996 resultados para bem-estar trabalho
Resumo:
From a methodological point of view, this paper makes two contributions to the literature. One contribution is the proposal of a new measure of pro-poor growth. This new measure provides the linkage between growth rates in mean income and in income inequality. In this context, growth is defined as propoor (or anti-poor) if there is a gain (or loss) in the growth rate due to a decrease (or increase) in inequality. The other contribution is a decomposition methodology that explores linkages between growth patterns and social policies. Through the decomposition analysis, we assess the contribution of different income sources to growth patterns. The proposed methodologies are then applied to the Brazilian National Household Survey (PNAD) covering the period 1995-2004. The paper analyzes the evolution of Brazilian social indicators based on per capita income exploring links with adverse labour market performance and social policy change, with particular emphasis on the expansion of targeted cash transfers and devising more pro-poor social security benefits.
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In this note the growth anti welfare effects of fiscal anti monetary policies are investigated in three economies where public investment is part of the productive process It is shown that growth is maximized at positive levels of income tax and inflation but that there is no direct relationship between government size, productivity and growth or between inflation and growth. However, unless there are no transfers or public goods in the economy, maximization of growth does not imply welfare maximization and the optimal tax rate and government size are greater than those that maximize growth. Money is not superneutral anti the optimal rate of money creation is below the maximizing rate of growth.
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From a methodological point of view, this paper makes two contributions to the literature. One contribution is the proposal of a new measure of pro-poor growth. This new measure provides the linkage between growth rates in mean income and in income inequality. In this context, growth is defined as pro-poor (or anti-poor) if there is a gain (or loss) in the growth rate due to a decrease (or increase) in inequality. The other contribution is a decomposition methodology that explores linkages growth patterns, and labour market performances. Through the decomposition analysis, growth in per capita income is explained in terms of four labour market components: the employment rate, hours of work, the labour force participation rate, and productivity. The proposed methodology are then applied to the Brazilian National Household Survey (PNAD) covering the period 1995-2004. The paper analyzes the evolution of Brazilian social indicators based on per capita income exploring links with adverse labour market performance.
Efeitos macroeconômicos e custos sociais de uma transição entre regimes de previdência no Brasil
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Neste trabalho é estudada a trajetória de transição de variáveis macroeconômicas e os efeitos sobre o bem-estar causados por uma reforma no sistema de previdência social. O modelo de gerações superpostas utilizado incorpora incerteza e restrição a crédito, além de um fator fixo, terra, na função de produção. As simulações da transição para um sistema de capitalização plena partem de dois casos extremos: com os benefÃcios do sistema de repartição sendo encerrados inesperadamente, e com o financiamento destes para as gerações já contribuintes, baseado no princÃpio do direito adquirido. São simulados também casos intermediários. Uma contribuição importante deste trabalho é a mensuração e comparação das variações de bem-estar de cada processo de transição através da taxa de desconto social correspondente. Esta taxa seria a necessária para tornar a sociedade indiferente à reforma, o que é medido através de um cálculo de utilidade total. As simulações indicam que a transição que minimiza as perdas sociais é aquela em que os inativos são taxados em 30%.
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Neste artigo elabora-se sobre as sentenças que os organismos antitrustes brasileiros têm aplicado nas deliberações sobre atos de concentração. Na busca de um padrão de comportamento, observa-se que no julgamento de dois dos mais importantes casos, GerdaulPains e ColgatelKolynos, o CADE optou por uma decisão que levaria à eliminação do que o órgão entendeu como sendo barreiras à entrada da concorrência. Em seguida, apresentam-se opções de veredicto com as quais as agências antitruste poderiam fomentar o bem-estar social. O artigo sugere que ao criar uma jurisprudência nas resoluções sobre atos de concentração, o CADE contemple uma acentuada valorização das eficiências.
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Este trabalho discute a racionalidade econômica para o desenvolvimento de um sistema de metas sociais como forma do governo federal aumentar a eficiência na utilização dos recursos sociais transferidos para os municÃpios. O trabalho desenvolve algumas extensões do modelo de agente-principal incluindo abordagens estáticas com e sem informação imperfeita. Os resultados dos modelos estáticos indicam que o uso de critérios usuais de focalização onde localidades mais pobres recebem mais recursos podem levar a incentivos adversos para a erradicação da pobreza. Demonstramos que transferências incondicionais do governo federal deslocam gastos sociais locais. O trabalho argumenta em favor do uso de contratos onde quanto maior for a melhora no indicador social escolhido, mais recursos o municÃpio receberia. A introdução de informação imperfeita neste modelo basicamente gera uma penalidade aos segmentos pobres de áreas onde os governos demonstram ser menos avessos a pobreza. O trabalho também aborda o problema de favoritismo polÃtico onde determinados grupos sociais têm maior, ou menor, atenção por parte de governos locais. O resultado é que as polÃticas sociais acabam privilegiando determinados setores em detrimento de outros. Com o estabelecimento de metas sociais é possÃvel, se não eliminar o problema, ao menos criar incentivos corretos para que os gastos sociais sejam distribuÃdos de forma mais equânime.
