45 resultados para Simulacrum


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Esta pesquisa tem como objetivo analisar processos de construção da identidade do professor de língua materna na imprensa, legitimada não apenas por seus discursos, mas como uma construção que se estabelece socialmente e encontra na mídia um lugar privilegiado para sua emergência. O corpus é composto por textos coletados de revistas, jornais, blogs e sites, que tratam de ensino de língua portuguesa, assinados por professores ou por outros profissionais. Este trabalho de pesquisa se baseia nos postulados da Análise do Discurso e das Ciências Sociais, por meio dos conceitos de Discurso, Hegemonia e Memória Discursiva, abordados no primeiro capítulo desta dissertação, em que perceberemos como estes conceitos ajudam na reprodução dos discursos (públicos) e na construção identitária do professor de língua portuguesa. A noção de Formação Discursiva é abordada no segundo capítulo, com base nos postulados teóricos de Foucault (2004) e Pêcheux (2009), bem como a circularidade nas posições de Identificação e Contra-identificação. As Formações Imaginárias (PÊCHEUX, 1997) servem de ancoragem teórica para o terceiro capítulo, em que analisamos como os professores ocupam lugares (A, B e R) nos discursos, validados por eles mesmos ou por aqueles que enunciam publicamente. No quarto capítulo discutimos a polêmica estabelecida entre as duas Formações Discursivas por meio da noção Simulacro MAINGUENEAU, 2005), abordada no mesmo capítulo, em que percebemos imagens distorcidas projetadas nos discursos. Buscamos demonstrar a importância dos estudos discursivos no campo do ensino-aprendizagem, partindo do pressuposto de que a formação dos professores tem se dado não apenas por práticas pedagógicas, mas também em práticas discursivas. Na análise destes dados, estamos buscando o lugar discursivo do professor e a maneira que este professor, ao tomar a palavra na imprensa, forja sua identidade. Espera-se com este trabalho verificar como o professor de língua portuguesa tem legitimado sua(s) identidade(s) no ambiente midiático, que tem se mostrado um lugar de grande efervescência discursiva e instância de formação e reprodução de discursos sobre ensino de língua materna.

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A presente pesquisa nasceu a partir de inquietações frente a um fenômeno que mostra a fascinação de homens que se relacionam com bonecas realistas – Real Dolls. Estas modelos simulam de forma perfeccionista altura, peso, forma, textura, cor, sexo, como se fossem “de carne e osso”, mas são “de metal e silicone”. As bonecas, contudo, não são meros brinquedos sexuais, pois adquirem muitas vezes a função de companhia, colocando em cheque a própria dimensão da alteridade. Esta relação construída artificialmente funciona, portanto, como um disparador de indagações acerca do outro e da atualidade. Assim, o objetivo deste estudo foi realizar uma discussão teórica, de cunho psicanalítico, a respeito da noção de alteridade na cultura contemporânea. Para isso, seguimos a trilha de questões chave: quem são o outro e a alteridade? Qual o seu lugar na cultura atual? Estaria a alteridade ameaçada pelo simulacro? Como pensar tal “negação da alteridade” sob o prisma da pós-modernidade? Seguindo este fio condutor, colocou-se em foco complexidades de um outro ao mesmo tempo familiar e estranho, ora configurado a partir de um “estrangeiro ao eu”, ora como um “eu estrangeiro” – remetendo à alteridade radical que constitui o eu, o inconsciente. A referência à atualidade se dá a partir do embate entre modernos e pós-modernos, onde se destaca a apreensão de uma sociedade regida pelo espetáculo narcísico e de um sujeito extremamente individualista, hedonista e consumista. Ganha espaço neste contexto a figura de um “outro artificial” que obedece a lógica perversa de predação que configura a primazia do eu em detrimento da alteridade. Desta forma, o outro se revela um artifício e a alteridade uma presença/ausência que joga com as aparências da atualidade e escamoteia seu “corpo” em uma aparente familiaridade. Assim, a alteridade persiste e desloca-se, fundamentando o outro como elemento que estrutura e desestrutura o sujeito, dando uma peculiaridade inevitavelmente “alteritária” para o mal-estar contemporâneo. Assim, o outro é, por um lado, descartável, pois a lógica narcísica proclama a autossuficiência do eu-ideal, enquanto, por outro lado, é a peça chave do espetáculo. É importante ponderar, portanto, que o lugar da alteridade está garantido, ainda que maquiado pela indiferença, ao contrário da impressão passada pelo panorama que deixa a entender sua extinção.

