994 resultados para 111-678B


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O presente estudo tem como principal objectivo caracterizar as práticas de Gestão de Recursos Humanos mais desenvolvidas em pequenas e médias empresas (PME’s) portuguesas. Embora parte integrante de uma investigação mais ampla, a qual resultou numa dissertação de mestrado que pretendeu estudar as práticas de Gestão de Recursos Humanos (GRH) nas empresas de média dimensão do distrito de Aveiro, este estudo pretende apresentar uma das suas principais dimensões de análise. De referir que a investigação inicial abrangia o conceito de média empresa (de 50 a 500 trabalhadores). No entanto, e para conferir originalidade ao estudo que agora se apresenta publicamente, a realidade empírica em estudo foi circunscrita às denominadas PME’s (50 a 249 trabalhadores). Para melhor contextualizar a realidade objecto de estudo, tomou-se como ponto de partida a abordagem teórica sobre as diferentes fases evolutivas do conceito e conteúdo da GRH e, consequentemente, a sua caracterização no nosso país. Adicionalmente é analisado o papel que o departamento de recursos humanos assume no desenvolvimento da GRH no interior das PME’s através da disseminação que faz das suas diferentes práticas, previamente identificadas a partir da revisão de literatura analisada. A partir da literatura revista foi identificado um conjunto de 21 práticas de GRH como as mais comummente desenvolvidas em contexto organizacional. Dado ser objectivo principal perceber se a GRH das PME’s portuguesas acompanha a tendência evolutiva desta disciplina de gestão a nível internacional, fez-se a diferenciação entre aquelas que são consideradas práticas tradicionais e práticas estratégicas de GRH. Delimitado ao distrito de Aveiro, de um universo constituído por 613 empresas, foi aplicado um inquérito por questionário, via postal, tendo sido recolhidos 111 questionários válidos. A análise dos resultados permite concluir que não obstante predominarem em Portugal as PME’s, estas apresentam pouca intensidade no desenvolvimento de práticas de GRH, ao mesmo tempo que se apresentam como limitadoras do grau de intervenção do departamento de RH, no desenvolvimento dessas práticas. Há, portanto, motivos para propor alguns desafios de mudança à GRH vigente neste grupo de empresas, ainda muito dependente dos processos burocrático-administrativos na gestão do recurso mais dinâmico das organizações: as pessoas. É ainda longo o caminho a percorrer para que se possa falar numa efectiva gestão estratégica de recursos humanos nas PME’s portuguesas. Contudo, os primeiros passos estão dados. Este estudo permitiu não só uma primeira aproximação a um conjunto de PME’s portuguesas bem como a obtenção de maior conhecimento da função recursos humanos das PME’s estudadas. As principais conclusões extraídas deste estudo pretendem ser um importante input que auxilie as empresas portuguesas com esta tipologia a melhorarem a sua eficiência no domínio da GRH.

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Revista da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, N.1(1980)

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A Pesquisa Intervencionista tem sido proposta como uma alternativa para tornar mais relevantes os resultados das pesquisas com os interesses dos práticos, e tem sido crescente a publicação de estudos empíricos nos periódicos internacionais, entretanto, na literatura nacional em Contabilidade Gerencial e mesmo em Administração os estudos são raros. Com o intuito de promover uma discussão sobre as oportunidades e riscos dessa abordagem para a pesquisa brasileira desenvolveu-se esse presente ensaio. Argumenta-se que a Pesquisa Intervencionista pode gerar importantes contribuições para tornar os resultados da pesquisa mais relevantes para os práticos e para a sociedade, principalmente quando contribui para transformar a realidade de organizações em busca de melhorar o desempenho, além de criação do objeto de estudo para os pesquisadores. A crítica que essa abordagem é uma tentativa de transformar projetos de consultoria em pesquisa deve ser feita com cuidado, pois existem mecanismos que podem ser utilizados para mitigar esses objetivos, consoante os estudos internacionais estudados. Mas esse esforço deve ser precedido por ações e reflexões promovidas pela comunidade científica em entender os benefícios e riscos dessa abordagem.

