1000 resultados para Açaí Uso terapêutico Teses
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OBJETIVO: Apresentar uma aplicao da regresso logstica para estimar razes de prevalncia ou risco relativo, e o uso do mtodo delta para a estimativa de intervalos de confiana. MTODOS: Utilizou-se o mtodo delta, visto que esta tcnica adequada para estimar varincias de funes no lineares de variveis aleatrias, do tipo razo de propores. O mtodo baseia-se na expanso da funo em srie de Taylor, provendo uma aproximao para o clculo das varincias. Para estimar as razes de propores e as respectivas varincias, que permitem a estimao dos intervalos de confiana, desenvolveu-se programa utilizando-se o mdulo matricial do SAS. A aplicao prtica do modelo proposto feita utilizando-se dados de um estudo transversal com uma amostra de 611 mulheres, para testar a hiptese de que a falta de compartilhamento do trabalho domstico associa-se com altos escores de sintomas psicolgicos medidos atravs de um questionrio validado. As razes de prevalncia calculadas atravs da regresso logstica, e os intervalos de confiana estimados pelo mtodo delta foram comparadas com os resultados obtidos pela tcnica de Mantel-Haenszel. RESULTADOS: As estimativas pontuais das razes de prevalncia brutas, cruas ou ajustadas, obtidas atravs da regresso logstica, foram semelhantes s encontradas na anlise tabular. Tambm os limites dos intervalos de confianas para as razes de prevalncia atravs do mtodo delta foram praticamente iguais em relao aos encontrados atravs da tcnica de Mantel-Haenszel. CONCLUSES: Os resultados apiam o uso do mtodo delta para estimar intervalos de confiana para razes de proporo. Esse mtodo deve ser visto como uma alternativa para situaes em que o efeito em estudo (varivel dependente) no raro, situao onde a "odds ratio" se afasta das medidas epidemiolgicas caracterizadas como razo de propores.
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INTRODUO: O uso de aspirao a vcuo (AV) no tratamento do aborto incompleto prtica bastante difundida em pases desenvolvidos. Vrios estudos nesses pases indicam que o uso da tcnica de aspirao manual a vcuo (AMV) pode conservar recursos do sistema de sade e melhorar a qualidade do tratamento do aborto. No Brasil, o uso da AMV procedimento de rotina nos hospitais e clnicas privados. Entretanto, na maioria dos hospitais da rede pblica utilizada somente a tcnica de dilatao e curetagem (D&C). METODOLOGIA: Foram utilizados mtodos de avaliao rpida para estimar a variao do custo mdio do tratamento e durao da estadia hospitalar, em um grupo de 30 pacientes admitidas com aborto incompleto em hospital pblico de Fortaleza, CE (Brasil). Participantes foram alocadas, randomicamente, em um dos dois grupos de tratamento investigados (AMV ou D&C). RESULTADOS E CONCLUSES: Os resultados sugerem que o uso da AMV, em substituio a D&C, no tratamento do aborto incompleto, pode reduzir em at 41% o custo mdio do tratamento e em 77% o tempo mdio de hospitalizao. Recomenda-se a realizao de estudos confirmatrios, como tambm que se aprofunde os conhecimentos sobre a percepo do aborto e seu tratamento por parte do pessoal de sade e da populao feminina.
