146 resultados para Bambu


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De 87 gambás, Didelphis albiventris, capturados na região de Bambuí (MG), 32 (36,7%) estavam infectados pelo Trypanosoma cruzi. Os índices de infecção foram 34,9%, 81,8% e 7,7%, respectivamente, para animais capturados em ambiente silvestre, peridomiciliar rural e periodomiciliar urbano. Em 20 gambás infectados as glândulas anais foram examinadas repetidamente e apenas um (5%) animal (GA09) apresentou exame positivo. Foram positivos 7 dos 17 exames a fresco da secreção glandular desta animal ao longo de 18 meses. Material destas glândulas produziu parasitemia patente em gambás e infecção subpatente em camundongos. A análise isoenzimática realizada com amostras de T. cruzi do GA09, obtidas via hemocultura, xenodiagnóstico e glândulas anais demonstraram pertencerem rigorosamente ao mesmo Zimodema semelhante ao Zimodema Z1. As observações mostram que a infecção das glândulas anias pelo T. cruzi em gambás naturalmente infectados da região de Bambuí é baixa.

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In a survey realized on the sylvatic and peridomestic environment at Bambuí county, Minas Gerais State, 44 (37.9%) out of 116 opossums (Didelphis albiventris) captured were found to be naturally infected with Trypanosoma cruzi. One handred and forty three parasite samples were obtanied from 43 infected opossums using simultaneously hemoculture, xenodiagnosis (Triatoma infestans, Panstrongylus megistus and Rhodnius neglectus) and examination of anal glands contents. The parasite samples were characterized according to six isoenzyme patterns. All samples, independently of the method of isolation, presented an isoenzyme pattern similar to the standard T. cruzi Z1, showing that either xenodiagnosis or hemoculture can used without selecting parasite subpopulation from naturally infected opossums. Preveous isoenzyme patterns reported for human T.cruzi isolates from same region were completely different. This isoenzyme dissimilarity between sylvatic and domiciliar environments suggests the existence of two independent T. cruzi transmission cycles in Bambuí. The epidemiological implicatinos of these results are discussed.

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In the Epidemiological Surveillance Program in the county of Bambuí, Minas Gerais, between August 1986 and December 1988, 154 Panstrongylus megistus were captured by the local population in both peridomicile and intradomicile environments. Fifteen (9.8%) of the P. megistus harboured Trypanosoma cruzi. Preciptin tests showed that the most frequent triatomine blood meal sources were birds, but other sources were dogs, men and cats. The isoenzyme characterization of 13 T. cruzi strains showed that six belonged to zymodeme Z1, corresponding to the wild parasites, and seven belonged to zymodeme Z2, corresponding to parasites isolated from chronic chagasic patients (domestic cycle). As P. megistus were found to be naturally infected by parasites from both cycles, they are cleary able to transmit T. cruzi from the wild cycle to the domestic cycle. Furthermore the capacity of P. megistus in colonizing houses was observed in one residence, vacant for several years, in wich 153 triatomines were captured. The data show the possibility of P. megistus reintroducing transmission of Chaga's disease in the county if Epidemiological Surveillance is interrupted.

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In 1943, the Center for the Study and Prophylaxis of Chagas Disease, Oswaldo Cruz Foundation, state of Minas Gerais (MG), was created in the municipality of Bambuí to carry out studies related to Chagas disease in the mid-western region of MG. Since that time, several investigations have been conducted to determine the natural habitat of triatomines, but Panstrongylus megistus colonies have never been found in this region. This paper records the first finding of a P. megistus sylvatic colony in 69 years of research. The characteristics of this ecotope and its implications for the epidemiology of Chagas disease are discussed.

