920 resultados para Single Health System


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Descreve-se o surgimento e o que significaram para a poltica nacional de sade bucal os procedimentos coletivos (PC) de sade bucal, introduzidos em 1992 e extintos em 2006. Realizou-se pesquisa bibliogrfica e anlise documental. Criados no governo Collor (1990-1992) como elemento central da sua poltica de sade bucal, os PC pretendiam reverter o modelo assistencial cirrgico-restaurador e extinguir o TC (tratamento completado) como instrumento para remunerao do setor, visando a possibilitar que estados e municpios fossem remunerados por aes preventivas. Durante os anos 1990, os PC ocuparam lugar de destaque nas aes de sade bucal no SUS, impulsionando, sob apoio financeiro, as aes de promoo e preveno em centenas de municpios. Mas a sua vinculao com os mecanismos de transferncia de recursos, tida inicialmente como um avano, foi tirando a sua caracterstica de instrumento potente para mudar o modelo de ateno. No obstante as dificuldades e limitaes, sua criao e amplo emprego representaram um esforo para alterar substancialmente o modelo de prtica odontolgica predominante no setor pblico, redirecionando-o para aes preventivas e de promoo da sade, o que se tornou seu principal legado.

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Embora a poltica de sade bucal no Municpio de Diadema, SP, no perodo de 1972 a 2007, objeto deste artigo, tenha acompanhado o processo de transformao das prticas do setor no Brasil, sua evoluo nesta cidade industrial na Regio Metropolitana da Grande So Paulo foi marcada pela singularidade do processo histrico local. Neste artigo analisa-se essa evoluo, relacionando-a com o processo de lutas sociais que levou criao do Sistema nico de Sade (SUS) e com as polticas nacionais, estaduais e municipais de sade bucal. Trata-se de um estudo qualitativo do tipo exploratrio. Os dados foram obtidos em documentos oficiais e fontes bibliogrficas variadas e por meio de entrevistas semiestruturadas com prefeitos, secretrios municipais de sade, coordenadores de sade bucal e cirurgies dentistas que vivenciaram as diversas fases das polticas de sade bucal no municpio. Identificam-se as caractersticas mais marcantes na organizao das prticas assistenciais em sade desenvolvidas na cidade, localizando-as no cenrio estadual e nacional. Conclui-se que, no obstante a consolidao da insero da sade bucal no SUS e a experincia adquirida no Municpio com a gesto dessa modalidade assistencial, tambm em Diadema observam-se dificuldades para superar o modelo de ateno focado nos grupos populacionais tradicionalmente priorizados, com destaque para escolares, pr-escolares e bebs. Nesse sentido, Diadema compartilha com os demais municpios brasileiros o desafio de reestruturar a ateno bsica em sade bucal, superar o tradicional modelo da odontologia escolar e criar novas possibilidades, como a abordagem familiar, com a finalidade de assegurar a universalidade e a integralidade da ateno.

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OBJETIVO: Analisar as dificuldades de acessibilidade aos servios de sade vividas por pessoas com deficincia. PROCEDIMENTOS METODOLGICOS: Estudo qualitativo realizado com pessoas que relataram ter algum tipo de deficincia (paralisia ou amputao de membros; baixa viso, cegueira unilateral ou total; baixa audio, surdez unilateral ou total). Foram entrevistados 25 indivduos (14 mulheres) na cidade de So Paulo, SP, de junho a agosto de 2007, que responderam perguntas referentes a deslocamento e acessibilidade aos servios de sade. A metodologia utilizada para anlise foi o discurso do sujeito coletivo e as anlises foram conduzidas com recurso do programa Qualiquantisoft. ANLISE DOS RESULTADOS: A anlise dos discursos sobre o deslocamento ao servio de sade mostrou diversidade quanto ao usurio ir ao servio sozinho ou acompanhado, utilizar carro particular, transporte coletivo, ir a p ou de ambulncia e demandar tempo variado para chegar ao servio. Com relao s dificuldades oferecidas de acessibilidade pelos servios de sade, houve relatos de demora no atendimento, problemas com estacionamento, falta de rampas, elevadores, cadeiras de rodas, sanitrios adaptados e de mdicos. CONCLUSES: As pessoas com algum tipo de deficincia fizeram uso de meios de transporte diversificados, necessitando de companhia em alguns casos. Problemas na acessibilidade dos servios de sade foram relatados pelos sujeitos com deficincias, contrariando o princpio da eqidade, preceito do Sistema nico de Sade.