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Numa escola para todos, o grande desafio, passa pela qualidade educativa, sendo necessria uma adaptao do ensino s caractersticas pessoais dos alunos, num ambiente o menos restritivo possvel. Uma abordagem inclusiva do aluno com NEE assenta em solues exequveis, emergindo, entre outras a utilizao de estratgias diversificadas e a rentabilizao de recursos disponveis, como prticas de diferenciao pedaggica positiva. Neste sentido, o problema central deste estudo prende-se com o tipo de uso que fazem das TIC os professores e alunos de salas de aula do 1 CEB, quando nessas salas de aula existem alunos com NEE que necessitam das tecnologias para aprender e para comunicar. Assim, o estudo visa conhecer as concepes e prticas dos professores do 1 CEB sobre o uso das TIC em salas de aula inclusivas, procurando saber: i) as percepes dos professores sobre as necessidades educativas especiais dos alunos em turmas inclusivas e as suas expectativas relativamente s aprendizagens destes alunos; ii) o papel atribudo pelos professores s TIC no processo de aprendizagem dos alunos em geral e dos alunos NEE em particular; assim como identificar: iii) o uso das TIC que os professores planeiam e desenvolvem efectivamente em sala de aula com a turma e, em particular com os alunos com NEE. O trabalho desenvolveu-se atravs de um estudo de caso de uma escola do 1 CEB, centrando-se em oito professores, responsveis por turmas inclusivas. Como processo de recolha de dados utilizmos as tcnicas da entrevista e da observao directa naturalista em sala de aula. Conclumos que os professores aceitam a incluso, por razes diversas, mas sobretudo por a considerarem benfica para o aluno com NEE. Consideram que os alunos com NEE tm necessidade de um bom clima scio-emocional na sala de aula e assumem a necessidade de adequar actividades diferenciadas ao perfil de funcionalidade desses alunos, evidenciando a preocupao de fazer aprender estes alunos no sentido de os tornarem competentes. Quanto abordagem curricular para os alunos com NEE, os professores revelam ateno evoluo dos alunos e diferenciam o currculo de forma a corresponder s suas necessidades. As inquietaes dos professores vo, em parte, para factores de ordem estrutural e/ou ambiental, exteriores ao aluno, manifestando preocupaes ligadas falta de recursos humanos e materiais. A articulao com o professor de Educao Especial pressupe uma dade cooperativa, que ao regular o percurso do aluno com NEE, promove tambm uma educao inclusiva. Quanto ao papel atribudo s TIC os professores, recorrem ao seu uso quando sentem necessidade de motivar os alunos, pois as mesmas permitem a obteno de resultados mais positivos na aprendizagem, adaptando-se s exigncias dos alunos em geral, assim como especificidade dos alunos com NEE. Quanto prtica no uso das TIC, em dinmicas de ensino e de aprendizagem, foi possvel observar, que o recurso a equipamentos e programas adequados s necessidades dos alunos com NEE, no apenas promove a motivao e a aprendizagem destes alunos, como ajuda o professor a assegurar um clima de estabilidade e trabalho na sala de aula inclusiva.
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INTRODUO: H no Brasil crescente utilizao de medicamentos industrializados, inclusive durante o ciclo reprodutivo feminino. Na gestao os efeitos dos medicamentos no feto pode resultar em toxicidade com possveis leses irreversveis. Nesse sentido, foi verificada a prevalncia do uso de medicamentos, durante a gravidez, na populao estudada e sua relao com as caractersticas maternas, grupos farmacolgicos e fonte de indicao. MTODOS: Foram avaliadas, quanto ao uso de medicamentos, 1.620 mulheres que deram luz em cinco hospitais de atendimento pblico, privado ou conveniado, da cidade de So Paulo, de julho a setembro de 1993. Os dados referentes ao uso de medicamentos e de outras variveis foram coletados, por meio de entrevista estruturada, no intervalo de 30 dias consecutivos junto s purperas. RESULTADOS E CONCLUSES: A relao entre escolaridade materna e atendimento hospitalar revelou desigualdade social no acesso aos diversos tipos de servio de assistncia ao parto. A prevalncia do uso de pelo menos um medicamento foi de 97,6%, com mdia de 4,2 medicamentos por mulher. A prevalncia do uso de medicamentos por indicao mdica e por automedicao foi de 94,9% e 33,5%, respectivamente. As medicaes mais usadas, excluindo-se as vitaminas, sais minerais e vacinas, foram os analgsicos, anticidos, antiemticos e antiespasmdicos. Usurias com maior uso de medicamentos tiveram as seguintes caractersticas: acima de 29 anos de idade, casadas, terceiro grau completo, atividade remunerada e acesso aos servios privados de sade. A assistncia mdica desempenhou papel facilitador no acesso ao uso de medicamentos durante o perodo gestacional. As mulheres deveriam ser conscientizadas dos riscos em potencial a que expem seus fetos ao fazerem uso de tantas medicaes. O pr-natalista deveria repensar seu papel diante desta problemtica.
