1000 resultados para Crianças Linguagem
Resumo:
O estudo procurou saber quais as formas de comunicao usadas por cinco crianças com multideficincia, com idades compreendidas entre os trs e os seis anos, na formulao de pedidos e se os adultos compreendiam essas formas de comunicao. Os dados foram recolhidos atravs da observao directa dos comportamentos das crianças e de entrevistas efectuadas aos educadores de infncia. Os resultados revelaram que as crianças com multideficincia usavam, basicamente, formas de comunicao no simblica para formular pedidos e raramente os faziam na ausncia dos itens que desejavam. Os pedidos formulados relacionaram-se sobretudo com a regulao dos comportamentos e a interaco social. Os resultados indicaram ainda que os adultos tinham dificuldade em responder positivamente s formas de comunicao usadas pelas crianças, levando-as a ter relativamente poucas oportunidades comunicativas e, consequentemente, escassas oportunidades de aprendizagem.
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Dissertao apresentada para cumprimento dos requisitos necessrios obteno do grau de Mestre em Desenvolvimento e Perturbaes da Linguagem na Criana rea de Especializao em Terapia da Fala e Perturbaes da Linguagem
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Dissertao apresentada para cumprimento dos requisitos necessrios obteno do grau de Mestre em Desenvolvimento e Perturbaes da Linguagem na Crianças, rea de especializao em Terapia da Fala
Resumo:
Neste trabalho, comeamos por focar a nossa ateno nas perturbaes da linguagem. Assim, fazemos uma abordagem literatura existente sobre estas perturbaes, analisando os conceitos de comunicao, linguagem e fala. Com base neste enquadramento terico, consideramos importante conhecer que impacto poder ter a utilizao de software educativo nos alunos com perturbaes da linguagem, assim como determinar que fatores favorecem e condicionam essa utilizao. A proposta para o uso de software educativo, numa perspetiva de aprendizagem, desenvolve-se a partir da utilizao das Tecnologias da Comunicao e Informao (TIC) ao nvel do ensino e em particular da Educao Especial (EE), considerando questes como: adequao dos contedos realidade do educando, aplicao de novas metodologias que incentivem a participao ativa do aluno no processo de aprendizagem e redefinio dos objetivos a fim de ampliar o desenvolvimento do indivduo para a sua insero na sociedade moderna. assim nossa inteno perceber se o uso das TIC, nomeadamente de softwares educativos, poder apresentar resultados significativos no processo de construo de conhecimento, proporcionando condies para o desenvolvimento cognitivo, visando a motivao, a autonomia e a especificidade de cada aluno. Para tal, criamos uma plataforma interativa passvel de ser utilizada por professores, profissionais e at mesmo pais de crianças com estas perturbaes. Assim, este projeto parte de um estudo de natureza qualitativa, investigando, atravs do estudo de caso, se a utilizao do software educativo Talky A Destrava Lngua ser um instrumento capaz de minimizar ou at mesmo colmatar as dificuldades inerentes s crianças portadoras destas perturbaes.
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Dissertao apresentada para cumprimento dos requisitos necessrios obteno do grau de Mestre em Desenvolvimento e Perturbaes da Linguagem na Criana, rea de especializao em Terapia da Fala e Perturbaes da Linguagem
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RESUMO - Objetivos: Identificar a prevalncia das perturbaes da aquisio e desenvolvimento da linguagem (PADL) em crianças dos 3 anos aos 5 anos e 11 meses integradas em instituies de ensino pr escolar do concelho de Oeiras, os fatores associados e as necessidades de encaminhamento para Terapia da Fala. Mtodo: Foi realizado um estudo de prevalncia, descritivo e correlacional. A amostra aleatria estratificada e constituda por 147 crianças dos 3 aos 5 anos e 11 meses que frequentam o ensino pr escolar, que tenham o portugus europeu como lngua materna e que no apresentem sinalizao ou diagnstico de necessidades educativas especiais. A linguagem foi avaliada atravs do TALC (SUA-KAY & TAVARES, 2011) e do subteste fonolgico TFF-ALPE (MENDES et al., 2009). As informaes referentes s caractersticas sociodemogrficas e aos dados lingusticos foram recolhidas atravs de uma ficha de caracterizao. Para determinao das prevalncias foi utilizada a razo de prevalncias. O teste do qui-quadrado e o teste de Fisher foram utilizados na comparao das prevalncias entre faixas etrias, sexos e natureza da instituio e na verificao de associao entre a presena de PADL e os possveis fatores determinantes. A regresso logstica foi utilizada para verificar a associao entre o nvel educacional da me e a presena de PADL. Resultados: A prevalncia global de PADL de 14,9%. Nos rapazes a