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OBJETIVO: Conhecer a atribuio de significado dada por bioeticistas brasileiros quanto equidade no sistema de sade. MTODOS: Pesquisa qualitativa, exploratria. Entre julho de 2007 e julho de 2008, foram entrevistados 20 bioeticistas, dirigentes e ex-dirigentes da Sociedade Brasileira de Biotica e de suas regionais (2005-2008). O tratamento dos dados foi realizado por anlise de discurso. RESULTADOS: Os discursos levaram ao estabelecimento das seguintes ideias centrais: tratar desigualmente os desiguais conforme suas necessidades; equidade e desigualdades compensadas; equidade e maximizao dos benefcios; equidade e mrito social; equidade e direitos. CONCLUSO: Os resultados da pesquisa evidenciam a existncia entre os bioeticistas pesquisados de uma diversidade de interpretaes sobre equidade no sistema de sade, reforando a noo de que difcil, no mundo contemporneo, decidir sobre o que seria um sistema justo e equnime.

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OBJETIVOS: desenvolver uma metodologia de interveno e aplic-la s equipes das Secretarias Estaduais de Sade (SES) objetivando incorporar a prtica de monitoramento e avaliao da ateno bsica atravs de processo de capacitao e realizao de atividade real de planejamento e programao em sade. MTODOS: foi desenvolvido um processo de ensino-aprendizagem-trabalho que incorporou ao processo de capacitao uma atividade de planejamento em sade. A qualidade dos dois processos assegurada atravs do estabelecimento de princpios e critrios para a organizao da capacitao, para a elaborao da proposta metodolgica de monitoramento e avaliao e para a conduo didtico-pedaggica do curso. RESULTADOS: a metodologia foi aplicada nos Estados de Mato Grosso do Sul (MS), Tocantins (TO) e Amazonas (AM), respeitando as particularidades locais em termos de organizao da SES e da qualificao e capacidade dos tcnicos responsveis pela ateno bsica. Foram produzidas propostas metodolgicas estruturalmente semelhantes, mas diferentes nas suas prioridades e propostas de desenvolvimento. Dois anos aps o trmino da interveno, efeitos desse trabalho ainda esto sendo identificados. CONCLUSES: os resultados obtidos em MS, TO e AM revelam a capacidade que a abordagem baseada na trade ensino-aprendizagem-trabalho possui para a institucionalizao de novas prticas de trabalho nos servios de sade.

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H uma ampla bibliografia sobre a crise da modernidade. Uma certa vertente compreende que esto ameaados vrios pilares da vida social moderna, dentre eles as conquistas representadas pelos direitos universais. A literatura da Sade Coletiva tambm aponta o Sistema nico de Sade (SUS) como uma ocorrncia contrria ao movimento mundial de flexibilizao daqueles direitos. Os princpios de universalidade e integralidade, alm de constiturem um desafio institucional, financeiro, poltico e social, expressam tambm a deciso da sociedade de implementar direitos universais. Utilizamos o instrumental terico de Souza Santos para caracterizar o SUS como um observatrio sobre a efetivao de tais direitos. Ressurge a importncia do remodelamento institucional e das deliberaes democrticas no estabelecimento do contrato social.

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A great challenge for the primary healthcare system, implemented by the strategy called the Family Health Program, is to incorporate actions for facing situations of violence and mental health problems. This study analyzed the care delivered to 411 children between five and eleven years of age in a primary care unit in the city of So Paulo. The clinical findings were compared to a standard inventory of symptoms (CBCL). In addition, semi-structured interviews were held with pediatricians. The study shows low capacity of the pediatricians to recognize mental health problems in children. This is mainly due to deficiencies in their training and lack of possibilities for concrete intervention to face a complaint or diagnostic hypothesis. The reorganization process of primary care will need to provide specific technical support in mental health, incorporating more appropriate technologies for intervention such as a humanized approach and qualified listening. The inclusion of psychosocial aspects in the everyday practice of primary care will make it possible to broaden the concept of health and open way for an integrated approach to situations of violence related to children assisted by the primary care network of the Brazilian Health System.

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A produo do cuidado integral e a eqidade so desafios na gesto do SUS. Analisou-se um arranjo da gesto municipal para a produo do cuidado implantado por meio da regulao assistencial com o objetivo de enriquecer as reflexes sobre o tema. Foi realizado estudo de caso em que os dados foram obtidos mediante observao, entrevistas, narrativas escritas e anlise documental. Os sujeitos da pesquisa foram gestores e trabalhadores da Secretaria de Sade. Como resultado destaca-se um conceito de rede viva, produzida ativamente pela construo de relaes entre os trabalhadores dos diferentes servios. Destacam-se as aes de apoio ao cuidado produzido pelas equipes, com base na regulao assistencial e na gesto dos processos de trabalho. Os resultados foram expressivos na qualificao do cuidado, na reduo das filas s especialidades e na satisfao dos profissionais. Como marca do processo, evidencia-se a necessidade de enriquecer, em ato, os saberes tcnicos com as tecnologias leves e os saberes produzidos em movimentos ativos da gesto para a produo do cuidado.

