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Resumo:
El estudio se hizo durante el Crucero de Evaluación de la Biomasa Desovante de Anchoveta y Sardina BIC Humboldt 9508-09. Los volúmenes de plancton superficial para agosto-setiembre de 1995 fluctuaron entre 0,1 y 4,6 mL/m3. Las mayores concentraciones en biomasa, fueron localizadas dentro de las 30 mn, con un predominio del fitoplancton en el 50% de las estaciones. Las especies que tipificaron este ambiente, dentro de las 30 mn, correspondieron a diatomeas de alta tasa de reproducción, que constituyen la dieta de los peces fitoplanctófagos, composición que se vio alterada por la presencia de especies oceánicas, hasta muy cerca de la costa, principalmente entre Huarmey y Pucusana. A 10 m de profundidad se identificó un total de 70 especies de fitoplancton: 47 diatomeas, 15 dinoflagelados, 3 cocolitofóridos , 3 fitoflagelados y 2 silicoflagelados. Las diatomeas y el nanoplancton fueron los grupos taxonómicos más importantes, hasta con el 90% de dominancia. Los dinoflagelados y silicoflagelados fueron poco numerosos. Las mayores concentraciones celulares promedio (20.000 cel/50 mL) se encontraron cerca de la costa, con máximos de hasta 60.000 cel/50 mL en la región norte. El dinoflagelado Protoperidinium obtusun indicador de aguas costeras frías (ACF), estuvo restringido a la franja costera, ampliando su distribución hasta por fuera de las 30 mn entre Salaverry y Punta Falsa.
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Este trabalho teve por objetivo verificar se existem efeitos da sazonalidade e do tamanho da planta hospedeira na ocorrência de galhas de Cecidomyiidae (Diptera) em Piper arboreum (Piperaceae). O estudo foi conduzido mensalmente de setembro/2006 a agosto/2007, em uma área remanescente de Mata Mesófila Semidecídua em Goiânia, Goiás, Brasil. Em cada coleta, 10 indivíduos da planta hospedeira foram escolhidos aleatoriamente, e a altura, o número total de folhas, o número de folhas com galhas e o número de galhas por folhas foram estimados. A abundância de galhas variou significativamente durante o período de estudo, sendo que a maior abundância foi encontrada no início da estação chuvosa. A altura da planta hospedeira e o número de folhas por indivíduo também estiveram positivamente e significativamente relacionados com a abundância de galhas, uma vez que, plantas maiores oferecem maior disponibilidade de recursos e sítios de oviposição. Os resultados do presente estudo apontam que a sazonalidade pode ser tão determinante na abundância de galhas quanto os padrões arquitetônicos da planta hospedeira. As mudanças sazonais podem influenciar diretamente o desenvolvimento da planta hospedeira e assim, alterar a quantidade e a qualidade dos nutrientes oferecidos aos insetos galhadores.
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La fauna acompañante en la pesca de arrastre de la merluza, varía en su composición especiológica, distribución batimétrica, latitudinal y estacional de acuerdo a las condiciones de medio marino. Para el invierno de 1996, se analiza la ocurrencia de la fauna marina de aguas tropicales y templadas, entre Punta Capones y el Puerto de Chimbote durante el Crucero de Evaluación de la Merluza BIC SNP-1 9607-08, empleando una red de fondo tipo Granton 400/127. Se capturaron 69 especies: 56 peces, 4 crustáceos, 5 moluscos, un equinodermo, un cnidario y un cordado. La mayor riqueza íctica se encontró al norte del paralelo 6°S. La captura total en el área estudiada fue de 20.021,43 kg de peces (99%) y 211,24 kg (1%) de invertebrados. La merluza Merluccius gayi peruanus, destaca por su abundancia y frecuencia, se capturaron 18.501,52 kg (91,4% del volumen total). Entre los elasmobranquios, destaca la "raya águila" Myliobatis chilensis y dentro de los teleósteos (peces óseos), los Pisciformes con 19 spp., siendo la familia Sciaenidae la mejor representada con 7 especies.
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Describe la exploración bio oceanografía efectuada a bordo del "Explorador" tuvo como principal objetivo el comportamiento de los cardúmenes de anchoveta y determinar desove, relacionándolos con los principales factores abioticos en la zona Supe - Pisco, hasta una distancia de 60 millas náuticas de ka cista, El crucero comprendió un rastreo entre Supe Callao - Pucusana con un total de 49 estaciones distribuidas en 6 perfiles y un zig zag costero.
