978 resultados para Class II occlusion
Resumo:
O aparelho Pêndulo é eficaz na correção das más oclusões de Classe II, com comprometimento dentoalveolar superior. No entanto, a perda de ancoragem caracterizada pela mesialização dos pré-molares superiores, e pela vestibularização e protrusão dos incisivos superiores, constitui um grave efeito colateral deste dispositivo. O objetivo deste estudo foi avaliar as possíveis alterações dentárias e esquelética, sagitais e verticais, decorrentes do uso do Pêndulo modificado, ancorado em mini-implantes. Dez indivíduos foram tratados neste estudo, sendo que telerradiografias em norma lateral foram realizadas no início do tratamento, e imediatamente após a remoção do Pêndulo. Em cada indivíduo foram instalados dois mini-implantes no palato, que receberam carga imediata por meio da ativação do Pêndulo modificado, apoiado nestes dispositivos de ancoragem temporária. Nenhum dos dentes avaliados apresentou alterações verticais estatisticamente significantes; o mesmo ocorreu para as alterações esqueléticas verticais e sagitais, e para o trespasse vertical e horizontal. Com relação às alterações estatisticamente significantes, o primeiro molar superior moveu-se para distal aproximadamente 5,6mm em 6,2 meses, e com inclinação distal média de 7,100. Os segundos pré-molares superiores distalizaram em média 2,7mm e inclinaram 5,550; já os segundos molares superiores moveram-se em média 4,6mm para distal com uma inclinação de 13,700; valores estes também considerados estatisticamente significantes. O sistema de distalização de molares superiores, composto pelo Pêndulo modificado ancorado em mini-implantes, mostrou-se eficaz na correção da má oclusão de Classe II, sem produzir os efeitos de perda de ancoragem. (AU)
Resumo:
A distalização dos molares superiores é uma opção de tratamento da má oclusão de Classe II, quando o envolvimento é principalmente dentoalveolar. Dispositivos intrabucais como o aparelho Pêndulo, dispensam a colaboração do paciente quanto ao uso, porém promovem efeitos muitas vezes indesejáveis como a vestibularização dos dentes anteriores que participam na ancoragem e a inclinação dos molares distalizados. Após o surgimento dos Dispositivos de Ancoragem Temporária (DATs), como o mini-implante pode-se alcançar a ancoragem de forma previsível e eficiente. Com isto, por meio de um estudo prospectivo, foram avaliadas as alterações dentárias, promovidas pela distalização de molares superiores com um aparelho Pêndulo modificado, apoiado em dois mini-implantes instalados no palato de 10 indivíduos, sendo 2 do sexo feminino e 8 do masculino, com média de idade de 14,3 anos. A amostra foi composta por 20 modelos digitalizados em 3D, obtidos de em duas fases: no início do tratamento (T1) e após distalização com sobrecorreção de 1 mm (T2), permitindo quantificar as alterações dentárias sagitais, transversais e possíveis movimentos de rotação, angulação e movimentos verticais. Os resultados obtidos mostraram que no sentido sagital, houve uma efetiva distalização com significância estatística, para os segundos molares superiores; primeiros molares superiores em média de 4,34 mm e 3,91mm para o lado direito e esquerdo, respectivamente, e para os segundos pré-molares do lado direito e esquerdo de 2,06 mm e 1,95 mm, respectivamente. Porém, para os dentes anteriores, foi constatada a perda de ancoragem. No sentido transversal, o maior aumento ocorreu na região dos dentes posteriores. Os movimentos de rotação, angulação e vertical dos primeiros molares superiores, indicam que houve rotação mesiovestibular e inclinação distal das coroas destes dentes de ambos os lados; as medidas verticais, demonstram que houve movimento significativo apenas para o primeiro molar direito, com inclinação distal pela intrusão da cúspide distal. Este dispositivo mostrou-se eficaz na correção da Classe II em um tempo médio de 6,2 meses.(AU)
Resumo:
