968 resultados para Beck´s Depression Inventory (BDI-IA)


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Introdução: Sintomas de desesperança, ideação suicida e depressão influenciam na qualidade e expectativa de vida de doentes renais crônicos. Objetivo: Avaliar se existe diferença nos sintomas de desesperança, ideação suicida e depressão entre pacientes renais crônicos em hemodiálise ou transplantados. Analisamos também se variáveis sociodemográficas como atividade laboral, ter dependentes, sexo e estado civil interferem nesses sintomas. Métodos: Estudo comparativo, de corte transversal, em que 50 pacientes em hemodiálise crônica e 50 transplantados renais, clinicamente estáveis, sem psicopatologias, pareados por sexo e idade, foram selecionados aleatoriamente. Instrumentos -Beck Hopelessness Scale (BHS), Beck Scale for Suicide Ideation (BSI) e Beck Depression Inventory (BDI). Resultados: BHS: 2% de cada grupo tiveram escore > 8 (p = 1,00). BSI: 4% em hemodiálise e 6% dos transplantados tinham escore > 1 (p = 1,00). BDI: 20% em hemodiálise e 12% dos transplantados apresentaram escore > 14 (p = 0,275). Não houve relação entre as variáveis testadas e os sintomas de desesperança e ideação suicida. Não exercer atividade laboral implicou mais sintomas depressivos (escore médio BDI: 10,5 vs. 7,3, p = 0,027). Transplantados de doadores falecidos apresentaram mais sintomas depressivos comparados aos receptores de doadores vivos (escore médio BDI: 11,0 vs. 6,7, p = 0,042). Conclusão: Não houve diferença na intensidade dos sintomas de desesperança, ideação suicida e depressão entre pacientes estáveis em hemodiálise e transplantados. Não exercer atividade laboral e receber transplante de doador falecido levou a mais sintomas depressivos. A prevalência de ideação suicida e sintomas depressivos, nas duas modalidades, merece atenção e indica a necessidade de monitorização e cuidados nesses pacientes.

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Le trouble comportemental en sommeil paradoxal (TCSP) idiopathique est caractérisé par une activité motrice indésirable et souvent violente au cours du sommeil paradoxal. Le TCSP idiopathique est considéré comme un facteur de risque de certaines maladies neurodégénératives, particulièrement la maladie de Parkinson (MP) et la démence à corps de Lewy (DCL). La dépression et les troubles anxieux sont fréquents dans la MP et la DCL. L’objectif de cette étude est d’évaluer la sévérité des symptômes dépressifs et anxieux dans le TCSP idiopathique. Cinquante-cinq patients avec un TCSP idiopathique sans démence ni maladie neurologique et 63 sujets contrôles ont complété la seconde édition du Beck Depression Inventory (BDI-II) et le Beck Anxiety Inventory (BAI). Nous avons aussi utilisé le BDI for Primary Care (BDI-PC) afin de minimiser la contribution des facteurs confondant dans les symptômes dépressifs. Les patients avec un TCSP idiopathique ont obtenu des scores plus élevés que les sujets contrôles au BDI-II (9.63 ± 6.61 vs. 4.32 ± 4.58; P < 0.001), au BDI-PC (2.20 ± 2.29 vs. 0.98 ± 1.53; P = 0.001) et au BAI (8.37 ± 7.30 vs. 3.92 ± 5.26; P < 0.001). Nous avons également trouvé une proportion plus élevée des sujets ayant des symptômes dépressifs (4/63 ou 6% vs. 12/55 ou 22%; P = 0.03) ou anxieux (9/50 or 18% vs. 21/43 ou 49%; P = 0.003) cliniquement significatifs. La proportion des sujets ayant des symptômes dépressifs cliniquement significatifs ne change pas en utilisant le BDI-PC (11/55 or 20%) Les symptômes dépressifs et anxieux sont fréquents dans le TCSP idiopathique. L’examen de routine des patients avec un TCSP idiopathique devrait inclure un dépistage systématique des symptômes dépressifs et anxieux afin de les prévenir ou les traiter.

