60 resultados para CARICATURA
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Posto à venda em Portugal, em fevereiro de 1878, o romance O Primo Basílio, de Eça de Queirós, não demorou muito para chegar às livrarias do Rio de Janeiro. O sucesso quase instantâneo da obra despertou a reação dos meios intelectuais brasileiros, em particular dos críticos literários, divididos entre a acusação e a defesa da obra quanto à moralidade. A recepção do livro de Eça também repercutiu na imprensa brasileira de caricaturas da época, embora aqui, em lugar das charges, tenha prevalecido a sátira verbal, na forma das piadas, poemas e pequenas histórias picantes, sob o influxo da crítica literária, questão discutida no presente artigo.
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This article discusses the meanings of imagistic representations (drawings, cartoons) published in A Plebe (The Plebs), from May 1947 to May 1949, the last period of the Edgard Leuenroth’s headship. Created in 1917, the newspaper, supported by libertarian principles, set up as a public sphere suited for the proletarian world because of discussing the problems that workers were facing in their daily lives. The paper printed whipping criticisms against the country's elites and fought, without respite, the capitalist system – qualified as parasitic, violent and expropriator –, supported by mystifying and equally violent enactments from its religious arm, expressed in the actions of the Catholic Church and whose struggle against was also systematic.
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Mode of access: Internet.
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Recorrer la caricatura editorial en el periodo presidencial de Rafael Correa (15 de enero de 2007 hasta la fecha) no supone solamente concentrar la mirada en la prensa ecuatoriana con el objetivo de encontrar al presidente y a otros políticos de este país caracterizados humorísticamente en una serie de dibujos por artistas gráficos que hemos construido imaginarios y desarrollado nuestro quehacer durante este periodo de gobierno. Más allá de acciones y reacciones generadas por las caricaturas, nuestra mirada es artística, analítica, interpretativa, e incluso participativa. Exploraremos la narrativa gráfica de la caricatura editorial ecuatoriana considerando dos pilares claves: humor y tolerancia, observados a través del filtro del periodismo de opinión. Puntualizamos que la caricatura de prensa de cariz político realizada durante el periodo presidencial de Rafael Correa, a pesar de su impacto y controversia (y quizá también por su vigencia) no ha sido todavía convenientemente estudiada. Este trabajo de aproximación busca constituir un aporte interdisciplinario profesional (arte y periodismo), de manera significativa a lo acaecido en el mundo del dibujo de caricatura de prensa durante esta fracción de la historia del país, fomentando al mismo tiempo la comprensión del humor y la tolerancia, con la mayor objetividad posible. Culmina el proceso de este trabajo en una exposición de arte denominada “CuencaricaturaS”. Se realizó en la Galería de la Alcaldía de la ciudad en abril de 2016. La muestra consistió en 50 caricaturas publicadas en la página editorial de diario El Tiempo de la ciudad de Cuenca
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A presente dissertação configurou-se no estudo dos procedimentos metodológicos de treinamento e elaboração do clown: uma reflexão sobre o conceito de clown e a exposição de processos de criação e formação na prática do clown, enfocando princípios técnicos e didáticos que possam servir de orientação para o clown/aprendiz em sua formação, a partir do contato com a literatura. É possível ensinar a um ator o ofício do clown? Que princípios esse ator precisa dominar para dar início ao processo de criação e elaboração do seu clown? Do que consiste esse processo? Muitos atores ainda carregam dúvidas sobre a arte do clown, concluíram sua formação técnica e/ou acadêmica sem um mínimo contato com as teorias e práticas clownescas, ou seja, não vivenciaram um treinamento, não passaram por um processo de iniciação de elaboração e criação do clown, e não tiveram contato com práticas circenses. Despreparados e sem orientação, apostam no trabalho de “representação” de um clown, constroem “personagens clownescos”, e acabam por se tornarem pouco eficazes artisticamente, apelando para fórmulas já prontas, pré-fabricadas (piadas, estórias, personagens, gestual estereotipado). “Num primeiro olhar, poder-se-ia pensar que o clown é um personagem, e, como tal, criado por um ator que o desempenha como caricatura separada de si, submetida ao crivo e coordenação deste sujeito pensante que está por trás das ações que desenvolve (DORNELES, 2003, p. 17).” Segundo Luís Otávio Burnier (2001, p. 209): “O clown não representa, ele é. Não se trata de um personagem, ou seja, uma entidade externa a nós, mas da ampliação e dilatação dos aspectos ingênuos, puros e humanos, portanto ‘estúpidos’, do nosso próprio ser.” Muitos atores, recém formados, desejosos de aprender o ofício do clown, se matriculam em Oficinas, Workshops