996 resultados para Acidente Vascular Cerebral. Fisioterapia. Orientação. Educação


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GONZÁLEZ VARONA, Jiovany. Melhoria do programa de atenção as pessoas com HAS e/ou DM na UBS/ESF Jose Pedro De Almeida Leites, Pedro Osório/RS. Ano 2016. 75f. Trabalho de Conclusão de Curso (Curso de Especialização em Saúde da Família) - Departamento de Medicina Social, Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2016. A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) e o Diabetes Mellitus (DM) se constituem como as principais Doenças Crônicas Não-Transmissíveis (DCNT) geradoras de possíveis complicações como infarto agudo do miocárdio (IAM) e acidente vascular encefálico (AVE). Mediante a Análise Situacional, verificou-se a necessidade de qualificar a atenção aos usuários com diabetes e usuários com diabetes na Unidade Básica de Saúde (UBS) Jose Pedro De Almeida Leites, Pedro Osório/RS considerando-se para a intervenção os objetivos de aumento da cobertura e da adesão, qualificação da atenção, registro das informações, mapeamento dos usuários de risco cardiovascular e promoção saúde, assim como, utilizaram-se indicadores para avaliar a evolução da intervenção ao longo de três meses (De Setembro ate Dezembro). Utilizaram-se como referências Caderno de Atenção Básica nº16 do Ministério da Saúde (MS) e os instrumentos disponibilizados pelo curso que foram as fichas-espelho e as planilhas de coleta de dados. As estimativas apontavam que na área de abrangência da UBS havia 783 usuários com diabetes e 214 usuários com diabetes, todavia, somente 14% deles, eram acompanhados na unidade de saúde bem como a qualidade do serviço de saúde demanda um aprimoramento e reorganização. Após a intervenção, as coberturas atingiram 278 (35,5%) para usuários com diabetes e 80 (37,4%) para usuários com diabetes. Realizamos exame clínico apropriado em 100% das pessoas com hipertensão e diabetes; realizou exame dos pés em 100% das pessoas com diabetes, em relação à estratificação do risco cardiovascular atingiram-se (93,2%) dos usuários com diabetes e (95,0%) dos usuários com diabetes com exames, e 100% de atividades de educação em saúde. Entretanto, a Saúde Bucal se mantém ainda com problemas dadas às circunstâncias do processo de trabalho, sendo atingidos (94,6%) para usuários com diabetes e (96,3%) para usuários com diabetes frente à atividade de avaliação da necessidade de atendimento odontológico. A ação programática voltada aos usuários com diabetes e/ou usuários com diabetes foi incorporada à rotina da UBS, ainda que, com limitações derivadas da infra-estrutura e da demora no retorno dos resultados de exames, pois, foi possível observar melhorias no atendimento aos usuários, sugerindo-se, ainda maior engajamento público.

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Resumo FERRER, Vargas Eddy A. Melhoria da Atenção à Saúde das Pessoas com Hipertensão Arterial Sistêmica e/ou Diabetes Mellitus na UBS Zona Leste, Pinheiro Machado/RS. 2015. Trabalho de Conclusão de Curso da Universidade Aberta do SUS-UNASUS da Universidade Federal de Pelotas. Pelotas 2015. A Hipertensão Arterial Sistêmica e o Diabetes Mellitus se constituem como as principais Doenças Crônicas Não transmissíveis geradoras de possíveis complicações como infarto agudo do miocárdio e acidente vascular encefálico. Mediante a Análise Situacional realizada na Unidade Básica de saúde/ Zona Leste em Pinheiro Machado/RS, verificou-se a necessidade de melhorar a atenção ao hipertenso e diabético considerando-se para a intervenção os objetivos de aumento da cobertura e da adesão, qualificação da atenção, registro das informações, mapeamento dos usuários de risco cardiovascular e promoção saúde. Utilizaram-se indicadores para avaliar a evolução da intervenção ao longo de três meses que ocorreu entre Outubro a Dezembro de 2015. Utilizaram-se como referências os protocolos 36 e 37 do Ministério da Saúde e os instrumentos disponibilizados pelo curso que foram as fichas-espelho e as planilhas de coleta de dados. As estimativas apontavam que na área de abrangência da Unidade Básica de saúde havia 384 hipertensos e 96 diabéticos, somente 63% e 44%, respectivamente, eram acompanhados na unidade de saúde bem como a qualidade do serviço de saúde demanda um aprimoramento e reorganização. Após a intervenção, as coberturas atingiram 318 (81,7%) para hipertensos e 97 (100%) para diabéticos e em relação à qualidade do serviço atingiram-se aproximadamente 317 (99,7%) dos hipertensos e diabéticos com exames, 96 (82,6%) dos usuários com estratificação de risco cardiovascular 221 (69,5%) hipertensos e 74 (76,3%) diabéticos. As atividades de educação em saúde forem implementadas 100% dos usuários hipertensos e diabéticos. Entretanto, a Saúde Bucal se logrará êxitos significativos, sendo atingidos 318 (100%) para hipertensos e 97 (100%) para diabéticos. A ação programática voltada aos hipertensos e/ou diabéticos foi incorporada à rotina da Unidade Básica de saúde, ainda que, com limitações derivadas da infraestrutura e da demora no retorno dos resultados de exames, pois, foi possível observar melhorias no atendimento aos usuários, sugerindo-se, ainda maior engajamento público. Palavras-chave: Saúde da Família; Atenção Primária à Saúde; Doença Crônica; Diabetes Mellitus; Hipertensão.

