993 resultados para Ave Comportamento
Resumo:
Camadas granulares tm um importante papel no comportamento global de estruturas de pavimentos, especialmente quando possuem revestimentos delgados ou no possuem revestimento. Para estabelecer mtodos de projeto mais eficientes e critrios construtivos, necessrio que a resposta das camadas granulares sob a ao do trfego seja bem compreendida e levada em considerao. Assim, esta dissertao relata resultados de uma pesquisa sobre o comportamento quanto resistncia ao cisalhamento e deformaes permanentes de trs britas (uma graduada e duas uniformes com diferentes tamanhos mximos de partcula). Foram realizados ensaios triaxiais estticos e dinmicos obtendo-se os parmetros de resistncia de Mohr-Coulomb, mdulos de Young, mdulos de resilincia e o comportamento quanto a deformaes permanentes. Para a brita graduada, desenvolveu-se um estudo complementar sobre o efeito do grau de compactao (90% e 100%) no seu comportamento mecnico. Uma observao conjunta dos resultados estticos e dinmicos associada a uma anlise mecanstica proporciona uma viso global dos resultados obtidos. A brita graduada, com grau de compactao de 100%, mostrou-se um agregado de excelente qualidade, apresentando bom comportamento quanto a deformaes permanentes e elevada resistncia ao cisalhamento, porm os seu mdulos de resilincia foram apenas razoveis Surpreendentemente, a granulometria uniforme com menor tamanho mximo de agregado apresentou um bom comportamento mecnico, porm devido aos seus baixos mdulos de resilincia, no pode ser utilizada como camada de base. O seu uso fica restrito a pavimentos permeveis sob trfego de veculos leves, conforme demonstrado pelos resultados do monitoramento de um estacionamento experimental analisado nesta dissertao. As britas: uniforme com maior tamanho mximo de agregado(GU2) e graduada (GG1) com grau de compactao de 90%, apresentaram baixa resistncia ao cisalhamento e alta deformabilidade plstica, comprometendo o seu uso como camada de base. De forma geral, foi confirmada a influncia do grau de compactao e da granulometria no comportamento mecnico de materiais granulares. Nem o ndice de Suporte Califrnia e nem a resistncia ao cisalhamento mostraram-se bons indicativos do comportamento de materiais granulares quanto a deformaes permanentes.
Resumo:
O presente estudo buscou examinar o comportamento exploratrio dos bebs, e o comportamento das mes com indicadores de depresso, frente ao comportamento exploratrio dos bebs, durante o processo de psicoterapia breve me-beb, no primeiro ano de vida dos bebs. Foram considerados os aspectos objetivos e subjetivos da interao me-beb envolvidos no comportamento exploratrio do beb. Para tanto, foram realizados trs estudos de casos atendidos em sesses de psicoterapia me-beb com durao varivel (8 a 12 sesses). Cada sesso de psicoterapia foi analisada do ponto de vista do comportamento exploratrio dos bebs e do comportamento materno. O comportamento exploratrio dos bebs foi descrito e, posteriormente analisado de acordo com as categorias de manipulao exploratria fina e ampla, e de locomoo exploratria em direo ao ambiente e ao brinquedo. O comportamento das mes frente ao comportamento exploratrio dos bebs foi tambm descrito e posteriormente analisado de acordo com as categorias de comportamento direto e indireto, construdas a partir da leitura do material de descrio da observao, e do referencial terico do desenvolvimento emocional de Winnicott. O significado do comportamento das mes na sua histria de vida foi tambm considerado a partir do conceito de identificao projetiva. Apoiando-se na teoria de separaoindividuao, os resultados mostraram que os bebs de mes com depresso apresentaram comportamentos de explorao, como manipulao exploratria fina, ampla, locomoo exploratria em direo ao ambiente, e aos brinquedos, o que indica desenvolvimento da autonomia na perspectiva do desenvolvimento emocional. Do ponto de vista das mes, os resultados apiam as evidncias de que a me, ao interagir com o beb, relaciona-se no apenas com o comportamento observado de maneira objetiva, mas tambm com imagens (modelos), os quais pertencem me e aparecem na interao com o beb (Bowlby, 1989; Hinde, 1992; Brazelton & Cramer, 1992) por meio da identificao projetiva (Brazelton & Cramer, 1992). Foram observadas mudanas nos comportamentos das mes e dos bebs ao longo das sesses, possivelmente, a partir do acesso s imagens (modelos) das mes das figuras de apego, e das intervenes da terapeuta.
