63 resultados para Apocalyptic


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O presente estudo exegético tem por objetivo analisar o fenômeno da profecia e da glossolalia no cristianismo primitivo a partir da Primeira Carta aos Coríntios. Para tanto, revisa-se algumas discussões exegéticas acerca do texto. O movimento cristão emergiu como uma seita judaica, mas amadureceu em um contexto greco-romano, sendo profundamente impactado pela cultura e tradições ocidentais. Por um lado, sofreu as influências das tradições israelitas antigas e do Judaísmo do Segundo Templo, e por outro, sofreu as influências das tradições greco-romanas, embora em menor grau. Com isso, esta pesquisa mostra que a profecia e a glossolalia em 1° Coríntios são fenômenos extáticos, no qual seu contexto mais próximo é o misticismo apocalíptico judaico.

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Esta dissertação tem por objeto analisar os textos do livro do Apocalipse capítulos 4 e 5. As fontes de pesquisa pertencem às tradições do Misticismo Judaico. Esta linha, hoje ecoa em estudos do misticismo apocalíptico e do êxtase visionário relativo ao contexto do judaísmo e cristianismo primitivos, em autores tais como: Christopher Rowland, Alan Segal, C. R. A. Morray-Jones e John Ashton, John Collins, Adella Collins, Jonas Machado, Paulo A. S. Nogueira, Carol Newsom, David E. Aune, Philip Alexander, Crispin H.T. Fletcher-Louis, Florentino García Martínez dentre outros; sendo que, estes autores se alinham aos resultados das pesquisas iniciais de Gershom Scholem sobre o Misticismo Judaico, e aos desenvolvimentos mais recentes neste âmbito. Nogueira1 menciona que foi Scholem quem realmente usou este misticismo para produzir a chave das histórias de ascensão celestial presentes nos apocalipses dos últimos dois séculos a.C. e dos primeiros dois séculos d.C. Foi Scholem, na verdade, quem iniciou a discussão acadêmica dos místicos judaicos em seu livro Major Trends in Jewish Myticism - Principais Tendências no Misticismo Judaico em 1941. Corroborando com a tradição destes estudos se encontram as descobertas dos manuscritos de Qumran, como a dos Cânticos do Sacrifício Sabático, uma composição de treze cânticos, também chamada de liturgia angélica, e que tem contribuído para o desenvolvimento das pesquisas, bem como sustentado os argumentos de Scholem. Dentre os manuscritos de Qumran há um fragmento de hinos denominado 4Q405, que trouxe ao conhecimento a terminologia Merkaváh, em que anjos louvam a imagem do Trono da Carruagem citado no primeiro capítulo do livro de Ezequiel. Identificou-se nestes o sincretismo da comunidade de Qumran acerca do canto dos anjos com outras ideias sobre os deveres dos mesmos, sendo uma característica comum às tradições da Ma asseh Merkaváh - (Trabalhos do Divino Trono/Carruagem). 1 NOGUEIRA, Sebastiana M. Silva. 2 Coríntios 12 e o Misticismo Judaico (Os Quatro que Entraram no Pardes). Oracula, 2012 p.04. Assim, a pesquisa segue os pressupostos de Rowland2, de que os textos do Apocalipse 4 e 5 possuem em sua narrativa uma semelhança básica com a liturgia descrita nas tradições do misticismo apocalíptico do judaísmo no I século, bem como em textos de Qumran, principalmente no fragmento 4Q405. Conforme Nogueira3 Ezequiel capítulo 1 é considerado chave desta tradição mística do judaísmo, sendo, também um elemento central do Apocalipse de João, o principal visionário do cristianismo. Assim, a pesquisa inclui a aproximação dos textos considerados fundantes, sendo: (Isaías 6; Ezequiel 1; Daniel 7; I Enoque 14), junto aos textos de Qumran, como o complexo dos 13 Cânticos Sábaticos relacionados ao culto no santuário celestial. A apocalíptica pode ser assim compreendida como um tipo de literatura mística, cujas imagens se conjecturam nos escritos que, por meio da ascensão do visionário aos céus e a contemplação do trono de Deus, descortinam uma determinada tradição do judaísmo antigo. Desta forma podemos também interpretar os capítulos 4 e 5 do Apocalipse como texto místico, de conteúdos similares aos dos textos apocalípticos judaicos, e talvez até com um tipo de experiência religiosa análoga.