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Da a conocer los resultados preliminares de la evaluación de la población de concha de abanico en el área de Callao, efectuada entre el 10 y 16 de mayo de 1995, con la finalidad de estimar la magnitud del stock y determinar las características del recurso en relación al ambiente marino. Para el estudio, se empleó el método de muestreo estratificado al azar. Como resultado de la investigación, se obtiene que la disponibilidad y biomasa del recurso fue baja por lo que se recomienda intensificar el control de la talla mínima de extracción.
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Contiene los resultados del monitoreo biológico - pesquero de concha de abanico efectuado en el área de Pisco entre enero y abril de 1995 y de la población en Bahía Independencia entre el 18 de marzo y el 06 de abril del mismo año. Para el estudio, se realizó un muestreo biológico y biométrico de los centros de desembarque a fin de conocer el desarrollo y comportamiento del recurso, así como prospecciones de evaluación para determinar la distribución, concentración y magnitud poblacional en estas áreas.
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Contiene información científica sobre el recurso concha de abanico, proveniente de la evaluación efectuada en el Callao en Julio de 1985. El estudio comprende los bancos naturales originales de este especie y su área de ampliación propiciada por el fenómeno El Niño (1982-1983), cuyas condiciones fueron favorables para el desarrollo e incremento de su producción. Sin embargo, el estudio concluye que el exceso de campañas de extracción con rastra (arte de pesca), generó una merma en la población del recurso por falta de regulaciones adecuadas para una extracción sostenida.
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Presenta los resultados de la evaluación de la población de la concha de abanico con la finalidad de estimar la magnitud del stock y determinar las características del recurso en relación al ambiente marino, como base para las medidas de ordenamiento pesquero. La prospección se realizó a bordo de dos botes marisqueros en las estaciones oceanográficas, en tres áreas de Chimbote: I. Santa, B. Samanco y B. Los Chimus.
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As Mudanças Climáticas foram reconhecidas pela primeira vez como um problema maior e de envergadura mundial em 1979, durante a primeira conferência climática organizada em Genéve pela Organização Meteorológica Mundial (OMM). Nesta ocasião foi dado um alerta aos governos para que juntos lutassem para evitar que actividades de origem antrópica contribuíssem para aumentar a emissão de GEE, susceptível de pôr em perigo a Humanidade inteira. Reconhecendo que as mudanças climáticas e seus efeitos adversos representam uma preocupação para a humanidade, a Convenção Quadro das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (CCNUCC), foi aberta a assinatura em 1992, durante a Cimeira da Terra, no Rio de Janeiro. O objectivo último desta Convenção é estabilizar as concentrações de gases com efeito de estufa (GEE) na atmosfera a níveis que acautelariam a interferência antrópica no clima da Terra. Cabo Verde ratificou a Convenção Quadro das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas a 29 de Março de 1995, que entrou em vigor a 22 de Junho do mesmo ano. Na condição de Parte Contratante da Convenção, Cabo Verde assumiu nesta data o compromisso de formular uma Comunicação Nacional à Conferência das Partes (CdP). Em 2000, Cabo Verde apresentou a sua Primeira Comunicação bem como a sua Estratégia Nacional e Plano de Acção sobre Mudanças Climáticas. Para a elaboração desses instrumentos, teve-se em conta os diversos estudos efectuados pelos diferentes sectores respeitantes a inventários dos GEE, análise de vulnerabilidade, adaptação e mitigação. A Comunicação Nacional relata a realidade cabo-verdiana no seu processo de desenvolvimento sustentável, dos seus problemas de vulnerabilidade e possível adaptação, os procedimentos relacionados com a emissão dos GEE nos diversos sectores, projecta cenários de emissão, propõe políticas e medidas de atenuação, e analisa as necessidades técnicas e financeiras para o desenvolvimento e implementação do Plano Nacional de Mitigação. Por sua vez a Estratégia e Plano de Acção Nacional sobre as Mudanças Climáticas, define as opções e estratégias de intervenção e apresenta um plano de acção com os respectivos projectos de atenuação e mitigação dos impactes das mudanças climáticas em Cabo Verde. No âmbito da implementação dos compromissos assumidos na Convenção, o governo de Cabo Verde, com o apoio do Fundo Mundial para o Ambiente (FMA) e do SNU, iniciou o projecto com vista a avaliar as capacidades nacionais no domínio da gestão do ambiente global e a reforçar as suas capacidades individuais, institucionais e sistémicas de forma a proporcionar uma melhor gestão do ambiente no quadro da redução da pobreza e desenvolvimento sustentável. Neste contexto, o projecto de auto-avaliação do reforço de capacidades para a gestão ambiental global (NCSA), através deste relatório, permitirá a formulação de uma estratégia e de um plano de acção visando o reforço das capacidades no domínio das Convenções Internacionais, particularmente as relativas a mudanças climáticas, biodiversidade e desertificação. A gestão do projecto está a cargo de um Comité de Pilotagem e de Coordenação e de um grupo restrito do projecto. Para a realização das actividades a coordenação do projecto recruta consultores por um período determinado, que trabalham especificamente nas três convenções: Convenção Quadro das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas Convenção sobre a Biodiversidade Convenção sobre a Desertificação Estes relatórios serão validados pelo Comité de Pilotagem. Este relatório relativo as Mudanças Climáticas, fará em primeiro lugar um resumo histórico dos engajamentos e objectivos da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, e do Protocolo de Kyoto, para seguidamente tratar os seguintes pontos: As obrigações das Partes As estratégias ou políticas nacionais para responder de forma eficaz às obrigações O nível das políticas (executadas ou não executadas) Os constrangimentos e dificuldades encontrados durante a implementação das obrigações e dos engajamentos da Convenção As sinergias e os pontos intersectoriais das três Convenções Este estudo será um suporte para futuros estudos no âmbito do NCSA, sobretudo no quadro do reforço das capacidades a nível sistémico, institucional e individual.
