113 resultados para secularization
Resumo:
Around 1930, Argentina was one of the richest, most dynamic and modern countries in Latin America and, at the same time, the only one on the continent that had not separated Church from State. This observation can be summed up and singled out among the many hypotheses during the last decades that have permitted the questioning of the most schematic, linear and teleological reports concerning the secularization process. This article puts forward a report concerning the double process of state and ecclesiastical construction in Argentina in the Nineteenth Century. Its purpose is to suggest keys for understanding said report that permit the comprehension of special features concerning the type of laicism that Argentina adopted at the beginning of the Twentieth Century.
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This paper examines the implications of ‘cultural defence’ in the nature of democracy and the stability of the political system in Greece. It focuses on the Greek Orthodox Church’s maintenance of power and political relevance by virtue of its strong link to national identity. We argue that the inhibition of secularization in Greece as a result of cultural defence has significant policy implications, especially in times of crises, when the role of nationalism as a cohesive factor against perceived threats is intensified. The paper further explores three policy/politics areas: (1) political orientation; (2) religious pluralism; and (3) education.
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”I believe in something”: Constructions of Beliefs in Sweden Research results are dependent on how social phenomena are conceptualized. In the present article, consequences are discussed of the standardized conceptualization of religiosity as ”church-oriented”. In its place, a multifaceted approach to the phenomenon of religious belief is suggested. This approach was used for an analysis on how eleven Swedish women and men with different religious and spiritual as well as non-religious and atheist affiliation talk about beliefs. The results suggest that beliefs were meaningful because they related to specific perceptions of a Zeitgeist. It was hereafter underlined that belief in ”something” or other brief descriptions of the sacred placed the sacred outside of the individual. Finally, while subjective authority is valued for choosing to believe, this subjectivity seems in part to be dependent on collective dimensions of recognition. The value of choosing beliefs can be conceptualized as a meaningful yet analytically distinct aspect of belief co-existing with descriptions of the sacred. Thus, it is concluded that a multifaceted approach to religious belief may develop our understanding of religion and religiosity in contemporary society
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A atual família nuclear urbana e a instituição do casamento passam por momentos difíceis. Profundas mudanças sócio-econômicas levaram o casamento contemporâneo a um estado de crise caracterizado pelo aumento do número de separações a tal ponto que aproximadamente, cinquenta por cento das uniões, nos dias de hoje, tendem à ruptura em poucos anos. Na primeira parte de nosso trabalho expomos os fatores aparentemente responsáveis por essa situação. Assim, a diminuição da religiosidade, a modernização e a industrialização, o encurtamento das famílias, a excessiva e acrítica valorização do amor como base única do casamento e solução para todos os males, o aumento da longevidade, ·a revolução sexual, um estilo de vida que privilegia um individualismo exarcebado, a emancipação feminina, a menor integração social na comunidade e o isolamento excessivo seriam .as principais causas da crise e da configuração do que denominamos - pelo fechamento e isolamento resultantes - de família. Com os objetivos de testar uma série de hipóteses relacionadas à propensão ao divórcio e de contrastar o que pensam os estudiosos da área com o que as pessoas no seu dia a dia consideram como causas da crise, expomos na segunda parte de nosso trabalho os resultados de pesquisa realizada com quatrocentos sujeitos de classe media, distribuídos em quatro condições: jovens solteiros, casados, separados e casados idosos (metade do sexo masculino, metade do feminino). Através de questionários criados para esse fim, comparamos as avaliações pessoais em função das diferenças de estado civil, faixa etária e sexo, nos quatro grupos - outra de nossas metas. Abordamos também a aplicação de alguns princípios da psicologia social a nossa área de estudos. Para tanto incluímos nos questionários perguntas tendo como embasamento teórico (a) as hipóteses de Jones e Nisbett sobre perspectivas divergentes na atribuição de causalidade entre atores e observadores, (b) a percepção de ineqüidades existentes na relação entre homens e mulheres e suas consequências (tópicos em justiça distributiva) e (c) a divisão de poder no casamento. As conclusões de nosso trabalho estão na última seção, onde são sumarizadas e relacionadas como exposto na primeira parte as hipóteses que confirmamos: a hipervalorização do amor, principalmente entre os mais jovens, a crescente secularizaçao e suas implicações, o movimento feminista, o espírito individualista reinante e o grande número de relações extramaritais são alguns dos principais fatores que contribuem para a dissolução das uniões. Verificamos ainda, além de distintas visões do casamento por parte de homens e mulheres, a relação entre a percepção de inequidades no casamento e insatisfação conjugal, a existência de perspectivas divergentes em termos de atribuição causal entre atores e observadores e uma divisão mais igualitária de poder entre casais jovens.