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O projeto de intervenção tem o propósito de qualificar o processo de trabalho na Estratégia de Saúde da Família (ESF). Visando a promoção em saúde é que se planejou um grupo de ações educativas para aconselhar e orientar os usuários e seus cuidadores quanto à importância da promoção em saúde. No momento atual, em nossa Unidade de Saúde Básica são observadas inúmeras complicações decorrentes da não adesão ou até mesmo o uso incorreto à terapêutica anti-hipertensiva, indivíduos têm sua qualidade de vida interrompida por agravos como Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), Acidente Vascular Encefálico (AVE), Retinopatias Hipertensivas, Insuficiência Renal Crônica e outros de cunho cardiovascular. Quando realizamos uma consulta com um paciente hipertenso observamos grandes dificuldades, pois as mudanças no padrão alimentar são severas e iminentes, o que requer da equipe inseridos na atenção básica, um acompanhamento diferencial, de forma que a comunidade sinta-se sensibilizada aderir ao grupo para melhorar seu modo e estilo de vida e conscientização ao tratamento evitando graves complicações, tanto as agudas como as crônicas. Após a análise de todo processo educativo/ de promoção em saúde da ESF, torna-se necessário a formação um grupo educativo que venha nortear/orientar os usuários da comunidade inseridos neste contexto.

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A prevalência da obesidade tem crescido rapidamente e representa um dos principais problemas de saúde mundial atualmente. Representa um fator de risco para a ocorrência de outras doenças como hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus, artropatias e acidente vascular encefálico, causando a morte prematura e invalidez. Atinge em média 30% da população brasileira, sendo uma das principais causas de morbidade. Na unidade de saúde de família de São Sebastião, localizada no município Poços de Caldas, Minas Gerais a porcentagem de obesos atinge 14,8%. Assim, o objetivo do projeto foi elaborar um plano de intervenção para diminuir a incidência da obesidade nesta comunidade. Para a sua realização, foi aplicado um instrumento para a coleta de dados dos pacientes com obesidade, sobrepeso e fatores de risco para essa síndrome. A partir dos resultados obtidos, foram planejadas medidas com a finalidade de reforçar o componente educacional, no atendimento integral desses pacientes, a fim de aumentar seus conhecimentos sobre os problemas da obesidade, com o objetivo de melhorar o controle desses pacientes, criar estilos de vida saudáveis e reduzir fatores de riscos da doença e redução de novos casos de obesidade na atenção primária à saúde.

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A Hipertensão Arterial Sistêmica é uma doença crônica determinada por elevados níveis de pressão sanguínea nas artérias, e a mais frequente das doenças cardiovasculares. É um importante fator de risco para doenças decorrentes de aterosclerose e trombose, que se exteriorizam, predominantemente, por acometimento cardíaco, cerebral, renal e vascular periférico (como cardiopatia isquêmica, acidente vascular encefálico e insuficiência cardíaca e nefropatias crônicas). No Brasil, são cerca de 23 milhões de portadores de hipertensão arterial, 35% da população de 40 anos e mais. O presente estudo centra-se na Hipertensão Arterial Sistêmica e tem como público-alvo os usuários hipertensos assistidos pela Estratégia de Saúde da Família "Bairro de Lourdes" com o objetivo de elaborar estratégias de intervenção para diminuir a incidência e complicação da Hipertensão Arterial nos pacientes assistidos, desenvolvendo ações educativas para identificar os fatores de risco da doença, causas de complicações e melhorar a atenção a estes pacientes com uma abordagem mais integral.

