1000 resultados para Aristóteles (0384-0322 a.C.)


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OBJETIVO: Estimar a prevalência das infecções pelo HIV, vírus das hepatites B e C, e da sífilis em moradores de rua. MÉTODOS: Estudo transversal com intervenção educativa, realizado no município de São Paulo, de 2002 a 2003. Selecionou-se amostra de conveniência de moradores de rua que utilizavam albergues noturnos, segundo os critérios: >18 anos e não apresentar distúrbios psiquiátricos. Em entrevistas, foram coletados dados sociodemográficos e de comportamento, e realizados exames laboratoriais para HIV, hepatite B e C e sífilis, e aconselhamento pós-teste. RESULTADOS: Participaram 330 usuários dos albergues, com 40,2 anos (média), 80,9% homens, nas ruas, em média, há um ano. Observaram-se prevalências de 1,8% de HIV, 8,5% de vírus de hepatite C, 30,6% de infecção pregressa por hepatite B, 3,3% de infecção aguda ou crônica pelo vírus hepatite B e 5,7% de sífilis. Uso consistente de preservativo foi referido por 21,3% e uso de droga injetável, por 3% dos entrevistados. A positividade para HIV foi de 10% e 50% para vírus da hepatite C entre usuários de drogas injetáveis, versus 1,5% para HIV e 7,3% para hepatite C nos demais, evidenciando associação entre esse vírus e uso de droga injetável. Prisão anterior foi referida por 7,9% das mulheres e 26,6% dos homens, com prevalência de 2,6% para HIV e 17,1% para vírus da hepatite C. CONCLUSÕES: As elevadas prevalências de HIV e vírus de hepatite B e C requerem programas de prevenção baseados na vacinação contra hepatite B, diagnóstico precoce dessas infecções e inserção dos moradores de rua em serviços de saúde.

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OBJETIVO: Descrever o perfil de usuários de drogas injetáveis vivendo com HIV/Aids e estimar a prevalência de hepatites B e C nesse grupo. MÉTODOS: Estudo transversal realizado com 205 pessoas vivendo com HIV/Aids, usuários de drogas injetáveis em acompanhamento em três unidades de atendimento da rede pública do Município de São Paulo, em 2003. Foi selecionada amostra não-probabilística, obtida de forma consecutiva e voluntária, nos dias em que compareciam para consulta nas unidades de atendimento. Por meio de entrevistas, foram levantados dados pessoais e informações sobre comportamento sexual, uso de drogas e conhecimento de hepatites. Foram realizados testes para detecção da infecção pelos vírus das hepatites B e C. RESULTADOS: Dos entrevistados, 81% eram homens e 19% mulheres, com idade média de 39 anos (dp=6,1) e seis anos de educação formal (dp=2,0). Não havia diferença em relação ao estado marital entre os sexos, 48% eram solteiros, 42% casados e 8% divorciados. A idade média do primeiro uso de tabaco, álcool e drogas ilícitas foi 13, 15 e 18 anos, respectivamente. Prevalências de hepatites B e C foram, respectivamente, de 55% (IC 95%: 49;63) e 83% (IC 95%: 78;88). Antes de usar droga injetável pela primeira vez, 80% dos respondentes não tinham ouvido falar de hepatites B e C. CONCLUSÕES: A alta prevalência de hepatites B e C e o baixo nível de conhecimento sobre a doença justificam a inclusão de esclarecimentos sobre as infecções hepáticas e de vacinação contra hepatite B nas estratégias de redução de danos pelo HIV.

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Trabalho Final de Mestrado para obtenção do grau de Mestre em Engenharia Mecânica