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Se presentan en variaciones estacionales y se discuten las interrelaciones entre el medio ambiente y la productividad durante agosto de 1972 - junio 1973 en el área de 06° - 09°S, la cual es un importante centro de afloramiento. Este estudio forma parte de las investigaciones que se realizan en dicha área a través del proyecto OEA/ IMARPE. Las temperaturas en la superficie del mar se desarrollaron por encima del promedio hasta marzo de 1973, restableciéndose las condiciones oceanográficas en abril de ese año. En diciembre se observó un cambio brusco en las condiciones oceanográficas debido a la presencia de las aguas de la región ecuatorial las cuales avanzaron hasta Huarmey (10°S) en forma de una lengua costera con temperaturas de 23 - 25 °C, salinidades de 34.0 - 34.8‰, bajo contenido de nutrientes y pobre productividad, afectando la distribución y/o disponibilidad de la fauna marina. En la superficie del mar se halló la relación P: N: Si promedio de 1: 9.5: 8.3, lo cual hace pensar que los silicatos pueden llegar a ser limitantes en la producción fotosintética. La clorofila "a" lejos de la costa presentó concentraciones bajas y relativamente uniformes con la profundidad, con un promedio de 0.60 ug/L en la columna 0-25 m, mientras que cerca de la costa su distribución vertical fue irregular presentando también valores bajos con relación al promedio del área debido a los efectos del Fenómeno El Niño de 1972-73.
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El lenguado común, Paralichthys adspersus (Steindachner), es una especie que se captura frecuentemente en la pesca artesanal costera y se distribuye latitudinalmente a lo largo del litoral peruano; longitudinalmente puede alejarse hasta la isóbata de 200 m, por influencia del calentamiento de las aguas, sobre todo durante los eventos El Niño. Dado el interés comercial que este lenguado representa se consideró conveniente efectuar un estudio biológico-pesquero, el mismo que se realizó en el Laboratorio IMARPE de San José, durante los años de 1991 a 1997, a base de muestreos realizados en el área de pesca de Lambayeque (6° a 7°20' 5). Se le determinó como pez predador de las especies de peces que comparten su habitat. En las muestras capturadas no se registró el estadía gonadal inmaduro (I). La mayor frecuencia del estadío desovante (VI) ocurre entre los meses de octubre y febrero (primavera-verano), considerada como la época de reproducción. siendo la talla media de desove de 60,4 cm para las hembras y 43,1 cm para los machos. En las muestras no se hallaron peces con edades de 1 y 2 años, posiblemente debido a la selectividad de las redes de pesca. En los machos e registraron tallas menores, con edades hasta de 5 años; y las hembras tuvieron tallas mayores y edades hasta de 9 años. Los parámetros de crecimiento fueron calculados en L = 87,8 cm; P = 9,118 g; K= 0,20 y to = 0,46. Los índices de abundancia relativa, estimados como captura/viaje, por caletas o lugar de desembarque, fueron calculados entre 1 78,1 kg en Puerto Pizarro y O, 9 kg en Parachique y con promedios generales por caleta de 21,8 kg/viaje de pesca, 14,5 kg/ día de pesca y 314 kg/mes-caleta. Para el área de Lambayeque los índices variaron de 70,1 a 31,5 kg/lancha-mes y de 30,8 a 11,8 kg/viaje-mes, para los años 1991-1997, siendo los años de 1996 y 1997 los que presentaron los más bajos índices.