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A presente pesquisa investiga como os sujeitos envolvidos no processo de aprendizagem de Português no curso de formação de professores do Bacharelato emergencial em Ciências Naturais, ofertado em Timor-Leste pela cooperação brasileira no período entre outubro/2009 e dezembro/2010, “traduzem / interpretam” o discurso de (re)introdução da língua portuguesa nesse país. A pesquisa baseia-se em dados produzidos ou reconstituídos a partir de minha experiência como professora do curso de formação de professores em língua portuguesa, através do “Programa de Qualificação e ensino da Língua Portuguesa em Timor-Leste (PQLP)”, coordenado pela Fundação CAPES. Para proceder à discussão, tomo como ferramentas teórico-metodológicas conceitos de Maingueneau (2008), especialmente os de “interincompreensão” e “simulacro”, como também os conceitos de “estratégia” e “tática” de Michel de Certeau (2012), que compõem seu modelo polemológico das apropriações culturais. As análises apontam que a maneira como cursistas e formador se apropriam do discurso da política de (re)introdução da língua portuguesa em Timor é determinada por formações discursivas diferentes, e que a relação interdiscursiva estabelecida entre elas desencadeia o fenômeno da “interincompreensão”. Compreender como essas formações discursivas se traduzem mutuamente na sala de aula, dentro das atividades que a princípio se destinariam ao ensino e a aprendizagem do português, contribui para que se possa (re)definir as intervenções didáticas das aulas de Português na formação de professores, assim como a política de (re)introdução do português em Timor-Leste. Defendemos que o ensinoaprendizagem do português, no contexto de Timor-Leste, precisa ser compreendido não apenas do ponto de vista didático, no que diz respeito à construção e mediação de saberes entre alunos e professores, como também do ponto de vista ideológico, uma vez que nesse país as propostas de formação atuais representam um projeto que pode conflitar com valores e crenças existentes na sociedade a respeito do idioma português e da relação entre a escola e outras instituições.

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Pós-graduação em Linguística e Língua Portuguesa - FCLAR

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La crítica especializada reconoce dos líneas dominantes en el campo intelectual argentino a partir de las producciones de las décadas del sesenta y sus prolongaciones en los setenta, aunque ambas se inscribirían en una genealogía que implica dos modos diferentes de leer la dicotomía arte/vida, una de las tensiones en las estéticas de las vanguardias históricas. Una de ellas, iniciada en los años cincuenta en torno de la famosa revista Poesía Buenos Aires, dirigida por Raúl Gustavo Aguirre, emerge como consecuencia, principalmente, del procesamiento de la vanguardia francesa [especialmente el surrealismo] y podría ser caracterizada como trascendentalismo poético [Calabrese: 2001 y 2002], un aspecto de la ideología del arte que, representado en plenitud por los poetas llamados "malditos", concibe a la poesía como un modo de vida y al poeta como vate, un ser singular, que se constituye en la poesía misma y que atisba un universo diferente al de la cotidianeidad. Mientras que la segunda de las líneas mencionadas, -surgida entre 1955, con "El solicitante descolocado" de Leónidas Lamborghini y prolongada hasta los '70- conocida como la de los "sesentistas", se instaura en polémica con la índole gratuita y estetizante del arte. Se trata de aproximar el texto a lo que se denominaba el contexto aludiendo a lo histórico-social; para ello se intenta crear un imaginario que establezca una continuidad entre la escritura y un determinado modo de ver el mundo; la literatura, inscripta así en el imperativo sartreano, debe identificarse con la praxis política y con los discursos sociales de procedencia referencial [Dalmaroni: 1993 y 1998]. Ingresan, así, elementos procedentes de la cultura popular [por ejemplo, el tango] y las jergas urbanas que construyen un simulacro de oralidad, como materiales a inscribir en la poesía, enfatizando su índole "antiliteraria": tales elementos, al desplazarse de su contexto de procedencia, generan un efecto de extrañamiento, apto para promover una estimulación de la conciencia crítica y develar los ideologemas vigentes. En este contexto, se trata de problematizar la generalización de esta periodización dicotómica, mediante el estudio de las obras de los tres poetas mencionados, instaladas en un espacio de cruce e hibridaciones entre estos mandatos y la vertiente experimental o más intelectual, por lo que no responderían a los rasgos dominantes que permitirían inscribirlos en uno u otro extremo del campo diseñado.