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Este artigo apresenta parte dos resultados de pesquisa que investigou caractersticas do movimento de aproximao e afastamento entre homeopatas e mdicos da Biomedicina, segundo o ponto de vista dos profissionais no homeopatas. Foram entrevistados 48 profissionais de sade (docentes, gestores e mdicos que trabalham na rede publica). Toma-se para anlise apenas os resultados das entrevistas com gestores. Foram usadas como referncias as concepes de: campo social e cientfico de Bourdieu; racionalidades mdicas de Madel Luz; arranjos tecnolgicos do trabalho em sade de Mendes-Gonalves e de identidade profissional de mdico de Donnangelo e de Schraiber. Os resultados indicam que o apoio de gestores presena da Homeopatia no SUS relaciona-se percepo da demanda social, defesa do direito de escolha dos usurios e constatao de tratar-se de uma prtica mdica que resgata a dimenso humanista da medicina, contribuindo assim para a satisfao do usurio. As dificuldades e resistncias apontadas pelos gestores ressaltam que a falta de informaes sobre os procedimentos homeopticos limita as possibilidades de utilizao da Homeopatia porque gera insegurana sobre esta medicina.

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Este artigo apresenta a experincia de implantao de um sistema de gesto em Sade do Trabalhador implantado na Superintendencia de Controle de Endemias (SUCEN), no perodo de 1998 a 2002, que operava na atividade de controle qumico de vetores no Estado de So Paulo. OBJETIVO: Descrever o sistema de gesto participativa, as aes desenvolvidas e os principais resultados alcanados. MTODO: Relato da experincia vivenciada pela equipe usando abordagem qualitativa, anlise de documentos e apresentao de dados quantitativos. RESULTADOS: Foram eleitas 11 Comisses de Sade e Trabalho (COMSAT's) que em conjunto com a equipe tcnica iniciaram a identificao dos riscos e de propostas para preveno e controle dos riscos no trabalho. O mapeamento de riscos resultou em 650 recomendaes, 45,7% das quais foram executadas. Foram identificadas como doenas relacionadas ao trabalho: reaes alrgicas aos pesticidas, leses por esforos repetitivos, distrbios auditivos e patologias de coluna vertebral. Participaram dos cursos bsicos de sade do trabalhador 1.003 servidores (76,3% do total de servidores), sendo que 90,8% dos participantes os consideraram timos ou bons. CONCLUSES: O sistema de gerenciamento participativo coloca em prtica os princpios de gesto democrtica do Sistema nico de Sade (SUS); incorpora, por meio do mapeamento de riscos, o saber do trabalhador; inclui os trabalhadores como sujeitos do processo de negociao e mudanas; pratica o direito informao. As COMSAT's revelaram-se espaos adequados para a negociao das melhorias nas condies de trabalho. A aprovao do sistema de gesto culminou na validao legal por meio de um acordo tripartite assinado em maro de 2002.

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No Brasil, apesar dos avanos da assistncia farmacutica, permanecem falhas na garantia do acesso dos cidados aos medicamentos pelo Estado. Nos ltimos anos, vem crescendo a reivindicao de medicamentos por parte do cidado via sistema judicirio. Os objetos dessas solicitaes so tanto os medicamentos em falta na rede pblica como aqueles ainda no incorporados pelo Sistema nico de Sade. Este fenmeno pode ser analisado sob diferentes perspectivas, inclusive a sanitria, entendida aqui como os desfechos sobre a sade dos indivduos que demandam estes medicamentos. O presente texto busca discutir as principais caractersticas das demandas judiciais frente aos seguintes aspectos: o uso racional de medicamentos, o uso de evidncias cientficas para a indicao teraputica proposta e o quanto as demandas se justificam diante do conceito de acesso adotado pelo campo da assistncia farmacutica. Ponderaes podem ser feitas no sentido de minimizar os riscos sade dos demandantes de medicamentos por via judicial, sobretudo quando o objeto da ao so medicamentos no pertencentes s listas de fornecimento pblico, ou com uso off label, ou desprovidos de registro no pas. Considera-se que o Judicirio, a partir do fornecimento de medicamentos, busca garantir a sade dos demandantes, e assim a dignidade da pessoa humana. Cabe ressaltar que este objetivo s ser atingido quando a garantia da sade estiver associada aos aspectos que certificam a segurana do paciente, inclusive no uso de medicamentos.