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Esta dissertação tem por objeto analisar os textos do livro do Apocalipse capítulos 4 e 5. As fontes de pesquisa pertencem às tradições do Misticismo Judaico. Esta linha, hoje ecoa em estudos do misticismo apocalíptico e do êxtase visionário relativo ao contexto do judaísmo e cristianismo primitivos, em autores tais como: Christopher Rowland, Alan Segal, C. R. A. Morray-Jones e John Ashton, John Collins, Adella Collins, Jonas Machado, Paulo A. S. Nogueira, Carol Newsom, David E. Aune, Philip Alexander, Crispin H.T. Fletcher-Louis, Florentino García Martínez dentre outros; sendo que, estes autores se alinham aos resultados das pesquisas iniciais de Gershom Scholem sobre o Misticismo Judaico, e aos desenvolvimentos mais recentes neste âmbito. Nogueira1 menciona que foi Scholem quem realmente usou este misticismo para produzir a chave das histórias de ascensão celestial presentes nos apocalipses dos últimos dois séculos a.C. e dos primeiros dois séculos d.C. Foi Scholem, na verdade, quem iniciou a discussão acadêmica dos místicos judaicos em seu livro Major Trends in Jewish Myticism - Principais Tendências no Misticismo Judaico em 1941. Corroborando com a tradição destes estudos se encontram as descobertas dos manuscritos de Qumran, como a dos Cânticos do Sacrifício Sabático, uma composição de treze cânticos, também chamada de liturgia angélica, e que tem contribuído para o desenvolvimento das pesquisas, bem como sustentado os argumentos de Scholem. Dentre os manuscritos de Qumran há um fragmento de hinos denominado 4Q405, que trouxe ao conhecimento a terminologia Merkaváh, em que anjos louvam a imagem do Trono da Carruagem citado no primeiro capítulo do livro de Ezequiel. Identificou-se nestes o sincretismo da comunidade de Qumran acerca do canto dos anjos com outras ideias sobre os deveres dos mesmos, sendo uma característica comum às tradições da Maasseh Merkaváh Trabalhos do Divino Trono/CarruagemAssim, a pesquisa segue os pressupostos de Rowland2, de que os textos do Apocalipse 4 e 5 possuem em sua narrativa uma semelhança básica com a liturgia descrita nas tradições do misticismo apocalíptico do judaísmo no I século, bem como em textos de Qumran, principalmente no fragmento 4Q405. Conforme Nogueira3 Ezequiel capítulo 1 é considerado chave desta tradição mística do judaísmo, sendo, também um elemento central do Apocalipse de João, o principal visionário do cristianismo. Assim, a pesquisa inclui a aproximação dos textos considerados fundantes, sendo: (Isaías 6; Ezequiel 1; Daniel 7; I Enoque 14), junto aos textos de Qumran, como o complexo dos 13 Cânticos Sábaticos relacionados ao culto no santuário celestial. A apocalíptica pode ser assim compreendida como um tipo de literatura mística, cujas imagens se conjecturam nos escritos que, por meio da ascensão do visionário aos céus e a contemplação do trono de Deus, descortinam uma determinada tradição do judaísmo antigo. Desta forma podemos também interpretar os capítulos 4 e 5 do Apocalipse como texto místico, de conteúdos similares aos dos textos apocalípticos judaicos, e talvez até com um tipo de experiência religiosa análoga.

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Esta tese é um estudo do conceito de transformação místico-apocalíptica na perspectiva da experiência religiosa e que tem como objeto o caso paulino. As pesquisas sobre Paulo Apóstolo geralmente acompanham a abordagem tradicional que o vê como pensador e teólogo. Mas, em sintonia com algumas obras do passado e especialmente as mais recentes sobre Paulo em relação à apocalíptica e misticismo judaicos, esta tese desenvolve uma análise na perspectiva da experiência religiosa. Considerando a tradição de ascensão visionária como quadro de plausibilidade, é apresentada uma análise dos relatos de ascensão da literatura judaica antiga, com destaque para Moisés, aqui comparado com a recepção paulina do Moisés transformado em 2º Coríntios. O resultado da pesquisa foi que a literatura judaica antiga testemunha um padrão de transformação proléptica em ascensão celestial que fazia parte das crenças e práticas religiosas. A linguagem usada por Paulo em 2º Coríntios, notoriamente no capítulo 3, demonstra que ele estava envolvido em tais crenças e práticas, ainda que com conotações próprias. O Moisés transformado de face gloriosa de Êxodo 34, que foi recebido pelas tradições judaicas como um viajante celestial, o que era corrente nos tempos paulinos, é o foco de Paulo em 2º Coríntios 3. Para Paulo, sua condição é superior à de Moisés porque ele tem acesso livre e permane nte à gloria de Deus, acesso esse estendido a seus correligionários e que resulta em processo de transformação proléptica. Também porque seu evangelho é uma revelação cristológica divina última superior ao que foi revelado a Moisés no Sinai. Este acesso livre e permanente que inclui esta transformação antecipada se dá em termos de cultos extáticos de natureza visionária.(AU)