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Perfis de solos representativos do Distrito Agroindustrial do Jaíba, norte de Minas Gerais, foram descritos morfologicamente, tendo sido suas amostras coletadas e analisadas química, física e mineralogicamente, com o fim de obter informações que contribuam para sua melhor exploração agrícola. Embora provenientes, em sua quase totalidade, de calcário do grupo Bambuí, e com aparente homogeneidade fisiográfica (relevo plano e floresta caducifólia), os solos apresentaram grande diversidade nesses aspectos. Mineralogicamente, observaram-se a ilita e a caulinita como minerais comuns, esta última presente mesmo em Vertissolo e Rendzina, solos com expressiva quantidade de carbonatos livres. A presença de esmectita no Vertissolo, na Rendzina e no Cambissolo de argila de atividade alta indica que a escassez de chuva, a riqueza do material de origem e sua superficialidade em topografia plana dificultam a saída de sílica e bases do sistema, favorecendo a formação de esmectita. Tal mineralogia, associada à sazonalidade climática, parece responsável pelo fendilhamento expressivo desses solos no período seco. Os solos apresentam cores variadas: solos vermelhos e vermelho-amarelados, graças à presença de hematita e goethita, referem-se principalmente aos Latossolos situados em posições ligeiramente mais elevadas na paisagem, dispondo de melhor drenagem; amarelos e bruno-amarelados, normalmente situados em áreas mais deprimidas, que, aliados à superficialidade e massividade do material de origem, restringem a drenagem, favorecendo a gênese da goethita e levando à formação de concreções ferro-manganosas em quantidades expressivas; nestes ambientes, foram constatados Cambissolos de argila de atividade alta (Ta) e baixa (Tb), Vertissolos ou solos com características vérticas, também brunados, e Rendzina. A baixa relação Fe o/Fe d (ferro oxalato/ferro ditionito) revelou predomínio de óxidos mais cristalinos. Os solos eutróficos e epieutróficos (distróficos ou álicos), com baixos teores de Na e relevo dominantemente plano e suave-ondulado, confirmam a grande potencialidade agrícola da área, sobretudo sob irrigação. A diversidadade das características químicas, físicas e mineralógicas dos solos, entretanto, aponta variações de comportamento frente ao uso agrícola, indicando adequações diferenciadas de práticas de manejo.

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Considerando a expressividade de Cambissolos (rasos, adensados e siltosos) e Latossolos argilosos e muito argilosos desenvolvidos de rochas pelíticas do Grupo Bambuí, bem como os poucos estudos relacionados à gênese e potencialidade agrícola desses solos, selecionaram-se duas áreas no município de Curvelo-MG, cujo objetivo foi estudar suas características físicas, químicas e mineralógicas. Para isso, foram descritos e coletados perfis de Cambissolos Háplicos (CX), Latossolos Vermelho-Amarelos (LVA) e Latossolos Vermelhos (LV), sendo a TFSA submetida às análises físicas e químicas de rotina, digestão total e sulfúrica, além das análises mineralógicas. Os difratogramas de raios X (DRX) e o índice de intemperismo (Ki) dos CX indicaram menor grau de pedogênese e maior proporção de caulinita e ilita na fração argila (comparativamente aos Latossolos), que coexistem com gibbsita (Gb) e vermiculita com Al-hidroxi entrecamadas (VHE). Nesse caso, a ocorrência de gibbsita não é um bom indicativo de intemperização acentuada. Nos CX, os elevados teores de silte associados à possibilidade de forte ajuste face a face de caulinita/ilita podem ser os principais fatores que interferem na quase ausência de organização estrutural, no adensamento, na pouca percolação de água e na formação de selamento superficial. Na fração argila dos Latossolos foi constatada coexistência de argilominerais e óxidos de Fe e Al muito semelhante à encontrada para os CX, porém com menores proporções de ilita e maiores de gibbsita, inferidos pelos resultados do Ki em torno de 1,4. Ainda que não haja diferenciações químicas e físicas marcantes entre os Latossolos, constatou-se em LV magnetização considerável na fração areia, cujo DRX confirmou a presença de magnetita, fato pouco comum em Latossolos desenvolvidos de rochas pelíticas do Grupo Bambuí, mas constatado em estudos anteriores.

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Diferentes tratamentos foram comparados visando a erradicação de Clavibacter michiganensis subsp. michiganensis de estacas de bambu infestadas artificialmente. A imersão das estacas, por 30 minutos, em uma solução de hipoclorito de sódio a 2% foi o tratamento mais eficiente, em comparação à solarização, à exposição direta aos raios solares, à imersão em sulfato de cobre e à fumigação com fosfina ou brometo de metila.

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Amostras de solo e de cavaco de bambu (Bambusa vulgaris) com 11 meses de idade (rebrota) foram coletadas em sítios comerciais localizados no Estado da Paraíba, com o objetivo de avaliar a produção de biomassa de colmos e galhos e o conteúdo e exportação de macronutrientes. O solo foi analisado quanto à fertilidade, e nos cavacos foram efetuadas determinações analíticas dos macronutrientes minerais. A quantidade exportada de cada nutriente foi calculada pela multiplicação do seu teor no cavaco, pela produtividade de cavacos de cada talhão. A produtividade dos cavacos, em toneladas por hectare, foi estimada através da multiplicação da produtividade real, obtida em cada parcela, pelo fator de conversão oriundo da relação entre 1 ha e a área da parcela. O solo da fazenda Mamoaba mostrou teores de Na, K, P, Fe, Zn e Mn superiores aos da fazenda Garapu. O teor de matéria orgânica no solo seguiu esta ordem: Garapu 2 > Garapu 1 > Mamoaba. A fazenda Garapu apresentou maior produtividade do que a fazenda Mamoaba, provavelmente devido aos maiores índices pluviométricos. Os cavacos analisados exportaram aproximadamente duas vezes mais K do que N, sendo P e S os macronutrientes menos exportados pela cultura. Os teores dos macronutrientes acumulados nos cavacos, bem como a quantidade exportada, seguiram a mesma ordem em todos os sítios estudados: K>N>Ca>Mg>P>S. Os programas de adubação da espécie de bambu estudada devem priorizar o fornecimento de nitrogênio, potássio e cálcio.

