998 resultados para Imaginário poético


Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

S'exposa una experiència didàctica dirigida a alumnes de primer i segon curs de batxiller de l'IES Berenguer d'Anoia (Mallorca), amb l'objectiu de dinamitzar la biblioteca escolar, treballant be sigui: un poeta cada mes, rebent poetes locals mensualment o realitzant recitals poètics a l'espai de la biblioteca escolar, aquesta activitat estar pensada per alumnes de primer i segon del batxillerat artístic amb la finalitat de realitzar una activitat acadèmica diferent que les motivi a l'estudi de la poesia.

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

A higiene deu início a um novo processo de psicologização. A higiene invadiu a sociedade e medicalizou os hábitos de vida, introduziu o dever de saúde, levando cada um a cuidar de si próprio. A higiene mais não é do que um saber que veio permitir uma nova salvação, um novo exercício de regulação e vigilância. É um saber que veio estruturar a sociedade, transformar a população e cada um em particular. Este processo de mudança veio exigir de todos uma busca de aperfeiçoamento a partir de uma nova matriz, um novo imaginário. Um novo mundo mental foi criado, novas formas de pensar, sentir e agir foram introduzidas na vida das pessoas, e nesta precisa medida, podemos dizer que uma nova alma foi criada. A partir deste novo saber, cada um se problematizou (se pensou) e construiu de maneira diferente. Neste sentido, a higiene é também um conhecimento “psi”.

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

Com este trabalho pretende-se compreender a influência do elemento psicológico na História de Portugal, como factor fundamental da conquista da independência e de afirmação em períodos de aventura, como a expansão, ou em época de novas descobertas resultantes do fim de um Império mais imaginário que real.

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

Produto que novas formulações de ocupação do território associadas a simbólicas contemporâneas de apropriação do espaço , da representação pessoal e do novo imaginário colectivo a ideia de representação da periferia urbana transformou-se de forma radical . Com efeito o imaginário dicotómico periferia-mau e centro-bom estilhaçou-se em múltiplos fórmulas qualitativas. O centro ou já não é centro ou é obrigado a competir como novas centralidades existentes ou emergente . A cidade já não tem limites precisos como outrora . Com isto veio a queda da dicotomia urbano-rural.

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

O presente texto resulta de um trabalho de investigação que buscou compreender como os temas museu, memória, coleção e bem cultural estão representados no campo da literatura, de modo particular no fazer poético. A ênfase na poesia não deve precipitar a idéia de que as relações entre museu e literatura estejam confinadas neste campo literário, por mais que os museus sejam espaços poéticos. Como afirma Tomislav Sola (1989: p.49): “La auténtica comunicación através de los museos ha engendrado siempre una forma de experiencia poética que es al mismo tiempo el único fundamento de todas las consecuencias esperadas de esta comunicación”. É importante explicitar à partida o caráter exploratório desta investigação e o exercício de uma linguagem de fronteira, que quer se movimentar entre o acadêmico e a poético, independente da rima.

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

Pretende-se aqui dar conta do trabalho efetuado em 2011-2012 pelo Cartel de leitura. O desafio consistia em ler o Seminário de Lacan Les non dupes errent o mais possível ao pé da letra. Este é um Seminário onde problemática paterna (nome/nomes do pai) entronca com a questão do Real; uma palavra-chave no trajeto de Lacan - em particular na última fase do seu ensino – em ligação com o Simbólico e o Imaginário.

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

Da modernidade ao mundo contemporâneo os museus são reconhecidos por seu poder de produzir metamorfoses de significados e funções, por sua aptidão para a adaptação aos condicionamentos históricos e sociais e sua vocação para a mediação cultural. Eles resultam de gestos criadores que unem o simbólico e o material, que unem o sensível e o inteligível. Por isso mesmo cabe-lhes bem a metáfora da ponte lançada entre tempos, espaços, indivíduos, grupos sociais e culturas diferentes; ponte que se constrói com imagens e que tem no imaginário um lugar de destaque.

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

Sabemos todos os que aqui nos encontramos que o “choque do futuro” que é o nosso presente levou muita gente a olhar para o passado.De facto, nesta nossa época de revolução electrónica, das auto-estradas da informação e da desindustrialização, muitos se sentem atraídos com curiosidade e, até, com alguma nostalgia, pelo tempo, pelos vestígios, pelos testemunhos das origens da época industrial que marcou a Europa e o mundo inteiro nos últimos séculos.De resto, o impacto aos níveis pessoal e social que a progressiva automação e as outras aplicações da electrónica vêem causando nos nossos dias e o seu reflexo no plano do imaginário colectivo, não hão-de ser menores, nem muito diferentes do que foram séculos atrás, o impacto causado pelo trabalho das primeiras máquinas ou pela passagem das primeiras composições do caminho de ferro a uma velocidade “estonteante”, quando a sociedade se confrontava ainda com uma tecnologia cujo padrão era a medida do homem.