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Esta dissertação investiga a narrativa de visão apocalíptica encontrada em Ap 13,1-18. Ela parte da pergunta sobre a realidade que influenciou o autor no momento da composição, utilizando-se, assim, de uma linguagem provocativa. Nossa hipótese indica que o Apocalipse de João, importante fonte das experiências do Cristianismo primitivo no final do primeiro século, proporciona uma dura crítica às exigências de adoração dirigidas às autoridades romanas através do Culto Imperial. As imagens das bestas descritas em Ap 13,1-18 expressam este tema através de uma linguagem provocativa, fundamentada na força da palavra e na tradição do mito do antagonista encontrado no Antigo Oriente Próximo. Neste sentido, acreditamos que o autor demoniza e estigmatiza as expressões da religião oficial, as quais tratam os governantes como seres divinos, e os promotores do Culto Imperial na região da Ásia Menor.(AU)

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A obra compósita conhecida como I Enoque, formada por cinco livros, logrou muita importância para os Judaísmos do segundo templo, como também para os Cristianismos dos primeiros quatro séculos. Por isso, a intenção dessa pesquisa foi testar a contribuição do Mito dos Vigilantes (I Enoque 6-11) para o imaginário do demoníaco nos sinóticos, em especial enquanto espírito imundo. Para esse intento, primeiramente apresentamos as influencias do Mito dos Vigilantes na tradição enoquita e judaica em geral, para depois analisarmos suas contribuições para o imaginário do demoníaco. Depois, mostramos a presença de temas e idéias desse mito em alguns textos neotestamentários. Comprovada a presença do mito nas comunidades cristãs, analisamos as características e expressões simbólicas que pintam o quadro demonológico nos sinóticos, perguntando pela possível relação com os demônios das tradições judaicas. Com o acúmulo de imagens dos seres malignos dessas tradições no período do segundo templo, e a sua próxima relação com o Mito dos Vigilantes, concluímos ser possível a hipótese de que o demoníaco ao ser chamado de espírito impuro trás indícios e ecos do desenvolvimento, nas tradições de Enoque e na apocalíptica, do Mito dos Vigilantes. Possivelmente, podemos afirmar que as imagens e idéias geradas pelas releituras desse mito permeavam o imaginário das comunidades cristãs que geraram os sinóticos, em especial na concepção dos demônios. Assim, a influência do Mito dos Vigilantes não se resume a utilização literária, mas está no âmbito do imaginário, apropriado de maneira muito mais sutil e dinâmica.

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Este projeto tem como objetivo analisar a adaptação da obra de Ariano Suassuna, Romance d A Pedra do Reino e o príncipe do sangue do vai-e-volta, para a minissérie, intitulada A Pedra do Reino, dirigida por Luiz Fernando Carvalho e exibida pela Rede Globo entre os dias 12 e 16 de junho de 2007. Esta análise será realizada a partir da cena da auto-coroação da personagem Quaderna, usando a metodologia proposta por Umberto Eco em Para uma investigação semiológica sobre a mensagem televisual , artigo integrante da obra Apocalípticos e integrados, com a qual pretendemos elucidar o uso de signos na adaptação e fidelidade desta com a obra original.(AU)