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No Engenho Mamoaba, em Pedras de Fogo, PB, compararam-se a absorção e utilização de nutrientes em três povoamentos comerciais de Bambusa vulgaris, com diferentes declividades e densidades de plantas, sob a rotação anual de corte raso em solo arenoso. Na época de corte, em três parcelas de 15 x 15 m por povoamento, analisou-se o solo em três profundidades, e em três touceiras pesaram-se colmos novos e velhos, galhos, folhas e rizomas, além da manta orgânica, dos quais foram pesadas subamostras, antes e depois da secagem, para determinação da biomassa seca e do conteúdo de N, P, K, Ca e Mg. Na análise do conteúdo e da razão biomassa/conteúdo de cada nutriente, assumiu-se o delineamento inteiramente casualizado, e compararam-se as médias pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. A declividade elevou a eficiência de absorção de P, K e Ca e a maior densidade de plantas, a eficiência de absorção de K. A eficiência de utilização de nutrientes na biomassa total e comercial foi similar nos três povoamentos. Nas folhas, o conteúdo de nutrientes não oscilou entre povoamentos, mas foi maior em N, e a sua eficiência variou para P. Na manta orgânica, os conteúdos de K, Ca e Mg foram maiores em declive, e com a utilização de N a eficiência foi menor. No rizoma, o conteúdo de nutrientes foi maior, sendo N o nutriente de uso menos eficiente. Como a ciclagem de nutrientes não compensa a exportação, a adubação é importante, principalmente com K, o mais exportado na biomassa.

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RESUMOO objetivo deste trabalho foi avaliar a resistência de bambus das espécies Bambusa vulgaris e Dendrocalamus giganteus após serem expostos a três métodos de tratamentos químicos preservativos, contra a ação dos fungos Postia placenta e Polyporus fumosus. Os métodos de tratamento empregados foram o de transpiração (diafragma íntegro e rompido), imersão prolongada e Boucherie modificado. As hastes de bambu foram transformadas em colmos de 2,0 m de comprimento e tratadas em solução de 1 ou 3% de ingredientes ativos (i.a.) de um produto comercial à base de cobre, cromo e boro (CCB). Nos métodos por transpiração e imersão prolongada, os colmos foram expostos nas soluções por períodos de 5, 10 ou 15 dias, enquanto no método de Boucherie modificado não houve segregação do tratamento entre tempos de tratamento. Para avaliar a eficiência dos tratamentos, foram empregados os fungos Postia placenta e Polyporus fumosus. A partir dos resultados, observou-se que, em média, em ambas as espécies de bambu tratadas e métodos empregados, a perda de massa das amostras de bambu, depois de submetidas ao ataque dos fungos, foi baixa, tendo variado de 2,44 a 14,26%.

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O uso da tecnologia do cultivo protegido no Brasil, para a produção de hortaliças e plantas ornamentais, passou por diversas fases de adaptação, visando a atender às necessidades de oferta e de qualidade dos produtos, com a preocupação de minimizar os custos de produção e os efeitos negativos do clima. A grande maioria dessas adaptações partiu da iniciativa dos próprios agricultores, utilizando-se de diferentes materiais e de outros artifícios para contornar problemas cotidianos. O experimento foi realizado na área da Faculdade de Engenharia Agrícola/UNICAMP, no período compreendido entre dezembro de 2002 e janeiro de 2003, com o objetivo de avaliar as deformações do sistema construtivo de estrutura de bambu para utilização em casa de vegetação, em diferentes espaçamentos entre colunas e sob diferentes esforços verticais de cargas. Testou-se o uso de vigas e colunas construídas com colmos de bambu da espécie Bambusa tuldoides Munro e estruturadas com espaçadores de plástico, especialmente projetados para facilitar e padronizar a construção, conferindo-lhe maior resistência e estabilidade. Foram avaliados três espaçamentos entre colunas (2,0; 2,5 e 3,0 m) sob diferentes esforços de carga, dos quais o melhor resultado foi obtido com o espaçamento de 2,5 m.