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Gravity sedimentation parasitological examinations were performed in stool samples from 111 Karitiana Indians from Rondônia State, Brazilian Amazon Basin. Intestinal parasites were found in 43 samples (38.7%). Ascaris lumbricoides was the most prevalent helminth species (18.9%). Egg counts in samples positive for Ascaris suggested an overdispersed distribution of worm burdens in the host population. Age-distribution pattern of intestinal parasites among Karitiana Indians was found to be rather unusual: the highest prevalence (60.0%) was detected in the 12-to 16-year-old age group

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Seguimos ambulatorialmente, por no mínimo 180 dias, 111 receptores de transfusões, para avaliarmos a ocorrência de hepatites pós-transfusionais e os agentes etiológicos envolvidos com esta doença, na cidade de Campinas, Estado de São Paulo, Brasil. No final diagnosticamos esta hepatite em 18 (16,2%) receptores. Destes, tivemos 16 (89%) casos devido ao vírus da hepatite C, 1 (5,5%) causado pelo vírus da hepatite B e 1 (5,5%) caso restante, sem etiologia determinada, 15 meses após a transfusão. O período de incubação da hepatite por vírus C (HVC) foi de 71 dias, em média; e 23% dos indivíduos com esta hepatite permaneceram com aumento de AST/ALT por mais de 6 meses. Observou-se soroconversão tardia para o anti-HCV em 71,4% dos receptores, que ocorreu, em média, 135 dias após a transfusão. Uma dosagem de ALT e uma pesquisa do anti-HCV, aos 3 e 6 meses, após a transfusão, diagnosticariam, respectivamente, 71 e 93% dos casos que desenvolveram HVC pós-transfusionais.

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Pesquisamos os anticorpos anti-HBc e anti-HCV em amostras de soros provenientes de 799 candidatos a doadores, que tiveram suas unidades de sangue ou derivados transfundidas a 111 receptores. O anti-HBc e o anti-HCV foram reagentes, em respectivamente 9 e 2,1% dos doadores testados. Observamos que entre os 111 receptores, 44 haviam recebido pelo menos uma unidade anti-HBc positiva e 67 haviam sido transfundidos somente com unidades anti-HBc negativas. Houve um risco 4,5 vezes maior de aquisição de hepatite por vírus C pelos receptores que receberam pelo menos uma unidade anti-HBc positiva Se a pesquisa do anti-HBc fosse realizada na triagem sorológica dos doadores de sangue, cerca de 56% dos casos de HVC nos receptores saiam evitados. A população de receptores que recebeu pelo menos uma unidade anti-HCV reagente, apresentou um risco 29 vezes maior de adquirir esta hepatite, quando comparada aos receptores transfundidos com todas as unidades anti-HCV negativas. A realização do teste para a pesquisa do anti-HCV na triagem dos doadores de sangue, preveniria 79% dos casos de HVC pós-transfusionais. Os candidatos a doadores brasileiros parecem ser acometidos simultânea ou sequencialmente, pelos vírus B e C das hepatites, pois, 44,4% dos doadores anti-HCV positivos, também foram anti-HBc positivos. A realização dos testes para as pesquisas dos anticorpos anti-HBc e anti-HCV, nas triagens hemoterápicas, está indicada para prevenir a transmissão de hepatites pós-transfusionais, em nosso meio.

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Registramos a ocorrência de epidemia de dengue causada pelo sorotipo 2 (DEN 2) na cidade de Araguaina, estado do Tocantins (TO) situado no Brasil central. Quatrocentos indíviduos de 74 famílias, residentes nos bairros S. João, Araguaina Sul e Neblina foram entrevistados e sangrados, independentemente de terem adoecido ou não. Os soros tanto de adultos quanto de crianças de ambos os sexos foram usados para pesquisa de anticorpos inibidores da hemaglutinação (IH) e IgM através de ensaio imunoenzimático (MAC ELISA). Nas casas onde haviam doentes no momento do inquérito, sangue total também foi colhido para tentativa de isolamento de vírus. O quadro clínico apresentado pelos pacientes foi caracterizado por febre, cefaléia, mialgias, artralgias e exantema do tipo máculo-papular não pruriginoso. A infecção foi mais frequente em mulheres (33.9%) do que nos homens (23.8%), ocorrendo em todas as faixas etárias, inclusive em crianças com menos de um ano de idade, bem como em maiores de 70 anos. Um total de 1105 mosquitos (56 fêmeas e 45 machos de Culex quinquefasciatus e 567 fêmeas e 437 machos de Aedes aegypti) foram obtidos a partir de larvas coletadas em Araguaina. As fêmeas de Ae. aegypti obtidas das larvas fizeram repasto sangüíneo em 8 pacientes febris. O diagnóstico laboratorial foi feito por isolamento de vírus (cultura de células de Aedes albopictus, clone C6/36) e por sorologia (IH e MAC ELISA). Foram isoladas 5 amostras de DEN 2 de pacientes febris e tipadas por imunofluorescência indireta usando anticorpos monoclonais de dengue. Nenhuma amostra viral foi isolada de mosquitos. Outrossim, comprovou-se infecção em 111 pessoas sangradas, o que revelou um índice de positividade de 27.75% (111 em 400), sendo que 66.2% das famílias estudadas apresentaram pelo menos um indivíduo positivo. Ocorreram ainda, 26.1% de infecções assintomáti-cas. Por outro lado, a correlação de positividade entre os dois testes usados (IH e MAC ELISA) foi de 94.6%. Estimamos que ocorreram aproximadamente 83.250 casos da doença, entre 15 de março a 31 de maio de 1991. Esta é a primeira epidemia de DEN 2 em um estado da Amazônia Brasileira, portanto em área endêmica de febre amarela, e a primeira evidência da interiorização do DEN 2, até então restrito ao Rio de Janeiro.