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O presente estudo investigou trs processos que acontecem na esfera interpessoal: vitimizao, agressividade e amizade. Foram identificados aspectos de risco e proteo destes trs comportamentos, a relao entre os mesmos e tambm a validade do uso de diferentes instrumentos estrangeiros no Brasil. Em uma amostra de 258 crianas, regularmente matriculadas em escolas de nvel scio-econmico baixo, utilizaram-se duas escalas para investigao do comportamento agressivo, uma respondida pelas prprias crianas e outra pelas suas professoras, e tambm um instrumento de nomeao baseado em caractersticas, respondido pelos colegas. Para investigao da amizade foi utilizada uma escala sobre qualidade da amizade percebida e, para a investigao do processo de vitimizao, foi utilizado o instrumento projetivo SCAN-Bullying. As aplicaes dos instrumentos foram todas coletivas, com exceo do instrumento projetivo SCAN-Bullying que acompanhado de uma entrevista estruturada Foram realizadas regresses mltiplas e correlaes de Pearson, a fim de verificar as interaes entre as variveis estudadas. Testes T de Student, Teste de Kruskall- Wallis e Testes de Qui-quadrado foram utilizados a fim de verificar possveis diferenas entre grupos de crianas com amizades recprocas e sem amizades recprocas, grupos de crianas classificados como agressores, vtimas, agressores-vtimas e pr-sociais e entre os gneros. De uma maneira geral, verificou-se que a agressividade individual um fator de risco para a vitimizao entre pares, enquanto a amizade recproca um fator de proteo. Verificou-se, entretanto, que a agressividade do amigo pode ser um fator de proteo associado popularidade da criana e reciprocidade na sua amizade. Estes resultados oportunizaram a compreenso e reflexo sobre a qualidade da interao de comportamentos e caractersticas sociais na promoo da resilincia. Os resultados obtidos podero gerar subsdios para programas de interveno que visem adaptao saudvel no ciclo vital.
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A despeito das campanhas de preveno que estimulam o uso do preservativo, a literatura mostra que uma parcela considervel da populao no se protege durante o ato sexual. Frente a isso, este trabalho se props a examinar as relaes entre o comportamento sexual de risco (CSR) de adolescentes e as caractersticas de sua famlia, tais como a forma de educao dos pais e a comunicao familiar. Participaram desta pesquisa 187 estudantes de escolas pblicas de Caxias do Sul, com idades entre 14 e 18 anos (M=16,1; dp=1,14), sendo 49,7% do sexo masculino. Os instrumentos, respondidos de forma annima, foram: questionrio de variveis sociodemogrficas, escalas de responsividade e exigncia parental, questionrio familiar e questionrio sobre comportamento sexual de risco. Os dados foram coletados de forma coletiva em escolas, aps autorizao das mesmas e consentimento dos adolescentes e pais. Encontrou-se uma tendncia das mdias de CSR mais baixas estarem entre os adolescentes que perceberam seus pais como autoritativos, porm apenas uma diferena mostrou-se significativa, para os meninos. Nesta amostra, as meninas pareceram estar mais vulnerveis quanto ao CSR. Por fim, so discutidas as limitaes metodolgicas e conceituais do estudo.
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Este estudo procura avaliar o comportamento do retorno das aes ao redor das datas ex-distribuio de capital no mercado acionrio brasileiro. A partir da metodologia de estudo de eventos encontramos indcios da existncia de um retorno anormal mdio ao redor do evento. Constatou-se que o retorno anormal persiste do longo do perodo de 2000 at o fim de 2010. Adicionalmente verificamos que no caso brasileiro no possvel atribuir ao efeito dos impostos a presena do retorno anormal verificado.