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(...) Tal como os babilónios, os maias do México e da América Central criaram um sistema de numeração posicional. A diferença é que o sistema era vigesimal, de base 20. Os maias também recorriam ao zero para a escrita dos números e utilizavam dois tipos de dígitos (...) O sistema de numeração indiano acabou por evoluir de um sistema do tipo grego para um sistema do tipo babilónico (...) Os indianos encararam com naturalidade a existência de números negativos, bem como da reta numérica em que o zero assumia finalmente o estatuto de número com a posição estratégica de separar os números positivos dos negativos. (...) A própria palavra “zero” tem raízes hindu-árabes. O nome indiano para zero era sunya, que significava “vazio”. Os árabes transformaram-no em sifr. Por sua vez, os ocidentais adotaram uma designação que soasse a latim – zephirus, que é a raiz da nossa palavra “zero”. (...) No Ocidente, o medo do infinito e o horror ao vazio perpetuaram-se durante séculos. Partindo do universo pitagórico, Aristóteles e Ptolemeu defendiam um cosmos finito em extensão, mas cheio de matéria. O universo estava contido numa “casca de noz” revestida pela esfera das estrelas fixas. (...) A falta do zero não só impediu o desenvolvimento da Matemática no Ocidente como, indiretamente, introduziu alguma confusão no nosso calendário. Todos nos lembramos das dúvidas que surgiram com a viragem recente de século e milénio: deveríamos festejar a mudança de século e milénio na passagem de ano de 1999 para 2000 ou de 2000 para 2001? A resposta correta é a segunda opção e a justificação é simples: o nosso calendário não contempla o zero. (...) Com o Renascimento, o universo de casca de noz partiu-se, o vazio e o infinito ultrapassaram por completo os preconceitos da fundação aristotélica da Igreja e abriram caminho para um desenvolvimento notável da ciência e, em particular, da Matemática. O zero assumiu um papel chave no desenvolvimento de várias áreas da Matemática, entre elas destaca-se o cálculo diferencial e integral. O edifício matemático, que outrora tinha sido alicerçado partindo da necessidade de contar ovelhas e demarcar propriedades, erguia-se agora bem alto: as regras da Natureza podiam ser descritas por equações e a Matemática era a chave para desvendar os segredos do Universo. (...) O zero não pode ser ignorado. De facto, o zero está na base de muitos dos segredos do Universo, a desvendar neste novo milénio.

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Rationale: Omega 3 fatty acids have been shown to be of potential benefit in patients with CD. The aim of the present study was to evaluate whether EPA can modulate the inflammatory response according to different genotypes of IL6G174G/C polymorphism. Methods: Peripheral blood cells were collected from CD patients with different genotypes for IL6 174G/C (GG, n = 16, GC, n = 8, CC, n = 7), and lymphocytes were established in culture media. Replicates with the addition of EPA (25 mM) were analysed in a period of 24h, 48h and 72h. Expression of IL6 e a PGE2 was assessed by ELISA. Apoptosis and cellular proliferation was determined by flow cytometry.

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Mestrado em Controlo e Gestão dos Negócios

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OBJETIVO: Estimar a prevalência e fatores associados à infecção pelo vírus da hepatite C em usuários de drogas e identificar os genótipos e subtipos virais circulantes. MÉTODOS: Estudo realizado com 691 usuários de drogas de 26 centros de tratamento de uso de drogas filantrópicos, particulares e públicos de Goiânia (GO) e Campo Grande (MS), entre 2005 e 2006. Dados sociodemográficos e fatores de risco para infecção pelo HCV foram obtidos por meio de entrevistas. Amostras sangüíneas foram testadas para a detecção de anticorpos para o HCV. As amostras positivas foram submetidas à detecção do RNA-HCV pela reação em cadeia da polimerase com iniciadores complementares às regiões 5' NC e NS5B do genoma viral e genotipadas pelo line probe assay (LiPA) e por seqüenciamento direto, seguido de análise filogenética. Prevalência e odds ratio foram calculados com intervalo de 95% de confiança. Os fatores de risco com p<0,10 pela análise univariada foram analisados por regressão logística hierárquica. Valores de p<0,05 foram considerados estatisticamente significantes. RESULTADOS: A prevalência para anti-HCV foi 6,9% (IC 95%: 5,2;9,2). A análise multivariada de fatores de risco indicou que idade superior a 30 anos e uso injetável de drogas se mostraram associados à infecção pelo HCV. O RNA-HCV foi detectado em 85,4% (41/48) das amostras anti-HCV positivas. Trinta e três amostras foram do genótipo 1 pelo LiPA, subtipos 1a (63,4%) e 1b (17,1%), e 8 (19,5%) do genótipo 3, subtipo 3a. A análise filogenética da região NS5B mostrou que 17 (68%), 5 (20%) e 3 (12%) amostras foram dos subtipos 1a, 3a e 1b, respectivamente. CONCLUSÕES: Os resultados mostram uma prevalência elevada da infecção e do subtipo 1a do HCV em usuários de drogas, sendo o uso injetável de drogas o principal fator de risco para essa infecção.

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We use a two-dimensional (2D) elastic free energy to calculate the effective interaction between two circular disks immersed in smectic-C films. For strong homeotropic anchoring, the distortion of the director field caused by the disks generates topological defects that induce an effective interaction between the disks. We use finite elements, with adaptive meshing, to minimize the 2D elastic free energy. The method is shown to be accurate and efficient for inhomogeneities on the length scales set by the disks and the defects, that differ by up to 3 orders of magnitude. We compute the effective interaction between two disk-defect pairs in a simple (linear) configuration. For large disk separations, D, the elastic free energy scales as similar to D-2, confirming the dipolar character of the long-range effective interaction. For small D the energy exhibits a pronounced minimum. The lowest energy corresponds to a symmetrical configuration of the disk-defect pairs, with the inner defect at the mid-point between the disks. The disks are separated by a distance that, is twice the distance of the outer defect from the nearest disk. The latter is identical to the equilibrium distance of a defect nucleated by an isolated disk.

