941 resultados para Iglesia Alava-Araba s.IX-XIX


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The entrapment of hematoporphyrin IX (Hp IX) in silica by means of a microemulsion resulted in silica spheres of 33 +/- 6 nm. The small size, narrow size distribution and lack of aggregation maintain Hp IX silica nanospheres stable in aqueous solutions for long periods and permit a detailed study of the entrapped drug by different techniques. Hp IX entrapped in the silica matrix is accessed by oxygen and upon irradiation generates singlet oxygen which diffuses very efficiently to the outside solution. The Hp IX entrapped in the silica matrix is also reached by iron(II) ions, which causes quenching of the porphyrin fluorescence emission. The silica matrix also provides extra protection to the photosensitizer against interaction with BSA and ascorbic acid, which are known to cause suppression of singlet oxygen generation by the Hp IX free in solution. Therefore, the incorporation of Hp IX molecules into silica nanospheres increased the potential of the photosensitizer to perform photodynamic therapy.

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In February 2007, sweet orange trees with characteristic symptoms of huanglongbing (HLB) were encountered in a region of Sao Paulo state (SPs) hitherto free of HLB. These trees tested negative for the three liberibacter species associated with HLB. A polymerase chain reaction (PCR) product from symptomatic fruit columella DNA amplifications with universal primers fDI/rPI was cloned and sequenced. The corresponding agent was found to have highest 16S rDNA sequence identity (99%) with the Pigeon pea witches`-broom phytoplasma of group 16Sr IX. Sequences of PCR products obtained with phytoplasma 16S rDNA primer pairs fU5/rU3, fU5/P7 confirm these result.,;. With two primers D7f2/D7r2 designed based oil the 16S rDNA Sequence of the cloned DNA fragment, positive amplifications were obtained from more than one hundred samples including symptomatic fruits and blotchy mottle leaves. Samples positive for phytoplasmas were negative for liberibacters, except for four samples, which were positive for both the phytoplasma and `Candidatus Liberibacter asiaticus`. The phytoplasma was detected by electron microscopy in the sieve tubes of midribs from symptomatic leaves. These results Show that a phytoplasma of group IX is associated with citrus HLB symptoms ill northern, central, and Southern SPs. This phytoplasma has very probably been transmitted to citrus from an external Source of inoculum, but the Putative insect vector is not yet known.

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A simple synthesis of new amphiphilic chlorin derivatives from protoporphyrin-IX dimethyl ester is reported.The preparation Of Such compounds is based in a straightforward methodology, which involves the Diels-Alder reaction of protoporphyrin-IX dimethyl ester with maleic anhydride followed by addition of nucleophilic species to the initially formed cycloadducts, a transformation, which is highly regioselective. Preliminary photophysical studies with the new compounds show that they meet adequate features for PDT applications. (c) 2008 Elsevier Ltd. All rights reserved.

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Hemophilia B is a genetic disease of the coagulation system that affects one in 30,000 males worldwide. Recombinant human Factor IX (rhFIX) has been used for hemophilia B treatment, but the amount of active protein generated by these systems is inefficient, resulting in a high-cost production of rhFIX. In this study, we developed an alternative for rhFIX production. We used a retrovirus system to obtain two recombinant cell lines. We first tested rhFIX production in the human embryonic kidney 293 cells (293). Next, we tested a hepatic cell line (HepG2) because FIX is primarily expressed in the liver. Our results reveal that intracellular rhFIX expression was more efficient in HepG2/rhFIX (46%) than in 293/rhFIX (21%). The activated partial thromboplastin time test showed that HepG2/rhFIX expressed biologically active rhFIX 1.5 times higher than 293/rhFIX (P = 0.016). Recovery of rhFIX from the HepG2 by reversed-phase chromatography was straightforward. We found that rhFIX has a pharmacokinetic profile similar to that of FIX purified from human plasma when tested in hemophilic B model. HepG2/rhFIX cell line produced the highest levels of rhFIX, representing an efficient in vitro expression system. This work opens up the possibility of significantly reducing the costs of rhFIX production, with implications for expanding hemophilia B treatment in developing countries.

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Friedreich ataxia (FA) Is caused by decreased frataxin expression that results in mitochondrial iron (Fe) overload. However, the role of frataxin in mammalian Fe metabolism remains unclear. In this investigation we examined the function of frataxin in Fe metabolism by implementing a well-characterized model of erythroid differentiation, namely, Friend cells induced using dimethyl sulfoxide (DMSO). We have characterized the changes in frataxin expression compared to molecules that play key roles in Fe metabolism (the transferrin receptor [TfR] and the Fe transporter Nramp2) and hemoglobinization (beta-globin). DMSO induction of hemoglobinization results in a marked decrease in frataxin gene (Frda) expression and protein levels. To a lesser extent, Nramp2 messenger RNA (mRNA) levels were also decreased on erythroid differentiation, whereas TfR and beta-globin mRNA levels increased. Intracellular Fe depletion using desferrioxamine or pyridoxal isonicotinoyl hydrazone, which chelate cytoplasmic or cytoplasmic and mitochondrial Fe pools, respectively, have no effect on frataxin expression. Furthermore, cytoplasmic or mitochondrial Fe loading of induced Friend cells with ferric ammonium citrate, or the heme synthesis inhibitor, succinylacetone, respectively, also had no effect on frataxin expression. Although frataxin has been suggested by others to be a mitochondrial ferritin, the lack of effect of intracellular Fe levels on frataxin expression is not consistent with an Fe storage role. Significantly, protoporphyrin IX down-regulates frataxin protein levels, suggesting a regulatory role of frataxin in Fe or heme metabolism. Because decreased frataxin expression leads to mitochondrial Fe loading in FA, our data suggest that reduced frataxin expression during erythroid differentiation results in mitochondrial Fe sequestration for heme biosynthesis. (C) 2002 by The American Society of Hematology.

