1000 resultados para Família e violência
Resumo:
Uma das mais famosas e inovadoras teses de Maquiavel é a afirmação de que as boas leis nascem dos conflitos sociais, segundo o exemplo romano das oposições entre plebe e nobres. Os conflitos são capazes de produzir ordem por conter a força constritiva própria da necessidade, que impede a ambição de reinar. Contudo, a lei não neutraliza o conflito, mas apenas lhe dá uma ordenação. A lei está, pois, exposta à história, à contínua mudança, o que significa dizer que é potencialmente corruptível. Por causa desta possibilidade, Maquiavel afirma que um Estado somente mantém sua autoridade por meio de um retorno contínuo ao momento da origem, isto é, à revivência da experiência do "medo", do "terror" e da "punição" do acontecimento originário da fundação. Assim, na origem da lei está a violência, cuja função é proporcionar a legitimação de seu exercício pelo aparato estatal como única forma de preservar da ruína a vida política.
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Como explicar o uso feito pela sociedade democrática de um vocabulário político que funciona sobre bases de alusões à família como princípio de realidade social? Atualizadas pela mídia, essas alusões (afilhado político, os pais do partido, herança partidária, herdeiro político...) oferecem uma visão esparsa de significação da democracia e revelam a existência possível de duas esferas teoricamente inconciliáveis, onde uma se realiza mascarando a outra: as idéias de democracia, partido moderno e eleições dissimulando os sinais de família, isto é, do mundo social no político. Com base numa pesquisa empírica realizada sobre a transmissão do poder político em Minas Gerais, o artigo discute um método para examinar os fundamentos da indagação acima, com reflexões sobre as fontes de dados para realizar tal estudo. Não se trata de considerar essas fontes como caso técnico, mas como uma problemática diretamente ligada à metodologia da sócio- história do político.
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O presente artigo discute a relação entre os conceitos de violência e autoridade no contexto escolar e, particularmente, na relação professor-aluno. Para tanto, contrapõe uma leitura de cunho institucional da violência escolar às abordagens clássicas da temática, demonstrando a tese de que há um quantum de violência "produtiva" embutido na ação pedagógica.
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A violência não é um tema novo na literatura e sempre suscita amplos debates. Na realidade, ela faz parte da escola como instituição social, estando presente na experiência cotidiana tanto dos agentes educativos como na dos alunos, notadamente pela profunda desigualdade social existente em alguns grupos sociais na sociedade brasileira. Como a violência se desenvolve nas práticas e ações no processo educacional? A noção de violência é comumente relacionada à sua faceta mais visível, a das cenas dos crimes urbanos e assaltos, amplamente exploradas e difundidas pela imprensa. Porém, várias são as formas pelas quais ela se realiza. Dentre estas, as mais nocivas abrigam-se na legalizada e institucionalizada, quase invisíveis aos olhos do cidadão, que não sabe se defender contra elas. A ação dos agentes educativos é uma violência institucionalizada. Mas é preciso distinguir duas ações: a que violenta os cidadãos pela reprodução da desigualdade, e a que socializa e impõe regras coletivas. A ausência da ação socializadora pode desdobrar-se em uma violência maior, pela falta de uma ética da vida. Este artigo busca contribuir para o debate sobre a questão da violência, apresentando alguns aspectos observados nas ações e práticas de agentes educativos e no cotidiano escolar.
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O objetivo deste artigo é mostrar como a insegurança e o imaginário do medo, instalados na escola e tratados usualmente do ponto de vista do poder, com medidas restritivas e isoladoras, não são despertados somente pelo exercício e pela condição da violência cotidiana, mas por um "estado de violência" - ostensivo ou dissimulado - incorporado à cultura e ao imaginário individual e social. Ambos transformam as relações sociais, provocando a busca de novos lugares de encontro, socialidade, proteção. No cotidiano das escolas, precisam ser geridos por meio de práticas simbólicas e sociais diversas, que possibilitem lidar com essas novas relações.
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O artigo trata de pesquisa realizada em uma Escola de periferia considerada problemática por receber alunos de uma gangue da cidade. Procura-se aqui complexificar o tema da violência, buscando uma maior amplitude de olhar para tal fenômeno que atinge o espaço escolar.
