791 resultados para Área metropolitana Alicante-Elche
Resumo:
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Resumo:
Pós-graduação em Agronomia (Energia na Agricultura) - FCA
Resumo:
Este trabalho tem como objetivo analisar as perdas de água no sistema de abastecimento da COSANPA que atende a demanda da Região Metropolitana de Belém (RMB), enfatizando a importância que o processo de formação e o crescimento urbano da RMB tem em relação as perdas de água, na medida em que este processo forçou a COSANPA a atender um número cada vez maior de usuários com obras improvisadas, levando a prevalência da improvisação e do empirismo na operação deste sistema. A pesquisa foi realizada para toda a área da RMB, visto que seria impossível determinar os índices de perdas para um setor isolado, em decorrência da ausência de setorização da rede de abastecimento de água que dificulta a obtenção de informações operacionais mais precisas. A metodologia utilizada para a determinação dos índices de perdas do sistema de abastecimento de água da COSANPA na RMB, foi baseada no estudo realizado por Silva et al (1998) para o Programa Nacional de Combate ao Desperdício de Água (PNCDA) e que em 2004 foi revisado por Marcka (2004). Os resultados obtidos com a determinação dos indicadores de perdas de nível básico e médio de complexidade refletem a fragilidade da COSANPA através de elevadíssimos índices de perdas, que além de estarem relacionados a problemas estruturais, são agravados pelas deficiências operacionais deste sistema. Conclui-se que medidas como a setorização da rede de abastecimento de água, hidrometração, atualização de cadastro, uso de novas tecnologias para detecção de vazamentos e fraudes e a capacitação operacional, com a criação de manuais técnicos, são ferramentas de combate a perdas reais e aparentes que podem mudar o quadro atual da COSANPA.
Resumo:
Pós-graduação em Geociências e Meio Ambiente - IGCE
Resumo:
Este trabalho analisa estrategias de desenvolvimento urbano em areas de assentamento espontaneo tendo em vista as concepçoes de moradia, de espaço urabanizado de desenvolvimento urabano que se fazem presentes na perspectiva da populaçao moradora e de tecnicos e urbanistas quando se pensa intervençao e re-qualificaçao urbana de espaços segregados. Para a analise faz-se um estudo de caso da ocupaçao urabana do Paracuri 3, localizada no distrito de Icoaraci, Regiao Metropolitana de Belem. A metodologia utilizada pressupos a pesquisa bibliografica,a observaçao direta e a aplicaçao de questionarios com questoes semi-estruturadas com tecnicos/urbanistas e moradores. A partir das vivencias dos moradores da area e da concepçao de tecnicos que conhecem a area ou tem experiencia de trabalho na mesma, constatou-se a existencia de uma tensao entre tais concepçoes, alem da existencia de estrategias difrenciadas de desenvolvimento urbano revelada a partir dessas mesmas concepçoes.
Resumo:
Falar sobre as interrupções constantes no abastecimento de água à população dos municípios que compõem a Região Metropolitana de Belém, no Estado do Pará, que é, sem dúvida, agraciado por uma rica rede de grandes bacias hidrográficas (Bacia Amazônica, Bacia do Tocantins-Araguaia e Costeira do Nordeste Ocidental), parece ser uma grande contradição. Se o problema não está na baixa disponibilidade hídrica como ocorre em algumas regiões metropolitanas do país (São Paulo, Recife e Rio de Janeiro), por que as demandas urbanas da população residente na área de expansão da metrópole não estão sendo atendidas satisfatoriamente? Que fatores estariam comprometendo a qualidade do sistema de abastecimento de água da RMB? E como o Governo do Estado do Pará e a Prefeitura Municipal de Belém implementaram políticas voltadas para a proteção dos mananciais do Utinga, principal responsável pelo abastecimento dessa população? Essas questões, ora levantadas, refletem o ponto central desta tese que é entendermos como numa metrópole amazonida, localizada numa região rica em disponibilidade hídrica superficial e subterrânea, o sistema público de abastecimento de água potável dos mananciais do Utinga tem desafiado a cidade para sobreviver. Para tanto, foi preciso avaliar a importância de seus recursos hídricos, o grau de desenvolvimento na adoção de sua legislação ambiental e hídrica, como também na necessidade de se traçarem metas e práticas de planejamento e manejo nas bacias hidrográficas, entre elas as que são utilizadas como mananciais voltados ao abastecimento de água potável da Região Metropolitana de Belém. A questão que envolve a gestão dos recursos hídricos nas bacias hidrográficas paraenses, em particular as que são destinadas ao abastecimento da população das cidades da RMB, requer o desenvolvimento de um estudo com base na ecologia política capaz de fornecer um referencial teórico-metodológico referente ao uso das bacias hidrográficas como unidades de gestão integrada entre estado e prefeituras, bem como através da participação dos moradores e demais usuários locais da água. Portanto, o nosso objetivo fundamenta-se na necessidade de identificarmos e avaliarmos os vinte anos de políticas implementadas pelo Governo do Estado do Pará e pela Prefeitura Municipal de Belém, para proteção e gestão dos mananciais do Utinga (bacias hidrográficas dos Igarapés Murutucum e Água Preta) responsável pelo abastecimento de 70% da população da Região Metropolitana de Belém – RMB.