prevalncia estimada foi de 19,0% e nas raparigas de 10,3%. Nas crianças de 3 anos no se verificou a presena de PADL, tendo-se encontrado uma prevalncia de 23,5% nas crianças de 4 anos e de 14,9% nas de 5. A prevalncia de PADL foi de 17,9% nas instituies pblicas e de 12,5% nas privadas. No se verificaram diferenas significativas entre as prevalncias por faixa etria, sexo e natureza da instituio (p>0,05). Das crianças identificadas com PADL, 72,7% no tm apoio nem se encontram sinalizadas para terapia da fala e necessitam de ser encaminhadas. O sexo da criana, a idade dos pais, a escolaridade do pai, fatores perinatais, tamanho da famlia e histria de alteraes de linguagem na famlia no se encontraram associadas s PADL (p > 0,05), tendo esta associao sido verificada com a escolaridade da me (p < 0,05). As mes com nvel educacionais mais elevados nem sempre apresentam um papel protetor de PADL. Concluses: A prevalncia global de PADL vai ao encontro da maioria das prevalncias encontradas na literatura, sendo maior no sexo masculino, nas crianças de 4 anos e nas que frequentam o ensino pblico. A grande maioria das crianças com PADL no estavam sinalizadas como tal. A escolaridade da me foi o nico fator que se encontrou associado presena de PADL, no apresentando, no entanto, um valor explicativo totalmente claro.
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Dissertao de mestrado em Estudos da Criana (rea de especializao em Interveno Psicossocial com Crianças, Jovens e Famlias)
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Resumen en ingls
Resumo:
A aprendizagem da leitura e da escrita so uma fase importantssima no percurso de vida das crianças, torna-se essencial que a escola seja um marco de referncia na sua aprendizagem, minimizando sempre as desigualdades, valorizando sempre o potencial de todos os alunos com especial ateno, os alunos com necessidades educativas especais. No caso concreto das dificuldades especficas de aprendizagem ligadas leitura e escrita, como o caso da dislexia essencial diagnosticar e compreender os problemas para que se possa dar respostas adequadas s dificuldades sentidas, com que se depara uma criana dislxica. Para isso, essencial o uso de mtodos de reeducao adequados a cada criana dislxica, uma vez que diferentes mtodos e estratgias funcionam para diferentes indivduos. precisamente esta a aposta deste projeto de investigao, ou seja, pretende-se saber at que ponto a utilizao de jogos de linguagem dinamizados de forma ldica e sugestiva poder ajudar a superar as dificuldades de aprendizagem na leitura e na escrita. Envolver a criana em jogos de linguagem atrativos e pedaggicos que vo ao encontro das suas dificuldades e testar a eficcia deste recurso o objetivo deste estudo. Neste caso pretende-se encontrar um meio facilitador para a criana dislxica acreditar nas suas potencialidades e naquilo que capaz de fazer.
Resumo:
Com base na prtica da Diviso de Educao Especial e do Sistema Educacional Pblico do Estado do Amap em relaao s crianças que anualmente ingressam neste sistema, iniciando seu processo de escolarizao, procedemos a anlise dos mecanismos de seleo, excluso e permanncia que se instalam, tomando como ponto de partida o sucesso ou fracasso da escola em compreender o desenvolvimento da linguagem escrita em criancas na 1a srle do 1o grau e as consequentes implicaes subjacentes s concepes adotadas sobre este processo. Fundamentando teoricamente tal anlise, procede-se a discusso acerca do aparelho escolar enquanto instncia de reproduo e manuteno do modo hierarquizado adotado pelo modelo capitalista de produo e a consequente aceitao desta condio como processo natural. Contrapondo o critrio de legitimao da incapacidade ou "deficincia" de crianças e adolescentes das camadas populares em desenvolver de modo "regular" seu processo de construo da leitura e escrita, apresentamos as contribuies de Vygotsky, Luria e Ferreiro que tratam a questo com base na interao aluno X linguagem escrita enquanto sujeito X objeto cultural, apresentando niveis de desenvolvimento de escrita obtidos junto a crianças consideradas "normais". Partindo desta ltima concepo, realizou-se estudo com 16 sujeitos considerados "deficientes mentais", para obter dados a respeito dos niveis evolutivoe deste processo, a fim de identificar as possveis semelhanase e diferenas entre os grupos "deficientes" e os realizados com " normais" . De acordo com dados obtidos observa-se que crianças consideradas "deficientes mentais, neste estudo, desenvolvem linguagem escrita em niveis semelhantes aos encontrados em crianças consideradas "normais " nos estudos realizados por Luria e Ferreiro. Os resultados serviro de suporte para repensar a proposta da Educao Eepecial em conceituar e atender "deficincia mental", bem como, da Secretaria de Educao acerca do significado de alfabetizao.