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Neste artigo, discutimos o contexto do desenvolvimento da Geografia que, no século XVII, liberou-se do seu papel nas diferentes fés cristãs, bem como a importância da cisão dos Protestantes, em Luteranos e Calvinistas, para o processo de secularização, e o conseguinte estabelecimento da Geografia como ciência moderna. Analisamos a contribuição fundamental do luterano Bernhard Varen, cuja obra Geografia Geral apresenta o paradigma dessa nova ciência. Naquela época, a Geografia era considerada um ramo da matemática, e esta obra nos dá indícios sobre notações e conceitos matemáticos utilizados naquele século. Analisamos, particularmente, o uso da notação decimal de números não inteiros e algumas aplicações de conceitos trigonométricos, comparando a edição original com as principais reedições desta obra.
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Pós-graduação em Ciências Sociais - FFC
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Pós-graduação em Filosofia - FFC
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Pós-graduação em História - FCHS
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Pós-graduação em História - FCHS
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Pós-graduação em História - FCLAS
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
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Este texto se propõe a aceitar o desafio proposto por Cristina Pompa em seu texto de apresentação da Mesa Redonda "Religião e Espaço Público", realizada na XXXV Reunião da Anpocs de 2011. A autora nos incita a repensar as abordagens e os conceitos que norteiam os estudos atuais sobre os fenômenos religiosos contemporâneos. Em primeiro lugar cabe reiterar os termos que fundamentaram a justificativa daquele encontro cuja proposição geral compartilho inteiramente. A saber: o debate sobre a esfera religiosa no Brasil tem se articulado, grosso modo, em torno de duas leituras, uma de cunho mais antropológica, outra mais sociológica, que pouco dialogam entre si. A primeira privilegiou a interpretação cosmológica dos universos religiosos e a definição do "sagrado", enquanto a segunda ocupou-se do problema da secularização e modernização das sociedades contemporâneas. No intuito de articular as duas perspectivas em um novo marco teórico, argumento neste trabalho que, para superar o viés normativo implícito nas teorias da secularização sem cair na valorização sacralizadora das cosmologias, propomos repensar o problema das relações entre a esfera religiosa e a esfera pública do ponto de vista das práticas discursivas dos atores, enfatizando o modo como interagem em controvérsias específicas. Desse modo, trataremos a noção de esfera pública, não como uma entidade empírica observável, mas como um espaço de interlocução que ganha visibilidade, em parte, por meio de controvérsias e se constitui discursivamente em contraposição a outras esferas.
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Throughout human history, religion and politics have entertained the most intimate of connections as systems of authority regulating individuals and society. While the two have come apart through the process of secularization, secularism is challenged today by the return of public religion. This cogent analysis unravels the nature of the connection, disconnection, and attempted reconnection between religion and politics in the West. In a comparison of Western Europe and North America, Christianity and Islam, Joppke advances far-reaching theoretical, historical, and comparative-political arguments. With respect to theory, it is argued that only a “substantive” concept of religion, as pertaining to the existence of supra-human powers, opens up the possibility of a historical-comparative perspective on religion. At the level of history, secularization is shown to be the distinct outcome of Latin Christianity itself. And at the level of comparative politics, the Christian Right in America which has attacked the “wall of separation” between religion and state and Islam in Europe with the controversial insistence on sharia law and other “illiberal” claims from some quarters are taken to be counterpart incarnations of public religion and challenges to the secular state. This clearly argued, sweeping book will provide an invaluable framework for approaching an array of critical issues at the intersection of religion, law and politics for advanced students and researchers across the social sciences and legal studies, as well as for the interested public.
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This paper examines a trend in European and American High Courts to endorse majority religion by transforming it into “culture”, and thus by secularizing it. To dissociate religion and state is the hallmark of the liberal state. However, no state has ever managed a perfect separation, not even the American. Under conditions of mounting religious pluralism and ongoing secularization, there is pressure on the state to live up to its “neutrality”. A main strategy to square the circle of neutrality and incomplete dissociation from religion is to declare it “culture”, which gives the state the license to associate or even identify with it (as guardian of nationhood). The paper compares recent American and European High Court rules on religious symbols (especially crucifixes) that exhibits this strategy, addressing similarities and differences as well as the limits and pitfalls of “culturalizing” religion.