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Contexte: En dépit de la preuve substantielle pour l'efficacité générale de la thérapie cognitivo-comportementale pour le trouble obsessionnel-compulsif (TOC), il existe une controverse à propos de l'amélioration de certains déficits neuropsychologiques dans ce trouble. Objectif: Le but de cette étude est d'évaluer: 1) la corrélation de la gravité du TOC et les résultats des tests neuropsychologiques et 2) l'amélioration clinique et neuropsychologique des patients souffrant de TOC qui ont terminé avec succès leur traitement. Méthode: Cette étude évalue les fonctions neurocognitives et l'état clinique de 27 participants du groupe TOC et 25 participants du groupe témoin. La fonction neurocognitive de chaque participant a été évaluée en utilisant le test de Rey-Osterreich Figure complexe (RCFT), le test de fluidité D-KEFS et l’essai Cardebat-D. Nous avons également, utilisé l'inventaire d'anxiété de Beck (IAB), l’Inventaire de dépression de Beck (IDB) et l'échelle d'obsession-compulsion de Yale-Brown (Y-BOCS) pour vérifier la présence de l'anxiété et de la dépression avec le TOC et la gravité des symptômes chez les patients souffrant de TOC. Résultats: Notre étude conclut qu’il y une différence significative de la fonction de la mémoire selon le score au sous test de copie entre les participants souffrant de TOC et le groupe témoin. De plus, nous avons constaté une différence considérable dans le score de rappel immédiat et différé du RCFT avant et après le traitement dans le groupe de TOC. Conclusion: En résumé, la présente étude a démontré que les patients atteints de TOC ont des troubles cognitifs spécifiques et que la thérapie cognitivo-comportementale serait un traitement qui pourrait améliorer, au moins, certaines dysfonctions neurocognitives.

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El cáncer es una de las enfermedades con mayor impacto en la población mundial, debido a que genera alteraciones en las áreas de ajuste de los individuos, su núcleo familiar y social circundante. El presente estudio tiene como objetivo establecer la prevalencia de ideación suicida en pacientes con cáncer de tejidos blandos (leucemias y linfomas) y cáncer gástrico (colorectal). Fue un estudio exploratorio descriptivo, de la línea de investigación en Psicooncología y Cuidado Paliativo a la cual pertenece el proyecto: “Conducta suicida (ideación suicida, intención suicida y suicidio frustrado) y factores biopsicosociales asociadas a esta en pacientes con cáncer”. La población que participó en este estudio fueron pacientes adultos del Centro de Investigaciones oncológicas de la clínica San Diego CIOSAD. De esta investigación se puede concluir que la prevalencia de ideación suicida en pacientes con estos tipos de cáncer es de 4.9% (N=10). Los factores asociados a la ideación suicida fueron: número de hijos, dolor y ansiedad en la última semana y estrato socioeconómico

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determinar la prevalencia de ideación suicida y factores asociados en una muestra voluntaria de 114 pacientes oncológicos adultos. Método: Se entrevistaron los pacientes y se evaluó la presencia de ideación suicida (Escala de ideación suicida), depresión (Inventario de Depresión de Beck) y desesperanza (Escala de desesperanza de Beck). Resultados: La prevalencia de ideación suicida fue de 23,7%, se observaron altos niveles de depresión y desesperanza; así como asociación estadísticamente significativa entre ideación suicida y depresión. Conclusión: Se identificó la importancia de la intervención psicológica en los pacientes oncológicos.

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Resumen basado en el de la publicación

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The aims of the study were to test the hypotheses that some symptoms of starvation/severe dietary restraint are interpreted by patients with eating disorders in terms or control. Sixty-nine women satisfying the Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders - IV edition (DSM-IV) criteria for a clinical eating disorder and 107 controls participated in the Study. All the participants completed an ambiguous scenarios paradigm, the Eating Disorder Lamination Questionnaire (EDE-Q) and the Beck Depression Inventory (BDI). Significantly more eating disorder patients than non clinical participants interpreted the starvation/dietary restraint symptoms of hunger, heightened satiety, and dizziness in terms of control. The data give further Support to the recent cognitive-behavioural theory of eating disorders suggesting that eating disorder patients interpret some starvation/dietary restraint symptoms in terms of control.