Resumo:
A epilepsia cursa com diversas comorbidades e, entre elas, esto as alteraes de linguagem, que levam a criana a problemas educacionais e sociais desfavorveis. A etiologia das alteraes de linguagem envolve aspectos orgnicos, cognitivos e sociais, ocorrendo, na maioria das vezes, uma interrelao entre todos esses fatores. A idade da primeira crise epilptica, o tipo de epilepsia, o uso de drogas antiepilpticas e a interveno medicamentosa em politerapia podem implicar na ocorrncia dessas alteraes em crianças. O objetivo dessa pesquisa foi verificar a ocorrncia de alteraes de linguagem em crianças pr-escolares e escolares com diagnstico de epilepsia atendidas no setor de Neurologia Infantil do Hospital de Pediatria Professor Heriberto Ferreira Bezerra. Caracterizou-se como um estudo prospectivo e transversal realizado com 90 crianças com epilepsia, submetidas avaliao fonoaudiolgica de linguagem oral e de leitura e escrita e como pesquisa interdisciplinar uma vez que envolveu reas como a Fonoaudiologia, a Neurologia e a Psicologia. Os critrios de incluso foram: 1) diagnstico inequvoco de epilepsia, segundo a definio da ILAE (2005), 2) idade de 3 aos 12 anos, 3) padro neurolgico e desenvolvimento neuropsicomotor normais; os de excluso: 1) diagnstico de epilepsia duvidoso, 2) padro neurolgico e desenvolvimento neuropsicomotor alterados, 3) crianças com patologias peditricas associadas. Foram analisadas as seguintes variveis: sexo, idade da primeira crise epilptica, tipo de crise epilptica, regime de tratamento, presena de crise epilptica, frequncia escola, tipo de escola e repetncia. A anlise estatstica centrou-se na anlise descritiva; determinou-se a razo de chances (odds ratio), adotando-se um intervalo de confiana de 95%; e na aplicao do teste exato de Fisher, levando-se em considerao p<0,05. Portanto, no que se refere presena de alteraes de linguagem oral, pdese observar que o incio das crises epilpticas durante o perodo de aquisio e desenvolvimento da linguagem oral bem como o tratamento medicamentoso neste perodo podem interferir no desenvolvimento da linguagem devido imaturidade do sistema nervoso central alm dos aspectos socioambientais, uma vez que o estigma e as crenas errneas interferem negativamente no processo interacional to importante para a aquisio e desenvolvimento da linguagem, o que tambm repercute nas habilidades de leitura e escrita. Dessa forma percebe-se a importncia da atuao de uma equipe interdisciplinar (Fonoaudiologia, Psicologia e Neurologia Infantil) no processo avaliativo e no acompanhamento dos pacientes com epilepsia, o que trar benefcios psicosocioafetivos no que se refere reorganizao da sua qualidade de vida e, consequentemente, de seus familiares.
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OBJETIVO: Descrever o desempenho de crianças com Distrbio Especfico de Linguagem (DEL) em provas de leitura, escrita, aritmtica, conscincia fonolgica e memria seqencial auditiva, assim como, verificar se h associao positiva entre as provas que avaliam a aprendizagem escolar e as que avaliam o processamento da informao. MTODOS: Vinte sujeitos com diagnstico de DEL, com idades entre 7 e 12 anos, foram submetidos ao Teste de Desempenho Escolar (TDE) e a duas provas, que avaliam o processamento da informao (Perfil de Habilidades Fonolgicas e Subteste de Memria Seqencial Auditiva do Teste de Illinois de Habilidades Psicolingsticas - ITPA). RESULTADOS: A maioria apresentou alterao em todas as provas realizadas. As associaes entre o desempenho do grupo nas diferentes provas demonstram que a habilidade metafonolgica apresentou associao estatisticamente significante com as habilidades de leitura (p=0,02) e escrita (p=0,02). Por sua vez, a habilidade de memria seqencial auditiva apresentou associao estatisticamente significante apenas com a habilidade de aritmtica (p=0,0003). CONCLUSO: O desempenho escolar, assim como as habilidades de conscincia fonolgica e memria de curto prazo mostraram-se defasados na maioria dos sujeitos avaliados, havendo associao positiva entre: a prova de memria de curto prazo e a prova de aritmtica; a prova de conscincia fonolgica e as provas de leitura e escrita. Neste contexto, refora-se aqui a utilizao de programas de interveno baseados em Modelos Psicolingsticos, que sugerem o uso de estratgias individuais para o desenvolvimento das habilidades metafonolgicas.
