336 resultados para Fracassos prematuros
Resumo:
Osseointegrated implants have specific nature distinguish them from natural teeth making them more susceptible to the efforts generated by mastication. The absence of periodontal ligament, which absorbs the masticatory forces and allows the movement of the teeth interfere with the reception of occlusal loads and therefore the predictability of implants. In the boneimplant interface did not occur the phenomena of dissipation of impact, even the movement induced. Thus, during planning and installation of implant prosthesis, the type and characteristics of occlusal pattern adopted should be established with criteria to be no grounds for future failures. In this regard we highlight the occlusal overload generated by several reasons like the presence of premature contacts, interference during motion excursive, deleterious habits and inappropriate extensions on cantilevers. Thus, the objective is to provide a review of the literature regarding the importance of occlusion in oral rehabilitation with implants. Factors to be considered in establishing a favorable occlusion, consistent with prostheses on implants will be described
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Pós-graduação em Educação - FFC
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Prematurity and low birth weight are public health problems. This paper aims to relate the occurrence of premature labors and low birth weight with adolescent pregnancy. We performed a literature review about the socioeconomic and cultural conditions of adolescent pregnancy and perinatal results. Through bibliographical data, we identified observational and systematic review articles that deal with the subject. The literature analysis permits us to conclude that adolescent pregnancies as well as the socioeconomic and cultural environment in which the young mother is inserted are associated with the increased frequency of prematures and low birth weight babies. The development and the implementation of effective public policies directed to that population are necessary to a better approach of the problem.
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
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The relationship between maternal factors and the response of preterm infants to pain and stress experienced during heel puncture while in maternal kangaroo care was investigated. This descriptive study included 42 mothers and their preterm infants cared for in a neonatal unit. Data were collected in the baseline, procedure, and recovery phases. We measured the neonates' facial actions, sleep and wake states, crying, salivary cortisol levels, and heart rate, in addition to the mothers' behavior, salivary cortisol levels, and mental condition. The influence of the maternal explanatory variables on the neonatal response variables were verified through bivariate analysis, ANOVA, and multiple regression. The mothers' behavior and depression and/or anxiety did not affect the neonates' responses to pain and stress, though the mothers' levels of salivary cortisol before the procedure explained the variance in the neonates' levels of salivary cortisol after the procedure (p=0.036). Additionally, the mothers' baseline levels of salivary cortisol along with the neonates' age explained the variance in the neonates' heart rate (p=0.001). The ability of mothers to regulate their own stress contributed to the infants' responses to pain and stress.
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Objective: To investigate prevalence of invasive candidiasis in a Neonatal Intensive Care Unit and to evaluate oral diseases and Candida spp. colonization in low birth weight preterm newborns. Methods: A descriptive epidemiological study performed in two stages. First, prevalence of candidiasis was analyzed in a database of 295 preterm patients admitted to hospital for over 10 days and birth weight less than 2,000g. In the second stage, oral changes and Candida spp. colonization were assessed in 65 patients weighing less than 2,000g, up to 4 week-old, hospitalized for over 10 days and presenting oral abnormalities compatible with fungal lesions. Swab samples were collected in the mouth to identify fungi. Results: Prevalence of candidiasis was 5.4% in the database analyzed. It correlated with prolonged hospital length of stay (p<0.001), in average, 31 days, and 85% risk of developing infection in the first 25 days. It correlated with low birth weight (p<0.001), with mean of 1,140g. The most frequent alterations were white soft plaques, detachable, in oral mucosa and tongue. Intense oral colonization by Candida spp was observed (80%). Conclusions: The frequency of invasive candidiasis was low and correlated with low birth weight and prolonged hospital stay. The most common oral changes were white plaques compatible with pseudomembranous candidiasis and colonization by Candida spp. was above average.