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OBJETIVO: Estudar o padro de prescrio de medicao antimicrobiana e analgsica/ antiinflamatria de uso sistmico na clnica odontolgica. MTODOS: Estudo observacional realizado a partir de questionrios respondidos por uma amostra representativa randmica de 163 cirurgies-dentistas, clnicos gerais, da Regio Metropolitana de Belo Horizonte. Alguns dos aspectos verificados foram a prevalncia de prescries dessas medicaes nas duas semanas anteriores aplicao do questionrio; uso do nome genrico nas receitas odontolgicas; realizao de cursos de reciclagem em farmacologia; auto-avaliao sobre o grau de conhecimento e importncia dada a esta disciplina para a prtica profissional e preenchimento de fichas clnicas e registro nestas das prescries realizadas. RESULTADOS E CONCLUSES: Observou-se que os medicamentos so prescritos pelo nome comercial, com tendncia a prescrever mais freqentemente antiinflamatrios em relao aos analgsicos. Uma percentagem de 13% de indivduos no realiza ficha clnica para todos os seus pacientes e cerca de 43% da amostra no registra suas prescries. Os cursos de reciclagem em farmacologia parecem no alterar a auto-avaliao sobre o nvel de conhecimento em farmacologia e o uso do nome genrico.
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A Introduo das Tecnologias de Informao e Comunicao (TIC) nas escolas tem tendncia para se constituir cada vez mais, como um elemento presente em toda a atividade educativa. Neste mbito, tm sido desenvolvidos diversos projetos na Unio Europeia com reflexo em Portugal. Na educao especial, so as tecnologias de apoio que vm facilitar o processo de incluso de crianas com NEE, contribudo deste modo para a j denominada Escola para todos, consignada na Declarao de Salamanca. Os docentes da educao especial tornam-se cada vez mais, elementos imprescindveis no acompanhamento dos alunos com NEE, pelo seu papel determinante na promoo do uso das Tecnologias de Apoio. Neste mbito exige-se aos docentes da educao especial, no s conhecimentos nas reas das Tecnologias de Apoio, mas tambm a utilizao adequada das mesmas na promoo do sucesso desses alunos. Quisemos com este estudo saber se os docentes da educao especial circunscritos da Regio Autnoma da Madeira dominam e utilizam as tecnologias acima referidas como os seus alunos com NEE. Apoiados no quadro terico, prosseguiu-se com a realizao de entrevistas exploratrias e questionrios como instrumentos de recolha de dados. Os resultados parecem indicar que os professores da educao especial tm algum conhecimento em tecnologias de apoio comunicao e aprendizagem e que as consideram muito importantes e eficazes, na medida em que so diversas as vantagens proporcionadas por estas aos alunos com NEE. Contudo, a sua utilizao com estes alunos ainda reduzida. Diversos fatores podero justificar o fraco uso com os alunos com NEE, nomeadamente: a reduzida formao dos docentes neste domnio; a ausncia de recursos materiais adequados e as condies ambientais escolares deficitrias.
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Objetivou-se discutir qual o melhor estimador da dieta pregressa: o relato retrospectivo ou a dieta recente. Foram analisados 13 artigos, publicados entre 1984 e 1997, selecionados a partir de outras revises sobre o assunto e de pesquisa na base de dados MEDLINE. O critrio de seleo foi a utilizao de questionrio de freqncia do consumo de alimentos (QFCA) no estudo de validao de relatos retrospectivos da dieta do passado remoto. A maioria dos estudos analisados concorda que o relato retrospectivo melhor estimador da dieta pregressa do que a dieta recente, e que o padro de consumo e a estabilidade da dieta foram os fatores mais fortemente associados com o relato da dieta prvia. Os resultados das investigaes analisadas indicam que os alimentos usados com maior e menor freqncia so relatados com maior preciso, enquanto que aqueles consumidos com freqncias intermedirias so recordados com maior dificuldade. O QFCA foi considerado um instrumento de grande utilidade quando se deseja estudar o papel da dieta na etiologia das doenas crnicas.