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Introdução Este presente estudo tem em sua introdução uma revisão de literatura sobre temas pertinentes à infecção por HIV. Começa pela epidemiologia, transmissão, diagnóstico e estágios clínicos da doença; revisa artigos sobre qualidade de vida em pessoas que vivem com HIV/AIDS (PVHAs) e finaliza com uma descrição breve do desenvolvimento do instrumento WHOQOL-HIV pela Organização Mundial da Saúde. Objetivos O objetivo principal deste estudo é (1) medir a qualidade de vida em indivíduos soropositivos brasileiros usando o World Health Organization Quality of Life instrument – HIV/AIDS module (WHOQOL-HIV) - versão com 128 itens - em uma amostra brasileira e avaliar as propriedades psicométricas deste instrumento. Os objetivos secundários são: (2) avaliar a relação entre depressão, ansiedade e qualidade de vida - dados empíricos indicam que sintomas mentais podem interferir na qualidade de vida de PVHAs - e (3) avaliar o desempenho de um dos instrumentos genéricos mais usados para avaliar qualidade de vida em PVHAs, o Medical Outcomes Study 36-Item Short-Form Health Survey (SF-36), comparando-o com outro instrumento genérico, o WHOQOL-100. Métodos Em Porto Alegre/RS, foi avaliada a qualidade de vida de pessoas que vivem com PVHIV usando o WHOQOL-HIV e o SF-36 em uma amostra selecionada por conveniência de 308 homens e mulheres infectados pelo HIV em diferentes estágios da infecção: assintomáticos (n=131), sintomáticos (n=91) e AIDS (n=86). Foram estudadas as propriedades psicométricas do WHOQOL-HIV: confiabilidade, consistência interna e as validades de construto, discriminante e concorrente. Foram medidos também os sintomas de depressão pelo Inventário de Beck para Depressão (Beck Depression Inventory, BDI) e os sintomas de ansiedade pelo Inventário de Ansiedade Traço-Estado (IDATE). As características sociodemográficas da amostra também foram analisadas. Resultados e Conclusões Os resultados deste estudo são apresentados na forma de 3 artigos. No primeiro deles, observou-se desempenho satisfatório do WHOQOL-HIV em relação às propriedades psicométricas. A confiabilidade foi medida pelo alfa de Cronbach, o qual revelou valores acima de 0,70 em 27 das 31 facetas do WHOQOL-HIV, variando entre 0,32 e 0,65 nas demais; a validade discriminante foi evidenciada com o instrumento identificando piores escores de qualidade de vida para a fase AIDS em todos os domínios; a validade concorrente foi analisada através da correlação dos domínios do WHOQOLHIV com Qualidade de Vida Geral (uma faceta do próprio WHOQOL-HIV), sendo que todos os coeficientes de correlação de Pearson foram superiores a 0,50 (p<0,01). Concluise que o WHOQOL-HIV discriminou bem a qualidade de vida entre os estágios da infecção do HIV na direção esperada e demonstrou confiabilidade e validade concorrente satisfatórias nesta amostra de brasileiros HIV-positivos. Este instrumento parece ser útil para detectar aspectos subjetivos da vida das pessoas que vivem com HIV/AIDS. No segundo artigo, o objeto de estudo foi a relação entre qualidade de vida em PVHIV e os sintomas de depressão e ansiedade. Não houve diferenças significativas quanto à presença de ansiedade entre as fases da infecção, entretanto, houve maiores escores de depressão no estágio AIDS quando comparado com os assintomáticos e sintomáticos. Na correlação do BDI com os domínios do WHOQOL-HIV, os valores dos coeficientes de Pearson foram superiores a 0,30 (magnitude moderada a muito grande, pela escala de Magnitude de Efeito), enquanto a sub-escala IDATE-Traço apresentou coeficientes de valores mais baixos (magnitudes pequena a moderada) quando correlacionada com os domínios do WHOQOL-HIV. Ajustando para estágios da doença, variáveis clínicas e variáveis sociodemográficas em um modelo de regressão linear múltipla, o BDI apresentou valores de coeficiente beta expressivamente maiores que todas as demais variáveis. Os dados deste trabalho indicam que a qualidade de vida de PVHAs é afetada por outras variáveis que não apenas os estágio da doença, principalmente a depressão. Finalmente, no terceiro artigo, é apresentada a comparação entre o WHOQOL-HIV e o SF-36. Tanto o WHOQOL-100 como o SF-36 discriminaram bem a qualidade de vida entre os estágios da infecção na direção esperada: na comparação com os estágios assintomático e sintomático, o estágio AIDS apresentou escores significativamente inferiores. Isto só não aconteceu em dois domínios do WHOQOL-HIV, Meio Ambiente e Espiritualidade, os quais discriminaram apenas entre os pacientes com AIDS e sintomáticos. Estes domínios provavelmente não tenham uma relação linear com a evolução da doença. Como estes domínios são os domínios que se distanciam mais em seu construto do conceito de “funcionamento” e “incapacitação” talvez explique a menor sensibilidade em captar diferenças entre os diferentes estágios da doença. Já os domínios do SF-36, uma medida que tem uma ênfase em todos os seus domínios no “status funcional” parece ter captado com mais sensibilidade estas diferenças. Nas correlações com BDI ambos apresentaram coeficientes de Pearson com valores de magnitude moderada a grande; já com a sub-escala IDATE-Traço as correlações dos dois instrumentos foram de magnitudes menores, variando de pequena a moderada. Na correlação direta dos dois instrumentos entre si os oito domínios do SF-36 correlacionaram-se mais fortemente com três domínios do WHOQOL-100 (Físico, Psicológico e Nível de Independência). Constatou-se neste estudo que o SF-36 confirma sua característica de avaliar “status funcional”, enquanto o WHOQOL-100 demonstra ser um instrumento de qualidade de vida com construtos mais abrangentes.