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This paper is about economies with a representative consumer. In general a representative consumer need not exist, although there are several well known sets of sufficient conditions under which Qne will. It is common practice, however, to use the representative consumer hypothesis without specifically assuming any of these. We show, firstly, that it is possible for the utility of the representative consumer to increase when every actual consumer is made worse off. This shows a serious shortcoming of welfare judgements based on the representatÃve consumer. Secondly, in economies where this does not occur, there exists a social welfare function, which we construct, which is consistent with welfare judgements based on the utility of the representative consumer. Finally we provide a converse to Samuelson' s 1956 representative consumer result, which relates it to Scitovsky's community indifference curves.
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Este trabalho discute a racionalidade econômica para o desenvolvimento de um sistema de metas sociais como forma do governo federal aumentar a eficiência na utilização dos recursos sociais transferidos para os municÃpios. O trabalho desenvolve algumas extensões do modelo de agente-principal incluindo abordagens estáticas com e sem informação imperfeita. Os resultados dos modelos estáticos indicam que o uso de critérios usuais de focalização onde localidades mais pobres recebem mais recursos podem levar a incentivos adversos para a erradicação da pobreza. Demonstramos que transferências incondicionais do governo federal deslocam gastos sociais locais. O trabalho argumenta em favor do uso de contratos onde quanto maior for a melhora no indicador social escolhido, mais recursos o municÃpio receberia. A introdução de informação imperfeita neste modelo basicamente gera uma penalidade aos segmentos pobres de áreas onde os governos demonstram ser menos avessos a pobreza. O trabalho também aborda o problema de favoritismo polÃtico onde determinados grupos sociais têm maior, ou menor, atenção por parte de governos locais. O resultado é que as polÃticas sociais acabam privilegiando determinados setores em detrimento de outros. Com o estabelecimento de metas sociais é possÃvel, se não eliminar o problema, ao menos criar incentivos corretos para que os gastos sociais sejam distribuÃdos de forma mais equânime.
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this article addresses the welfare and macroeconomics effects of fiscal policy in a frarnework where govemment chooses tax rates and the distribution of revenues between consumption and investment. We construct and simulate a model where public consumption affects individuaIs' utility and public capital is an argument of the production function. The simulations suggest that by simply reallocating expenditures from consumption to investment, the govemment can increase the equilibrium leveIs of capital stock, hours worked, output and labor productivity. Funhennore, we 'show that the magnitude and direction of the long run impact of fiscal policy depends on the size of the elasticity of output to public capital. If this parameter is high enough, it may be the case that capital stock, within limits, increases with tax rates.
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Ao se estudar as consequências sobre o bem-estar social de um mercado relevante onde há elevada concentração na produção, deve-se identificar, primeiramente, se a competição potencial existe. Uma forma de detecta-la seria através do exame das barreiras à entrada da concorrência no mercado relevante em estudo. O objetivo deste artigo é avaliar, no setor brasileiro de creme dental, as barreiras para firmas: entrarem ou; aumentarem sua participação de mercado. A motivação para este estudo decorre da mudança na estrutura deste mercado relevante, uma vez que, em janeiro de 1995, a Colgate, empresa com a segunda maior fatia do mercado nacional, adquiriu a Kolynos, firma detentora de metade do faturamento brasileiro deste setor.
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Neri e Xerez (2003) discutem a racionalidade econômica para o desenvolvimento de um sistema de metas sociais a partir de variantes estáticas do modelo agente-principal. Este sistema atua como forma do governo federal aumentar a eficiência na utilização dos recursos sociais transferidos para os municÃpios. O presente trabalho desenvolve algumas extensões deste modelo com diferentes possibilidades de renegociação ao longo do tempo assim como a presença de choques. Demonstramos num contexto dinâmico com contratos completos que a melhor forma de aumentar a eficiência alocativa dos fundos transferidos seria criar mecanismos institucionais garantindo a impossibilidade de renegociações bilaterais. Esse contrato ótimo reproduz a seqüência de metas e transferências de vários perÃodos encontrada na solução do modelo estático. Entretanto, esse resultado desaparece quando incorporamos contratos incompletos. Nesse caso, as ineficiências ex-ante criadas pela possibilidade de renegociação devem ser comparadas com as ineficiências expost criadas por não se usar a informação nova revelada ao longo do processo. Na segunda parte do artigo incorporamos a incidência de choques aleatórios. Mostramos que, quando os resultados sociais não dependem somente dos investimentos realizados pelo municÃpio, mas também de fatores estocásticos, o contrato estabelecido entre governo federal e municÃpios, deve estipular metas mais altas de forma a prevenir a ocorrência de estados ruins da natureza. Além disso, contratos lineares nesse tipo de situação são pró-cÃclicos, reduzindo as transferências governamentais justamente quando o municÃpio sofre um choque negativo. Para evitar esse tipo de situação, mostramos que o estabelecimento de contratos que utilizam mecanismos de comparação de performance entre os municÃpios elimina o efeito pró-cÃclico, garantindo aos municÃpios uma transferência fixa quando eles investem na área social.