Resumo:
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
Resumo:
No Brasil, o processo de urbanização se mantém acelerado e apresenta grande diversidade de realidades. Sem planejamento, as cidades não tiveram a capacidade (ou não foram preparadas) para receber e atender as demandas dessa crescente população por educação, saúde, moradia, saneamento básico e de oportunidade de ocupação e geração de renda. Identificada como uma ferramenta multifuncional com potencial de suprir as carências, de parte dessa população marginalizada, a agricultura urbana e periurbana (AUP) contemporânea, ganha destaque no cenário mundial e nacional. Neste contexto, a presente dissertação teve como objetivo principal demonstrar que a agricultura urbana e periurbana praticada especificamente na área do Curuçambá em Ananindeua, município integrante da Região Metropolitana de Belém, é uma atividade capaz de contribuir com o desenvolvimento local na medida em que interfere positivamente para melhoria dos aspectos econômico, social, ambiental e alimentar e conseqüente inclusão das famílias envolvidas, e, em que pese os resultados ainda pouco expressivos, pode vir a ser uma forte alternativa, desde que sanadas as dificuldades identificadas. O presente estudo fundamenta-se na análise dos fenômenos rurais e urbanos e realiza uma pesquisa de campo para registrar a situação atual e, por meio da aplicação de um questionário, obter informações das famílias envolvidas, assim como por meio de entrevistas com as instituições locais. As informações foram complementadas com os dados oriundos da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará - EMATER, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE e da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico de Ananindeua - SEDES. Os resultados mostraram que não existem leis ou políticas públicas voltadas a agricultura urbana da área de pesquisa, e o entendimento do governo local sobre AUP é restrito. Identificou-se a ausência de saneamento, fornecimento de água e tratamento de esgoto sanitário, e as condições precárias de infraestrutura, como alternativa de transporte para o escoamento da produção, também foram evidenciados. Todavia, as atividades da AUP fazem parte da dinâmica do município por iniciativa dos citadinos, na maioria dos casos pesquisados como ocupação principal, e única fonte de renda, evidenciando além da importância que esse tipo de agricultura tem para as famílias envolvidas a potencialidade, dada a sua multifuncionalidade, em contribuir com o desenvolvimento local sustentável, tanto no aspecto social como alimentar, melhorando de maneira continuada a qualidade de vida das pessoas na cidade.