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EL primer punto de la investigación se encarga de determinar las características del área de estudio. Como segundo punto se ubican taxonómicamente las especies, este aspecto que es ampliamente detallado en el trabajo.
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Los principales resultados de la exploracíón del área entre Pto, Pizarro y Chímbote, entre las 20 y las 200 brazas de profundidad, fueron: Las mayores concentraciones demersales ocurrieron al norte de Salaverry donde el contenido de oxígeno en el fondo fue mayor de 0,6 m1/1. Se calculó la biomasa total de peces demersales en 2 millones de toneladas de las cuales 0,8 millones correspondieron a la merluza siguiendo en importancia el vocador, la cabrílla, la doncella y los congrios. Se hace notar la conveniencia de refinar los métodos de evaluación incluyendo una mejor estimación de los factores de eficiencia usados en el modelo de área barrida . Las condiciones oceanográficas del área al tiempo de la exploración se consideran dentro de lo normal con temperaturas favorables debidas a intensos afloramientos.
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El pectinido Argopecten purpuratus es uno de los moluscos comerciales más importantes del área pesquera de Pisco. El esfuerzo de pesca ha crecido violentamente durante la última década con el resultado que en las capturas predominan los individuos jóvenes y pequeños. Con frecuencia no se da cumplimiento al dispositivo legal que limita el desembarque a individuos mayores de 55 mm.. A f in de describir la actual situación del stock de conchas de abanico en el área de Pisco, fue necesario obtener datos de los desembarques de invertebrados. Para lo cual se tomaron algunas muestras al azar que coincidieron con los datos suministrados por el. Laboratorio de Pisco, del Instituto del Mar del Perú (IMARPE). La composición de tamaños en las capturas se obtuvo mediante viajes con los pescadores. Los datos de crecimiento se obtuvieron mediante tres métodos: 1. El ''método de Petersen", 2. Lectura de anillos de crecimiento, y 3. Un experimento de cultivo de 3 meses. Los resultados indican que el Argopecten purpuratus es un pectínido de crecimiento relativamente rápido. Conchas de abanico jóvenes de 40-50 mm. de altura de la concha crecen cerca de 4-5 mm por mes en el verano. Un cálculo basado en los anillos de crecimiento indica que estas conchas de abanico alcanzan la altura de 40-50 mm en un año y la de 75-80 mm en dos. Finalmente, se obtuvo datos de captura por unidad de esfuerzo, de captura por área y de la densidad de la población en las áreas principales de pesca . Se llega a la conclusión que el actual stock de conchas de abanico está sobrepescado. Si se mantiene la misma intensidad de pesca debe esperarse una disminución del rendimiento. Se recomienda por lo tanto que se eleve el tamaño mínimo legal de 55 mm a 70 mm de altura de la concha, Esto debe conducir a un aumento de la biomasa y una mayor fecundidad del stock con el resultado de un aumento del rendimiento después de un periodo preliminar de bajas capturas.
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La distribución y la talla de la merluza Merluccius gayi peruanus, frente a la costa peruana, exhiben dos patrones: (a) La distribución está determinada por la variación de la Corriente de Cromwell, causada por cambios estacionales (invierno - verano) y a efectos interanuales relacionados con El Niño; (b) Las tallas están relacionadas a la latitud, con individuos grandes en el norte y más pequeños al sur. Desde el inicio de la fuerte pesquería de arrastre de fondo en 1973, la merluza peruana ha sufrido reducción en la biomasa, además de cambios en la distribución y en la estructura poblacional. En este estudio se ha utilizado información obtenida en los cruceros de los años 1970, y también la frecuencia de longitudes y características biológicas anotadas por las flotas activas en diferentes latitudes, y colectadas por el Instituto del Mar del Perú (IMARPE) en Paita (5°S), Chimbote (9°S) y Callao (12°S). Los datos sobre distribución de la merluza adulta obtenidos de cruceros científicos en diferentes períodos, y un tratamiento separado de longitudes registradas en varios puertos, permitieron reconstruir la distribución de tallas en la serie de tiempo para los tres puertos de desembarque mencionados. Durante los años 1970 se halló merluzas grandes, con talla media >40 cm (edad 4+), hasta el Callao por el sur. Se discute la presencia de estas tallas en aquella área con relación al efecto directo de las pesquerías combinadas de arrastre y cerco, sobre la biomasa de esta especie y su rango de distribución. Se discuten posibles efectos indirectos sobre la merluza, a corto y largo plazo, ocasionados por cambios en biomasa y distribución de la anchoveta, y por los cambios a largo plazo (decadales) del ambiente físico.