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A kőolaj (és a földgáz), a XX. században felfutott fosszilis energiahordozók történetileg a szenet váltották fel. Ma egyértelműen meghatározzák a világ energiafelhasználását. Miután fosszilisak, rövid távon nem újratermelhetőek, ezért felhasználásuk történetét végigkísérte a feltárt és feltárható készletek mennyiségének állandó újrabecslése is, és folyamatosan jelen van a végességükre vonatkozó apokaliptikus kép, amit az elmúlt 40 év rendkívül hektikus, sokszor kiugróan magas árai is alátámasztanak. Cikkünkben reális képet szeretnénk adni az olaj mennyiségi és árváltozásairól, és ezek lehetséges közgazdasági, társadalmi hatásairól. Miután a rendelkezésre álló hely kevés, csak a legfontosabb összefüggéseket emeljük ki, bizonyos adatokat is inkább illusztrációszerűen közlünk. Célunk nem mélyelemzés, hanem egy átfogó helyzetkép. Vázoljuk a kőolajjal kapcsolatos fontosabb történeti mozzanatokat, a kőolaj felhasználásának irányait Európában és Magyarországon, valamint a készletekkel kapcsolatos összefoglaló gondolatokat. _______________ The volatile oil prices of the past 40 years have always foreshadowed an apocalyptic vision of the exhaustion of global reserves. The paper reviews the important historical moments of the usage of oil, with a special focus on Europe and Hungary. It also details issues related to oil reserves. The main conclusions of the paper are the following: (1) fears of exhausting oil reserves have been rebutted several times; (2) high oil prices can be barriers to the development of the transportation sector, even if innovation is happening in the background; (3) the distribution of oil reserves carries huge political risks; and (4) it is unclear what will take the place of oil as the main source of energy.

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My research attempts to demonstrate how Sábato’s essays have pursued a progressive path that reflects the evolving process of his vision. In light of his essays, I will delineate the themes of solitude, death, desperation, robotization of man, and finally, hope as the antithesis. In my analysis I examine the model created in Sartre’s Existentialism. I also visit the model followed by Nicholas Berdyaeff, who at least offers the possibility of salvation in a world conceived by and for Nothingness. I investigate how these and other tendencies had an initial influence on the essays studied in my research. I concentrate on those essays whose discourse is conditioned by the philosophical foundations of a being that inquires and discerns, discovers and denounces, and finally struggles with the impossibility of reaching the absolute. This foresight, at times apocalyptic, at times utopian, is already present in Sábato’s early works. In my study I attempt to establish how Sábato, in oscillating between the demonic and the romantic, the infernal and utopian, constructs his vision of the world through the symbiotic intertwining of both the fictional and essayistic genres. I focus on an author compromised by a constant debate with the paradoxes and dichotomies that, according to Sábato himself, define Modernity.

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My research attempts to demonstrate how Sábato’s essays have pursued a progressive path that reflects the evolving process of his vision. In light of his essays, I will delineate the themes of solitude, death, desperation, robotization of man, and finally, hope as the antithesis. In my analysis I examine the model created in Sartre’s Existentialism. I also visit the model followed by Nicholas Berdyaeff, who at least offers the possibility of salvation in a world conceived by and for Nothingness. I investigate how these and other tendencies had an initial influence on the essays studied in my research. I concentrate on those essays whose discourse is conditioned by the philosophical foundations of a being that inquires and discerns, discovers and denounces, and finally struggles with the impossibility of reaching the absolute. This foresight, at times apocalyptic, at times utopian, is already present in Sábato’s early works. In my study I attempt to establish how Sábato, in oscillating between the demonic and the romantic, the infernal and utopian, constructs his vision of the world through the symbiotic intertwining of both the fictional and essayistic genres. I focus on an author compromised by a constant debate with the paradoxes and dichotomies that, according to Sábato himself, define Modernity.

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El presente articulo intenta determinar las razones por las que el santuario de Sant Miquel de Llíria, uno de los más importantes de la actual provincia de Valencia, se consagró al arcàngel guerrero. Se estudia para ello la historia de su culto en Occidente, haciendo hincapié en aspectos como su relación con los lugares elevados y la frecuente proximidad de sus santuarios con aquellos dedicados a la Virgen. Atenderemos también a aspectos fundamentales del contexto histórico, como los movimientos de renovación espiritual medievales, la influencia del médico y teólogo Arnau de Vilanova en la Valencia de principios del siglo XIV y las profecías escatológicas vinculadas a la llegada del Anticristo.