Resumo:
O objetivo desta dissertação foi verificar a importância dos fatores termodinâmicos na ocorrência de eventos extremos de precipitação na Cidade de Belém (PA) e região metropolitana, no período de agosto de 2008 a dezembro de 2009. Para tal, foram utilizados dados de precipitação e radiossondagens. Para análise das condições termodinâmicas e dinâmicas foram utilizadas imagens de satélite, cartas de superfície e análise do diagrama SKEW T LOG P. O estudo da termodinâmica da atmosfera foi realizado a luz das teorias da Energia Potencial Disponível para a Convecção (CAPE) e, também, da Energia de Inibição da Convecção (CINE). Foi utilizado o método dos decis para classificar os eventos extremos de precipitação a fim de associá-los aos valores da CAPE e da CINE com o objetivo de verificar o valor destes índices quando da ocorrência dos eventos extremos. Verificou-se que a região estudada possui forte atividade convectiva durante todo o ano, haja vista que seus valores médios mensais variam entre 900 J/kg e 1900 J/kg. Foi visto, também, que nem sempre CAPE alta e CINE baixa determinam precipitação. Esta situação determina o potencial para a convecção profunda, mas para converter este potencial em precipitação existe a necessidade da forçante dinâmica. Os resultados mostraram que quando o processo de precipitação dependeu, exclusivamente, da CAPE, foi necessário haver um valor alto para poder gerar convecção profunda e por consequência precipitação, enquanto, que no processo de precipitação com contribuição dinâmica não foi necessário um valor tão significativo da CAPE, neste caso, não ultrapassou a 1000 J/kg. A CINE esteve, sempre, menor no período chuvoso apresentando valores médios mensais menores que 300 J/kg. Isto não quer dizer que quanto menor a CINE maior será a precipitação. Quando a inibição está presente a instabilidade vai crescendo ao longo do dia determinando, com isso, nuvens com um desenvolvimento vertical mais acentuado, assim os pontos onde os inibidores enfraquecem primeiro, serão os pontos preferenciais para o disparo da tempestade. Logo, quando a instabilidade estiver alta e existir o mecanismo inibidor (CINE), em uma grande área, os locais mais propícios aos disparos das tempestades são os pontos onde a CINE e o NCE começam a diminuir e a inversão térmica, que por vezes acontece, começa a ser quebrada. Durante a execução desta pesquisa ficou claro que para a ocorrência de eventos extremos de precipitação, no período chuvoso, existe necessidade da influência da ITCZ e no período seco, conforme se observa no estudo de caso realizado para o mês de outubro o fator dinâmico que mais influencia é a Linha de Instabilidade (LI).
Resumo:
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
Resumo:
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
Resumo:
Discute-se o potencial prognóstico de índices de instabilidade para eventos convectivos de verão na Região Metropolitana de São Paulo. Cinco dos oito dias do período analisado foram considerados chuvosos, com observação de tempestades a partir do meio da tarde. O Índice K (IK) obteve valores abaixo de 31 nos 5 eventos, afetado pela presença de uma camada fria e seca em níveis médios da atmosfera em relação aos baixos níveis. O Índice Total Totals (ITT) falhou na detecção de severidade em 3 dos 5 eventos, apresentando valores inferiores ao mínimo limiar tabelado para fenômenos convectivos (ITT < 44) nesses dias. O Índice Levantado (IL) variou entre -4.9 e -4.3 em todos os 5 casos, valores associados a instabilidade moderada. O Índice de Showalter (IS) indicou possibilidade de tempestades severas em 4 dos 5 casos. Tanto o IS como o CAPE Tv tiveram seus valores fortemente reduzidos em uma sondagem com camada isotérmica entre 910 e 840 hPa. As séries temporais de CAPE Tv e IL mostraram significativa concordância de fase, com alta correlação linear entre ambas. CINE Tv ≈ 0 J kg-1 em associação com baixo cisalhamento vertical e com IS, IL e CAPE Tv, pelo menos moderados, parecem ser fatores comuns em dias de verão com chuvas abundantes e pequena influência da dinâmica de grande escala na área de estudo.