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A hipertensão arterial sistêmica apresenta uma alta incidência e prevalência que têm aumentado nas ultimas décadas e é responsável por taxas elevadas de morbimortalidade devido às complicações ao longo de seu curso. É considerada a mais frequente das doenças cardiovasculares, constituindo-se no principal fator de risco para algumas complicações como, acidente vascular encefálico, infarto do miocárdio e doença renal crônica terminal. A abordagem individual e a abordagem coletiva, uma reforçando a outra, possibilitam a obtenção de resultados mais consistentes e duradouros dos fatores que levam à hipertensão arterial. Para tanto, é importante que os profissionais de saúde construam novas práticas e estabeleçam estratégias para a promoção e prevenção da saúde. Este trabalho propõe elaborar um projeto de intervenção para o controle da Hipertensão Arterial Sistêmica na área de abrangência da Equipe de Saúde da Família Veraneio no município de Santana do Paraiso. A realização deste trabalho aconteceu em três momentos interligados: diagnóstico situacional de saúde, revisão da literatura e elaboração do projeto de intervenção. Trabalhar-se-á com a população alvo constituída pelos hipertensos cadastrados e incidentes nos quais são avaliados os principais fatores de riscos modificáveis para elaborar o cronograma de atividades de promoção e prevenção; realizar-se-á a caracterização da doença de forma individual e coletiva verificando o cumprimento do protocolo que permite a elaboração do projeto de educação permanente para a equipe de saúde assim como a realização das atividades educativas de prevenção com a população hipertensa e a realização de atividades de promoção dirigida à população geral na área de abrangência. Este projeto constitui uma valiosa ferramenta para efetuar a prevenção primária, secundária e terciária e desta maneira controlar os riscos e diminuir a morbimortalidade dos pacientes hipertensos

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Estudos epidemiológicos sobre a Hipertensão Arterial Sistêmica mostram uma prevalência mundial estimada entre 15 e 30% da população adulta, sem distinção por sexo, mas também com evidente tendência de aumento com a idade. No Brasil se estima que aproximadamente 20% dos adultos sofrem HAS, doença crônica não transmissível, de natureza multifatorial, associada em 85% dos casos de Acidente Vascular Encefálico e em 40% das pessoas que sofrem Infarto Agudo do Miocárdio. Este trabalho tem como objetivo o estudo dos principais fatores de risco associados à hipertensão arterial, modificáveis pela atuação dos professionais do Programa de Saúde da Família. Estudo transversal, envolvendo a um grupo de pacientes com Hipertensão Arterial Sistêmica atendidos no PSF Resplendor do município de Igarapé entre julho e dezembro de 2015. Os resultados poderão demostrar que a educação dos pacientes na Estratégia de Saúde da Família, constitui-se em um instrumento importante de atenção integral e as ações propostas pela equipe multiprofissional tem que valorizar a participação do usuário na elaboração do seu plano de intervenção, promovendo estilos de vida mais saudáveis e o autocuidado como base no incremento da qualidade de vida da população

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A Hipertensão Arterial é uma doença crônica que afeta em grande número a humanidade, é base para diferentes doenças como Acidente Vascular Celebrar, cardiopatias, dentre outras, que podem levar a morte ou deixar sequelas graves para o organismo. No mundo, a hipertensão é um dos principais problemas de saúde e em Nova Era não deixa de ser diferente, pelo que escolhemos este tema, para discutirmos a respeito. Neste trabalho descrevemos como se comportou esta doença na cidade e, especificamente, na população da Vila Santa Rosa no tempo trabalhado. Explicamos também como funciona o Programa de Saúde da Família "Rita Vidigal" que atende esta comunidade. O objetivo do estudo foi elaborar um plano de ação para melhorar a qualidade de vida dos portadores de hipertensão atendidos pela Estratégia de saúde da Família de Vila Santa Rosa em Nova Era - MG. A metodologia usada foi o método de diagnóstico situacional, seguido do Planejamento Estratégico Situacional e, por meio deste, foi construído o plano de ação. Fizemos entrevistas e organizamos palestras para a educação dos hipertensos. Como resultados, esperamos que a proposta de intervenção permita alcançar um melhor controle dos níveis de pressão arterial dos usuários a partir da mudança do estilo de vida e do uso de menor quantidade de medicação. Esperamos, ainda, que mais equipes de saúde possam aderir à proposta planejada e que possamos desse modo, melhorar a qualidade de vida e o controle dos pacientes hipertensos de Nova Era - MG