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As instalações de ventilação em estudo destinam-se a realizar o arejamento geral e permanente de habitações - pelo menos durante o período do ano em que a temperatura exterior obriga a manter as janelas fechadas - e a assegurar a evacuação de gases e fumos resultantes da combustão em aparelhos de aquecimento por queima (esquentadores e fogões (de uso corrente nas habitações)).

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The lysotypes, plasmidial profiles, and profiles of resistance to antimicrobial agents were determined in 111 Salmonella Typhimurium strains isolated from feces and blood of children treated in Rio de Janeiro and in Salvador. Six distinct lysotypes (19, 41, 97, 105, 120 and 193) were recognized, with a predominance of lysotype 193 (59.7%) in Rio de Janeiro and of phage type 105 (38.4) in Salvador. Approximately 86.7% of the lysotype 193 strains presented multiple resistance to more than six antimicrobial agents, whereas 93% of lysotype 105 strains were fully susceptible. More than 90% of the strains presented plasmids distributed into 36 different profiles in Rio de Janeiro and into 10 profiles in Salvador. A 40 MDa plasmid was the most frequent (47%) in the strains from Rio de Janeiro, whereas a 61 MDa plasmid predominated (14.5%) in Salvador. Combined analysis of plasmid profile and classification into lysotypes (especially those belonging to types 105 and 103, proved to be more discriminatory than the other methods applied).

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Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Museologia

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Human infection by Cryptosporidium spp and other coccidia are due to opportunist non-host specific microorganisms. In HIV seropositive patients, the gastrointestinal symptoms accompanying such infections may be serious and prolonged and may include nausea, low-grade fever, abdominal cramps, anorexia and watery diarrhoea. We studied 188 stool samples from 111 patients (84 men and 27 women) with diarrhoea. A modified Ziehl-Nielsen technique for the detection of Cryptosporidium spp and Isospora belli was employed. The mean age of the patients was 31 years. Cryptosporidium spp was seen in 18% (n=20) of the patients, 90% (n=18) of whom were HIV seropositive. Isospora belli was recorded only from HIV seropositive patients (5.4% of all the patients studied and 6.5% of those who were HIV seropositive). These data confirm the good results obtained with this technique for the identification of Cryptosporidium spp and other coccidia and also reaffirm the clinical importance of correctly diagnosing the cause of diarrhoea, particularly in HIV seropositive patients.

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Management Information Systems 2000, p. 103-111