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OBJETIVO: Identificar os grupos populacionais no alcanados pelo programa local de sade materno-infantil, buscando caracterizar os possveis pontos de excluso, com vistas ao estudo de intervenes capazes de ampliar o acesso e a utilizao das principais aes de sade oferecidas pelo programa. MTODOS: Estudou-se uma amostra de 465 menores de um ano residentes no Municpio de Embu, SP (Brasil). A anlise estatstica, orientada pela hiptese que esperava maior disponibilidade de planos de sade entre as famlias que no usavam o programa local de sade infantil, consistiu em anlises de associao estratificadas que buscaram detectar heterogeneidade entre os quatro estratos de famlias e no interior deles, definidos segundo diferentes padres de condies de vida. RESULTADOS: Apesar de apenas 85,4% das crianas estudadas serem matriculadas nas unidades bsicas de sade, 91,2 % eram assistidas pelas principais aes de sade. No estrato 3, onde reside a populao perifrica, esto concentradas as crianas no alcanadas pelo programa. O estudo de diferenas dentro dos estratos revelou que tambm no estrato 3 encontra-se a possibilidade de que algumas famlias estejam usando convnios ou planos de sade como alternativa ao programa local de sade. Os resultados apontam ainda que a populao com piores condies de vida (favelas) dispe do sistema pblico do municpio como nica alternativa para cuidar de sua sade. CONCLUSES: na populao residente na periferia do municpio que se concentram as crianas no assistidas pelo programa local de sade infantil e existe maior heterogeneidade entre as famlias quanto disponibilidade de outros recursos para os cuidados de sade de suas crianas.
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OBJETIVO: Avaliar desinfetantes de uso domiciliar, identificando a presena de bactrias contaminantes, e conhecer o nvel de tolerncia dessas bactrias ao cloreto de benzalcnio. MTODOS: Foram adquiridas aleatoriamente no comrcio da regio metropolitana de So Paulo, SP, Brasil, 52 amostras de desinfetantes de uso domiciliar para anlise quanto presena de bactrias contaminantes. O nvel de tolerncia dessas bactrias ao cloreto de benzalcnio foi determinado pelo mtodo da macrodiluio em caldo. RESULTADOS: De 52 amostras, 16 (30,77%) estavam contaminadas por bactrias Gram negativas, com contagens variando entre 10(4) e 10(6) UFC/ml. Esses contaminantes foram identificados como Alcaligenes xylosoxidans, Burkholderia cepacia e Serratia marcescens. As Concentraes Inibitrias Mnimas (CIM: mg/ml) do cloreto de benzalcnio para S. marcescens, A. xylosoxidans e B. cepacia foram: 2,48, 1,23 e 0,30, respectivamente. CONCLUSES Os desinfetantes de uso domiciliar base de compostos de amnio quaternrio so passveis de contaminao por bactrias. As CIM do cloreto de benzalcnio para as bactrias contaminantes estavam abaixo das concentraes do princpio ativo presente nos desinfetantes, indicando que a tolerncia ao biocida no estvel, podendo ser perdida com o cultivo das bactrias em meios de cultura sem o biocida.
