190 resultados para Diclofenaco - Farmacocinética


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Nos últimos anos, a biotecnologia tem proporcionado avanços no desenvolvimento de biomateriais a serem utilizados como dispositivos médicos. Dentre esses dispositivos, podemos destacar aqueles que promovem a reparação tecidual e, também, a liberação controlada de fármacos. Partindo deste propósito, lentes de contato à base de celulose bacteriana (CB) foram desenvolvidas, visando o efeito curativo e reparativo para doenças da superfície ocular. A adição de ciclodextrinas (CDs) e fármacos, como o ciprofloxacino (CP) e o diclofenaco de sódio (DS) á essas lentes proporcionando propriedades terapêuticas e de liberação controlada dos fármacos. No entanto, para certificar-se do uso seguro desses compósitos pela indústria de dispositivos médicos, é necessário verificar se não possuem atividade citotóxica, genotóxica e/ou mutagênica. Sendo assim, a proposta do presente trabalho foi o desenvolvimento de uma adição eficaz de fármacos às lentes de contato de CB, para que sejam liberados de maneira controlada e, também, a verificação de sua biossegurança. Para essa verificação foram realizados ensaios in vitro de citotoxicidade (ensaio com o kit XTT e Sobrevivência Clonogênica), genotoxicidade (ensaio Cometa) e mutagenicidade (teste do Micronúcleo) com os respectivos. Após a análise estatística dos resultados foi possível verificar que o material CB-CP apresentou efeito citotóxico e os materiais CB-DS e CB-CD-DS apresentaram efeito citotóxico, genotóxico e mutagênico. Essa informação é fundamental para uma futura utilização segura desse biomaterial pela indústria de dispositivos médicos ...

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A qualidade dos medicamentos constitui um fator fundamental para assegurar a sua eficária terapêutica e minimizar a ocorrência de efeitos indesejados decorrentes de presença de impurezas, produtos de degradação e presença de diferentes estruturas cristalinas, também denominadas polimorfos. Este trabalho tem como objetivo avaliar a existência de polimorfos em matérias primas oferecidas por fornecedores distintos, um fármaco de uso comum no Brasil,– o diclofenaco de sódio – interpretados a partir de diferentes métodos de análise instrumentais. O polimorfismo de fármacos, um assunto bastante atual, tem grande impacto em estudos pré e pós-registro de medicamentos, do referência ao genérico, passando pelo similar. Assim, com o estudo feito em um antiinflamatório bastante popular e largamente utilizado no mercado, podemos visualizar a grandeza da importância da análise da existência de polimorfos em matérias primas

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Convencionalmente o tratamento da tuberculose se dá pela administração simultânea dos fármacos pirazinamida (PZA), rifampicina (RMP) e isoniazida (INH) durante dois meses, seguida por quatro meses da associação INH e RMP. A medicação é de uso diário e deve ser administrada de preferência em uma única dose em jejum ou, em caso de intolerância digestiva, junto com uma refeição. Esta estratégia resulta em sucesso terapêutico na maioria dos casos quando existe obediência do paciente ao regime posológico. O abandono ao tratamento pelo paciente tem sido relacionado ao longo período de exposição aos fármacos e ao aparecimento de efeitos adversos, entre eles, a hepatotoxicidade principalmente em pacientes geriátricos que apresentam deficiências nutricionais ou etilismo crônico. A utilização de associações medicamentosas, como no tratamento da tuberculose, pode resultar em interações farmacocinéticas. Considerando a importância do metabolismo da PZA no desenvolvimento da hepatotoxicidade, a capacidade de indução ou inibição enzimática dos fármacos e a probabilidade de interação farmacocinética entre a PZA, a INH e a RMP, é possível que esta associação resulte em diferentes perfis farmacocinéticos com conseqüente alteração de efeitos hepatotóxicos. Assim, o presente trabalho visa avaliar os efeitos da administração simultânea de INH e RMP sobre os parâmetros farmacocinéticos da PZA em um grupo de animais (coelhos albinos) sob tratamento com PZA e outro com PZA+INH+RMP bem como os níveis de biomarcadores de hepatotoxicidade – as transaminases AST e ALT – antes e após a administração de doses múltiplas destes fármacos