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O diagnóstico da fasciolose é feito principalmente por métodos serológicos, devido ao polimorfismo do quadro clínico e à baixa sensibilidade dos métodos parasitológicos. Contudo, estes métodos apresentam algumas limitações, pelo que a melhoria dos testes imunológicos, nomeadamente, a utilização de antigénio homólogo, pode ser um factor relevante para a especificidade do diagnóstico. Este estudo teve como objectivo a produção e avaliação de antigénios total e deslipidizado de F. gigantica no imunodiagnóstico da fasciolose pelos métodos de Micro-ELISA e Western-blot, em comparação com os de F. hepatica. Foram analisados 111 soros de indivíduos cabo-verdianos e 67 de indivíduos residentes em Portugal, de ambos os sexos, com suspeita clínica de fasciolose. Os antigénios, total e deslipidizado, foram produzidos a partir de vermes adultos de F. gigantica recolhidos de bovinos na ilha de Santiago (Cabo Verde). Os antigénios totais das duas espécies de Fasciola apresentaram a mesma sensibilidade (100%), mas a especificidade foi superior para o antigénio total de F. gigantica (95,2%), na detecção de IgG. À semelhança dos antigénios totais, os deslipidizados demonstraram uma sensibilidade de 100%. Contudo, a especificidade foi superior (95,2%) quando se utilizou o antigénio deslipidizado de F. hepatica em relação à obtida com F. gigantica, cujo valor foi de 90,5%. Quanto à detecção de IgM anti-Fasciola, os valores de sensibilidade e especificidade foram de 97% e 90,5%, respectivamente, para os antigénios totais dos dois parasitas. Na pesquisa de IgM anti-parasita, as sensibilidades foram 94% e 83% para os antigénios deslipidizados de F. gigantica e F. hepatica, respectivamente, com uma especificidade de 90,5% para ambos os antigénios deslipidizados. No Immunobloting, a fracção antigénica de 24 kDa foi comum nas quatro preparações antigénicas, quer para IgM quer para IgG anti-Fasciola, pelo que a sua caracterização poderá ser relevante para o desenvolvimento de métodos com maior especificidade e reprodutibilidade, melhorando significativamente o diagnóstico. A banda de 26 kDa, presente apenas no antigénio total de F. gigantica, parece ser específica deste parasita. Este facto leva-nos a concluir que esta banda poderá ser objecto de mais estudos, no sentido de vir a ter-se um diagnóstico diferencial entre as duas espécies de Fasciola.

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The respiratory viruses are recognized as the most frequent lower respiratory tract pathogens for infants and young children in developed countries but less is known for developing populations. The authors conducted a prospective study to evaluate the occurrence, clinical patterns, and seasonal trends of viral infections among hospitalized children with lower respiratory tract disease (Group A). The presence of respiratory viruses in children's nasopharyngeal was assessed at admission in a pediatric ward. Cell cultures and immunofluorescence assays were used for viral identification. Complementary tests included blood and pleural cultures conducted for bacterial investigation. Clinical data and radiological exams were recorded at admission and throughout the hospitalization period. To better evaluate the results, a non- respiratory group of patients (Group B) was also constituted for comparison. Starting in February 1995, during a period of 18 months, 414 children were included- 239 in Group A and 175 in Group B. In Group A, 111 children (46.4%) had 114 viruses detected while only 5 children (2.9%) presented viruses in Group B. Respiratory Syncytial Virus was detected in 100 children from Group A (41.8%), Adenovirus in 11 (4.6%), Influenza A virus in 2 (0.8%), and Parainfluenza virus in one child (0.4%). In Group A, aerobic bacteria were found in 14 cases (5.8%). Respiratory Syncytial Virus was associated to other viruses and/or bacteria in six cases. There were two seasonal trends for Respiratory Syncytial Virus cases, which peaked in May and June. All children affected by the virus were younger than 3 years of age, mostly less than one year old. Episodic diffuse bronchial commitment and/or focal alveolar condensation were the clinical patterns more often associated to Respiratory Syncytial Virus cases. All children from Group A survived. In conclusion, it was observed that Respiratory Syncytial Virus was the most frequent pathogen found in hospitalized children admitted for severe respiratory diseases. Affected children were predominantly infants and boys presenting bronchiolitis and focal pneumonias. Similarly to what occurs in other subtropical regions, the virus outbreaks peak in the fall and their occurrence extends to the winter, which parallels an increase in hospital admissions due to respiratory diseases.

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In order to contribute to a better understanding of the forms of acquisition of hepatitis C virus (HCV) in Brazil, with special emphasis on sexual transmission, we determined the presence of HCV infection in regular partners and in non-sexual home communicants of blood donors seen at Fundação Pró-Sangue Hemocentro de São Paulo from January 1992 to July 1996. Of 154 blood donors with HCV infection (index cases), 111 had had regular partners for at least 6 months. Sixty-eight of 111 partners were evaluated for HCV infection. Of these, 8 (11.76%) were considered to have current or previous HCV infection; a history of sexually transmissible diseases and index cases with a positive HCV-RNA test were more prevalent among partners with HCV infection. Of the 68 index cases whose partners were studied, 56 had non-sexual home communicants. Of the total of 81 home communicants, 66 accepted to be evaluated for HCV infection. None of them was HCV-positive, suggesting that the high prevalence of HCV infection among partners may be attributed at least partially to sexual transmission.