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Esta pesquisa visou levantar as manifestaes do comportamento de ajuda entre "bias-frias" atravs de seu prprio reato, com o objetivo de analisar as implicaes deste comportamento para sua organizao social enquanto um grupo especfico. Foram entrevistados 47 sujeitos, de ambos os sexos, no seu local de trabalho . O instrumento utilizado foi uma entrevista estruturada construda pela autora desta pesquisa , composta de 26 questes. Estas questes buscaram levantar frequncia, razes e situaes de ajudai solicitada ou espontnea, do entrevistado em relao aos colegas e de seus colegas em relao a ele mesmo, no trabalho e fora dele . Observou-se que quando perguntados se prestam e recebem ajuda, houve um grande ndice de respostas afirmativas e quando solicitados a relatar as situaes ocorridas, o ndice de respostas diminuiu consideravelmente . Foram discutidas as possveis razes para a ocorrncia de tal fato. A anlise das situaes de ajuda narradas serviu para a compreenso de como a estrutura do trabalho volante determina as formas que assumem as relaes de ajuda entre os "bias-frias" e o quanto estas relaes I por sua vez, influenciam a estruturao das relaes sociais destes trabalhadores.
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A prtica de sade no pas passa por grandes e difceis desafios. No que tange a financiamento o setor pblico ainda carece de um melhor dimensionamento e proposta estratgica. J o setor privado tem sua crise pela falta de maios anlise dos seus custos e suas variaes. A regulao do setor suplementar ainda muito jovem. Os grandes desafios da sade e a busca de soluo so uma constante para melhor dimensionar e gerir o processo. Vrios so os fatores pressionam o modelo aumentando seus gastos e ainda em uma situao mais perversa sem nenhuma previso. H a necessidade urgente de se entender o modelo de gastos envolvidos e acima de tudo os fatores que mais interferem na variao desses gastos. O trabalho que segue busca entender melhor o problema de variao de custos destes servios prestados, atravs da anlise de trs casos mdicos de alta relevncia: apendicectomia; histerectomia; e colecistectomia, observando a variao dos preos praticados em uma srie histrica de 5 anos, comparando com ndices econmicos e inflacionrios como IPCA, variao dos preos dos planos de sade pela ANS e variao dos custos mdicos hospitalares. Como resultados observamos que para estes eventos clssicos e isolados eventos no h um padro ntido de preos atrelados a qualquer destes ndices, nem uma variao linear que permita uma maior e melhor anlise. Ao mesmo tempo quando se aumenta o volume dos atendimentos, no mix dos trs eventos passamos a observar uma relao bem prxima ao IPCA que por sua vez muito prxima do ndice de reajustes autorizado pela ANS no perodo. Muito h o que ser feito e estudado como forma de melhor entender este modelo de preos e custos, bem como suas variaes.
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A semeadura direta baseia-se na mobilizao do solo restrita s linhas de semeadura, mantendo, sempre que possvel, sua superfcie coberta por palha e/ou vegetao. Exige um enfoque sistmico de todo o processo de produo agrcola e conhecimento das inter-relaes solo, mquinas e plantas, em rotao cultural, fundamento primrio do sistema. O presente trabalho objetivou obter informaes sobre desempenho do conjunto trator-semeadora e avaliar a produtividade da cultura da soja, implantada em semeadura direta sobre resduos de aveia preta. A pesquisa foi conduzida na Estao Experimental Agronmica-UFRGS, no municpio de Eldorado do Sul, RS, sobre Argissolo Vermelho distrfico tpico e conduzida em dois experimentos: com e sem irrigao. Aps a colheita da aveia, seus resduos foram redistribudos nas parcelas nas doses de 0; 2; 3; 4; 5 e 6 Mg ha-1, que constituram os tratamentos principais (7 m x 5 m). Estes foram subdivididos (2,5 m x 7 m), em funo de profundidades de atuao dos sulcadores de adubo da semeadoraadubadora (0,064 m e 0,100 m). O delineamento foi o de blocos casualizados, com trs repeties. Avaliou-se parmetros de solo, das mquinas e da cultura de soja. Na operao de semeadura da soja, a patinagem dos rodados do trator aumentou com a profundidade de atuao do sulcador de adubo e com a dose de resduo de aveia sobre o solo. Os valores de fora de trao e os de fora de trao relacionados rea de solo mobilizada no sulco pelo sulcador de adubo, foram maiores na profundidade de 0,100 m, sem diferena em funo das doses de resduo. Nos locais em que houve trfego controlado dos rodados do trator, a densidade e a resistncia do solo penetrao foram maiores do que naqueles sem trfego, implicando, tambm, maiores valores de fora de trao e fora de trao especfica medidos no sulcador de adubo da semeadora. A estatura das plantas, a produtividade de gros e a massa da parte area da cultura da soja foram influenciadas positivamente pela irrigao, mas no pelas doses de resduo. Na ausncia de irrigao, verificou-se maior produtividade de gros e de massa da parte area da cultura da soja, quando o sulcador de adubo operou a 0,100 m. O nmero de legumes por planta e a massa de 100 gros de soja foram maiores no experimento irrigado, sem influncia das doses de resduo e das profundidades do sulcador. No experimento irrigado foi obtida maior massa de gros por planta e esta foi negativamente influenciada pelo aumento das doses de resduo de aveia sobre o solo. Independentemente do uso da irrigao, a massa de resduos culturais sobre o solo, poca da colheita da soja, foi menor nas parcelas com maior profundidade de atuao do sulcador.