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Pós-graduação em Ciências Farmacêuticas - FCFAR

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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)

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A doença de Chagas é uma doença parasitária causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi (T. cruzi), que acomete o sistema digestivo e, principalmente, o cardíaco. É uma doença endêmica principalmente nos países da América Latina. A busca por novos fármacos para o tratamento dessa doença é de suma importância já que os existentes podem causar severos efeitos adversos e são efetivos somente na fase aguda. A molécula tiazolilhidrazona-9 (TZH-9) tem se destacado como uma excelente candidata a fármaco para tratamento da doença de Chagas e a continuidade de seu desenvolvimento deve envolver estudos de farmacocinética e metabolismo. Para a realização destes estudos é necessário o desenvolvimento e validação de um método bioanalítico para a determinação do composto em plasma, assim como avaliar a estabilidade do fármaco nesta matriz biológica com o intuito de verificar a ação de enzimas plasmáticas. Neste trabalho, foi desenvolvido e validado o método bioanalítico para quantificar o TZH-9 em plasma de ratos e humano que apresentou limites de confiança adequados. Também, avaliou-se a estabilidade do TZH-9 nessas matrizes biológicas, em plasma de ratos, o composto apresentou instabilidade após 2 horas na concentração inferior, sugerindo ação de enzimas plasmáticas no seu metabolismo; e em plasma de humanos, apresentou instabilidade após 15 minutos em ambas concentrações, sugerindo a susceptibilidade a ação das enzimas plasmáticas

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O Brasil é considerado um grande produtor e consumidor de carnes, leite e alimentos de origem animal e os medicamentos veterinários têm sido amplamente utilizados na criação dos animais destinados ao consumo humano, com o intuito de prevenir o aparecimento de doenças e também como promotores de crescimento. Os fármacos utilizados para esta finalidade, no entanto, podem ocorrer nos alimentos derivados desses animais tratados, com conseqüências sobre a saúde humana. Além das substâncias utilizadas intencionalmente, a contaminação ambiental ou a presença de contaminantes em rações constitui uma fonte potencial de compostos cuja concentração no alimento final processado pode exceder os limites de segurança estabelecidos para garantir a saúde humana. Com o intuito de promover maior segurança alimentar, no Brasil, foram estabelecidos os programas PNCRC e o PAMVet, que são responsáveis pelo monitoramento da presença de substâncias ilegais (como os antimicrobianos nitrofuranos) e também, visam o controle do Limite Máximo de Resíduos (LMR). O objetivo do presente trabalho é reunir e discutir as informações sobre os principais resíduos e contaminantes de medicamentos veterinários em alimentos de origem animal no Brasil, assim como as publicações referentes às avaliações mais recentes desses produtos alimentícios presentes no mercado brasileiro. Estas informações serão utilizadas para novas discussões relacionadas ao uso adequado de medicamentos veterinários e à proposição de estudos de farmacocinética que poderão fundamentar o estabelecimento do período de carência para esses produtos farmacêuticos.

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A doença de Chagas é uma doença parasitária causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi (T. cruzi), que acomete o sistema digestivo e, principalmente, o cardíaco. É uma doença endêmica principalmente nos países da América Latina. A busca por novos fármacos para o tratamento dessa doença é de suma importância já que os existentes podem causar severos efeitos adversos e são efetivos somente na fase aguda. A molécula tiazolilhidrazona-9 (TZH-9) tem se destacado como uma excelente candidata a fármaco para tratamento da doença de Chagas e a continuidade de seu desenvolvimento deve envolver estudos de farmacocinética e metabolismo. Para a realização destes estudos é necessário o desenvolvimento e validação de um método bioanalítico para a determinação do composto em plasma, assim como avaliar a estabilidade do fármaco nesta matriz biológica com o intuito de verificar a ação de enzimas plasmáticas. Neste trabalho, foi desenvolvido e validado o método bioanalítico para quantificar o TZH-9 em plasma de ratos e humano que apresentou limites de confiança adequados. Também, avaliou-se a estabilidade do TZH-9 nessas matrizes biológicas, em plasma de ratos, o composto apresentou instabilidade após 2 horas na concentração inferior, sugerindo ação de enzimas plasmáticas no seu metabolismo; e em plasma de humanos, apresentou instabilidade após 15 minutos em ambas concentrações, sugerindo a susceptibilidade a ação das enzimas plasmáticas

