1000 resultados para Controlo
Resumo:
De acordo com o contrato estabelecido entre a Administrao do Porto de Sines, S.A. e a PSA Sines, concessionria do Terminal de Contentores de Sines (TCS), cabe Autoridade Porturia a proteo necessria operao porturia. Neste sentido, foi estabelecido um planeamento faseado do desenvolvimento do Molhe Leste do Porto de Sines, de acordo com o desenvolvimento do Terminal XXI. Tendo j o concessionrio procedido ampliao do cais de 380 metros para 730 metros, cabe Autoridade Porturia proceder s operaes necessrias que proporcionem as adequadas condies de abrigo agitao martima. Com um investimento de 32 500 000,00, por parte da APS, S.A., surge a empreitada 2. Fase de Ampliao do Molhe Leste do Porto de Sines. Trata-se portanto, de uma oportunidade nica para um aluno de Engenharia Civil no ramo de Hidrulica, proceder ao acompanhamento e fiscalizao da empreitada numa empresa de referncia a nvel Mundial. A finalidade deste relatrio ser enunciar o procedimento adotado na tarefa de fiscalizao de controlo de custos, durante a fase de execuo da 2. Fase de Ampliao do Molhe Leste do Porto de Sines, do ponto de vista do Dono de Obra (APS, S.A.), descrevendo todas as etapas decorrentes do processo de fiscalizao de controlo de custos de uma obra pblica de acordo da legislao em vigor, nomeadamente o Cdigo dos Contratos Pblico (C.C.P.).
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A produo de nutrio parentrica est sujeita ocorrncia de erros colocando em risco a segurana do doente. O de controlo de qualidade da composio das bolsas produzidas em Farmcia Hospitalar torna-se indispensvel de modo a contribuir para a minimizao de erros, garantindo a qualidade final destas preparaes. A pesagem das bolsas apresenta-se como um mtodo de controlo de qualidade rpido, econmico e fcil de executar, sendo a sua validao um passo fundamental do processo. Objetivo: validar um mtodo de pesagem das bolsas de Nutrio Parentrica, no que concerne aos parmetros definidos pela International Conference Harmonization: exatido, preciso intermdia, repetibilidade, linearidade e reprodutibilidade.
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Mestrado em Contabilidade e Gesto das Instituies Financeiras
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Mestrado em Contabilidade e Gesto das Instituies Financeiras
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Introduo A negligncia no controlo da dor um problema amplamente reconhecido em Portugal. Desde 2001 tm sido realizadas inmeras iniciativas para melhorar a prtica de cuidados nesta rea. Desenvolveram-se aes de sensibilizao e formao dos profissionais de sade, publicaram-se orientaes tcnicas e guias de boas prticas e realizaram-se os primeiros estudos para se fazer um diagnstico da situao. Objetivos O objetivo deste trabalho foi o de caracterizar os cuidados prestados na avaliao e no controlo da dor nas crianas at aos 18 anos internadas em servios hospitalares em Portugal e analisar a evoluo feita nos cuidados entre os anos de 2002 e 2012. Metodologia Estudo descritivo, transversal, de consulta retrospetiva seriada de registos intermitentes efetuados no processo clnico em relao a um perodo de 24 horas. O recrutamento da amostra foi aleatrio e incluiu todos os processos clnicos de crianas at aos 18 anos internados em servios de quatro hospitais Portugueses entre agosto e dezembro de 2011. Resultados A prevalncia de dor reduziu de forma significativa entre 2002 e 2012. As crianas livres de dor subiram de 37% para 75%. O registo da avaliao da intensidade da dor e a colheita de informao sobre a histria de dor passou a ser uma prtica comum na maioria dos casos (53% e 64%, respetivamente), embora ainda direcionada para o modelo de cuidados biomdico. A prevalncia das intervenes farmacolgicas no se alterou (43% versus 42%), mas a implementao de estratgias no-farmacolgicas baixou significativamente (72% versus 15%). Concluses As aes de sensibilizao/formao realizadas no mbito das polticas implementadas nestes ltimos dez anos na rea da avaliao e controlo da dor peditrica geraram evidentes ganhos na qualidade de cuidados prestados, pelo que o investimento na formao deve continuar. No entanto, deve ser dada prioridade formao para a aplicao de estratgias de interveno no-farmacolgicas e ao desenvolvimento de mais investigao que suporte as prticas.
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Introduo A dor predomina em muitas patologias mdicas e acarreta diversas implicaes para o doente. O presente estudo visou avaliar a eficcia de uma interveno autossugestiva, como complemento ao tratamento mdico, no aumento da autoeficcia e controlo da dor. Metodologia Para a concretizao deste objetivo, 205 pacientes adultos com dor foram distribudos aleatoriamente por dois grupos que se distinguiram quanto interveno recebida durante 12 semanas, nomeadamente IAS (interveno autossugestiva) e ISAS (interveno sem autossugesto). Os dois grupos foram comparados quanto evoluo da autoeficcia e do controlo da dor ao longo desse perodo. Resultados e discusso Os resultados mostraram um aumento estatisticamente significativo destas variveis no grupo IAS mas no no grupo ISAS, sugerindo a eficcia da interveno autossugestiva. Este estudo representa, assim, um importante contributo para a prtica clnica com os doentes com dor.