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La crítica especializada reconoce dos líneas dominantes en el campo intelectual argentino a partir de las producciones de las décadas del sesenta y sus prolongaciones en los setenta, aunque ambas se inscribirían en una genealogía que implica dos modos diferentes de leer la dicotomía arte/vida, una de las tensiones en las estéticas de las vanguardias históricas. Una de ellas, iniciada en los años cincuenta en torno de la famosa revista Poesía Buenos Aires, dirigida por Raúl Gustavo Aguirre, emerge como consecuencia, principalmente, del procesamiento de la vanguardia francesa [especialmente el surrealismo] y podría ser caracterizada como trascendentalismo poético [Calabrese: 2001 y 2002], un aspecto de la ideología del arte que, representado en plenitud por los poetas llamados "malditos", concibe a la poesía como un modo de vida y al poeta como vate, un ser singular, que se constituye en la poesía misma y que atisba un universo diferente al de la cotidianeidad. Mientras que la segunda de las líneas mencionadas, -surgida entre 1955, con "El solicitante descolocado" de Leónidas Lamborghini y prolongada hasta los '70- conocida como la de los "sesentistas", se instaura en polémica con la índole gratuita y estetizante del arte. Se trata de aproximar el texto a lo que se denominaba el contexto aludiendo a lo histórico-social; para ello se intenta crear un imaginario que establezca una continuidad entre la escritura y un determinado modo de ver el mundo; la literatura, inscripta así en el imperativo sartreano, debe identificarse con la praxis política y con los discursos sociales de procedencia referencial [Dalmaroni: 1993 y 1998]. Ingresan, así, elementos procedentes de la cultura popular [por ejemplo, el tango] y las jergas urbanas que construyen un simulacro de oralidad, como materiales a inscribir en la poesía, enfatizando su índole "antiliteraria": tales elementos, al desplazarse de su contexto de procedencia, generan un efecto de extrañamiento, apto para promover una estimulación de la conciencia crítica y develar los ideologemas vigentes. En este contexto, se trata de problematizar la generalización de esta periodización dicotómica, mediante el estudio de las obras de los tres poetas mencionados, instaladas en un espacio de cruce e hibridaciones entre estos mandatos y la vertiente experimental o más intelectual, por lo que no responderían a los rasgos dominantes que permitirían inscribirlos en uno u otro extremo del campo diseñado.