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O ttulo deste trabalho exprime, de modo sinttico, o que tive em vista ao iniciar este projeto: um exame das principais correntes de anlise do que vem a ser o comportamento das pessoas ao trabalharem em empresas, quer visando ou no ao lucro, quer sejam elas pequenas ou grandes. Minha ideia, definitivamente, no foi produzir algo para os estudiosos do assunto, os professores, os mestres em psicologia, em sociologia, os que se doutoraram em "Industrial and Organizational Psychology" em uma Universidade americana; bem pelo contrrio, quis produzir um livro destinado ao estudante de administrao de empresas que no tem tempo nem recursos para atingir 10 ou 15 livros sobre o assunto, mas que precisa de uma leitura bastante global sobre a matria.
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O Composto Mercadolgico tem um curso de ao, mas existem maneiras de aumentar a eficincia do composto. Os elementos do composto so examinados de maneira com que possam ser trabalhados independentemente. A fim de obter uma correlao com a prtica so estudados trs casos, donde as empresas apresentam um nico produto para ser estudado: a cardeneta de poupana. As escolhidas foram as trs principais sociedades de crdito imobilirio independentes que estavam em atividades em So Paulo no ano de 1980 e 1981.
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Trata da aplicao da teoria do retorno do Investimento em um segmento de mercado do sistema siderrgico brasileiro. Foi desenvolvido em primeiro lugar um histrico da siderurgia e descrio da rede de distribuio. Em segundo lugar foi desenvolvida a Teoria do Retorno do Investimento. Em terceiro e ltimo lugar foi aplicada a Teoria do Retorno sobre o comportamento da Rede nos oito ltimos anos.
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Esta tese apresenta um estudo do comportamento trmico de um coletor solar acumulador e desenvolve uma metodologia para medir a sua eficincia diria. O coletor solar acumulador est instalado na face norte do prdio de Energia Solar da UFRGS e possui cerca de 26 m2. constitudo de uma massa espessa de concreto com uma superfcie absorvente feita de tijolos, possuindo uma cobertura dupla de vidros colocada de modo a deixar um espao para a circulao de ar. Os raios solares atravessam a cobertura de vidro e aquecem a massa absorvente de tijolo, a qual aquece o ar que introduzido no interior da construo por efeito de termossifo. Uma das principais caractersticas do coletor solar acumulador consiste no fato de que a resposta do coletor defasada no tempo. Este fenmeno permite que o coletor entregue calor ao ambiente mesmo aps o trmino da radiao solar. Essa defasagem dos picos de energia trmica ocorre devido ao baixo valor da difusividade trmica do concreto. Este trabalho foi dividido em duas etapas. A primeira etapa consistiu na montagem de um calormetro para controle e monitorao das variveis envolvidas. No interior do calormetro foram instaladas 36 garrafas com gua. As temperaturas dos contedos das garrafas, do coletor solar e as radiaes envolvidas foram monitoradas atravs de 26 sensores de temperatura de CI, 8 sensores resistivos PT100 e dois sensores de radiao fotovoltaicos. Para obter as medidas dos sensores instalados foi feita a montagem de um sistema de aquisio de dados interfaceado a um microcomputador A segunda etapa consistiu na produo de um programa computacional, escrito em linguagem Fortran 90, para simular o comportamento trmico dos diversos elementos constituintes do coletor, determinar a potncia trmica do coletor solar e sua eficincia diria. Para a simulao numrica do coletor solar acumulador, adotou-se um modelo simplificado bidimensional do mesmo. Foi integrada, atravs do Mtodo dos Volumes Finitos, a equao de difuso de calor transiente em 2 dimenses. Na formulao das equaes lineares optou-se pelo emprego das diferenas centrais no espao e formulao explcita no tempo. Ao todo foram produzidas 4 malhas computacionais, com distintos refinamentos e foi realizado o estudo da estabilidade numrica das diversas malhas. Atravs da montagem experimental obtiveram-se vrias caractersticas trmicas do comportamento do sistema, entre as quais, a transmitncia da cobertura, curvas de temperatura do ar fornecido ao calormetro e curva da eficincia diria do coletor solar . Atravs da simulao numrica foi possvel determinar a potncia trmica que o coletor entrega para o laboratrio, a eficincia do coletor, os campos de temperatura e a vazo mssica nos diversos canais interiores do coletor solar.
