972 resultados para Reanimació cardiovascular -- Control de qualitat
Resumo:
Universidade Estadual de Campinas . Faculdade de Educação Física
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Reconhecer com precisão indivíduos com maior risco imediato de morte súbita cardíaca (MSC) ainda é uma questão em aberto. A natureza fortuita dos eventos cardiovasculares agudos não parece se adequar ao conhecido modelo de indução de taquicardia/fibrilação ventricular por um gatilho em sincronia a um substrato arritmogênico estático. Quanto ao mecanismo da MSC, uma instabilidade elétrica dinâmica explicaria melhor a raridade da associação simultânea de um gatilho certo a um substrato cardíaco apropriado. Diversos estudos tentaram medir essa instabilidade elétrica cardíaca (ou um equivalente válido) em uma sequência de batimentos cardíacos no ECG. Dentre os mecanismos possíveis podemos citar o prolongamento do QT, dispersão do QT, potenciais tardios, alternância de onda T ou T-wave alternans (TWA), e turbulência da frequência cardíaca. Este artigo se atém em particular ao papel da TWA no panorama atual da estratificação de risco cardíaco. Os achados sobre TWA ainda são heterogêneos, variando de um desempenho prognóstico muito bom até um quase nulo, dependendo da população clínica observada e protocolo clínico usado. Para preencher as atuais lacunas no conhecimento sobre TWA, profissionais médicos e pesquisadores devem explorar melhor as características técnicas das diversas tecnologias disponíveis para a avaliação de TWA e atentar ao fato de que os valores de TWA respondem a diversos outros fatores, além de medicamentos. Informações sobre mecanismos celulares e subcelulares da TWA estão fora do escopo deste artigo, mas são referenciados alguns dos principais trabalhos sobre este tópico, com o intuito de auxiliar no entendimento dos conceitos e fatos cobertos neste artigo.
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Dental erosion is a type of wear caused by non bacterial acids or chelation. There is evidence of a significant increase in the prevalence of dental wear in the deciduous and permanent teeth as a consequence of the frequent intake of acidic foods and drinks, or due to gastric acid which may reach the oral cavity following reflux or vomiting episodes. The presence of acids is a prerequisite for dental erosion, but the erosive wear is complex and depends on the interaction of biological, chemical and behavioral factors. Even though erosion may be defined or described as an isolated process, in clinical situations other wear phenomena are expected to occur concomitantly, such as abrasive wear (which occurs, e.g, due to tooth brushing or mastication). In order to control dental loss due to erosive wear it is crucial to take into account its multifactorial nature, which predisposes some individuals to the condition.
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The mechanical control of supragingival biofilm is accepted as one of the most important measures to treat and prevent dental caries and periodontal diseases. Nevertheless, maintaining dental surfaces biofilm-free is not an easy task. In this regard, chemical agents, mainly in the form of mouthwashes, have been studied to help overcome the difficulties involved in the mechanical control of biofilm. The aim of this paper was to discuss proposals for the teaching of supragingival chemical control (SCC) in order to improve dentists' knowledge regarding this clinical issue. Firstly, the literature regarding the efficacy of antiseptics is presented, clearly showing that chemical agents are clinically effective in the reduction of biofilm and gingival inflammation when used as adjuvant agents to mechanical control. Thus, it is suggested that the content related to SCC be included in the curricular grid of dental schools. Secondly, some essential topics are recommended to be included in the teaching of SCC as follows: skills and competencies expected of a graduate dentist regarding SCC; how to include this content in the curricular grid; teaching-learning tools and techniques to be employed; and program content.
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The arterial partial pressure (P CO2) of carbon dioxide is virtually constant because of the close match between the metabolic production of this gas and its excretion via breathing. Blood gas homeostasis does not rely solely on changes in lung ventilation, but also to a considerable extent on circulatory adjustments that regulate the transport of CO2 from its sites of production to the lungs. The neural mechanisms that coordinate circulatory and ventilatory changes to achieve blood gas homeostasis are the subject of this review. Emphasis will be placed on the control of sympathetic outflow by central chemoreceptors. High levels of CO2 exert an excitatory effect on sympathetic outflow that is mediated by specialized chemoreceptors such as the neurons located in the retrotrapezoid region. In addition, high CO2 causes an aversive awareness in conscious animals, activating wake-promoting pathways such as the noradrenergic neurons. These neuronal groups, which may also be directly activated by brain acidification, have projections that contribute to the CO2-induced rise in breathing and sympathetic outflow. However, since the level of activity of the retrotrapezoid nucleus is regulated by converging inputs from wake-promoting systems, behavior-specific inputs from higher centers and by chemical drive, the main focus of the present manuscript is to review the contribution of central chemoreceptors to the control of autonomic and respiratory mechanisms.