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La crítica especializada reconoce dos líneas dominantes en el campo intelectual argentino a partir de las producciones de las décadas del sesenta y sus prolongaciones en los setenta, aunque ambas se inscribirían en una genealogía que implica dos modos diferentes de leer la dicotomía arte/vida, una de las tensiones en las estéticas de las vanguardias históricas. Una de ellas, iniciada en los años cincuenta en torno de la famosa revista Poesía Buenos Aires, dirigida por Raúl Gustavo Aguirre, emerge como consecuencia, principalmente, del procesamiento de la vanguardia francesa [especialmente el surrealismo] y podría ser caracterizada como trascendentalismo poético [Calabrese: 2001 y 2002], un aspecto de la ideología del arte que, representado en plenitud por los poetas llamados "malditos", concibe a la poesía como un modo de vida y al poeta como vate, un ser singular, que se constituye en la poesía misma y que atisba un universo diferente al de la cotidianeidad. Mientras que la segunda de las líneas mencionadas, -surgida entre 1955, con "El solicitante descolocado" de Leónidas Lamborghini y prolongada hasta los '70- conocida como la de los "sesentistas", se instaura en polémica con la índole gratuita y estetizante del arte. Se trata de aproximar el texto a lo que se denominaba el contexto aludiendo a lo histórico-social; para ello se intenta crear un imaginario que establezca una continuidad entre la escritura y un determinado modo de ver el mundo; la literatura, inscripta así en el imperativo sartreano, debe identificarse con la praxis política y con los discursos sociales de procedencia referencial [Dalmaroni: 1993 y 1998]. Ingresan, así, elementos procedentes de la cultura popular [por ejemplo, el tango] y las jergas urbanas que construyen un simulacro de oralidad, como materiales a inscribir en la poesía, enfatizando su índole "antiliteraria": tales elementos, al desplazarse de su contexto de procedencia, generan un efecto de extrañamiento, apto para promover una estimulación de la conciencia crítica y develar los ideologemas vigentes. En este contexto, se trata de problematizar la generalización de esta periodización dicotómica, mediante el estudio de las obras de los tres poetas mencionados, instaladas en un espacio de cruce e hibridaciones entre estos mandatos y la vertiente experimental o más intelectual, por lo que no responderían a los rasgos dominantes que permitirían inscribirlos en uno u otro extremo del campo diseñado.

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The taxonomy and stratigraphy of pelagic Paleocene diatoms from ODP Sites 698, 700, and 702 and DSDP Site 524 in the South Atlantic and DSDP Site 214 in the Indian Ocean are presented, as well as paleogeographic and paleoecologic implications. Eleven new species and one new variety are described and one new combination is proposed: Coscinodiscus cruxii sp. nov. Grunowiella palaeocaenica var. alternans var. nov. Hemiaulusl beatus sp. nov. Hemiaulusl ciesielskii sp. nov. Hemiaulusl conicus sp. nov. Hemiaulus kristoffersenii sp. nov. Hemiaulus nocchiae sp. nov. Hemiaulusl oonkii sp. nov. Hemiaulusl velatus sp. nov. Triceratium gombosii sp. nov. Trochosira gracillima comb. nov. Trochosira marginata sp. nov. Trochosira radiata sp. nov. Hole 700B provides one of the most continuous diatomaceous Paleocene profiles known. Stratigraphic ranges of diatom species from this and other Southern Hemisphere sites are calibrated against calcareous microfossil zones. The first-appearance datums of Triceratium gombosii, Hemiaulus incurvus, and Triceratium mirabile in Paleocene deep-sea sediments are useful for regional stratigraphic correlations. Quantitative analysis of the biosiliceous microfossil groups (diatoms, silicoflagellates, radiolarians, and archaeomonadaceae) shows that preservation of diatoms is confined primarily to the upper Paleocene (planktonic foraminifer Zones P3 and P4 and calcareous nannofossil Zones upper NP5 to lower NP9). In the lower Paleocene only short intervals in Hole 700B are diatomaceous. A correlation between the degree of silica diagenesis and the calcium carbonate content of the sediment is not obvious. Diatom species analysis reflects changes in the paleoenvironment between island-related upwelling conditions with highly diverse and well-preserved diatom assemblages and less productive periods resulting in less wellpreserved diatom assemblages with a higher content of robust neritic diatoms.