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

Com a presente abordagem, pretende-se demonstrar que as universos urbanos que Eça de Queirós, Abel Botelho e outros escritores do séc. XIX se tornam um objeto teórico e poético de representação e um complexo texto humano, construído por sobreposições de imagens objetivas e subjetivas. Construídas pelo olhar objetivo do sujeito e pela sua imaginação e fantasia, estas representações têm também em vista a transformação da sociedade pela denúncia dos seus vícios, das suas patologias sociais, de forma a combater a “miséria portuguesa” de Oitocentos.

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

Eugénio de Andrade viveu cinquenta e cinco anos na cidade do Porto e, como ser social, deambulou nos lugares exteriores desta cidade, descobrindo e fazendo descobrir, através dos seus escritos em prosa, a beleza irrecusável de uma cidade pitoresca e inscrita no tempo desde Fernão Lopes até aos escritores mais recentes. A partir desses lugares exteriores, e alimentado por uma experiência de vida e por uma visão artística, ele metamorfoseou os lugares exteriores em lugares íntimos a partir da magia que lhe outorga a palavra poética. Servindo-se da experiência do ser social, o ser criador desce, deste modo, às profundezas da alma e cria um espaço poético cheio de emoções anódinas que purgam as obsessões e as carências do ser social. Assim, e graças à criação poética, os nomes dos lugares do Porto deixam de ser topónimos para serem catalizadores de memórias e de referências. Os espaços geográficos do Porto passam a ser lugares de uma geografia imaginária que as impressões do ser criador suscitam. Depois de sublimar vários espaços da cidade, Eugénio acabou por criar o seu espaço poético no Passeio Alegre onde deixou a sua herança à única herdeira que é a cidade do Porto

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

Este es el primer estudio que se dedica al conjunto de la obra de uno de los más consistentes poetas ecuatorianos de su generación: Efraín Jara Idrovo. En un exigente trabajo de lectura crítica, la autora instaura un diálogo con los textos, y de los textos entre sí, para configurar la totalidad de la obra de Jara Idrovo como una gran constelación de signos en movimiento: cada poema es una onda expansiva que desemboca en el siguiente, afecta a los anteriores y se ve afectado por ellos, reconfigurándolos, enriqueciéndolos, despertando ecos de sentido, provocando innumerables posibilidades de significación. Es una lectura abierta que explora en la obra de Jara para descubrir las convergencias, las resonancias, los intercambios textuales con el conjunto de la poesía ecuatoriana, con la tradición poética de Hispanoamérica, y más ampliamente con el movimiento poético contemporáneo. Por la combinación de inteligencia y fina sensibilidad, por la seriedad argumentativa y la consistencia documental, por la sutileza de las interpretaciones del texto poético, el libro es un extraordinario diálogo con la obra de Jara Idrovo, una apertura de vías de acceso al complejo entramado de sus sentidos, y, a la vez, un paso decisivo en la crítica ecuatoriana.

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

El presente es un estudio sobre las representaciones corporales dentro de las artes escénicas en la actualidad, en especial dentro de la danza contemporánea. Explora el panorama conceptual y teórico del cuerpo en el marco de los estudios sobre redefinición de las identidades y la crisis de los discursos culturales, epistémicos y estéticos. Así mismo, aborda la conceptualización corporal de la danza contemporánea en dos aspectos, el primero, como un producto artístico e histórico que da cuenta y emerge de las nuevas condiciones corporales dentro del panorama de la etnización de las artes y la ciudad como epicentro de las movilidades identitarias; y el segundo, explora su complejo carácter poético y estético que plantea la noción de corporeidad como interrogación e interpolación al universo de las representaciones corporales, y brinda nuevas posibilidades para comprender el problema del cuerpo en el marco de las resistencias a los poderes discursivos tradicionalmente establecidos.

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

A partir de los conceptos de región cultural y heterogeneidad este ensayo realiza la interpretación crítica de las novelas Los ríos profundos, El chulla Romero y Flores, y El coronel no tiene quien le escriba. El análisis de las obras trata sobre la relación conflictiva entre la oralidad y la escritura, y cómo al considerar esta relación dentro de un marco histórico se advierte la pertenencia de las novelas a una región cultural específica (la cultura andina y caribe). En la relación que existe entre oralidad y escritura se recrean tradiciones y memorias características de una cultura particular; así en Los ríos profundos Arguedas actualiza el pensamiento y los mitos de la sierra sur del Perú, Jorge Icaza en El chulla Romero y Flores recrea al sujeto moderno desde un punto de vista de la historia andina, y García Márquez en El coronel no tiene quien le escriba introduce la presencia latente del mito poético popular en la sociedad mercantil y democrática. No obstante las diferencias de perspectiva que acabo de apuntar, y que vendrían a representar la heterogeneidad de las obras escogidas, estas novelas son el producto de una región cultural en la que aún prevalece un conflicto sociohistórico que se inició con la conquista hispánica, continuó en la colonia y llega hasta ahora con la modernidad. Es decir que un análisis de esta naturaleza revela cómo son posibles las variantes que expresan la heterogeneidad en el marco de una misma región cultural.