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A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é uma doença crônica, de origem multifatorial considerada no Brasil como um problema de saúde pública. Ela é definida como pressão arterial sistólica maior ou igual a 140mmhg e uma pressão diastólica maior ou igual a 90mmhg. A HAS associa-se a várias complicações como: acidente vascular encefálico (AVE), doença arterial periférica (DAP), insuficiência cardíaca (IC), doença renal crônica (DRC), infarto agudo do miocárdio (IAM) e doença arterial coronariana (DAC). Em relação ao gênero, a prevalência é maior em homens (35,8%), quando comparado às mulheres (30%). Após o diagnóstico de HSA, faz-se necessário à mudança no estilo de vida do indivíduo, bem como o tratamento medicamentoso. Alterar esse estilo de vida nem sempre é uma tarefa fácil, no entanto se torna imprescindível. Além disso, torna-se essencial para auxiliar no tratamento, o uso de anti-hipertensivos, prevenindo as morbidades e reduzindo a mortalidade por doenças cardiovasculares, que estão entre os principais fatores de risco da HAS. Portanto, este trabalho tem como objetivo geral, elaborar um Projeto de Intervenção sobre a Hipertensão Arterial Sistêmica na área de abrangência da "Unidade Básica de Saúde Elias de Moraes, no Município de Monte Carmelo" e identificar os principais fatores de risco presentes nesses pacientes. O presente trabalho foi realizado através de três etapas: diagnóstico situacional, revisão de literatura e elaboração de um plano de intervenção. A revisão da literatura foi feita a partir de uma pesquisa online através do acesso ao centro de informação da Biblioteca Virtual em Saúde através da base de dados: Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACs) e Scientific Electronic Library Online (SCIELO). Após a revisão da literatura, elaborou-se um plano de intervenção baseado nas observações do principal problema encontrado no posto de saúde, identificado por um aumento de pacientes hipertensos. Dessa forma, as principais propostas apresentadas foram: conscientizar os pacientes sobre a hipertensão arterial sistêmica e seus riscos bem como incentivá-los em mudar o estilo de vida, adquirindo hábitos mais saudáveis

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A prevenção de doenças crônico-degenerativas é de grande importância para saúde pública, uma vez que constituem uma das principais causas de mortalidade no país. Dentre elas, podemos citar o Diabetes Mellitus, que apresenta-se como um dos grandes fatores de risco para o desenvolvimento de outros agravos, alguns fatais, como o infarto do miocárdio e acidente vascular encefálico. Este trabalho realizou uma análise situacional do município de Abaeté - MG, especificamente na UBS Terezinha Nicoli, onde foi detectada uma baixa adesão ao tratamento ambulatorial do Diabetes Mellitus. Assim, este estudo objetivou elaborar um plano de intervenção com vistas ao maior controle e melhoria da adesão dos usuários com diabetes mellitus tipo 2 na área de abrangência da ESF Terezinha Nicoli de Abaeté/ MG. Foi realizada pesquisa bibliográfica na Biblioteca Virtual em Saúde com os descritores: diabetes, prevenção, qualidade de vida. A partir daí, construiu-se um projeto de intervenção desenvolvido com ajuda da equipe de saúde da UBS, de forma a melhorar a adesão dos pacientes ao tratamento. Além disso, outro enfoque dado foi o de diminuir a incidência de doenças secundárias devido ao controle irregular do diabetes mellitus, bem como melhorar a qualidade de vida da população, através de melhor instrução e maior humanização ao atendimento do paciente.