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A diatom biostratigraphy is presented for middle Miocene through Quaternary sediments recovered from the Chatham Rise east of New Zealand's South Island. The upper 590 m of the 639.5-m composite-section Site 594 represents approximately 16 m.y. and is characterized by moderately to very poorly preserved diatoms of antarctic to temperate affinity. Pliocene through Quaternary assemblages are poorly preserved and dominated by antarctic-subantarctic species which provide detailed biostratigraphic control. Recognized are 11 of 14 zones of the middle upper Miocene to Quaternary Neogene Southern Ocean diatom zonation (NSD 7-NSD 20) of Ciesielski (1983; this chapter). Four Neogene Southern Ocean diatom zones (NSD 3-NSD 6) are recognized in the lower middle Miocene to middle upper Miocene of Site 594. Assemblages of this interval have a mixed high-latitude and temperate affinity; however, poor preservation limits correlation to high- and temperate-latitude zonal schemes. Neogene North Pacific diatom zones and subzones of NNPD 3 through NNPD 5 (Barron, in press, b) are correlated to Neogene Southern Ocean diatom zones NSD 3 through NSD 7: the upper portions of the Actinocyclus ingens Zone (NNPD 3) is correlative to the upper Nitzschia maleinterpretaria Zone (NSD 3); the Denticulopsis lauta Zone (NNPD 4) and Subzones a and b are correlative to the lower Coscinodiscus lewisianus Zone (NSD 4); and the D. hustedtü-D. lauta Zone (NNPD 5) and its Subzones a through d encompass the upper C. lewisianus Zone (NSD 4), N. grossepunctata Zone (NSD 5), N. denticuloides Zone (NSD 6), and the lower D. hustedtii-D. lauta Zone (NSD 7). A major disconformity spans the late Gilbert to early Gauss Chron (3.9-2.8 Ma). A second disconformity brackets the Miocene/Pliocene boundary; the section missing covers late Chron 5 and the early Gilbert chron (5.5-4.6 Ma). The remainder of the siliceous-fossil-bearing Miocene sediments at Site 594 appear to be correlative to lower paleomagnetic Chronozone 5 through upper Chronozone 16. Uppermost lower Miocene or lowermost middle Miocene sediments in the basal 50 m of Hole 594A are barren of diatoms.

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The Paleocene/Eocene boundary was recovered for the first time in diatom-bearing sediments at Broken Ridge, Site 752. Diatom assemblages are documented throughout the 180-m-thick sequence of upper Paleocene to lower Eocene sediments. Age control available from magnetostratigraphy, calcareous nannofossils, and planktonic foraminifers allows calibration of diatom datum levels to absolute time. A partly new/partly revised diatom zonation is proposed for the Paleocene/early Eocene based on the results of Site 752 and consideration of other studies. The diatom zones are defined as follows (from the youngest to the oldest): Pyxilla gracilis Zone (first occurrence of Craspedodiscus undulatus to first occurrence Pyxilla gracilis); Hemiaulus incurvus Zone (first occurrence Pyxilla gracilis to first occurrence Hemiaulus incurvus); Hemiaulus peripterus Zone (first occurrence Hemiaulus incurvus to first occurrence Hemiaulus peripterus var. peripterus). Three new taxa are described: Anaulus fennerae n. sp., Stictodiscus bipolaris n. sp., and Hemiaulus peripterus var. longispinus n. var.

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Samples from the upper Oligocene and lower Miocene of Holes 515B (Brazil Basin) and 516F (Rio Grande Rise) were examined for fossil marine diatom content. The preservation of the diatoms was poor and the species diversity low in both holes. However, it was possible to zone portions of the intervals studied using the zonation proposed by Gombos and Ciesielski (1983), which is based, as far as possible, on common and robust species. Thus, the interval in Hole 515B represented by Cores 515B-15 and 515B-16 is assigned to the Coscinodiscus rhombicus Zone and the interval represented by Cores 515B-17 through 515B-44 is assigned to the Rocella gelida Zone. The C. rhombicus Zone is early Miocene in age and the R. gelida Zone is late Oligocene to early Miocene in age. In Hole 516F the interval represented by Cores 516F-6 through 516F-10 is assigned to the R. gelida Zone Gate Oligocene to early Miocene), and the interval represented by Cores 516F-11 through 516F-15 is assigned to the Triceratium groningensis Zone (late Oligocene). Two new fossil diatom taxa are defined herein: Coscinodiscus lewisianus Greville f. concavus n. f. and Rocella semigelida n. sp.