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

Presenta las reseñas de los siguientes libros: Antonio Rodríguez Vicéns, DICCIONARIO DE EL QUIJOTE, Quito: Produbanco, 2003, 813 pp. -- Yanna Hadatty Mora, AUTOFAGIA Y NARRACIÓN: ESTRATEGIAS DE REPRESENTACIÓN EN LA NARRATIVA IBEROAMERICANA DE VANGUARDIA, 1922-1935, Madrid: Iberoamericana / Vervuert, 2003, 165 pp. -- Jorge Velasco Mackenzie, RIO DE SOMBRAS,Quito: Alfaguara, 2003, 268 pp. -- Martha Chávez, UNO DE ESTOS TRISTES DÍAS VIRTUALES, Guayaquil: Imaginaria, 2003. -- Jorge Dávila Vázquez, CÉSAR DÁVILA ANDRADE, COMBATE POÉTICO Y SUICIDIO, Cuenca: Facultad de Filosofía, Letras y Ciencias de la Educación, Universidad de Cuenca / Universidad Andina Simón Bolívar, Sede Ecuador, 1998, 348 pp. -- Yvonne Zúñiga, EL ALDABÓN DEL SUEÑO, Quito: Eskeletra Editorial, 2004, 128 pp. -- Carlos Vallejo, EN MI CUERPO NO SOY LIBRE, Quito: Edición de autor, 2003, 85 pp. -- Sandra Uribe Pérez, Sola sin tilde, Quito: Arcano Editores, 2003, 70 pp. -- Santiago Argüello Mejía, CUESTA ARRlBA, Quito: Casa de la Cultura Ecuatoriana, 2003. -- Carolina Andrade, REVISTA y REVUELTA, Quito: Eskeletra, 2003, 114 pp. -- Grínor Rojo DIEZ TESIS SOBRE LA CRÍTICA, Santiago de Chile: Lom Ediciones, 2001. -- Ricardo Maruri Castillo, PRESIDIO EN EL PARAÍSO, Guayaquil: Editorial Imaginaria, 2003, 64 pp. -- Abdón Ubidia: LA MADRIGUERA, Quito: El Conejo / Eskeletra, 2004, 346 pp.

Relevância:

10.00% 10.00%

Publicador:

Resumo:

Presenta las reseñas de los siguientes libros: Marcelo Báez, TIERRA DE NADIA, Quito: Libresa, 2000; 106 pp. -- Byron Rodríguez, BESTIARIO DE CENIZAS, 2a. ed., Quito: Eskeletra, 1999. -- Viviana Cordero, EL TEATRO DE LOS MONSTRUOS, Quito: coedición Libresa / B@ezOquendo, 2000; 310 pp. -- Fernando Cruz Kronfly, LA CARAVANA DE GARDEL. -- Jorge Dávila Vázquez, CÉSAR DÁVILA ANDRADE, COMBATE POÉTICO Y SUICIDIO, Cuenca: Universidad de Cuenca, 1999; 348 pp. -- Euler Granda, QUE TRATA DE UNOS GATOS, Quito: Casa de la Cultura Ecuatoriana, 1999. -- Edgar Freire, El BARRIO DE lOS PRODIGIOS (MEMORIAS DE UN NIÑO), Quito: Libresa, 1999; 178 pp. -- Jostein Gaarder, VITA BREVIS, Madrid: Siruela, 1997; 130 pp. -- Michael Handelsman, Lo AFRO Y LA PLURINACIONALIDAD: EL CASO ECUATORIANO VISTO DESDE SU LITERATURA, Mississippi: University of Mississippi, 1999; 196 pp. -- Iván Oñate, LA NADA SAGRADA, Quito: Eskeletra, 1999. -- Jorge Volpi, EN BUSCA DE KLINGSOR, Barcelona: Seix Barral, 1999. -- Rosa Montero, LA HLJA DEL CANÍBAL, Bogotá: Espasa, 1998; 338 pp. -- María E. Moscoso, LA CANCIÓN DE ROKOLA, Quito: El Conejo, 1999. -- Kenzaburo Oé, DINOS CÓMO SOBREVIVIR A NUESTRA LOCURA Barcelona: Anagrama, 1995. -- Pablo Rocca, compilador, PÁGINAS DE GUERRA (1806-1935), Montevideo: Banda Oriental, 1995; 87 pp. -- Javier Ponce, RESÍGNATE A PERDER, Quito: Seix Barral. 1998; 135 pp. -- Eduardo Rosenzvaig, LA CEPA. ARQUEOLOGÍA DE UNA CULTURA AZUCARERA, Buenos Aires: Universidad Nacional de Tucumán / Ediciones Letra Buena, 1999; tomo III, 608 pp. -- Abdón Ubidia, REFERENTES. ENSAYOS, Quito: El Conejo / UASB / Abya-Yala, 2000; 195 pp.