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Introdução: A iniciação da marcha, enquanto tarefa motora complexa que consiste na transição de uma postura mantida pelo apoio simultâneo dos dois membros inferiores para um equilíbrio dinâmico, permitindo a progressão anterior do corpo, constitui um exemplo que implica uma correta sequência de ativação muscular. Objetivos: Verificar a modificação da fase de iniciação da marcha face à aplicação de um programa de recuperação funcional, analisando a sequência de ativação dos músculos tibial anterior e solear. Registar as repercussões funcionais na participação nas diferentes atividades da vida diária, em contexto padronizado e social. Metodologia: Nos dois participantes em estudo foi realizada uma avaliação antes e após um programa de intervenção, segundo a abordagem do Conceito de Bobath, através da Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde, da Fugl Meyer Assessment of Sensorymotor Recovery After Stroke, electromiografia e plataforma de forças. Resultados: Após a aplicação do programa de recuperação funcional, verificaram-se alterações na sequência de ativação do tibial anterior e solear. O músculo tibial anterior passou a ser o primeiro a ser recrutado nesta sequência. Conclusão: Foi possível verificar modificações durante a fase de iniciação da marcha, face a um programa de recuperação funcional, em que a sequência de ativação do tibial anterior e solear, tendencialmente, se assemelharam ao comportamento em indivíduos saudáveis, repercutindo-se numa melhoria funcional na participação nas atividades da vida diária.

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O objectivo deste estudo foi comparar o rácio dos músculos Vasto Medial Oblíquo (VMO) e Vasto Lateral (VL), na sequência de movimento de levantar e sentar, em indivíduos sem patologia e em indivíduos com Acidente Vascular Encefálico (AVE). Pretendeu-se também verificar a sequência de activação de alguns músculos do membro inferior na sequência de movimento de levantar. Verificou-se existir diferenças significativas para afirmar que, no movimento de levantar, indivíduos com sequelas de AVE apresentam menor rácio VMO/VL no membro predominantemente atingido em relação aos indivíduos sem patologia. Diferentes sequências de activação muscular durante o movimento de levantar foram observadas.

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OBJETIVO: Estimar a prevalência de letalidade e de complicações decorrentes de angioplastia coronariana em hospitais públicos. MÉTODOS: Foram analisados dados obtidos no Sistema de Autorização Hospitalar do Sistema Único de Saúde referentes aos 2.913 procedimentos de angioplastia coronariana realizados no município do Rio de Janeiro, RJ, de 1999 a 2003. Após amostragem aleatória simples e ponderação de dados, foram analisados 529 prontuários de pacientes, incluindo todos os óbitos, submetidos à angioplastia coronariana em quatro hospitais públicos: federal de ensino, estadual de ensino, federal de referência e estadual de referência. Os testes de comparação entre as letalidades segundo características dos pacientes, co-morbidades, complicações, tipos e indicações de angioplastia coronariana foram feitas com modelos de regressão de Poisson. RESULTADOS: A letalidade cardíaca geral foi de 1,6%, variando de 0,9% a 6,8%. De acordo com grupo etário, a letalidade foi: 0,2% em pacientes com idade inferior a 50 anos; 1,6% entre 50 e 69; e 2,7% acima de 69 anos. A letalidade na angioplastia coronariana primária e de resgate foram elevadas, 17,4% e 13,1%, respectivamente; nas angioplastias eletivas foi de 0,8%. As principais complicações foram dissecção (5% dos pacientes, letalidade cardíaca = 11,5%) e oclusão do vaso (2,6%; letalidade cardíaca = 21,8%). Sangramento ocorreu em 5,9% dos pacientes (letalidade = 5,6%) e em 3,0% houve necessidade de transfusão (letalidade = 12,0%). Infarto agudo aconteceu em 1,1% com letalidade de 38% e o acidente vascular encefálico indicou uma letalidade de 17,5%. CONCLUSÕES: A letalidade foi elevada para as angioplastias primárias e de resgate nos quatro hospitais públicos estudados no período de 1999-2003. As angioplastias coronarianas eletivas apresentaram letalidade e complicações acima do esperado.