A distalização dos molares superiores é uma opção de tratamento da má oclusão de Classe II, quando o envolvimento é principalmente dentoalveolar. Dispositivos intrabucais como o aparelho Pêndulo, dispensam a colaboração do paciente quanto ao uso, porém promovem efeitos muitas vezes indesejáveis como a vestibularização dos dentes anteriores que participam na ancoragem e a inclinação dos molares distalizados. Após o surgimento dos Dispositivos de Ancoragem Temporária (DATs), como o mini-implante pode-se alcançar a ancoragem de forma previsível e eficiente. Com isto, por meio de um estudo prospectivo, foram avaliadas as alterações dentárias, promovidas pela distalização de molares superiores com um aparelho Pêndulo modificado, apoiado em dois mini-implantes instalados no palato de 10 indivíduos, sendo 2 do sexo feminino e 8 do masculino, com média de idade de 14,3 anos. A amostra foi composta por 20 modelos digitalizados em 3D, obtidos de em duas fases: no início do tratamento (T1) e após distalização com sobrecorreção de 1 mm (T2), permitindo quantificar as alterações dentárias sagitais, transversais e possíveis movimentos de rotação, angulação e movimentos verticais. Os resultados obtidos mostraram que no sentido sagital, houve uma efetiva distalização com significância estatística, para os segundos molares superiores; primeiros molares superiores em média de 4,34 mm e 3,91mm para o lado direito e esquerdo, respectivamente, e para os segundos pré-molares do lado direito e esquerdo de 2,06 mm e 1,95 mm, respectivamente. Porém, para os dentes anteriores, foi constatada a perda de ancoragem. No sentido transversal, o maior aumento ocorreu na região dos dentes posteriores. Os movimentos de rotação, angulação e vertical dos primeiros molares superiores, indicam que houve rotação mesiovestibular e inclinação distal das coroas destes dentes de ambos os lados; as medidas verticais, demonstram que houve movimento significativo apenas para o primeiro molar direito, com inclinação distal pela intrusão da cúspide distal. Este dispositivo mostrou-se eficaz na correção da Classe II em um tempo médio de 6,2 meses.(AU)
Resumo:
Esta pesquisa objetivou estudar cefalometricamente as estruturas dento-esqueléticas em pacientes com má oclusão de Classe II, 1º divisão, tratados por meio da distalização dos primeiros molares superiores. Foi utilizado como mecanismo distalizador a placa de Cetlin, associada à ancoragem extrabucal cérvico-occipital, até a obtenção da relação molar normal de Classe I, com ligeira sobrecorreção. A amostra deste estudo consistiu em 40 telerradiografias em norma lateral, 20 tomadas ao início do tratamento e 20 após a distalização dos molares, obtidas de 20 jovens, sendo, 6 do sexo feminino e, 14 do sexo masculino, com idade média de 11 anos e 2 meses, tratados por um período médio de 6 meses e 28 dias. Após a análise estatística do teste t pareado das mensurações obtidas, observou-se que o tratamento não influenciou significamente a maxila e mandíbula, no sentido vertical. Os primeiros molares superiores foram distalizados 3,45mm, em média, sendo que suas raízes distalizaram em média, 2,45mm, ou seja, houve uma inclinação para distal de 4,08°, em relação ao plano palatino. Um efeito adverso encontrado com relação à mecânica empregada foi a perda da ancoragem anterior, que acarretou um movimento de inclinação para vestibular dos incisivos superiores de 4,35°, com protusão de 1,7mm. A correção da relação molar de Classe II ocorreu em todos os pacientes, sendo uma técnica eficaz, porém necessitando de extrema colaboração dos pacientes e controle sobre os vetores de força aplicados aos dentes. (AU)
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O presente estudo investigou os efeitos das alterações transversais do arco dentário inferior na largura da borda WALA, ocorridos em pacientes com má oclusão classe II, divisão 1, no pré e pós-tratamento ortodôntico. Foram selecionados 36 pacientes, na faixa etária entre 12 e 15 anos e sete meses, que realizaram o tratamento ortodôntico com o emprego do aparelho pré-ajustado Straight Wire. Para avaliar o comportamento das dimensoes transversais foram mensuradas a largura do arco dentário inferior, a largura da borda wala e a distancia horizontal do ponto do eixo vestibular a borda wala por meio de um paquimetro dogital diretamente nos modelos de gesso inferiores pré e pós tratamento.