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5-Monocyclopentadienyliron(II)/ruthenium(II) complexes of the general formula [M(5-C5H5)(PP)(L1)][PF6] {M = Fe, PP = dppe; M = Ru, PP = dppe or 2PPh3; L1 = 5-[3-(thiophen-2-yl)benzo[c]thiophenyl]thiophene-2-carbonitrile} have been synthesized and studied to evaluate their molecular quadratic hyperpolarizabilities. The compounds were fully characterized by NMR, FTIR and UV/Vis spectroscopy and their electrochemical behaviour studied by cyclic voltammetry. Quadratic hyperpolarizabilities () were determined by hyper-Rayleigh scattering measurements at a fundamental wavelength of 1500 nm. Density functional theory calculations were employed to rationalize the second-order non-linear optical properties of these complexes.

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O estudo teve por objetivo estimar a prevalência da infecção e genótipo do vírus da hepatite C (HCV), bem como determinar a subnotificação de casos. O total de 115.386 gestantes atendidas pelo Programa Estadual de Proteção à Gestante de Mato Grosso do Sul foi submetido à coleta de sangue para a detecção de anti-HCV, de 2005 a 2007. A prevalência da infecção pelo HCV foi de 1,07 casos/1.000. As amostras positivas foram submetidas à detecção do HCV-RNA e genotipadas. O genótipo 1 foi encontrado em 73% das amostras, 24,3% pertenciam ao genótipo 3 e 2,7% ao genótipo 2. A subnotificação de casos de hepatite C foi de 35,5%.

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OBJECTIVE: To perform a systematic review of the prevalence of the HCV/ S. mansoni co-infection and associated factors in Schistosoma mansoni -infected populations. METHODS: The bibliographic search was carried out using the Medline, Lilacs, SciELO, Cochrane Library and Ibecs databases. The criteria for the studies' selection and the extraction data were based on systematic review methods. Forty five studies were found, with nine being excluded in a first screening. Thirteen articles were used for data extraction. RESULTS: The HCV infection rates in schistosomiasis populations range from 1% in Ethiopia to 50% in Egypt. Several studies had poorly defined methodologies, even in areas characterized by an association between hepatitis C and schistosomiasis, such as Brazil and Egypt, which meant conclusions were inconsistent. HCV infection rates in schistosomotic populations were heterogeneous and risk factors for acquiring the virus varied widely. CONCLUSIONS: Despite the limitations, this review may help to identify regions with higher rates of hepatitis C and schistosomiasis association. However, more studies are necessary for the development of public health policies on prevention and control of both diseases.

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The Journal of Biological Chemistry Vol. 278, No. 19, Issue of May 9, pp. 17455–17465, 2003

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J Biol Inorg Chem (2003) 8: 777–786

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OBJECTIVE To estimate the prevalence of hepatitis C virus infection in Brazil’s inmate population.METHODS Systematic review on hepatitis C virus infection in the inmate population. Brazilian studies published from January 1, 1989 to February 20, 2014 were evaluated. The methodological quality of the studies was assessed using a scale of 0 to 8 points.RESULTS Eleven eligible studies were analyzed and provided data on hepatitis C virus infection among 4,375 inmates from seven states of Brazil, with a mean quality classification of 7.4. The overall hepatitis C virus prevalence among Brazilian inmates was 13.6% (ranging from 1.0% to 41.0%, depending on the study). The chances of inmates being seropositive for hepatitis C virus in the states of Minas Gerais (MG), Sergipe (SE), Mato Grosso do Sul (MS), Rio Grande do Sul (RS), Goiás (GO) and Espirito Santo (ES) were 84.0% (95%CI 0.06;0.45), 92.0% (95%CI 0.04;0.13), 88.0% (95%CI 0.09;0.18), 74.0% (95%CI 0.16;0.42), 84.0% (95%CI 0.08;0.31) and 89.0% (95%CI 0.01;0.05) respectively, lower than that observed in the Sao Paulo state (seroprevalence of 29.3%). The four studies conducted in the city of Sao Paulo revealed a lower prevalence in more recent studies compared to older ones.CONCLUSIONS The highest prevalence of hepatitis C virus infection in Brazil’s inmate population was found in Sao Paulo, which may reflect the urban diversity of the country. Despite Brazilian studies having good methodological quality to evaluate the prevalence of the hepatitis C virus, they are scarce and lack data on risk factors associated with this infection, which could support decisions on prevention and implementation of public health policies for Brazilian prisons.