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OBJETIVO: Avaliar a prevalncia do uso de drogas entre adolescentes de escolas com segundo grau. MTODOS: Com base em um delineamento transversal, foi realizado estudo em 1998 , em Pelotas, RS. Um questionrio annimo, auto-aplicado em sala de aula, foi respondido por uma amostra proporcional de estudantes com idade entre 10 e 19 anos, matriculados no primeiro grau (a partir da 5 srie) e no segundo grau, em todas as escolas pblicas e particulares na zona urbana do municpio que tinham segundo grau. Realizou-se at trs revisitas para aplicao aos alunos ausentes. RESULTADOS: Foram entrevistados 2.410 estudantes e o ndice de perdas foi de 8%. As substncias mais consumidas, alguma vez na vida, foram lcool (86,8%), tabaco (41,0%), maconha (13,9%), solventes (11,6%), ansiolticos (8,0%), anfetamnicos (4,3%) e cocana (3,2%). Os meninos usaram mais do que as meninas maconha, solventes e cocana, enquanto elas usaram mais ansiolticos e anfetamnicos. Uso no ms, uso freqente, uso pesado e intoxicaes por lcool foram mais prevalentes entre os meninos. Aps controle para fatores de confuso, permaneceu positiva a associao entre uso de drogas (exceto lcool e tabaco) e turno escolar noturno, maior nmero de faltas escola no ms anterior e maior nmero de reprovaes escolares. CONCLUSES: A prevalncia de experimentao de drogas em adolescentes escolares alta, sendo importante detectar precocemente grupos de risco e desenvolver polticas de preveno do abuso e dependncia dessas substncias.
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OBJETIVO: Descrever os medicamentos utilizados por gestantes que fizeram o pr-natal em servios do SUS (Sistema nico de Sade) em cidades brasileiras. MTODOS: Utilizando-se um questionrio estruturado, foram entrevistadas 5.564 gestantes entre a 21 e a 28 semanas de gravidez, que se apresentaram para consulta em servio de pr-natal do SUS em seis grandes cidades brasileiras. As perguntas foram agrupadas em "uso orientado" para dor, clica, enjo, tosse e outros e em "medicamento orientado" para vitamina, ferro e flor. Foi adotada a classificao de risco do FDA (Food and Drug Administration), entre 1991 e 1995. RESULTADOS: Do total de 5.564, 4.614 (83,8%) das gestantes usaram pelo menos um medicamento durante a gestao, somando 9.556 medicamentos. Os medicamentos mais utilizados foram as vitaminas associadas a antianmicos (33,5%), os medicamentos que atuam sobre o aparelho digestivo (31,3%), os analgsicos/antiinflamatrios (22,2%), os antianmicos (19,8%) e os antimicrobianos (11,1%). Quanto classificao de risco para a gestao, 3.243 (34,0%) foram includos na categoria A, 1.923 (22,6%) na categoria B, 3.798 (39,7%) na categoria C, 289 (3,0%) na categoria D e 55 (0,6%) na categoria X. CONCLUSES: Foram observadas grandes variaes quanto ao uso de medicamentos, principalmente antianmicos e vitaminas associadas a antianmicos, entre as vrias cidades estudadas, mostrando a ausncia de um padro nacional quanto ao uso desses medicamentos na gestao. Para uma proporo de 12,9% dos medicamentos utilizados, no foi localizada qualquer informao na literatura sobre a segurana para o uso durante a gestao. Essa proporo, somada aos 26,9% dos medicamentos classificados no grupo "C", mostra que 40% do uso de medicamentos na gestao so feitos sem bases definidas de segurana. Entretanto, medicamentos claramente contra-indicados durante a gestao corresponderam a apenas 3% dos 9.956 medicamentos utilizados.
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OBJETIVO: El estrato socioeconmico juega un rol importante en las desigualdades en salud. En Mxico, la prevalencia ms alta de casos de SIDA se encuentra en poblacin de estratos ms bajos. El propsito de lo estudio fue describir el estrato socioeconmico (ajustado por variables psicosociales, situacionales y demogrficas) como un factor predictor del uso consistente del condn, en adolescentes. MTODOS: Se incluy en el estudio una muestra de una encuesta previa aplicada a 1.410 adolescentes de 15 a 19 aos y estratificada por edad, gnero y estrato socioeconmico de Guadalajara, Mxico. El anlisis fue aplicado sobre los 251 adolescentes que reportaron actividad sexual. El anlisis estadstico se realiz mediante Ji Cuadrada, t-test, ANOVA y regresin logstica. RESULTADOS: La frecuencia de uso consistente de condn fue 30,7% y hubo una prevalencia de uso irregular. El estrato socioeconmico alto fue el principal predictor (OR= 11,1, CI95%= 2,6-47,6). Otros predictores significativos fueron el gnero masculino, el soporte de los pares y el nivel alto de conocimientos sobre VIH/SIDA. CONCLUSIN: El estrato socioeconmico es un importante factor predictor del uso consistente del condn.