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Para uma melhor avaliação e definição do plano de intervenção do indivíduo, é cada vez mais importante a existência instrumentos de avaliação válidos e fiáveis para a população portuguesa. Objetivo: Traduzir e adaptar para a população Portuguesa a escala Trunk Impairment Scale (TIS) em pacientes pós-AVE, e avaliar as propriedades psicométricas da mesma. Metodologia: A TIS foi traduzida para o Português e adaptada culturalmente para a população portuguesa. As propriedades psicométricas da mesma, incluindo validade, fiabilidade, concordância inter-observadores, consistência interna, sensibilidade, especificidade, poder de resposta, foram avaliadas numa população diagnosticada com AVE e num grupo de controlo de participantes saudáveis. Participaram neste estudo 80 indivíduos, divididos em dois grupos, nomeadamente indivíduos pós-AVE (40) e um grupo sem patologia (40). Os participantes foram submetidos à aplicação das escalas de Berg, Medida de Independência Funcional e Escala de Desempenho Físico Fugl Meyer e a TIS de modo a avaliar as propriedades psicométricas desta. As avaliações foram realizadas por duas fisioterapeutas experientes e o re-teste foi realizado após 48 horas. Os dados foram registados e trabalhados com o programa informático SPSS 21.0. Resultados: Relativamente aos valores obtidos, verificou-se que, quanto à consistência interna da TIS estes apresentam-se de forma moderada a elevada (alfa Cronbach = 0,909). Quanto à fiabilidade inter-observadores, os itens com menor valor são os itens 1 e 4 (0,759 e 0,527, respetivamente) e os itens com valor de Kappa mais alto são os itens 5 e 6 (0,830 e 0,893, respetivamente). Relativamente à validade de critério, verificou-se que não houve correlação entre a escala de Desempenho Físico Fugl-Meyer, a escala de Equilibrio de Berg e a Medida de Independência Funcional, ou seja, os valores obtidos r=0,166; r=0,017; r= -0,002, respetivamente. Quanto à validade de construção, constatou-se que o valor da mediana é mais elevado nos itens 1 a 5, logo sugere que haja diferenças entre o grupo de indivíduos pós-AVE e o grupo de indivíduos saudáveis (p<0,001). Entre os outros dois itens (6 e 7) não foram encontradas diferenças nas respostas nos dois grupos, sendo o valor de p > 0,001. Conclusão: Os resultados obtidos neste estudo sugerem que a versão portuguesa da TIS apresenta bons níveis de fiabilidade, consistência interna e também apresenta bons resultados no que refere à concordância inter-observadores.

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Introdução: Lesões como o AVE interferem com a capacidade de recrutar níveis adequados de atividade muscular, podendo levar ao aparecimento de movimentos compensatórios como a excessiva translação anterior do tronco, associada ao gesto de alcance. Objetivos: Descrever a relação entre a atividade dos estabilizadores da omoplata e o movimento compensatório do tronco no gesto de alcance, em 4 indivíduos pós AVE. Pretendeu-se também analisar o papel dos estabilizadores da omoplata na função do membro superior. Métodos: Quatro indivíduos com diagnóstico de AVE, que apresentavam alterações no nível de actividade dos estabilizadores da omoplata contralesional, foram sujeitos a uma avaliação realizada em três momentos, antes (M0), durante (M1) e após (M2) e a um período de intervenção, segundo os princípios do Conceito de Bobath. Recorreu-se à electromiografia de superfície para avaliar a atividade e o timming dos músculos grande dorsal, trapézio superior e trapézio inferior do hemicorpo contralesional e ao software de Avaliação Postural (SAPO) para analisar o deslocamento do tronco no sentido anterior, associados à realização do gesto de alcance. Foram aplicadas as escalas RPS e MESUPES para avaliar as componentes de movimento do gesto de alcance e a função do membro superior, respetivamente. Recorreu-se ao registo fotográfico para análise dos componentes de movimento na posição de sentado e em pé.Resultados: Os dados eletromiográficos registam atividade dos estabilizadores da omoplata unicamente num indivíduo em M2. A análise do deslocamento anterior do tronco revela melhorias em M1 em todos os indivíduos, sendo que em M2 essa evolução positiva não foi observada em três dos participantes. Entre M0 e M2, na escala RPS registam-se melhorias de 7 a 9 pontos no alvo próximo e de 5 a 10 pontos no alvo distante. Na escala MESUPES verificam-se melhorias entre 5 a 18 pontos na sub-escala braço e entre 5 a 8 pontos na sub-escala mão, em M2. A avaliação do registo fotográfico revela modificações nos componentes de movimento dos quatro indivíduos, nomeadamente na integração dos MI na base de suporte, na atividade do tronco inferior e superior e no alinhamento do MS contralesional. Conclusão: A melhoria do nível da atividade dos estabilizadores dinâmicos da omoplata sugere ter influência na diminuição do movimento compensatório do tronco no gesto de alcance e parece ter um papel na melhoria da eficácia distal do MS do mesmo lado.