Resumo:
La Región Metropolitana de Buenos Aires (RMBA) es un espacio constitutivo de lo que se denomina geográficamente la Pampa Húmeda. La calidad del suelo y la productividad asociada a la demanda de productos hortícola-ganaderos de la Ciudad Autónoma de Buenos Aires y sus alrededores, así como a la red de transporte ferroviario, el automotor individual y de carga, fueron un conjunto de factores que organizaron y modelaron el perfil socioterritorial del área. Desde hace varias décadas se manifiesta la refuncionalización de estos tradicionales espacios rururbanos en territorios para el ocio y el esparcimiento. En este sentido en el eje oeste de la RMBA, particularmente en los partidos de Luján y General Rodríguez, beneficiados por la extensión de la traza de la Autopista del Oeste (coincidente en tramos con la Ruta Nacional No7), se materializa un conjunto de modificaciones que pone en escena el polo como deporte de elite, que si bien es tradicional en la zona, avanza cada vez más sobre la tierra productiva, encareciendo el valor del suelo y modificando la trama urbana por la necesidad de expansión de los nuevos emprendimientos asociados y el crecimiento de los barrios populares adyacentes. El trabajo se estructura en un ítem teórico que manifiesta algunos conceptos básicos que posibilitan comprender el proceso socioespacial del presente trabajo; el estudio de caso objeto de la investigación y algunos resultados preliminares y la bibliografía utilizada y recomendada
Resumo:
La presente tesis aborda el análisis de la incidencia de los procesos de metropolización surgidos en los años 90 en la costa de la Región Metropolitana de Buenos Aires como instancias de configuración y reconfiguración de los nuevos escenarios. A partir de la lectura de la relación entre la ciudad y el estuario surge un supuesto de partida: si entendemos que el territorio es parte integral de la sociedad y el estuario como un recorte territorial contextualizado, dicha relación es la expresión de una realidad construida, por lo que no puede existir separación entre el medio estuarial y lo metropolitano. El Estuario como parte integral de la metrópoli se concibe desde el momento que fue un espacio estructurante por su vocación portuaria. En otras palabras, sin estuario no hubiera habido metrópolis porque fue una valoración histórica como puerto. Pensando al estuario como una realidad construida permite que nos preguntemos ¿Cómo los actores han valorado ese territorio?: ¿cómo una mercancía donde prima el interés de la renta o como patrimonio social común donde la identidad del lugar adquiere un peso destacado? Así surgen los siguientes interrogantes: ¿cómo jugó y juega el estuario y sus vocaciones en la estructuración de la metrópolis o viceversa? ¿Cómo es el perfil de la interface entre ambos? ¿Qué clima de ideas contiene el territorio estuarial hoy? ¿Cuáles son los ejes de organización de la década de los 90 que impactaron en el espacio costero? ¿Cómo se inserta la costa en este nuevo modelo de metropolización? ¿Cuál es la nueva lectura de la costa emergente del proceso de globalización? Estos interrogantes conducen a formular la siguiente hipótesis de trabajo: La costa estuarial metropolitana responde a las características del modelo de metropolización de la década de los 90, donde la fragmentación territorial es su eje rector. Sin embargo esta fragmentación ha permitido el surgimiento de dos modelos de área costera: uno integrado a la metrópoli, donde las inversiones inmobiliarias y la desregulación y la privatización de los servicios son la dominante en la conformación de estos territorios ?desde la Ciudad Autónoma de Buenos Aires hasta Tigre-; otro, alejado del modelo metropolitano intenta su desarrollo desde las vocaciones estuariales específicas y sus herencias territoriales y sociales -desde la ciudad Autónoma de Buenos Aires hasta Berisso-, donde la escasa incorporación al modelo metropolitano se hace en forma puntual en algunos sectores (Puerto La Plata, emprendimientos inmobiliarios de Marinas, entre otros). El desarrollo de la tesis se realiza en el marco de cinco momentos que permiten definir 6 capítulos. En el primer momento se pone el acento en las cuestiones teórico-metodológicas de la tesis donde se inicia el análisis definiendo qué se entiende por espacio estuarial metropolitano intentando superar el dualismo entre el estuario y la metrópoli desde una mirada del espacio y territorio como partes integrales de la sociedad, de la costa como un recorte territorial contextualizado contiguo al frente estuarial y al estuario como forma litoral producto de relaciones sociales que construyen vocaciones litorales. Para luego abordar la trilogía clima de ideas, herencias territoriales y vocaciones, concluyendo con el planteo del juego de contrapuestos dialécticos como una instancia para descubrir el germen de considerar al territorio como patrimonio social común. En un segundo momento se trabajó con las tendencias históricas de valorización costera haciendo hincapié en las vocaciones como una lectura desde lo estuarial, para luego introducirnos en una tercera etapa en el modelo de metropolización surgido del clima de ideas de los 90. Estos tres momentos nos permitieron definir un cuarto donde se trabaja con las dos visiones antagónicas pero complementarias del territorio estuarial metropolitano: el caso representativo del modelo territorial costero de los 90 (el escenario emblemático de la posmodernidad de Puerto Madero) y su contrapuesto (los territorios del anonimato desde la producción del vino de la costa). Así llegamos a plantear, en un quinto momento, el comienzo de un camino inverso: pensar desde el territorio para llegar a lo espacial como corolario de entender el juego de contrapuestos dialéctico de los lugares, que permitirá sentar las bases para considerar al territorio como Patrimonio social común