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A transesterificao de leos vegetais ou gorduras animais com um lcool de baixo peso molecular o principal processo utilizado na produo de biodiesel. Actualmente os processos industriais utilizam catalisadores homogneos para acelerar a reaco. No entanto a utilizao de catalisadores heterogneos, no processo de transesterificao, tem sido sugerido por vrios investigadores pois, so amigos do ambiente e podem ser regenerados e reutilizados portanto possibilitam a utilizao de processos contnuos. Neste contexto, a utilizao de hidrotalcites Mg-Al, como catalisadores heterogneos para produo de biodiesel foi investigada neste trabalho experimental. As hidrotalcites com diferentes razes molares Mg/Al (Mg/Al=1, 2, 3 e 4) foram preparadas pelo mtodo de co-precipitao. As diversas matrizes catalticas obtidas, calcinadas a diferentes temperaturas, foram caracterizadas por difraco de raios X (DRX), anlise trmica (TG-DSC), espectroscopia de infravermelhos (MIR), microscopia electrnica de varrimento (SEM) e isotrmicas de adsoro com azoto (BET). Estes catalisadores foram testados na metanlise de leos vegetais para produzir biodiesel. As hidrotalcites Mg/Al=2, HT2A e HT2B (preparada com metade da quantidade de NaOH) calcinadas a 507 C e 700 C, respectivamente, foram as que apresentaram melhores resultados ao catalisar a reaco com um rendimento em ster superior a 97%, utilizando 2.5% da massa de catalisador, em relao massa do leo, razo molar metanol/leo igual a 12, temperatura reaccional de 65 C durante 4h. Foi tambm investigada a reutilizao do catalisador e o efeito da temperatura de calcinao. Constatou-se que o catalisador hidrotalcite HT2B apresentou melhor comportamento cataltico pois permitiu catalisar a reaco de transesterificao at trs ciclos reaccionais, convertendo em steres 97%, 92% e 34% no primeiro, segundo e terceiro ciclos reaccionais, respectivamente. A anlise de, algumas propriedades do biodiesel obtido como, o ndice de acidez, a viscosidade e o ndice de iodo mostraram que os resultados obtidos esto dentro dos valores limite recomendados pela norma EN 14214. Em anexo apresenta-se uma comunicao First International Conference on Materials for Energy, Karlsruhe, 2010.
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OBJETIVO: Analisar os aspectos de comunicao relacionados ao procedimento de uso de agrotxicos em uma regio agrcola. MTODOS: O estudo foi realizado na regio da Microbacia do Crrego de So Loureno, Estado do Rio de Janeiro. Baseia-se em triangulao metodolgica, utilizando: entrevistas semi-estruturadas e observaes de uma amostra da populao residente na rea de estudo (aproximadamente 600 habitantes); questionrio elaborado para a caracterizao do perfil da comunidade; e registro de palestras proferidas por agrnomos e outros profissionais do comrcio e do poder pblico para a comunidade. RESULTADOS E DISCUSSO: Desvelaram-se algumas questes, como: o histrico de desinformao na regio; a linguagem tcnica empregada em aes educativas e de treinamento, impossibilitando a apropriao do conhecimento por parte do trabalhador rural; e a presso da indstria/comrcio, que cria "necessidades" para legitimar a venda desses produtos, resultando num processo de comunicao que realimenta a insero desfavorvel do homem do campo em uma economia de mercado mais ampla.