966 resultados para Academia
Resumo:
Post-academic science, driven as it is by commercialisation and market forces, is fundamentally at odds with core academic principles. Publicly-funded academics have an obligation to carry out science for the public good, a responsibility which is incompatible with the entrepreneurial ethos increasingly expected of university research by funding agencies.
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Este estudo tem como objetivo identificar qual a natureza do Comprometimento Organizacional dos alunos da Academia da Força Aérea (AFA), seguindo o “Modelo das três componentes” proposto por Meyer e Allen (1991). O estudo também procura relacionar o Comprometimento Organizacional dos alunos com a sua antiguidade (1º ao 6º ano) e com o seu desempenho na AFA. A amostra é composta por 82 alunos da AFA do Curso de Mestrado em Aeronáutica Militar (CMAM) do 1º ao 6º ano. Foi utilizada uma metodologia quantitativa de recolha e análise de dados, tendo sido utilizado o inquérito por questionário como principal fonte para obtenção de dados. O instrumento de pesquisa utilizado é composto por três partes, uma primeira em que se pretende identificar o perfil da amostra investigada (género e ano), uma segunda baseada nas escalas de Comprometimento Organizacional de Meyer e Allen, pretendendo-se averiguar aspetos referentes ao Comprometimento Organizacional, e uma outra parte baseada na recolha das avaliação de desempenho dos alunos nas três componentes de avaliação da AFA: avaliação académica, formação militar (FMA) e educação física (EFD). Os resultados do presente estudo permitem concluir que o Comprometimento Organizacional é influenciado pela antiguidade dos alunos ao longo da sua formação. Não permite, no entanto, demonstrar a existência de uma relação direta entre Comprometimento Organizacional e desempenho no trabalho.
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Esta investigação tem como objetivo compreender o que motiva um indivíduo a concorrer a uma Instituição Militar de Ensino Superior, especificamente à Academia da Força Aérea. Paralelamente, foram estudadas as diferenças motivacionais entre os candidatos que finalizam o processo de seleção e os candidatos eliminados durante a frequência deste. A amostra consiste em 278 indivíduos, com a idade máxima de 24 anos, perfazendo o total do universo populacional de candidatos no ano de 2015. Foi utilizada uma metodologia quantitativa de recolha e análise de dados, utilizando o Inquérito por Questionário como fonte para a obtenção dos dados. O instrumento utilizado baseia-se no Work Values Questionnaire (WVQ) de Furnham et al. (2005), tendo sido adaptado ao contexto da Força Aérea por Costa (2012). Para o agrupamento e análise dos dados foi utilizado o programa estatístico SPSS. Esta investigação conclui que os candidatos à Academia da Força Aérea apresentam elevados níveis de “Motivação Institucional” e “Motivação Intrínseca”, sendo o fator “Servir a minha Pátria” apresentado como a principal razão para ingressar na vida militar. Conclui também que os candidatos com aproveitamento no processo de seleção apresentam níveis significativamente inferiores de “Motivação Extrínseca” em relação aos restantes, relacionando negativamente este tipo de motivação com o desempenho. Este estudo vem reforçar as conclusões obtidas pelas investigações anteriores referentes a esta temática e certificá-las para o contexto português. Espera-se com esta investigação tornar o processo de recrutamento e seleção da Força Aérea mais eficaz e personalizado, aumentado a atratividade da carreia militar
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The university sector offers innovative research initiatives which industry should be tapping. Michael Craven, Senior Research Fellow at the University of Nottingham, reports on a unique collaboration between academia and industry that is helping companies assess the value of medical technology.