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To evaluate sleep disorder complaints in outpatients with depressive disorder from a general hospital. Methods: An observational, cross-sectional study was carried out with a study sample composed of 70 patients (44 women and 26 men) with diagnosis of depressive disorder, according to the DSM-IV criteria. The patients were interviewed and evaluated by the Identification Questionnaire, the Sleep Habits Questionnaire and the Beck Depression Inventory (BDI). Results: In this study, 50 (71.3%) patients had recurrence of sleep disorder complaints. Mean BDI score was 35.83+8.85, with significant differences between patients with (38.50+8.70) and without (29.60+7.80) recurrence (p<0.05) and among patients with 1, 2, 3 and >3 episodes (p<0.05). In this study, 49 (70%) patients had insomnia and 21 (30%) had subjective excessive sleepiness. Significant differences were observed between the mean duration in months of the sleep disorders (7.16+2.10) and the depressive disorder (6.12+1.90) (p<0.05). Discussion: In the study sample, recurrence of sleep disorder complaints was high and significantly associated with severe depression. Insomnia was prevalent and the mean duration of sleep disorders was higher in relation to depressive disorder

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Fibromyalgia (FM) is a non-inflammatory rheumatic syndrome of unknown etiology, with symptoms of diffuse musculoskeletal pain and presence of specific anatomic sites called tender points. The symptoms are often associated with fatigue, sleep disturbances, morning stiffness, alterations in pain perception, anxiety and depression. Fibromyalgia exhibits a correlation between physical and behavioral symptoms, which have a negative influence on the quality of life of patients. Emotional skills are important factors since they are related to subjective well-being, personal productivity, social interaction and interpersonal relationships. We aim to describe the physical and psychosocial interactions in women with FM, showing the association between perceived social support and affect with symptoms of pain, functionality and mood. We will also describe a body representation of pain in women with FM. Data were collected over 3 years and the sample size ranged between studies. This is an exploratory cross-sectional study conducted with a convenience sample of 63 women with FM and 42 healthy women as a control group (CT), aged 20-76 years, recruited through spontaneous demand at Onofre Lopes University Hospital (HUOL) and the Clinical School of Physiotherapy of Universidade Potiguar (UNP). The Fibromyalgia Impact Questionnaire (FIQ), Beck Depression Inventory (BDI), Social Support Scale (MOS), Hamilton Anxiety Scale and Scale of Positive and Negative Affect Schedule (PANAS), in addition to pressure algometry were used. For data analysis, we used parametric and non-parametric tests and a general linear model with adjustment variables and analysis of variance. A significant difference was found between pain threshold and tolerance, functionality, depression, anxiety, social support, and positive and negative affect between the groups. Affective states and social support were associated with anxiety, depression and functionality. A body was drawn representing pain with higher incidences in trapeze, supraspinatus and second ribs. The reason for studying sensory aspects, affective behavior and social support in FM patients opens perspectives for scientific and clinical research of this syndrome. Women with chronic pain such as FM appear to have altered mood states, less social support and affective dysfunctions, influencing the other symptoms of the syndrome