Resumo:
La presente tesis aborda el análisis de la incidencia de los procesos de metropolización surgidos en los años 90 en la costa de la Región Metropolitana de Buenos Aires como instancias de configuración y reconfiguración de los nuevos escenarios. A partir de la lectura de la relación entre la ciudad y el estuario surge un supuesto de partida: si entendemos que el territorio es parte integral de la sociedad y el estuario como un recorte territorial contextualizado, dicha relación es la expresión de una realidad construida, por lo que no puede existir separación entre el medio estuarial y lo metropolitano. El Estuario como parte integral de la metrópoli se concibe desde el momento que fue un espacio estructurante por su vocación portuaria. En otras palabras, sin estuario no hubiera habido metrópolis porque fue una valoración histórica como puerto. Pensando al estuario como una realidad construida permite que nos preguntemos ¿Cómo los actores han valorado ese territorio?: ¿cómo una mercancía donde prima el interés de la renta o como patrimonio social común donde la identidad del lugar adquiere un peso destacado? Así surgen los siguientes interrogantes: ¿cómo jugó y juega el estuario y sus vocaciones en la estructuración de la metrópolis o viceversa? ¿Cómo es el perfil de la interface entre ambos? ¿Qué clima de ideas contiene el territorio estuarial hoy? ¿Cuáles son los ejes de organización de la década de los 90 que impactaron en el espacio costero? ¿Cómo se inserta la costa en este nuevo modelo de metropolización? ¿Cuál es la nueva lectura de la costa emergente del proceso de globalización? Estos interrogantes conducen a formular la siguiente hipótesis de trabajo: La costa estuarial metropolitana responde a las características del modelo de metropolización de la década de los 90, donde la fragmentación territorial es su eje rector. Sin embargo esta fragmentación ha permitido el surgimiento de dos modelos de área costera: uno integrado a la metrópoli, donde las inversiones inmobiliarias y la desregulación y la privatización de los servicios son la dominante en la conformación de estos territorios ?desde la Ciudad Autónoma de Buenos Aires hasta Tigre-; otro, alejado del modelo metropolitano intenta su desarrollo desde las vocaciones estuariales específicas y sus herencias territoriales y sociales -desde la ciudad Autónoma de Buenos Aires hasta Berisso-, donde la escasa incorporación al modelo metropolitano se hace en forma puntual en algunos sectores (Puerto La Plata, emprendimientos inmobiliarios de Marinas, entre otros). El desarrollo de la tesis se realiza en el marco de cinco momentos que permiten definir 6 capítulos. En el primer momento se pone el acento en las cuestiones teórico-metodológicas de la tesis donde se inicia el análisis definiendo qué se entiende por espacio estuarial metropolitano intentando superar el dualismo entre el estuario y la metrópoli desde una mirada del espacio y territorio como partes integrales de la sociedad, de la costa como un recorte territorial contextualizado contiguo al frente estuarial y al estuario como forma litoral producto de relaciones sociales que construyen vocaciones litorales. Para luego abordar la trilogía clima de ideas, herencias territoriales y vocaciones, concluyendo con el planteo del juego de contrapuestos dialécticos como una instancia para descubrir el germen de considerar al territorio como patrimonio social común. En un segundo momento se trabajó con las tendencias históricas de valorización costera haciendo hincapié en las vocaciones como una lectura desde lo estuarial, para luego introducirnos en una tercera etapa en el modelo de metropolización surgido del clima de ideas de los 90. Estos tres momentos nos permitieron definir un cuarto donde se trabaja con las dos visiones antagónicas pero complementarias del territorio estuarial metropolitano: el caso representativo del modelo territorial costero de los 90 (el escenario emblemático de la posmodernidad de Puerto Madero) y su contrapuesto (los territorios del anonimato desde la producción del vino de la costa). Así llegamos a plantear, en un quinto momento, el comienzo de un camino inverso: pensar desde el territorio para llegar a lo espacial como corolario de entender el juego de contrapuestos dialéctico de los lugares, que permitirá sentar las bases para considerar al territorio como Patrimonio social común