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Resumen Hace veintisiete años, fue promulgada en los Estados Unidos la ley Bayh-Dohle, que permitió a las universidades públicas estadounidenses patentar los resultados de sus investigaciones financiadas con dinero de los impuestos federales de los ciudadanos, acción no autorizada hasta entonces. Los efectos de esta ley como facilitadora de la transferencia del conocimiento a la industria y de la obtención de financiamiento privado para las universidades fueron evidentes en sus primeros años. Sin embargo, el aparente éxito económico conseguido por la ley Bayh-Dole no oscurece de ninguna manera sus efectos negativos que parecen culminar con el desvanecimiento paulatino de los valores más elevados de las universidades y el acorralamiento de una parte importante de los bienes comunes de la mente. En este trabajo se presentan algunos testimonios y evidencias sobre dichos efectos en países que ya tienen experiencias en este campo. Primero se desmitifican las razones para impulsar esas “políticas de propiedad intelectual” que resultan ser simplemente un proceso de privatización y monopolización del conocimiento. Se concluye con el esbozo de algunas acciones de emergencia si no queremos no sólo desproteger el conocimiento común producido en los nichos académicos, sino también poner en peligro la razón de ser de las universidades públicas. Abstract Twenty seven years ago, the Law Bay-Dohle was enforced, allowing public universities from the United States to patent research financed with federal taxes. This was not permitted before. The effects of this law, as a facilitator to transfer knowledge to industry and to obtain private finance to universities were evident was evident in its first years. Nontheless, the apparent economical success obtained by the Bay-Dohle law does not hide its negative effects that seem to reach its hight with the loss of the most elevated university values and the enclosure of an important part of commons of the mind. This paper presents some testimonies and evidence of these effects in those countries that have experience in this area. First of all the previous reasons to stimulate these policies of intellectual property are just but a myth; they turn out to be a simple process of privatization and monopolization of knowledge. It concludes with a sketch of some emergency actions if we want not only to really not protect knowledge in the academic niches but also put at risk the being of public universities
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La Educación para el desarrollo y la ciudadanía global demanda nuevas formas de comunicación efectivas e influyentes, adaptadas a los nuevos tiempos. El marketing social incluye componentes de sensibilización y educativos para cambiar un comportamiento particular en la sociedad. Ambas materias se unen para hacer posible cambios sociales en un mundo altamente interconectado. El presente trabajo analiza el impacto de las campañas de sensibilización (celebración del Día de la Solidaridad) y formación en Educación para el Desarrollo, realizadas por InteRed en el colegio Teresianas de Málaga. En el primer caso se encuestaron a 59 adultos y en el segundo más de 200 niños/as de primaria. Las encuestas fueron diseñadas por profesionales del sector. Los resultados fueron satisfactorios en ambas campañas, sensibilizando al público asistente en el primer caso y desarrollando una actitud crítica-participativa en el segundo, encontrándonos con posibles prácticas de mejoras.
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Depois de séculos de exclusão, as mulheres conseguem no século 20 sua inserção na universidade. O ingresso no mundo acadêmico é, sem dúvida, atravessado por diversas formas de discriminação, manifestas e encobertas, que contribuem para a formatação de trajetórias universitárias diferenciadas para homens e mulheres, assim como para uma participação desigual no próprio exercício do poder acadêmico. Embora a academia feminista tenha estimulado a produção de conhecimentos científicos não sexistas, analisando e redimensionando concepções epistemológicas tradicionais, o conteúdo e a metodologia científica hegemônica continuam manifestando traços sutilmente androcêntricos. Neste sentido, os aportes dos estudos de gênero podem contribuir com seu potencial dinamizador para a exploração crítica e para a transformação do conhecimento científico atual, bem como para uma inserção mais efetiva das mulheres nos espaços acadêmicos. ____________________________________________________________________________________ ABSTRACT