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A tese pretende conhecer de forma profunda a metodologia de ataques especulativos sobre dÃvidas, desenvolvida por Cole e Kehoe (1996), e tem três objetivos principais: (i) aplicá-la a outros paÃses, além do México, que é feito na versão original; (ii) entender a opção de um paÃs dolarizar, em relação à alternativa de manter sua moeda local, quando a economia depende da entrada de capitais financeiros internacionais; e (iii) estudar a união monetária como uma terceira alternativa de regime monetário, em comparação com a dolarização e o regime de moeda local. O modelo de crises da dÃvida de Cole-Kehoe é aplicado à s economias da Coréia, da Rússia e do Brasil. Modifica-se este modelo para incluir dÃvida denominada em moeda local, que é totalmente adquirida pelos consumidores nacionais e que dá ao governo a possibilidade de obter receitas por meio da cobrança de um imposto inflacionário sobre estes ativos. As receitas obtidas desta forma podem ser utilizadas para pagar os banqueiros internacionais e evitar uma crise da dÃvida externa, que ocorreria, em caso contrário. Considera-se também, neste caso, que o banco central possa estar sujeito a pressões de seu governo para gerar estas receitas. Analogamente, para representar um paÃs pertencente a uma união monetária, inclui-se dÃvida denominada em moeda comum e um governo central no modelo original. A polÃtica monetária da união está subordinada à decisão conjunta de todos os paÃses membros. Supõe-se também que o banco central da união possa sofrer pressões polÃticas de alguns governos nacionais sem disciplina fiscal e dispostos a obter receitas de imposto inflacionário sobre a dÃvida. Na dolarização, a polÃtica monetária está submetida a do banco central do paÃs âncora e, portanto, não há possibilidade de o governo gerar receitas extraordinárias sobre a dÃvida, a menos que haja forte simetria dos choques que atingem a economia dolarizada e o paÃs âncora. Considerando estas peculiaridades dos três regimes monetários, os nÃveis de bem-estar são caracterizados e avaliados numericamente para o Brasil. Além disso, obtém-se a polÃtica ótima do governo para a dÃvida em dólar, segundo os três regimes.
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Este trabalho, no capÃtulo um, investiga amplamente a evolução do consumo de bens duráveis no Brasil a partir da decisão de consumo individual e da possibilidade de existir restrição ao crédito. A contribuição mais relevante consiste na não rejeição da hipótese de separabilidade nas decisões de consumo de bens duráveis e não duráveis, já que tal hipótese é implicitamente utilizada por vários artigos que trataram a questão do consumo agregado no Brasil. Os resultados, aqui encontrados, sugerem que uma grande parcela dos consumidores está restrita ao crédito, existindo restrições de curto prazo e longo prazo sobre a evolução do consumo de bens duráveis, não duráveis e renda. O capÃtulo dois investiga o impacto da escolaridade sobre a distribuição de renda do trabalho de estados/regiões do Brasil. Usando um método semi-paramétrico, discutido em DiNardo, Fortin & Lemieux (1996), mensuramos o quanto dos diferenciais de renda entre as Regiões Nordeste e Sudeste do Brasil – a mais pobre e a mais rica do paÃs – e entre os Estados do Ceará e São Paulo, podem ser explicados pelas diferenças de escolaridade da população residente. Usando dados da PNAD construÃmos densidades contrafactuais reponderando a distribuição da região/estado mais pobre pelo perfil de escolaridade da mais rica. ConcluÃmos que: (i) mais de 50% do diferencial de renda é explicado pelo diferencial de escolaridade; (ii) os decis mais elevados da distribuição de renda têm maior ganho com o aumento da escolaridade, se aproximando muito da distribuição de renda do trabalho da região/estado mais rica e; (iii) o aumento da escolaridade, mantendo-se a estrutura de salários, agrava a desigualdade de renda nas regiões/estados mais pobres. No capÃtulo três, se propõe avaliar o efeito dos diferentes choques econômicos a partir do uso da função de bem-estar. Para tanto, usa-se o conceito de funções impulso-resposta não convencionais, onde o bem-estar é função do valor presente da utilidade do consumo. Essa técnica permite avaliar a importância relativa de diferentes choques sob um novo prisma, o que se constitui em sua maior contribuição. Decompõe-se a função impulso- esposta não convencional em choques transitórios e permanentes. Identifica-se choques "de produtividade" e "de preferências" usando Decomposição de Cholesky e método generalizado para as funções impulso-resposta não convencionais. O resultado permite questionar a adequação da hipótese de identificação de que a única fonte de choques permanentes seja a produtividade: não há um matching perfeito entre a decomposição permanente/transitório e a identificação de tipos de choques.