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OBJETIVO: comparar as condições emocionais de mães cujos filhos nascem com malformações visíveis (Grupo M) com as das mães de crianças eutróficas (Grupo E) logo após o nascimento. MÉTODO: foram avaliados os sintomas de ansiedade e depressão de 22 mães de cada grupo por meio do Inventário de Depressão de Beck (BDI) e do Inventário de Ansiedade Traço-Estado (IDATE). Foram excluídas as mães portadoras de deficiência sensorial incapacitante, HIV, distúrbios psiquiátricos e síndromes genéticas. Os dados foram complementados com consultas a prontuários médicos da criança e da mãe. Para análise comparativa entre as medianas dos grupos foi utilizado o teste não-paramétrico U de Mann-Whitney; para amostras independentes e para os escores indicativos de sintomas clínicos, o teste exato de Fisher e o teste do χ2. RESULTADOS: houve diferenças significativas nas medianas dos escores das três subescalas (ansiedade-traço, ansiedade-estado e disforia/depressão) entre os dois grupos de mães. Houve uma porcentagem significativamente maior de mães do Grupo M com escores indicativos de sinais clínicos para depressão ou ansiedade no pós-parto imediato e, para ambos os quadros, quando comparadas com mães do Grupo E. Os resultados podem ser decorrentes de traços de personalidade materna, visto que os índices de ansiedade-traço eram significativamente maiores nas mães de crianças malformadas, mas especialmente pelo estado da criança, seu encaminhamento para a UTI e sua condição de vida futura. CONCLUSÕES: a porcentagem de mães de recém-nascidos com malformações visíveis que apresentou escores indicativos de sinais clínicos para ansiedade, depressão e ambos sugerem a necessidade de suporte, individual ou em grupo.

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OBJECTIVE: To assess quality of life (QoL) and psychological aspects in patients with gestational trophoblastic disease (GTD).METHODS: This cross-sectional self-report study was conducted among 54 women. Validated questionnaires assessed QoL (WHO-QOL-bref), symptoms of depression (Beck Depression Inventory [BDI]) and anxiety (State-Trait Anxiety Inventory [STAI]).RESULTS: Most patients rated overall QoL as good (44.44%) anti were satisfied with their health status (42.59%). Mean QoL domain score was lowest for psychologic health (53.86 +/- 21.46) and highest for social relationships (65.74 +/- 22.41). BDI mean was 15.81 +/- 11.15, indicating dysphoria. STAI means were 46 +/- 6.46 for trait-anxiety and 43.72 +/- 4.23 for state-anxiety, both evidencing medium-high anxiety. Among employed patients, environment domain mean was the highest (p = 0.024). Presence of children resulted in lowest means for physical health (p = 0.041) and environment (p = 0.045). Patients desiring children showed significantly higher means for physical health (p = 0.004), psychological health (p = 0.021) and environment (p = 0.003). Chemotherapy had no significant influence on QoL (p > 0.05).CONCLUSION: This study evidenced psychological impact on GTD patients, suggesting specialized care centers should provide psychological interventions during treatment and follow-up of GTD patients, highlighting the importance of a multidisciplinary approach. (J Reprod Med 2009;54:239-244)

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Objective: In women with obsessive-compulsive disorder (OCD), symptom severity appears to fluctuate over the course of the menstrual cycle. The objective of this paper was to compare female OCD patients with and without premenstrual worsening of obsessive-compulsive symptoms (OCS), in terms of the clinical characteristics of OCD. Methods: This was a cross-sectional study involving 455 women with OCD, of whom 226 (49.7%) had experienced premenstrual OCS worsening and 229 (50.3%) had not (PMOCS-worse and PMOCS-same groups, respectively). Data were collected with the original and dimensional versions of the Yale-Brown Obsessive-Compulsive Scale, as well as with the Beck Depression Inventory (BDI) and Beck Anxiety Inventory (BAI). Results: We found significant differences between the PMOCS-same and PMOCS-worse groups, the latter showing a higher frequency of suicidal ideation (P<.001), suicide attempts (P=.027), current use of selective serotonin reuptake inhibitors (P=.022), lifetime use of mood stabilisers (P=.015), and sexual/religious obsessions (P<.001; OR. =1.90), as well as higher scores on the BDI (P<.001) and BAI (P<.001). Conclusion: Underscoring the fact that OCD is a heterogeneous disorder, there appears to be a subgroup of female OCD patients in whom the premenstrual period is associated with a higher frequency of sexual/religious obsessions, depression, anxiety, and suicidality. This might be attributable to hormonal fluctuations. Further studies are warranted in order to investigate this hypothesis by evaluating such patients at different phases of the menstrual cycle, as well as measuring hormonal levels. © 2012 Elsevier Inc.

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Pós-graduação em Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem - FC

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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)