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Para um "filho da Guerra de Àfrica", que entrou pelas portas do Paço da Rainha com o curso D. Pedro, Infante de Portugal, constitui simultaneamente uma honra e uma responsabilidade acrescida, abordar a temática da formação dos quadros na Academia entre 1960 e 1974. Constitui uma honra e um privilégio, em virtude do voto de confiança em mim depositado pelo Comando da Academia Militar, julgo que em função da minha ligação privilegiada à casa mãe dos oficiais do exército (sem deixar de o ser para a Força Aérea e para a GNR) como professor, como comandante de companhia de alunos, como comandante do 1º batalhão de alunos e como autor de algumas obras sobre a História da Academia Militar. A responsabilidade acrescida advém do facto de abordar um período ainda muito recente da História da Academia Militar, cujos actores, com quem trabalhei ao longo dos últimos 30 anos, são naturalmente os melhores juízes e observadores. Ao longo do trabalho de pesquisa, tive o prazer de "reviver" centenas de camaradas que constituíram e constituem uma referência para a minha geração, como comandantes, como militares , e como homens que serviram Portugal pelos quatro cantos do mundo, com elevado sacrifício pessoal, alguns deles com o sacrifício pessoal, alguns deles com o sacrifício da própria vida. Começar esta análise em 1960 ( há cerca de 49 anos ) levou-me de imediato ao Capitão de Artilharia Abel Cabral Couto, já então professor catedrático da 45º cadeira, ou ao Tenente Faia Correia, então instrutor de táctica de artilharia, oficiais da minha arma que muito estimo e respeito e que deste modo me deram mais duas lições: que 50 anos foi efectivamente "ontem", em termos da história de uma Instituição; que vale a pena servir com devoção, a Academia Militar, o Exército e Portugal. Assim, optei por uma metodologia que passa pela análise da evolução da formação na Academia Militar no período em estudo, conjugada pelas percepções decorrentes de pequenas entrevistas que efectuei a alguns dos "cadetes" dos diferentes cursos da Academia Militar, mas também a alguns dos muitos oficiais milicianos que dignificaram Portugal em todos os teatros de operações (TO). Estas "entrevistas" foram muito importantes para confirmar (ou não) os dados mais científicos retirados fundamentalmente da "Resenha Histórico-Militar das Campanhas de Àfrica (1961-1974)" e dos "Anuários da Academia Militar" (entre 1959/60 e 1973/74), mas também para me abrirem novos caminhos de análise até então não equacionados. relativamente á formação da Academia Militar 1960-1974, entendi mais adequado analisar as preocupações de cada um dos comandantes (manifestadas através do "Pórtico" ou nos diferentes discursos publicados nos Anuários), o progresso da legislação (orientada prioritariamente para a Guerra de Àfrica e para o recrutamento), os planos dos cursos (nas suas três componentes; científica, militar e cultural) e, separadamente, as actividades circum-escolares e cerimónias académicas e militares mais relacionadas com a componente cultural, com a formação geral, a disciplina e o "espírito". Sem deixar de abordar de modo muito genérico a formação dos oficiais milicianos neste mesmo período, termino com dez considerações finais mais em jeito de desafios (para um trabalho mais cuidado) do que de contributos para uma História da Academia Militar no período de 1960 a 1974.
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O presente estudo subordinado ao tema “A influência da Ansiedade nas Competências dos Alunos da Academia Militar: Estudo de caso dos Exercício Finais - Leão 15”, tem como principal finalidade identificar e quantificar a influência da ansiedade nas competências de liderança dos Cadetes-Alunos da Academia Militar. Contribuindo assim, para o reconhecimento das competências influenciadas pela ansiedade e a sua perceção no desempenho, mais propriamente na Informação Comportamental do Aluno. No estudo foi implementado um inquérito constituído por algumas questões de caráter sociodemográfico, um questionário de competências de liderança e um questionário de medição de ansiedade – STAI. Foi aplicado a um grupo de 165 Cadetes-Alunos da Academia, sendo 95 do 4º Ano Escolar e 80 do 1º Ano Escolar. De salientar que este inquérito foi realizado duas vezes: antes e depois do Exercício Leão 15. Com base nas respostas dadas, criou-se uma base de dados em Microsoft Excel, à qual se acrescentaram as notas de Informação Comportamental dos Aluno, e procedeu-se ao seu tratamento e análise estatística, com recurso ao Statistical Package for Social Sciences. (SPSS) Dos resultados obtidos identificaram-se várias diferenças significativas entre os níveis de ansiedade e as competências de liderança, relativamente ao género, ano escolar, curso, ao desporto mais praticado e ao período em análise do Exercício Leão 15 das quais se realçam: o género feminino revelou maior índice de ansiedade no período anterior ao Exercício; o 1ºAno Escolar revelou maior índice de ansiedade estado em ambos os períodos; o curso de EXE-Engenharias revelou maior ansiedade estado e ansiedade traço no período antes do Exercício e os alunos que praticam mais frequentemente desporto coletivo revelam maior Ansiedade Estado no período depois do Exercício Leão 15. Assinalaram-se ainda correlações significativas entre a ansiedade, as competências de liderança e a nota da Informação Comportamental dos Aluno com valores mais elevados nas seguintes: “trabalho de equipa e coesão”; “flexibilidade e adaptabilidade”; “autocontrolo” e “influência e referência”. Com o objetivo de procurar identificar e quantificar as competências mais influenciadas pela ansiedade, concluiu-se que as médias de ansiedade como variável preditora é maior nas competências: “flexibilidade e adaptabilidade”, “capacidade de resolver problemas”, “reconhecimento, feedback positivo e valorização”, “aptidão técnico profissional”, “gestão de conflitos e negociação”, “transparência”, “comunicação assertiva”, “comunicação” e “relações interpessoais”.