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Esta pesquisa de mestrado analisa, atravs de um estudo experimental, o comportamento mecnico de misturas em concreto asfltico, utilizando agregados siderrgicos (Escria de Aciaria) e Resduo Areia de Fundio (R.A.F) em combinao com agregados minerais (Basalto). A reutilizao destes resduos industriais traz benefcios ambientais, pois auxilia a questo de deposio destes rejeitos, alm de diminuir a degradao ambiental em reas de extrao de agregados ptreos. Foi realizada a dosagem de quatro misturas atravs da Metodologia Marshall, sendo uma mistura de Referncia composta de agregados minerais. Para caracterizao e verificao do desempenho das misturas asflticas foi realizada a moldagem dos corpos-de-prova atravs da Metodologia Marshall, com uso de CAP 50/60, sendo determinado, alm das propriedades Marshall, ensaios de mdulo de resilincia compresso diametral (Mr), resistncia trao (Rt), resistncia fadiga (tenso controlada), deformao permanente sob carga repetida, abraso (Cntabro) e adesividade (Metodologia Lottman Modificada) das quatro misturas estudadas. Os resultados obtidos demonstraram que a adio dos resduos industriais estudados ao concreto asfltico aumenta o consumo de ligante da mistura. A incorporao de escria de aciaria mistura em concreto asfltico apresentou desempenho superior ao da mistura com agregados convencionais nas propriedades mecnicas e de durabilidade. A adio de Resduo Areia de Fundio (R.A.F) em combinao com escria de aciaria no apresentou desempenho satisfatrio neste estudo, uma vez que apresentou consumo de ligante elevado e propriedades mecnicas com desempenho inferior. Atravs do estudo ficou evidente a viabilidade da incorporao da escria de aciaria em misturas asflticas apresentando melhora nas caractersticas mecnicas e de adesividade.
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O trabalho experimental foi desenvolvido em uma propriedade de produo leiteira no municpio de Camargo, na regio fisiogrfica denominada de Planalto Mdio do RS, com o objetivo de estudar e quantificar o efeito da substituio do componente protico (farelo de soja) da rao, comumente fornecida aos animais, por pastejo controlado de trevo branco (Trifolium repens L.) em animais mantidos em pastagens de azevm (Lolium multiflorum L.), na performance produtiva, comportamento e qualidade do leite de vacas holandesas. Para tal, foram utilizados dois grupos de animais agrupados de forma homognea aps estratificao por produo, perodo de lactao e peso corporal, em um delineamento experimental completamente casualizado em blocos. Os dois grupos eram mantidos em pastagens de azevm, por um determinado perodo de tempo durante o dia (aproximadamente 5 horas). Um grupo recebia diariamente 3 kg de suplemento energtico constitudo de farelo de milho, farelo de trigo, casca de soja e sal mineral (subtrada de farelo de soja) e tinha acesso controlado pastagem de trevo branco (aproximadamente 2,5 horas), denominado tratamento TB; outro recebia a mesma quantidade de suplemento, adicionada de quantidade de protena equivalente ao consumo dirio no tratamento anterior via trevo, na forma de farelo de soja, denominado tratamento FS. As medies eram realizadas em avaliaes quinzenais, procedendo-se controles leiteiros individuais, medidas de permetro torcico, coletas de amostras de sangue e leite dos animais e registro de atividades dos animais em pastejo. Os resultados demonstraram semelhanas significativas entre os dois tratamentos, para a maioria das variveis estudadas, com exceo do teor de protena do leite que foi maior para o tratamento TB, e os valores de teor de lactose, tempo de pastejo e freqncia de bocados maiores para o tratamento FS. Estes resultados indicam que a utilizao do trevo branco, como fonte protica para os animais, foi tecnicamente vivel e eficiente.