995 resultados para Security Council resolutions


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La década de 1950 fue determinante en el establecimiento y póstumo desarrollo del sistema de política exterior de la República Popular China. Al respecto, es de vital importancia realizar un análisis exhaustivo sobre esta primera etapa en donde actores externos a la nación tuvieron un papel determinante. Se busca, entonces, analizar la incidencia que tuvo el discurso de Estados Unidos en la política exterior China a través de un profundo análisis cualitativo que tendrá como base elementos propios de la historiografía. Mediante aproximaciones constructivistas, se pretende demostrar que las creencias pre-existentes de ambos actores (así como la intersubjetividad entre los mismos), determinó la identidad construida a través de la percepción mutua. Lo anterior, impulsó las relaciones predominantemente agresivas entre Estados Unidos y la China Maoísta de principios de la Guerra Fría.

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Este artículo hace un recorrido por los principales acontecimientos, previos y posteriores, generados en torno al ataque de Estados Unidos y los aliados al Iraq. También se analiza la posición de Estados Unidos frente al Consejo de Seguridad de la ONU y se propone un debate al interior de esta organización para definir su papel en el nuevo contexto internacional. Finalmente, el autor explora la situación de Medio Oriente, se estudian las posibilidades de éxito de la "Hoja de Ruta" acordada y se pasa revista a los principales acontecimientos de América Latina.

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Este ensayo, de carácter analítico-descriptivo, pretende transitar entre las grandes líneas de la política exterior brasileña a lo largo de la primera década del siglo XXI, más específicamente durante los dos mandatos de Luiz Inácio Lula Da Silva (2003-2006 y 2007-2010), a fin de identificar en qué medida la agenda internacional brasileña fue afectada desde su categorización como potencia emergente bajo el acrónimo de BRIC (Brasil, Rusia, India y China) en el año 2003. El análisis parte de la premisa de que la política exterior brasileña, a lo largo de la primera década del siglo XXI, está más que nunca, imBRICada. Más allá de un simple juego de palabras, im“BRIC”ar significa dejar en evidencia la forma compleja en la que interactúan las diversas prioridades de la agenda internacional de un país emergente como Brasil, a veces convergiendo, a veces discrepando.

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This article examines one legal criterion for the exercise of the right of self-defense that has been significantly overlooked by commentators: the so-called “reporting requirement.” Article 51 of the United Nations (UN) Charter provides, inter alia, that “[m]easures taken by members in the exercise of this right of self-defense shall be immediately reported to the Security Council.” Although the requirement to report all self-defense actions to the Council is clearly set out in Article 51, the Charter offers no further guidance with regard to this obligation. Reference to the practice of states since the UN’s inception in 1945 is therefore essential to understanding the scope and nature of the reporting requirement. As such, this article is underpinned by an extensive original dataset of reporting practice covering the period from January 1, 1998 to December 31, 2013. We know from Article 51 that states “shall” report, but do they, and—if so—in what manner? What are the various implications of reporting, of failing to report, and of the way in which states report? How are reports used, and by whom? Most importantly, this article questions the ultimate value of states reporting their self-defense actions to the Security Council in modern interstate relations.

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Reflecting on the strategic commitment outlined in the Plan of Action for Gender Equality (2005-2015) and the priority issues of the Commonwealth Women’s Forum, this article assesses the extent to which the Commonwealth as an institution is supporting troop and police-contributing member states in addressing the gender imbalance in peacekeeping operations. Drawing on desk-based research, interviews with international policymakers and a statistical analysis of the International Peace Institute Peacekeeping Database, the article first outlines the Commonwealth’s gender and security policy perspective before examining data sets to determine the success of Commonwealth member states in integrating women into uniformed peacekeeping contingencies between 2009 and 2015. The article observes that, in spite of a renewed optimism and drive to propel women into leadership positions in politics, the judiciary, public bodies and private companies, security sector reform and the implementation of pillar one of the UN Security Council Resolution 1325, is notably absent from the Commonwealth’s gender agenda. It is argued that this policy gap suggests that national and international security architecture is regarded as an accepted domain of masculine privilege. A lack of political will among Commonwealth Heads of Government to mainstream gender equality and facilitate structural transformation of national security organs, and a chronically under resourced Commonwealth Secretariat limits the influence of the institution to that of arms-length promoter of international norms on women, peace and security.

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O presente trabalho visa analisar quais os efeitos das sanções impostas pelos Estados Unidos da América, União Europeia e Conselho de Segurança das Nações Unidas contra a sociedade civil da República Islâmica do Irã. Inicialmente será abordado o histórico da construção das sanções, observando como se deu a relação entre os EUA e o Irã após 1979 até a imposição das mais recentes sanções, com ênfase no período pós-2009, época que apresenta uma mudança no comportamento das entidades sancionadoras. Vê-se que a política norte-americana para o Irã sempre foi baseada na dualidade entre diálogo e pressões econômicas, sendo este ultimo utilizado como ferramenta para desenvolvimento do primeiro. Em seguida se analisará todo o arcabouço jurídico construído com vistas a restringir a capacidade econômica iraniana e consequentemente sua capacidade de desenvolver seu programa nuclear. Neste capitulo é observada a amplitude que alcançaram as sanções e como estas buscam apesar de tudo gerar mecanismos de alivio a sociedade civil, deixando transparecer um discurso humanitário. O ultimo capitulo terá como ênfase os impactos das sanções na sociedade civil, nele será demonstrado que apesar das exceções legislativas, a população iraniana tem sido amplamente afetada. Através da analise de depoimentos e de noticias de periódicos serão vistas quais foram esses impactos e sua extensão. Por fim faremos um breve balanço do que fora apresentado, refletindo se quais os resultados alcançados pelas sanções e se eles superam os custos sociais impostos a população iraniana.

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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)

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Pós-graduação em História - FCHS

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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)

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Pós-graduação em Relações Internacionais (UNESP - UNICAMP - PUC-SP) - FFC

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Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)

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Pós-graduação em Relações Internacionais (UNESP - UNICAMP - PUC-SP) - FFC

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Pós-graduação em Ciências Sociais - FCLAR