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No seguimento do Tirocínio para Oficiais formados na Academia Militar, temos como último momento avaliativo o Trabalho de Investigação Aplicada. Neste âmbito e pertencendo à Arma de Cavalaria vimos a necessidade de expor sobre uma das componentes que a Cavalaria tem na sua panóplia de atribuições, a Equitação, mais propriamente na Academia Militar. Como tal, temos por base verificar o que cada Mestre e Instrutor de Equitação, que esteve a exercer funções na Academia Militar pensa que serão os objetivos a atingir com a Equitação Militar, nesta mesma instituição de ensino. Assim, o presente trabalho visa analisar de que forma os vários Mestres e Instrutores de Equitação Militar percecionam o modo de dar instrução na Academia Militar e quais os objetivos que se pretendem atingir. Não obstante, pretende-se também alertar para o facto de apesar de hoje a Equitação não ser uma exigência operacional, tem valor a nível da instrução, a nível histórico, a nível desportivo e um valor a nível militar operacional que atualmente não o é em efetividade, mas que pode voltar a ser num futuro próximo. Deste modo, devemos manter o “Know-how” de uma forma de combate que não está tão desatualizada como se possa pensar. Portanto, de forma geral, vamos refletir sobre quais são os objetivos a atingir com a Equitação Militar na Academia Militar, segundo a perspetiva dos Mestres e Instrutores e respetivas mais-valias deste tipo de instrução tão único, que envolve outro ser vivo nas nossas decisões.
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La música folclórica más apegada a sus raíces es de tradición oral; la combinación de esta tradición con la música académica permite preservar, mediante el uso de las partituras, las músicas tradicionales de diferentes culturas del mundo -- En la música académica, se cuenta con referentes del uso de la música tradicional como una herramienta que brinda material que puede ser rítmico, melódico, armónico o tímbrico, entre otros -- La aproximación sonora al timbre de instrumentos tradicionales como el shehnai de la India, el morin jur de Mongolia, el Koto de Japón y el tiple de Colombia realizada con instrumentos acústicos occidentales de uso académico, es uno de los ejes de esta investigación; como producto de la misma se busca usar los elementos y el lenguaje propios de la tradición para la creación de ideas musicales, combinados con lenguajes de composición de los siglos XX y XXI que, a su vez, pueden ser o no fieles al carácter folclórico de cada cultura
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La revista LETRAS ofrece en este número un interesante documento, escrito por el ilustre filólogo, lingüista y poeta Arturo Agüero Chaves (1907-2001), en el que se hace un minucioso e interesante recuento de la trayectoria de la Academia Costarricense de la Lengua. Agüero le dio un particular impulso a esa corporación, de la que fue su Director durante muchos años. El documento que aquí se reproduce, redactado hacia 1989, pone en una nueva perspectiva el trabajo llevado a cabo por quienes han integrado en sus diversas etapas esa institución. Se completa esta sección con la nómina histórica de quienes sucesivamente han ocupado las diecinueve sillas de la Academia, desde su fundación en 1923. LETRAS agradece a la actual Academia Costarricense de la Lengua la cesión de esos documentos y su autorización para publicarlos en este número.