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FUNDAMENTO: As extrassístoles ventriculares e supraventriculares (EV e ESSV) são frequentes e muitas vezes sintomáticas. O íon magnésio (Mg) desempenha um papel importante na fisiologia do potencial de ação transmembrana celular e do ritmo cardíaco. OBJETIVO: Avaliar se a administração do pidolato de magnésio (PMg) em pacientes com EV e ESSV tem desempenho superior ao uso do placebo (P) na melhora dos sintomas e densidade das extrassístoles (DES). MÉTODOS: Estudo duplo-cego, randomizado, com 60 pacientes sintomáticos consecutivos, com mais de 240/EV ou ESSV ao Holter de 24 horas e selecionados para receber P ou PMg. Para avaliar a melhora da sintomatologia, foi feito um questionário categórico e específico de sintomas relacionados às extrassístoles. Após o tratamento, foi considerada significante uma redução de mais de 70% na DES por hora. A dose do PMg foi de 3,0 g/dia por 30 dias, equivalente a 260 mg do elemento Mg. Nenhum paciente tinha cardiopatia estrutural ou insuficiência renal. RESULTADOS: Dos 60 pacientes estudados, 33 eram do sexo feminino (55%). A faixa etária variou de 16 a 70 anos. No grupo PMg, 76,6% dos pacientes tiveram redução maior que 70%, 10% deles maior que 50% e somente 13,4% tiveram redução menor que 50% na DES. No grupo P, 40% dos pacientes tiveram melhora de apenas 30% na frequência de extrassístoles (p < 0,001). A melhora dos sintomas foi alcançada em 93,3% dos pacientes do grupo PMg, comparada com somente 16,7% do grupo P (p < 0,001). CONCLUSÃO: A suplementação de Mg via oral reduziu a DES, resultando em melhora dos sintomas.
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OBJETIVO: Revisar a literatura científica para verificar como a vigilância do desenvolvimento infantil vem sendo realizada no Brasil. FONTES DE DADOS: Pesquisa em bases de dados (PubMed, Medline, SciELO e Banco de Teses da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) sobre estudos das práticas médicas em relação à vigilância e ao monitoramento do desenvolvimento infantil no Brasil, de 2000 a 2011. Os termos usados para pesquisa foram: vigilância de desenvolvimento infantil, intervenção precoce, triagem de desenvolvimento e testes de triagem de desenvolvimento. Foram encontrados dez textos referentes ao tema em estudo. Artigos originais, de revisão e teses foram revisados, bem como as listas de referências das publicações sobre o assunto. SÍNTESE DOS DADOS: Os estudos sobre a prática do monitoramento do desenvolvimento infantil no Brasil apontam uma importante falha, desde a formação do médico pediatra até a prática clínica, em relação a este tema. CONCLUSÕES: Há necessidade urgente, principalmente frente a uma população emergente de prematuros, que os pediatras façam uma reciclagem do conhecimento sobre o desenvolvimento infantil.
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A maior parte dos estudos, sobre a importância do ambiente familiar no desenvolvimento emocional e no tratamento psicológico de crianças, busca associar as características da mãe à patologia da criança, em detrimento da figura do pai. Tendo isso em vista, este estudo teve como objetivo investigar as características de personalidade de pais de crianças com tendência antissocial, submetidas ao psicodiagnóstico interventivo, e sua possível relação com os resultados terapêuticos dos filhos. Seis pais de sete crianças foram avaliados pelo Teste de Rorschach, e o follow-up dos casos indicou a ocorrência de cinco sucessos e dois fracassos terapêuticos. As características paternas associadas ao sucesso foram ausência de comprometimentos severos no teste da realidade, controle pulsional e relacionamentos interpessoais, além de uma organização neurótica de personalidade. Sendo assim, os resultados mostram a importância de incluir informações sobre a personalidade paterna na realização de indicação terapêutica de crianças e na proposição de prognósticos.
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O presente estudo tem como objetivo comparar a ocorrência de sintomas de ansiedade e depressão em mães de bebês prematuros e mães de bebês a termo. Trata-se de um estudo transversal, descritivo, de abordagem quantitativa. As participantes (n=40) foram submetidas à avaliação de rastreamento executada como rotina pelo Serviço de Psicologia de um hospital filantrópico do interior paulista mediante a aplicação da Escala Hospitalar de Ansiedade e Depressão (HAD). Constatou-se que, entre as mães de bebês prematuros, 75% apresentavam sintomas clinicamente significativos de ansiedade e 50% apresentavam sintomas clinicamente significativos de depressão. Já entre as mães de bebês a termo, 65% não apresentavam sintomas clinicamente significativos de ansiedade e tampouco depressão. Ademais, a superioridade da pontuação média obtida pelas primeiras alcançou significância estatística. Os resultados corroboram a literatura, que sugere que a prematuridade tende a ter impacto negativo na saúde mental da mulher que vivencia essa situação.
