct infectious virions, intracellular mature virus (IMV) and extracellular enveloped virus (EEV). Here we have investigated the resistance of EEV and IMV to neutralization by complement in the absence of immune antibodies. When EEV is challenged with complement from the same species as the cells used to grow the virus, EEV is resistant to neutralization by complement, whereas IMV is not. EEV resistance was not a result of EEV protein B5R, despite its similarity to proteins of the regulators of complement activation (RCA) family, or to any of the other EEV proteins tested (A34R, A36R, and A56R gene products). EEV was sensitive to complement when the virus was grown in one species and challenged with complement from a different species, suggesting that complement resistance might be mediated by host RCA incorporated into the EEV outer envelope. This hypothesis was confirmed by several observations: (i) immunoblot analysis revealed that cellular membrane proteins CD46, CD55, CD59, CD71, CD81, and major histocompatibility complex class I antigen were detected in purified EEV but not IMV; (ii) immunoelectron microscopy revealed cellular RCA on the surface of EEV retained on the cell surface; and (iii) EEV derived from rat cells expressing the human RCA CD55 or CD55 and CD59 were more resistant to human complement than EEV derived from control rat cells that expressed neither CD55 nor CD59. These data justify further analysis of the roles of these (and possible other) cellular proteins in EEV biology.

Relevância:

80.00% 80.00%

Publicador:

Resumo:

To enhance the efficacy of DNA malaria vaccines, we evaluated the effect on protection of immunizing with various combinations of DNA, recombinant vaccinia virus, and a synthetic peptide. Immunization of BALB/c mice with a plasmid expressing Plasmodium yoelii (Py) circumsporozoite protein (CSP) induces H-2Kd-restricted CD8+ cytotoxic T lymphocyte (CTL) responses and CD8+ T cell- and interferon (IFN)-γ-dependent protection of mice against challenge with Py sporozoites. Immunization with a multiple antigenic peptide, including the only reported H-2Kd-restricted CD8+ T cell epitope on the PyCSP (PyCSP CTL multiple antigenic peptide) and immunization with recombinant vaccinia expressing the PyCSP induced CTL but only modest to minimal protection. Mice were immunized with PyCSP DNA, PyCSP CTL multiple antigenic peptide, or recombinant vaccinia expressing PyCSP, were boosted 9 wk later with the same immunogen or one of the others, and were challenged. Only mice immunized with DNA and boosted with vaccinia PyCSP (D-V) (11/16: 69%) or DNA (D-D) (7/16: 44%) had greater protection (P < 0.0007) than controls. D-V mice had significantly higher individual levels of antibodies and class I-restricted CTL activity than did D-D mice; IFN-γ production by ELIspot also was higher in D-V than in D-D mice. In a second experiment, three different groups of D-V mice each had higher levels of protection than did D-D mice, and IFN-γ production was significantly greater in D-V than in D-D mice. The observation that priming with PyCSP DNA and boosting with vaccinia-PyCSP is more immunogenic and protective than immunizing with PyCSP DNA alone supports consideration of a similar sequential immunization approach in humans.