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Interaction of the αβ T cell receptor (TCR) with major histocompatibility (MHC) molecules occupied with any of a large collection of peptides derived from self proteins is a critical step in driving T cell “positive” selection in the thymus. Interaction with this same pool of self-peptide/MHC ligands deletes T cells with potential self-reactivity. To examine how T cells survive both of these processes to form a self-tolerant mature repertoire, mice were constructed whose entire class II MHC IEk specific repertoire was positively selected on a single peptide covalently attached to the IEk molecule. In these mice T cells were identified that could respond to a variant of the positively selecting peptide bound to IEk. The affinities of the TCRs from these T cells for the positively selecting ligand were extremely low and at least 10-fold less than those for the activating ligand. These results support the theory that positive selection is driven by TCR affinities lower than those involved in T cell deletion or activation and that, if present at high concentration, even very low affinity ligands can positively select.
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The evolutionary dynamics existing between transposable elements (TEs) and their host genomes have been likened to an “arms race.” The selfish drive of TEs to replicate, in turn, elicits the evolution of host-mediated regulatory mechanisms aimed at repressing transpositional activity. It has been postulated that horizontal (cross-species) transfer may be one effective strategy by which TEs and other selfish genes can escape host-mediated silencing mechanisms over evolutionary time; however, to date, the most definitive evidence that TEs horizontally transfer between species has been limited to class II or DNA-type elements. Evidence that the more numerous and widely distributed retroelements may also be horizontally transferred between species has been more ambiguous. In this paper, we report definitive evidence for a recent horizontal transfer of the copia long terminal repeat retrotransposon between Drosophila melanogaster and Drosophila willistoni.
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Split-thickness pig skin was transplanted on severe combined immunodeficient mice so that pig dermal microvessels spontaneously inosculated with mouse microvessels and functioned to perfuse the grafts. Pig endothelial cells in the healed grafts constitutively expressed class I and class II major histocompatibility complex molecules. Major histocompatibility complex molecule expression could be further increased by intradermal injection of pig interferon-γ (IFN-γ) but not human IFN-γ or tumor necrosis factor. Grafts injected with pig IFN-γ also developed a sparse infiltrate of mouse neutrophils and eosinophils without evidence of injury. Introduction of human peripheral blood mononuclear cells into the animals by intraperitoneal inoculation resulted in sparse perivascular mononuclear cell infiltrates in the grafts confined to the pig dermis. Injection of pig skin grafts on mice that received human peripheral blood mononuclear cells with pig IFN-γ (but not human IFN-γ or heat-inactivated pig IFN-γ) induced human CD4+ and CD8+ T cells and macrophages to more extensivley infiltrate the pig skin grafts and injure pig dermal microvessels. These findings suggest that human T cell-mediated rejection of xenotransplanted pig organs may be prevented if cellular sources of pig interferon (e.g., passenger lymphocytes) are eliminated from the graft.