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There are few population-based studies of renal dysfunction and none conducted in developing countries. In the present study the prevalence and predictors of elevated serum creatinine levels (SCr > or = 1.3 mg/dl for men and 1.1 mg/dl for women) were determined among Brazilian adults (18-59 years) and older adults (>60 years). Participants included all older adults (N = 1742) and a probabilistic sample of adults (N = 818) from Bambuí town, MG, Southeast Brazil. Predictors were investigated using multiple logistic regression. Mean SCr levels were 0.77 ± 0.15 mg/dl for adults, 1.02 ± 0.39 mg/dl for older men, and 0.81 ± 0.17 mg/dl for older women. Because there were only 4 cases (0.48%) with elevated SCr levels among adults, the analysis of elevated SCr levels was restricted to older adults. The overall prevalence of elevated SCr levels among the elderly was 5.09% (76/1494). The prevalence of hypercreatinemia increased significantly with age (chi² = 26.17, P = 0.000), being higher for older men (8.19%) than for older women (5.29%, chi² = 5.00, P = 0.02). Elevated SCr levels were associated with age 70-79 years (odds ratio [OR] = 2.25, 95% confidence interval [CI]: 1.15-4.42), hypertension (OR = 3.04, 95% CI: 1.34-6.92), use of antihypertensive drugs (OR = 2.46, 95% CI: 1.26-4.82), chest pain (OR = 3.37, 95% CI: 1.31-8.74), and claudication (OR = 3.43, 95% CI: 1.30-9.09) among men, and with age >80 years (OR = 4.88, 95% CI: 2.24-10.65), use of antihypertensive drugs (OR = 4.06, 95% CI: 1.67-9.86), physical inactivity (OR = 2.11, 95% CI: 1.11-4.02) and myocardial infarction (OR = 3.89, 95% CI: 1.58-9.62) among women. The prevalence of renal dysfunction observed was much lower than that reported in other population-based studies, but predictors were similar. New investigations are needed to confirm the variability in prevalence and associated factors of renal dysfunction among populations.

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Apolipoprotein E (ApoE) is one of the most extensively studied genes in the context of aging, but there are few population-based studies on ApoE polymorphism in the elderly in developing countries. The objective of the present study was to assess ApoE allele and genotype distribution in a large elderly community-based sample and its association with age, sex and skin color. Participants included 1408 subjects (80.8% of all residents aged ³60 years) residing in Bambuí city, MG, Brazil. The DNA samples were subjected to the polymerase chain reaction amplification, followed by the restriction fragment length polymorphism technique, with digestion by HhaI. Analysis was carried out taking into consideration the six ApoE genotypes (e3/e3, e3/e4, e2/e3, e4/e4, e2/e4, and e2/e2), the three ApoE alleles, and the number of ApoE4 alleles for each individual. The e3 allele predominated (80.0%), followed by e4 (13.5%) and e2 (6.5%). All six possible genotypes were observed, the e3/e3 genotype being the most frequent (63.4%). This distribution was similar to that described in other western populations. Sex was not associated with number of ApoE4 alleles. Black skin color was significantly and independently associated with the presence of two ApoE4 alleles (age-sex adjusted OR = 7.38; 95%CI = 1.93-28.25), showing that the African-Brazilian elderly have a high prevalence of the e4 allele, as observed in blacks from Africa. No association between number of ApoE4 alleles and age was found, suggesting the absence of association of ApoE genotype with mortality in this population.

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Apolipoprotein E (ApoE) polymorphism influences lipid metabolism, but its association with arterial hypertension is controversial. The objective of this study was to examine the association between ApoE polymorphism and prevalent hypertension in a large unselected population of older adults. Participants from the baseline of the Bambuí Health Aging Study whose ApoE genes had been genotyped were selected for this study (N = 1406, aged 60-95 years). These subjects represented 80.7% of the total elderly residents in Bambuí city, MG, Brazil. Hypertension was defined as a systolic blood pressure ³140 mmHg and/or a diastolic blood pressure ³90 mmHg, or the use of anti-hypertensive medication. The exposure variable was the ApoE genotype as follows: e3 carriers, e3e3; e2 carriers, e2e2 or e2e3, and e4 carriers, e3e4 or e4e4. Potential confounding variables were age, gender, traditional cardiovascular risk factors, uric acid, and creatinine levels. The prevalence of hypertension was 61.3%. Compared with the e3 homozygotes, neither the e2 nor the e4 carrier status was associated with hypertension (adjusted prevalence ratios = 0.94, 95%CI = 0.83-1.07 and 0.98, 0.89-1.07, respectively). On the other hand, the e2 allele carriers had lower LDL cholesterol levels (P < 0.001) and the e4 carriers had higher LDL cholesterol levels (P = 0.036). This study provides epidemiologic evidence that the ApoE genotype is not associated with prevalent hypertension in old age.