ou Cursos de formação. Todavia, esses contatos “provisórios” com a linguagem do clown, oferecidos como “cursos intensivos”, nem sempre garantem o crescimento pessoal, acima e além do nível profissional, ou seja, o tempo de aprendizado assegura a qualidade de um treinamento. Ainda assim, esse primeiro contato com a linguagem do clown pode representar o “pontapé inicial”, o “despertar de uma paixão” e, consequentemente, um importante acréscimo na construção desse ator. No entanto, o autoaperfeiçoamento, num treinamento específico e contínuo, seria a estratégia ideal para o entendimento do clown. Pretendemos que este material venha servir de “bússola” para nortear o ator aprendiz na busca do seu clown, e servir também de estímulo criativo e criador, para que o mesmo, a partir do contato com este estudo, se sinta em condições de se auto-gerir e dar continuidade às suas pesquisas, adaptando o que pode ser útil aos seus trabalhos pessoais. Não temos a pretenção de sugerir um “manual de trabalho” e sim, propor uma reflexão sobre o conceito de clown e expor procedimentos de criação e formação na prática do clown, enfocando princípios técnicos e didáticos que sirvam de orientação e de “trampolim” para um clown/aprendiz. Esta dissertação não pretende esgotar as reflexões acerca da temática, tampouco dar respostas ou tirar conclusões definitivas. O estudo, ora proposto, deve servir como um “primeiro olhar” para aqueles que desejarem fazer uma reflexão sobre a linguagem do clown.
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pp. 219-230
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Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Línguas, Literaturas e Culturas
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Como responsáveis pela leccionação da disciplina de História da Inglaterra medieval, temos não raro sugerido aos alunos, para fins puramente lúdicos, a leitura da obra clássica de Sellar e Yeatman; no entanto, a sua condição de ‘História de Inglaterra em disparates’ faz com que de imediato aconselhemos no sentido de evitar sincronias com os períodos de avaliação escolar. Ora é precisamente de Sellar e Yeatman que citamos, em jeito de abertura, o seguinte passo: “With Edward the Confessor [1042-1066] perished the last English King [...], since he was succeeded by Waves of Norman Kings (French), Tudors (Welsh), Stuarts (Scottish), and Hanoverians (German) […]. The Norman Conquest was a Good Thing, as from this time onwards England stopped being conquered and thus was able to become top nation.” Descontada a caricatura, estas palavras e o próprio título espelham, afinal, a centralidade de 1066, parecendo reduzir todos os acontecimentos posteriores a um mero posfácio ou epílogo histórico. Esta perspectiva, manifestamente insustentável, em nada contradiz ou anula os sortilégios literário-ficcionais da data, patentes, por exemplo, num romance notável de Julian Rathbone, várias vezes reimpresso desde o seu aparecimento e amplamente merecedor de adaptação cinematográfica.
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Relatório de estágio de mestrado em Ensino de História e de Geografia no 3º Ciclo do Ensino Básico e no Ensino Secundário
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UANL
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El dia 18 de juliol la revista satítica el Jueves publicava una caricatura en què, a través de la sàtira als hereus de la corona espanyola, es pretenia atacar la subvenció que el govern de l'Estat havia decidit atorgar per incentivar la natalitat. La reacció de la fiscalia, que va ordenar el segrest de la publicació, ha tornat a obrir diverses ferides sempre mal curades, com són els límits de la llibertat d'expressió la legitimitat de la monarquia en una societat democràtica
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May cartoons be considered as a viable and credible source for the study of economics? There is hardly any research on the subject, even though there is a quite significant amount of cartoons with economic content. This suggests that economics (and economists) have not paid enough attention and do not incorporate in their analysis a relevant primary source. The present paper aims to explore the value of using cartoons as a complementary primary source in economic analysis. We present a way of analyzing economic history through cartoons; first, reviewing cartoons which describe particular historical circumstances and second, examining cartoons that represent generic economic situations and are not necessarily linked to a historical period. We choose 17 cartoons, from different cartoonist, especially Colombian cartoonists that may give us an idea of economic matters and economic history.
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Introduce a los niños en palabras, ortografía, gramática básica y puntuación. Las entradas y definiciones están presentadas y explicadas de manera sencilla, y los ejemplos se hacen con oraciones de uso cotidiano, ayudando a hacer hincapié en su significado. Cada letra del alfabeto tiene su propia caricatura, hay puzzles y juegos de palabras.