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Selective inhibition of T cell costimulation using the B7-specific fusion protein CTLA4-Ig has been shown to induce long-term allograft survival in rodents. Antibodies preventing the interaction between CD40 and its T cell-based ligand CD154 (CD40L) have been shown in rodents to act synergistically with CTLA4-Ig. It has thus been hypothesized that these agents might be capable of inducing long-term acceptance of allografted tissues in primates. To test this hypothesis in a relevant preclinical model, CTLA4-Ig and the CD40L-specific monoclonal antibody 5C8 were tested in rhesus monkeys. Both agents effectively inhibited rhesus mixed lymphocyte reactions, but the combination was 100 times more effective than either drug alone. Renal allografts were transplanted into nephectomized rhesus monkeys shown to be disparate at major histocompatibility complex class I and class II loci. Control animals rejected in 5–8 days. Brief induction doses of CTLA4-Ig or 5C8 alone significantly prolonged rejection-free survival (20–98 days). Two of four animals treated with both agents experienced extended (>150 days) rejection-free allograft survival. Two animals treated with 5C8 alone and one animal treated with both 5C8 and CTLA4-Ig experienced late, biopsy-proven rejection, but a repeat course of their induction regimen successfully restored normal graft function. Neither drug affected peripheral T cell or B cell counts. There were no clinically evident side effects or rejections during treatment. We conclude that CTLA4-Ig and 5C8 can both prevent and reverse acute allograft rejection, significantly prolonging the survival of major histocompatibility complex-mismatched renal allografts in primates without the need for chronic immunosuppression.
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The release of cytotoxic granule contents by cytotoxic T lymphocytes triggers apoptotic target cell death. Cytotoxic granules contain a pore-forming protein, perforin, and a group of serine proteases called granzymes. We expressed human granzyme A in bacteria as a proenzyme capable of in vitro activation by enterokinase. The recombinant activated enzyme has catalytic activity against substrates with Arg, preferably, or Lys at the P1 position, comparable to trypsin. An enzymatically inactive recombinant granzyme A, with the active site Ser mutated to Ala, was produced and used with affinity chromatography to identify potential substrates. Two granzyme A-binding cytoplasmic proteins of molecular mass 33 and 44 kDa were isolated and identified by tryptic fragment sequencing as PHAP I and II, ubiquitous putative HLA-associated proteins, previously coisolated by binding to an HLA class II peptide. PHAP II forms an SDS-stable complex with recombinant mutant granzyme A and coprecipitates with it from cytoplasmic extracts. PHAP II, either purified or in cell lysates, is cleaved by the recombinant enzyme at nanomolar concentrations to a 25-kDa fragment. PHAP II begins to be degraded within minutes of initiation of cytotoxic T lymphocyte attack. PHAP I and II are candidate participants in the granzyme A pathway of cell-mediated cytotoxicity.
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For a large number of T cell-mediated immunopathologies, the disease-related antigens are not yet identified. Identification of T cell epitopes is of crucial importance for the development of immune-intervention strategies. We show that CD4+ T cell epitopes can be defined by using a new system for synthesis and screening of synthetic peptide libraries. These libraries are designed to bind to the HLA class II restriction molecule of the CD4+ T cell clone of interest. The screening is based on three selection rounds using partial release of 14-mer peptides from synthesis beads and subsequent sequencing of the remaining peptide attached to the bead. With this approach, two peptides were identified that stimulate the β cell-reactive CD4+ T cell clone 1c10, which was isolated from a newly diagnosed insulin-dependent diabetes mellitus patient. After performing amino acid-substitution studies and protein database searches, a Haemophilus influenzae TonB-derived peptide was identified that stimulates clone 1c10. The relevance of this finding for the pathogenesis of insulin-dependent diabetes mellitus is currently under investigation. We conclude that this system is capable of determining epitopes for (autoreactive) CD4+ T cell clones with previously unknown peptide specificity. This offers the possibility to define (auto)antigens by searching protein databases and/or to induce tolerance by using the peptide sequences identified. In addition the peptides might be used as leads to develop T cell receptor antagonists or anergy-inducing compounds.