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Este artigo pretende analisar as relações entre mito, violência e cinema. Queremos saber que suportes a narrativa fílmica oferece para que o público, ao ver um filme, possa criar e recriar sentidos, indo além dos valores reiterados pela estrutura fílmica. A escola seria um dos espaços para que a literatura, as artes em geral, e o cinema em particular, germinassem as possibilidades de alunos e professores transformarem-se em "sujeitos imaginantes", produtores e não apenas reprodutores de sentidos.
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L'article constata la diversitat i canvi de les estructures familiars i de les diferents maneres com eduquen els pares i mares als seus fills. Fa el mateix anàlisi des de l'àmbit escolar i finalment planteja unes reflexions i interrogants sobre les noves exigències que avui demanen aquests canvis
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Aquest any al seminari que organitzem al Centre de Recerca en Estudis de les Dones Duoda de la Universitat de Barcelona, ens hem proposat interrogar-nos, una vegada més, sobre una de les realitats humanes i polítiques mes crues en què es concreta el desordre que causa en alguns homes, en el present, el que anomenem el "final del patriarcat": la violència contra les dones. Aquesta violència, que ha existit des que va sorgir el patriarcat per a intentar apoderar-se de la paraula i del sentit del ser dona en el món, és ja expressable per a moltes dones a Occident i també a Orient
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Ressenya del llibre La sociabilitat epistolar de la família Burgués de Girona (1799-1803). Es tracta d’un epistolari adreçat a un noble de rang menor i d’àmbit local, en aquest cas Girona. La intenció de l’editor és formulada ben explícitament: «Obrir una finestra al passat i posar a l’abast dels investigadors i de les persones interessades i curioses un recull de les pràctiques socials, culturals, familiars, relacionals i literàries d’una família noble de la ciutat de Girona en el trànsit del segle XVIII al segle XIX»
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Reflexiones y propuestas desarrolladas a través de una larga serie de investigaciones sobre como mejorar la convivencia educativa y prevenir los principales obstáculos, como son la exclusión y la violencia. La ponencia se estructura en cinco apartados: La exclusión y la violencia, dos problemas estrechamente relacionados; la educación familiar hoy; las condiciones de riesgo y de protección desde las familias; los principios básicos para los programas de intervención a través de la familia; los programas para familias con adolescentes en situación de riesgo desarrollados a través de la investigación-acción.
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Las muertes en el Estado español durante el 2006 debido a la violencia doméstica fue de un total de 69 mujeres, tres de las cuales residían en las Islas Baleares. Se trata de reivindicar la toma de conciencia en relación a las desigualdades por razón de sexo ya que es uno de los derechos humanos de cualquier individuo. Se debe respetar el trabajo de las mujeres que han conseguido que lo privado sea público y se exige al Gobierno que promueva leyes que provoquen igualdad; denunciando la imagen del hombre posesivo y prepotente.
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Se relatan los temas que se trataron en las jornadas llevadas a cabo en Palma de Mallorca sobre la violencia de género, organizadas por la Policía Local y el Ayuntamiento de dicha localidad. Mediante gran variedad de profesionales como policías, psicólogas, abogados, escritoras; así como des de diferentes organizaciones como Amnistía Internacional o el Instituto Balear de la Mujer, se trató el tema de la violencia contra las mujeres. Se llevaron a cabo varias propuestas tanto por parte de los profesionales como por parte de los participantes, los cuales consideran necesario trabajar de forma sistemática la discriminación y el machismo, y tratar el tema de la violencia de género como una realidad que viola los derechos humanos.
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Se comentan los aspectos más relevantes de una conferencia realizada en Palma de Mallorca a cargo de Javier Elzo, catedrático de la Universidad de Deusto (País Vasco). Se hace referencia a la juventud como una etapa de vida muy intensa, en la que los jóvenes son el reflejo de la sociedad y producto de las circunstancias que les toca vivir. Se distinguen cinco tipos de jóvenes en la actualidad, así como también los rasgos que caracterizan el perfil del joven que es más feliz que otro.
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Resumen tomado del autor