Resumo:
Alteraes especficas do desenvolvimento da linguagem (AEDL) devem ser identificadas precocemente, pois tais alteraes podem interferir nos aspectos sociais e escolares da criana. O objetivo dessa pesquisa foi verificar o desempenho de crianças com diagnstico de AEDL, em comparao com o de crianças normais, por meio da Escala de Desenvolvimento Comportamental de Gesell e Amatruda (EDCGA). Foram selecionadas 25 crianças de 3 a 6 anos com o diagnstico de AEDL (grupo estudado - GE) e 50 crianças normais da mesma faixa etria (grupo controle - GC). As crianças do GC apresentaram desempenho satisfatrio e melhor que as crianças do GE, em todos os campos da escala. O valor da mediana do GE foi limtrofe nos comportamentos adaptativo e social-pessoal, j no de linguagem foi discrepantemente rebaixado. Conclumos que as alteraes de linguagem interferiram na avaliao dos outros campos do desenvolvimento (adaptativo e pessoal-social). Apesar da interferncia, a escala pode ser instrumento til no diagnstico de AEDL.
Resumo:
TEMA: desenvolvimento da narrativa oral. OBJETIVO: verificar o tempo de narrativa e de pausa, o nmero de palavras e de intervenes do interlocutor em narrativas orais de crianças com desenvolvimento tpico. MTODO: participaram do estudo 31 crianças divididas em quatro grupos etrios: GI (3:1 a 4:0 anos), GII (4:1 a 5:0 anos), GIII (5:1 a 6:0 anos) e GIV (6:1 a 7:0 anos). Amostras de narrativa espontnea e narrativa com livro sem palavras foram coletadas em vdeo, transcritas e analisadas estatisticamente por meio de teste exato de Fisher (no-paramtrico) e modelo de regresso linear com efeitos mistos. RESULTADOS: os valores de tempo de pausa, tempo de narrativa, e o nmero de palavras no contexto de livro foram significativamente maiores em relao narrativa espontnea (p-valor < 0,01). Quanto ao nmero de intervenes, houve correlao (p-valor = 0,03) entre idade e interveno no contexto de livro com diminuio da interveno na media que aumentou a idade. CONCLUSO: as crianças apresentaram uma narrativa mais extensa no contexto de relato com livro sem palavras em relao ao contexto de narrativa espontnea, porm, sem diferenas significativas entre as idades. O estudo permitiu ainda concluir que a participao do interlocutor faz-se menos necessria conforme aumenta a idade do narrador.
Resumo:
Comportamentos de pais e de filhos influenciam-se mutuamente. Crianças com alteraes de linguagem relacionadas ou no perda auditiva, podem apresentar dificuldades de relacionamento com os irmos e seus pares. Assim, a investigao das prticas educativas parentais e do repertrio comportamental infantil fundamental para a busca de intervenes efetivas para essas crianças. O estudo tem como objetivos: (a) comparar o repertrio positivo e negativo de mes e crianças com deficincia auditiva (DA) e distrbio de linguagem (DL); (b) comparar cada uma das deficincias com grupo no clinico; (c) correlacionar comportamentos para cada uma das deficincias. Participaram deste estudo 72 mes, cujos filhos apresentavam da (n = 27), DL (n = 19) ou compunha uma populao no clnica (n = 26). O instrumento utilizado foi o Roteiro de Entrevista de Habilidades Sociais Educativas Parentais, que avalia a ocorrncia de habilidades sociais aplicveis s prticas educativas. Os resultados evidenciaram a associao entre prticas positivas e habilidades sociais, bem como entre prticas negativas e problemas de comportamento. O grupo de DL no apresentou mais problemas que as crianças no clnicas, sugerindo a participao de intervenes de carter preventivo, facilitando a incluso social. Por outro lado as crianças com da apresentaram menos habilidades sociais, bem como suas mes, menos habilidades sociais educativas. Este estudo evidencia a importncia da metodologia empregada na reabilitao de crianças com distrbios da comunicao, sobretudo para aquelas com da visando o beneficio de programas educativos de promoo do repertrio parental positivo integrados aos objetivos da fonoterapia.