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Viral proteins are not naturally selected for high affinity major histocompatibility complex (MHC) binding sequences; indeed, if there is any selection, it is likely to be negative in nature. Thus, one should be able to increase viral peptide binding to MHC in the rational design of synthetic peptide vaccines. The T1 helper peptide from the HIV-1 envelope protein was made more immunogenic for inducing T cell proliferation to the native sequence by replacing a residue that exerts an adverse influence on peptide binding to an MHC class II molecule. Mice immunized with vaccine constructs combining the more potent Th helper (Th) epitope with a cytotoxic T lymphocyte (CTL) determinant developed greatly enhanced CTL responses. Use of class II MHC-congenic mice confirmed that the enhancement of CTL response was due to class II-restricted help. Thus, enhanced T cell help is key for optimal induction of CTL, and, by modification of the native immunogen to increase binding to MHC, it is possible to develop second generation vaccine constructs that enhance both Th cell activation and CTL induction.
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We determined that a pigeon cytochrome c-derived peptide, p43–58, possesses two anchor residues, 46 and 54, for binding with the I-Ab molecule that are compatible to the position 1 (P1) and position 9 (P9) of the core region in the major histocompatibility complex (MHC) class II binding peptides, respectively. In the present study to analyze each binding site between P1 and P9 of p43–58 to either I-Ab or T cell antigen receptor (TCR), we investigated T cell responses to a series of peptides (P2K, P3K, P4K, P5K, P6K, P7K, and P8E) that sequentially substituted charged amino acid residues for the residues at P2 to P8 of p43–58. T cells from C57BL/10 (I-Ab) mice immunized with P4K or P6K did not mount appreciable proliferative responses to the immunogens, but those primed with other peptides (P2K, P3K, P5K, P7K, and P8E) showed substantial responses in an immunogen-specific manner. It was demonstrated by binding studies that P1 and P9 functioned as main anchors and P4 and P6 functioned as secondary anchors to I-Ab. Analyses of Vβ usage of T cell lines specific for these analogs suggested that P8 interacts with the complementarity-determining region 1 (CDR1)/CDR2 of the TCR β chain. Furthermore, sequencing of the TCR on T cell hybridomas specific for these analogs indicated that P5 interacts with the CDR3 of the TCR β chain. The present findings are consistent with the three-dimensional structure of the trimolecular complex that has been reported for TCR/peptide/MHC class I molecules.
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The crystal structure of an enzyme–substrate complex with histidyl-tRNA synthetase from Escherichia coli, ATP, and the amino acid analog histidinol is described and compared with the previously obtained enzyme–product complex with histidyl-adenylate. An active site arginine, Arg-259, unique to all histidyl-tRNA synthetases, plays the role of the catalytic magnesium ion seen in seryl-tRNA synthetase. When Arg-259 is substituted with histidine, the apparent second order rate constant (kcat/Km) for the pyrophosphate exchange reaction and the aminoacylation reaction decreases 1,000-fold and 500-fold, respectively. Crystals soaked with MnCl2 reveal the existence of two metal binding sites between β- and γ-phosphates; these sites appear to stabilize the conformation of the pyrophosphate. The use of both conserved metal ions and arginine in phosphoryl transfer provides evidence of significant early functional divergence of class II aminoacyl-tRNA synthetases.
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The HLA class II-associated invariant chain (Ii)-derived peptide (CLIP) occupies the peptide binding groove during assembly in the endoplasmic reticulum, travels with HLA class II to endosomal compartments, and is subsequently released to allow binding of antigenic peptides. We investigated whether the exchange of CLIP with a known T helper epitope at the DNA level would lead to efficient loading of this helper epitope onto HLA class II. For this purpose, a versatile Ii-encoding expression vector was created in which CLIP can be replaced with a helper epitope of choice. Upon supertransfection of HLA-DR1-transfected 293 cells with an Ii vector encoding a known T helper epitope (HA307–319), predominantly length variants of this epitope were detected in association with the HLA-DR1 molecules of these cells. Moreover, this transfectant was efficiently recognized by a peptide-specific T helper clone (HA1.7). The results suggest that this type of Ii vector can be used to create potent class II+ cellular vaccines in which defined T cell epitopes are continuously synthesized.