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Many critics of Doctorow have classified him as a postmodernist writer, acknowledging that a wide number of thematic and stylistic features of his early fiction emanate from the postmodern context in which he took his first steps as a writer. Yet, these novels have an eminently social and ethical scope that may be best perceived in their intellectual engagement and support of feminist concerns. This is certainly the case of Doctorow’s fourth and most successful novel, Ragtime. The purpose of this paper will be two-fold. I will explore Ragtime’s indebtedness to postmodern aesthetics and themes, but also its feminist elements. Thus, on the one hand, I will focus on issues of uncertainty, indeterminacy of meaning, plurality and decentering of subjectivity; on the other hand, I will examine the novel’s attitude towards gender oppression, violence and objectification, its denunciation of hegemonic gender configurations and its voicing of certain feminist demands. This analysis will lead to an examination of the problematic collusion of the mostly white, male, patriarchal aesthetics of postmodernism and feminist politics in the novel. I will attempt to establish how these two traditionally conflicting modes coexist and interact in Ragtime.

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When we take a step back from the imposing figure of physical violence, it becomes possible to examine other structurally violent forces that constantly shape our cultural and political landscapes. One of the driving interests in the “turn to Paul” in recent continental philosophy stems from wrestling with questions about the real nature of contemporary violence. Paul is positioned as a thinker whose messianic experience began to cut through the violent masquerade of the existing order. The crucifixion and resurrection of the Messiah (a slave and a God co-existing in one body) exposed the empty grounding upon which power resided. The Christ-event signifies a moment of violent interruption in the existing order which Paul enjoins the Gentiles to participate in through a dedication of love for the neighbour. This divine violence aims to reveal and subvert the “powers,” epitomised in the Roman Empire, in order to fulfil the labour of the Messianic now-time which had arrived. The impetus behind this research comes from a typically enigmatic and provocative section of text by the Slovene philosopher, cultural critic, and Christian atheist Slavoj Žižek. He claims that 'the notion of love should be given here all its Paulinian weight: the domain of pure violence… is the domain of love' (2008a, 173). In this move he links Paul’s idea of love to that of Walter Benjamin’s divine violence; the sublime and the cataclysmic come together in this seemingly perverse notion. At stake here is the way in which uncovering violent forces in the “zero-level” of our narrative worldviews aids the diagnosis of contemporary political and ethical issues. It is not enough to imagine Paul’s encounter with the Christ-event as non-violent. This Jewish apocalyptic movement was engaged in a violent struggle within an existing order that God’s wrath will soon dismantle. Paul’s weak violence, inspired by his fidelity to the Christ-event, places all responsibility over creation in the role of the individual within the collective body. The centre piece of this re-imagined construction of the Pauline narrative comes in Romans 13: the violent dedication to love understood in the radical nature of the now-time. 3 This research examines the role that narratives play in the creation and diagnosis of these violent forces. In order to construct a new genealogy of violence in Christianity it is crucial to understand the role of the slave of Christ (the revolutionary messianic subject). This turn in the Symbolic is examined through creating a literary structure in which we can approach a radical Nietzschean shift in Pauline thought. The claim here, a claim which is also central to Paul’s letters, is that when the symbolic violence which manipulates our worldviews is undone by a divine violence, if even for a moment, new possibilities are created in the opening for a transvaluation of values. Through this we uncover the nature of original sin: the consequences of the interconnected reality of our actions. The role of literature is vital in the construction of this narrative; starting with Cormac McCarthy’s No Country for Old Men, and continuing through works such as Melville’s Bartleby the Scrivener, this thesis draws upon the power of literature in the shaping of our narrative worlds. Typical of the continental philosophy at the heart of this work, a diverse range of illustrations and inspirations from fiction is pulled into its narrative to reflect the symbolic universe that this work was forged through. What this work attempts to do is give this theory a greater grounding in Paul’s letters by demonstrating this radical kenotic power at the heart of the Christ-event. Romans 13 reveals, in a way that has not yet been picked up by Critchley, Žižek, and others, that Paul opposed the biopolitical power of the Roman Empire through the weak violence of love that is the labour of the slaves of Christ on the “now-time” that had arrived.

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Discourses evoking an antibiotic apocalypse and a war on superbugs are emerging just at a time when so-called "catastrophe discourses" are undergoing critical and reflexive scrutiny in the context of global warming and climate change. This article combines insights from social science research into climate change discourses with applied metaphor research based on recent advances in cognitive linguistics, especially with relation to "discourse metaphors." It traces the emergence of a new apocalyptic discourse in microbiology and health care, examines its rhetorical and political function and discusses its advantages and disadvantages. It contains a reply by the author of the central discourse metaphor, "the post-antibiotic apocalypse," examined in the article.