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O objetivo dos estudo foi conhecer o perfil da morbidade das internaes hospitalares por causas externas no Municpio de So Jos dos Campos, Estado de So Paulo, Brasil. Foram estudadas as internaes pelo Sistema nico de Sade (SUS) por leses decorrentes de causas externas no primeiro semestre de 2003, no Hospital Municipal. Este hospital a principal referncia para o atendimento ao trama e foi responsvel por 92,3% das internaes pelo SUS por causas externas no perodo estudado. Entre os 873 pacientes internados, as leses decorrentes de acidentes de transporte foram resposveis por 31,8% dos casos, as quedas por 26,7% e as causas indeterminadas por 19,5%. A razo de masculinidade foi de 3,1:1 e a faixa etria predominante de 20-29 anos, com 23,3% das internaes. As leses mais freqentes foram as fraturas (49,8%) e o traumatismo intracraniano (13,5%). Entre as fraturas, predominaram as do fmur e as da perna, que representaram, respectivamente, 10,8% e 10,1%. A maior taxa de internao por local de residncia ocorreu na regio Norte do Municpio, com 470,0 internaes por 100.000 habitantes. O perfil da morbidade hospitalar encontrado confirmou os acidentes de transporte como importante causa de internao hospitalar no Municpio e contrariou a tendncia geral das quedas como principal causa externa de internao hospitalar. A distribuio por sexo, idade e natureza da leso foi semelhante aos dados encontrados na literatura. A taxa de internao por causas externas por regio de residncia contribuiu para o mapeamento da violncia em So Jos dos Campos-SP

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Os acidentes de trnsito no Brasil se constituem em relevante problema para a rea da sade. Nesse sentido, julgou-se importante investigar qual o efeito da lei 11.705 de 19 de junho de 2008, a chamada Lei seca. A metodologia do trabalho constitui analisar os dados do Sistema de Informaes Hospitalares do SUS, para o Brasil, em 2008, comparando as internaes nos dois semestres do ano, segundo algumas variveis consideradas importantes. Os resultados mostraram que houve uma queda de 28,3 por cento nas internaes do segundo semestre, com reflexos considerveis em todas as variveis estudadas. Quanto qualidade da vtima, a maior queda ocorreu entre os ocupantes de automvel, principalmente do sexo masculino. Em relao s idades, houve declnio em todas as faixas, destacando-se as de 40 a 59 anos e 20 a 39 anos, pela ordem. O tempo de permanncia na instituio foi menor no segundo semestre,quando a mortalidade hospitalar declinou 13,6 por cento em relao ao primeiro semestre, o que significa que deixaram de morrer 917 pessoas (cerca de 5 mortes/dias). O gasto governamental para o atendimento dos feridos no segundo semestre foi 35,5 por cento menor do que no primeiro

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Analisar diferenas quanto a caractersticas sociodemogrficas e relacionadas sade entre indivduos com e sem linha telefnica residencial. Foram analisados os dados do Inqurito de Sade (ISA-Capital) 2003, um estudo transversal realizado em So Paulo, SP, no mesmo ano. Os moradores que possuam linha telefnica residencial foram comparados com os que disseram no possuir linha telefnica, segundo as variveis sociodemogrficas, de estilo de vida, estado de sade e utilizao de servios de sade. Foram estimados os vcios associados no-cobertura por parte da populao sem telefone, verificando-se sua diminuio aps a utilizao de ajustes de ps-estratificao. Dos 1.878 entrevistados acima de 18 anos, 80,1% possua linha telefnica residencial. Na comparao entre os grupos, as principais diferenas sociodemogrficas entre indivduos que no possuam linha residencial foram: menor idade, maior proporo de indivduos de raa/cor negra e parda, menor proporo de entrevistados casada, maior proporo de desempregados e com menor escolaridade. Os moradores sem linha telefnica residencial realizavam menos exames de sade, fumavam e bebiam mais. Ainda, esse grupo consumiu menos medicamentos, auto-avaliou-se em piores condies de sade e usou mais o Sistema nico de Sade. Ao se excluir da anlise a populao sem telefone, as estimativas de consultas odontolgicas, alcoolismo, consumo de medicamentos e utilizao do SUS para realizao de Papanicolaou foram as que tiveram maior vcio. Aps o ajuste de ps-estratificao, houve diminuio do vcio das estimativas para as variveis associadas posse de linha telefnica residencial. ) A excluso dos moradores sem linha telefnica uma das principais limitaes das pesquisas realizadas por esse meio. No entanto, a utilizao de tcnicas estatsticas de ajustes de ps-estratificao permite a diminuio dos vcios de no cobertura