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Programa de doctorado: Perspectivas actuales en la investigación en Perinatología, Ginecología y Pediatría. La fecha de publicación es la fecha de lectura
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El presente trabajo ha sido realizado en el Hospital público, Teodoro J. Schestakow, ubicado en el departamento de San Rafael. Los datos para realizar la investigación se tomaron de las consultas al servicio de obstetricia de todas las adolescentes embarazadas de 12 a 19 años. Se indagó acerca de este fenómeno, que es claramente un problema social, ya que a afecta un considerable número de mujeres adolescentes. La sexualidad es una importante dimensión en la vida humana, fuente permanente en la gestión, comunicación, afecto y satisfacción, que influye de manera diferente en el modo y la forma en que se establezca. Sin embargo, los adolescentes no están preparados para asumir una relación responsable y llegan a esta sin haber adquirido los conocimientos y valores suficientes que le aseguren una vida equilibrada y responsable. Estos jóvenes son portadores de una conducta sexual de riesgo, promiscuidad o embarazos no deseados y por último propensos a las infecciones de transmisión sexual entre otras consecuencias, de hecho se convierten en personas inestables tanto emocional como sexualmente. La adolescencia se define como una etapa entre la niñez y la edad adulta que se inicia con cambios pubertades y se caracteriza por profundas transformaciones biológicas, psicológicas y sociales. Etapa que transcurre entre los 10 y 19 años, concretándose en tres etapas, adolescencia temprana, adolescencia media y adolescencia tardía. La maternidad adolescente, es cuando ésta se presenta en dichas etapas considerada también como maternidad precoz. Esta investigación tuvo como finalidad indagar sobre aspectos personales, generales y además sobre los conocimientos sexuales de cada adolescente encuestada. Los puntos principales versaron sobre su situación educativa, religión, estado civil, lugar de procedencia, dependencia económica, lugar de atención médica, edad de la primera regla y relación sexual y conocimientos de métodos anticonceptivos. El impacto del embarazo en la adolescencia es psicosocial y se traduce en deserción escolar en su gran mayoría, desempleo, fracaso en las relaciones de pareja, mayor cantidad de niños prematuros al nacer, bajo peso y/o desnutrición. En San Rafael el incremento del embarazo y partos en edades tempranas, demuestran una creciente evolución que pasa de un 21,9% del total de nacidos en el 2011, al 36,6% en el 2012, según estadísticas cedidas por el hospital Teodoro J. Schestakow, lo que demostró un aumento de un 14,7% a año terminado.
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Debido al incremento de embarazos en adolescentes y aumento de fallecimientos de niños prematuros por falta de controles en el embarazo, los profesionales se preguntan cuáles son los motivos por los que las madres no se realizan dichos controles. La presente investigación tiene como objetivo: determinar las causas que limitan a las embarazadas a realizar los controles pre natales, con la finalidad de obtener información que permita implementar medidas correctivas; determinar que información tienen las gestantes con respecto al embarazo y caracterizar a las embarazadas.
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En los últimos años, en el servicio de neonatología del hospital Teodoro J Schestakow, se ha observado un aumento de nacimientos antes de término, que con ayuda de los avances tecnológicos han logrado disminuir la morbimortalidad de los neonatos y de otros que nacen en situaciones críticas. Estos pacientes necesitan de un personal capacitado para su supervivencia, pero también es importante el vínculo madre hijo que se logra mediante lactancia materna, con sus múltiples beneficios. Los objetivos de este estudio son: determinar el grado en que la lactancia materna se realiza en recién nacidos gravemente enfermos en el servicio de neonatología del Hospital Teodoro J. Shestakow ingresados durante los meses de enero a mayo del 2009, determinar la evolución de la lactancia en prematuros, PEG y asfícticos graves durante los 35 primeros días de vida, establecer si hay relación entre el primer contacto materno y la buena evolución del recién nacido y determinar la evolución de la lactancia a partir del alta hospitalaria durante 30 días.
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El presente estudio pretende saber qué conocimiento posee el personal de enfermería con respecto a las intervenciones mínimas en el recién nacido pre término en el área de neonatología del Hospital Scaravelli del departamento de Tunuyán, durante el segundo semestre del año 2013. Los objetivos son: determinar los conocimientos que posee el personal de enfermería sobre el protocolo de intervenciones mínimas en el recién nacido pre-término; identificar acciones de enfermería pertenecientes al protocolo de intervenciones mínimas del recién nacido pre-término; demostrar si el personal de Neonatología conoce las intervenciones mínimas que deben aplicarse al recién nacido prematuro; descubrir el tipo de conocimiento que posee el personal de enfermería del servicio de Neonatología sobre las intervenciones mínimas en el neonato prematuro; comparar las acciones del personal de enfermería del área de Neonatología con el protocolo de intervenciones mínimas en el recién nacido prematuro y detallar el manejo de neonatos prematuros por parte del personal de enfermería en el servicio de Neonatología.