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O Brasil é considerado um grande produtor e consumidor de carnes, leite e alimentos de origem animal e os medicamentos veterinários têm sido amplamente utilizados na criação dos animais destinados ao consumo humano, com o intuito de prevenir o aparecimento de doenças e também como promotores de crescimento. Os fármacos utilizados para esta finalidade, no entanto, podem ocorrer nos alimentos derivados desses animais tratados, com conseqüências sobre a saúde humana. Além das substâncias utilizadas intencionalmente, a contaminação ambiental ou a presença de contaminantes em rações constitui uma fonte potencial de compostos cuja concentração no alimento final processado pode exceder os limites de segurança estabelecidos para garantir a saúde humana. Com o intuito de promover maior segurança alimentar, no Brasil, foram estabelecidos os programas PNCRC e o PAMVet, que são responsáveis pelo monitoramento da presença de substâncias ilegais (como os antimicrobianos nitrofuranos) e também, visam o controle do Limite Máximo de Resíduos (LMR). O objetivo do presente trabalho é reunir e discutir as informações sobre os principais resíduos e contaminantes de medicamentos veterinários em alimentos de origem animal no Brasil, assim como as publicações referentes às avaliações mais recentes desses produtos alimentícios presentes no mercado brasileiro. Estas informações serão utilizadas para novas discussões relacionadas ao uso adequado de medicamentos veterinários e à proposição de estudos de farmacocinética que poderão fundamentar o estabelecimento do período de carência para esses produtos farmacêuticos.

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JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A circulação extracorpórea (CEC) pode alterar a farmacocinética dos fármacos, assim como a função cerebral. Os objetivos deste estudo foram comparar o tempo de despertar e a intensidade da sedação pós-operatória avaliada pelo índice bispectral (BIS) e pela escala de sedação de Ramsay, em pacientes submetidos à revascularização miocárdica (RM) com ou sem CEC. MÉTODO: Dez pacientes submetidos à RM com CEC (Grupo CEC) e 10 sem CEC (Grupo sem CEC) foram anestesiados com sufentanil, infusão alvo-controlada de propofol 2,0 µg.mL-1 e pancuronio. Após a cirurgia diminuiu-se a infusão de propofol para 1 µg.mL-1 que foi suspensa quando da indicação da extubação. Foram avaliados o BIS, a escala de Ramsay e o tempo de despertar dos pacientes. RESULTADOS: O grupo CEC apresentou valores menores de BIS desde 60 minutos após a cirurgia (sem CEC = 66 ± 13 e CEC = 53 ± 14, p = 0,01) até 120 minutos após a infusão (sem CEC = 85 ± 8 e CEC = 73 ± 12, p = 0,02). O nível de sedação pela escala de Ramsay foi maior no grupo CEC nos momentos 30 minutos após o final da cirurgia (sem CEC = 5 ± 1 e CEC = 6 ± 0, p = 0,021), no final da infusão (sem CEC = 5 ± 1 e CEC = 6 ± 1, p = 0,012) e 5 minutos após o final da infusão (sem CEC = 4 ± 1 e CEC = 5 ± 0,42, p = 0,039). O tempo de despertar foi maior no grupo CEC (sem CEC = 217 ± 81 e CEC = 319 ± 118, p = 0,038). CONCLUSÕES: Houve maior intensidade da sedação após o final da cirurgia e o maior tempo de despertar no grupo com CEC, sugerindo alteração na farmacocinética do propofol ou efeitos da CEC sobre o sistema nervoso central.