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Sendo a radioterapia (RT) uma modalidade teraputica cada vez mais complexa e precisa em oncologia, torna-se pertinente refletir sobre alguns conceitos e procedimentos acerca da qualidade e do controlo da qualidade a ela associados, uma vez que se encontram profundamente aplicados nos centros de radioterapia j existentes. Estes conceitos e procedimentos esto bem sustentados em muitas experincias clinicas e em estudos acessveis numa vasta srie de artigos cientficos publicados em revistas e outras fontes credveis e cientficas. A metodologia utilizada para a elaborao deste trabalho passa pela pesquisa e reviso de material bibliogrfico existente no s em livros de referncia como tambm em artigos de revistas da rea da fsica mdica, radioterapia e oncologia. A estrutura do trabalho passa pela descrio do estado-da-arte atual, sendo que, e nesta perspetiva, se tenha recorrido ao percurso evolutivo dos conceitos e procedimentos tidos ao longo do desenvolvimento das tecnologias e tcnicas em radioterapia. O que se observa neste trabalho que Qualidade em Radioterapia envolve uma complexa estrutura no s de recursos fsicos como tambm humanos, onde uma pequena falha de comunicao no elo de ligao entre os diversos membros da equipa compromete afinal aquilo que o seu objetivo major: tratar com qualidade e dignidade o doente oncolgico.
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Mestrado em Segurana e Higiene do Trabalho.
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Mestrado em Fisioterapia.
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Dissertao de Mestrado, Cincias Econmicas e Empresariais, 16 de Janeiro 2014, Universidade dos Aores.
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A CIF um sistema de classificao adotado pela OMS, que serve de referncia universal para descrever, avaliar e medir sade e incapacidade, a nvel individual e ao nvel da populao. Contudo, apesar do interesse internacional gerado em torno da CIF, esta considerada uma classificao complexa e extensa, fato que despoletou a criao de core sets listas de itens da CIF especificamente selecionados pela sua relevncia na descrio e qualificao de uma determinada condio de sade como resposta a esta problemtica. At data, foram desenvolvidos core sets para vrias patologias comuns. Contudo, apesar do controlo motor ser uma rea de investigao muito reconhecida nos ltimos 20 anos, ainda no possui um core set prprio. Assim, o objetivo deste estudo contribuir para o desenvolvimento de um core set, com base na CIF-CJ, dirigido para uma descrio abrangente das competncias inerentes a crianas, dos 6 aos 18 anos de idade, com dfices no controlo motor. Deste modo, recorreu-se a uma reviso da literatura sobre a temtica em estudo, de modo a reunir informao para a construo de uma proposta a core set, posteriormente sujeita ao escrutnio de peritos, atravs do recurso ao mtodo de Delphi. Aps vrias rondas, foi alcanado um consenso acerca da lista final de cdigos CIF que constituem o core set final.
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Introduo: Embora existam estratgias para coordenar as funes postural e ventilatria numa situao normal, isto pode no ser verdade quando a necessidade para uma das funes est aumentada, como por exemplo em patologia respiratria (asma) ou no exerccio fsico, em que subsistem maiores necessidades ventilatrias. O mtodo Pilates, que foca a relao entre o corpo e a disciplina mental, visa prosperar a sade e o bem-estar pelo enfatizar da boa postura, do alinhamento corporal e da coordenao da ventilao com o movimento. Objectivo: Comparar caractersticas de controlo motor e parmetros ventilatrios em asmticos controlados e indivduos sem patologia, e verificar o efeito de um programa de exerccios segundo Pilates nesses outcomes em indivduos com asma controlada. Mtodos: Estudo quasi-experimental, com uma amostra constituda por 21 estudantes voluntrios, 7 pertencentes ao grupo sem patologia, 7 ao grupo controlo asmtico e 7 ao grupo experimental asmtico. Para avaliao do timing de ativao e do padro de recrutamento muscular no movimento rpido do membro superior foi utilizada eletromiografia de superfcie do Diafragma, Eretor da Coluna, Multfidos, Oblquo Externo, Reto Anterior e Transverso Abdominal/Oblquo Interno. Foram tambm avaliados parmetros de funo ventilatria: a percentagem de volume expiratrio forado no primeiro segundo do previsto, o dbito expiratrio mximo instantneo, a ventilao mxima voluntria, a presso inspiratria mxima e a presso expiratria mxima. As avaliaes decorreram antes e aps 8 semanas da aplicao de um programa de exerccios segundo Pilates no grupo experimental asmtico, com exceo do grupo sem patologia que realizou apenas o primeiro momento de avaliao. Resultados: O grupo controlo asmtico apresentou um timing de ativao significativamente maior do Transverso Abdominal/Oblquo Interno e do Diafragma, em relao ao grupo sem patologia. Nos parmetros ventilatrios, o grupo controlo asmtico apresentou menores valores de percentagem de volume expiratrio no primeiro segundo do previsto, de dbito expiratrio mximo instantneo e de presso expiratria mxima. Aps a realizao do programa de exerccios segundo Pilates verificaram-se alteraes significativas no timing de activao do Eretor da Coluna, do Multfidos, do Transverso/Oblquo Interno e do Diafragma, tendo ambos diminudo no grupo experimental asmtico. Ainda, o grupo experimental asmtico, em relao aos parmetros ventilatrios, apresentou diferenas significativas no dbito expiratrio mximo instantneo, na ventilao mxima voluntria e na presso expiratria mxima, tendo ambos aumentado estes valores. Concluso: Os asmticos controlados parecem possuir caractersticas de controlo motor, especificamente no timing de ativao, e valores de parmetros ventilatrios diferentes em comparao aos indivduos sem patologia. O programa de exerccios segundo Pilates, implementado no grupo experimental asmtico, parece ter influenciado positivamente esses outcomes.
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Mestrado em Engenharia Qumica
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Orientadora: Doutora Alcina Dias Co-Orientadora: Doutora Ana Paula Lopes