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O Patrimônio Cultural da Saúde consiste nos bens materiais e imateriais que expressam o processo da saúde individual e coletiva nas suas dimensões científica, histórica e cultural. Com a inserção do Brasil, através da COC-Fiocruz e do Ministério da Saúde, na Rede Latino-americana de Patrimônio Cultural da Saúde, iniciou-se o incentivo ao estudo da história da medicina e da arquitetura hospitalar, buscando também a proteção e a salvaguarda da memória das edificações hospitalares históricas. O século XIX foi marcado pela construção de várias edificações voltadas para o controle e reclusão dos pobres, essas instituições eram: a Casa de Correção, a Santa Casa da Misericórdia, o Hospício de Pedro II, o Asilo da Mendicidade e as Instituições de acolhimento de Menores. Dessas edificações destacam-se a Santa Casa da Misericórdia, o Hospício de Pedro II e o Asilo da Mendicidade que formam o Patrimônio Arquitetônico da Saúde tombado em nível federal. O Hospital da Santa Casa da Misericórdia foi construído em 1840-1852 sob os modernos preceitos da medicina do século XIX. A edificação até hoje mantém o uso hospitalar e apresenta um estado de conservação bom em seu exterior. Porém as condições internas foram consideradas ruins devido à falta de salubridade e higiene nos ambientes. O Hospital da Santa Casa é um Hospital de Referência, realiza atendimentos ambulatoriais, cirúrgicos e de internação. O Hospício de Pedro II foi criado para atender exclusivamente os alienados do Império. O estilo neoclássico e a monumentalidade da edificação o fizeram ser reconhecido como Palácio dos Loucos. O hospício funcionou até 1944 e quatro anos depois a edificação foi cedida à Universidade do Brasil, que adaptou sua arquitetura ao uso educacional. A edificação apresenta estado de conservação regular, com exceção da área central composta pela Capela que está ruim, devido ao incêndio de 2011. O Palácio dos Loucos tornou-se Palácio Universitário, modificando sua identidade através das mudanças que foram feitas em sua arquitetura. O Asilo da Mendicidade foi criado em 1876 para fechar o pentágono asilar. A edificação panóptica buscava a efetiva observação e controle dos internos. A edificação funcionou como Asilo para mendigos até 1920, quando transformou-se em Hospital de São Francisco de Assis. Posteriormente o hospital seria transferido para a Universidade do Brasil, que funcionou como hospital escola até 1978. O Hospital foi desativado e ficou sem uso por dez anos, quando enfim voltou a funcionar como um estabelecimento destinado aos mais pobres. O conjunto da edificação é o que apresenta o pior estado de conservação, considerado de ruim a péssimo. Comprovou-se com essa pesquisa que o mais importante para a preservação das características arquitetônicas e artísticas do bem é a manutenção do uso, seja ele qual for. Os novos usos devem ser adequados também às características e à capacidade da arquitetura em questão. Através de reformas e planos adequados, os hospitais oitocentistas, que hoje se apresentam como Patrimônio Arquitetônico da Saúde, podem manter um uso similar para o qual foi construído, como uma edificação voltada à promoção da saúde da população.

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Revista Lusófona de Línguas, Culturas e Tradução

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Nos registros policiais e nas notícias de jornais baianos oitocentistas encontram-se referências à prisão de travestis (a maioria homens que se "vestiam de mulher"). Utilizando-se de relatos de cronistas e viajantes para situar os modos de vestir e trajar na cidade de Salvador, o autor analisa os casos de travestismo abordando alguns temas correlatos, como o da homossexualidade e aspectos da vida baiana oitocentista. O argumento é que o percurso do travestismo no Brasil oitocentista dependeu das interelações entre as diferenciações dos trajes e a normatização dos papéis sexuais.

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As concepções setecentistas da territorialidade e da fronteira indígenas são analisadas inicialmente em sua relação com a idéia de "nação" presente no discurso colonial português e, posteriormente, nas situações de independência e formação dos Estados-nação. O artigo, constituído no quadro do diálogo entre a Antropologia e a História, propõe uma abordagem da territorialidade e da fronteira enquanto categorias culturais.