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A rapid, sensitive and specific method for quantifying hydroxocobalamin in human plasma using paracetamol as the internal standard (IS) is described. The analyte and the IS were extracted from plasma by liquid-liquid extraction using an organic solvent (ethanol 100%; -20°C). The extracts were analyzed by high performance liquid chromatography coupled with electrospray tandem mass spectrometry (HPLC-MS-MS). Chromatography was performed on Prevail C8 3 μm, analytical column (2.1×100 mm i.d.). The method had a chromatographic run time of 3.4 min and a linear calibration curve over the range 5-400 ng.mL-1 (r>0.9983). The limit of quantification was 5 ng.mL-1. The method was also validated without the use of the internal standard. The precision in the intra-batch validation with IS was 9.6%, 8.9%, 1.0% and 2.8% whereas without IS was 9.2%, 8.2%, 1.8% and 1.5% for 5, 15, 80 and 320 ng/mL, respectively. The accuracy in intra-batch validation with IS was 108.9%, 99.9%, 98.9% and 99.0% whereas without IS was 101.1%, 99.3%, 97.5% and 92.5% for 5, 15, 80 and 320 ng/mL, respectively. The precision in the inter-batch validation with IS was 9.4%, 6.9%, 4.6% and 5.5% whereas without IS was 10.9%, 6.4%, 5.0% and 6.2% for 5, 15, 80 and 320 ng/mL, respectively. The accuracy in inter-batch validation with IS was 101.9%, 104.1%, 103.2% and 99.7% whereas without IS was 94.4%, 101.2%, 101.6% and 96.0% for 5, 15, 80 and 320 ng/mL, respectively. This HPLC-MS-MS procedure was used to assess the pharmacokinetics of Hydroxo cobalamin following intramuscular injection 5000 μg in healthy volunteers of both sexes (10 males and 10 females). The volunteers had the following clinical characteristics (according to gender and expressed as mean ± SD [range]): males: age: 32.40 ± 8.00 y [23.00-46.00], height: 1.73 ± 0.07 m [1.62-1.85], body weight: 72.48 ± 10.22 Kg [60.20- 88.00]; females: age: 28.60 ± 9.54 y [18.00-44.00], height: 1.60 ± 0.05 m [1.54-1.70], body weight: 58.64 ± 6.09 Kg [51.70- 66.70]. The following pharmacokinetic parameters were obtained from the hydroxocobalamin plasma concentration vs. time curves: AUClast, T1/2, Tmax, Vd, Cl, Cmax and Clast. The pharmacokinetic parameters were 120 (± 25) ng/mL for Cmax, 2044 (± 641) ng.h/mL for AUClast, 8 (± 3.2) ng.mL-1 for Clast, 38 (± 15.8) hr for T1/2 and 2.5 (range 1-6) hr for Tmax. Female volunteers presented significant (p=0.0136) lower AUC (1706 ± 704) ng.h/mL) and larger (p=0.0205) clearance (2.91 ± 1.41 L/hr), as compared to male 2383 ± 343 ng.h/mL and 1.76 ± 0.23 L/hr, respectively. These pharmacokinetic differences could explain the higher prevalence of vitamin B12 deficiency in female patients. The method described validated well without the use of the internal standard and this approach should be investigated in other HPLC-MS-MS methods.

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The discovery and development of a new drug are time-consuming, difficult and expensive. This complex process has evolved from classical methods into an integration of modern technologies and innovative strategies addressed to the design of new chemical entities to treat a variety of diseases. The development of new drug candidates is often limited by initial compounds lacking reasonable chemical and biological properties for further lead optimization. Huge libraries of compounds are frequently selected for biological screening using a variety of techniques and standard models to assess potency, affinity and selectivity. In this context, it is very important to study the pharmacokinetic profile of the compounds under investigation. Recent advances have been made in the collection of data and the development of models to assess and predict pharmacokinetic properties (ADME - absorption, distribution, metabolism and excretion) of bioactive compounds in the early stages of drug discovery projects. This paper provides a brief perspective on the evolution of in silico ADME tools, addressing challenges, limitations, and opportunities in medicinal chemistry.

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Universidad de Las Palmas de Gran Canaria, Facultad de Ciencias del Mar, Doctorado en Gestión Costera.