405 resultados para LAGUNAS


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Monitoring of the 'ecological water quality' in 'Aiguamolls de l’Empordà' Natural Park was carried out between September 1996 and August 1997 . The aim of this sampling programme was to design a simple method for rapid detect changes in water quality due to human activity. These include flow regulation by the Park management, nutrient entries from effluents of a nearby wastewater treatment plant or agricultural fertilising. The proposed method is based on the analysis of the abundance of characteristic taxonomic groups of aquatic invertebrates (heleoplankton). The simplicity of the method is ensured by the use of large taxa which are easier to recognise than species. The functioning of aquatic systems has been modelled by means of correspondence analysis between samples and taxa. Results can be summerized in five environmental conditions with a regular community structure. Dominated by one taxon: cladocerans, ostracods, calanoids, cyclopoids and harpacticoids. The dynamics of both freshwater and brackish lagoons can be modelled as displacements between these five groups of environmental conditions. Nevertheless, the “calanoids situation” and the “harpacticoids situation” occur mainly in brackish lagoons, whereas the “cladocerans situation” occurs mainly in freshwater. The four principal axes of data variation have been respectively identified as nutrient turnover rate, hypertrophy, degree of mineralization of the organic matter and eutrophy. The use of these taxa has been validated by comparison with a model obtained from the species. We conclude that in a highly fluctuating system such as the one here, only persistent situations of eutrophy or hypertrophy must be equated to low 'ecological water quality'

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Neste trabalho, trata o autor da fauna e da flora das orlas do Atlântico Sul em que se situam o Brasil e a África Ocidental. Sôbre ambas, com justa razão, se tem procurado evidenciar, frequentemente, a semelhança existente quanto ao aspecto geológico. Em relação à fauna e à flora terrestres e de água doce, recorda o autor que essa semelhança não ultrapassa o limite de famílias, nada de comum existindo, nos dois continentes, quanto a gêneros e espécies. Por outro lado, porém, a fauna e a flora das duas margens do Atlântico são muito parecidas, havendo mesmo, nesse "habitat", numerosos gêneros e espécies em comum, conforme se depreende da relação constante à pag. 30. Apezar disso, existem divergências bastante acentuadas, capazes de permitir, como de fato acontece, que se considere as duas regiões como biogeográficamente distintas. A fauna das costas brasileiras do Norte, até a latitude do Rio de Janeiro, é integrada pelos remanescentes de uma fauna tropical rica, proveniente do mar de "Tethis", do início do Terciário. Em altas latitudes, deu-se, no Quaternário médio, a invasão de águas austrais do "Nereis", que trouxeram consigo fôrmas de águas frias. De maneira diversa, a fauna da África ocidental perdeu o seu caráter tropical, tanto no Norte como no Sul, exibindo representantes faunísticos de zonas temperadas. A fauna da costa ocidental africana é muito pobre, fato esse que pode ser explicado à luz da história geológica da região e em íace da situação fisiográfica e hidrológica atual. Há numerosos exemplos da assimetria reinante nas duas margens do Atlântico, dentre os quais se podem citar os seguintes: a) precipitações muito mais abundantes no Atlântico ocidental, úmido, em confronto com o oriental seco; b) côr mais azulada do Atlântico ocidental, fato relacionado com a salinidade, com a riqueza do plancton e com a produtividade das águas: c) salinidade muito maior nas margens ocidentais; d) a zona quente (25ºC. em média) é muito mais extensa nas costas ocidentais; e) existência de numerosas anomalias térmicas superficiais no Atlântico ocidental; f) diferenças de correntes marítimas nas duas margens do Atlântico. Apezar das profundas divergências constatadas em ambas as margens, lembra o autor que desde o século XV , o Atlântico tornou-se um meio eficiente para se promover relações entre o Brasil e a África do Sul. Afirma, assim, que novas ligações devem unir, presentemente, os países limítrofes de um mesmo oceano. Os navios negreiros de outrora devem ser substituídos por barcos oceanográficos, visando o estabelecimento de relações amigáveis e de uma fecunda colaboração. Diz ainda o autor que, para serem eficientes, as pesquisas oceanográficas levadas a cabo nas duas orlas de um mesmo oceano, devem ser realizadas sincrónica e paralelamente. Os meios tendentes a alcançar tal objetivo já se esboçam desde que - diz o autor - "no Brasil inicia-se tal trabalho através do Instituto Paulista de Oceanografia, e, na África Ocidental funciona o Instituí; FrançaiS i'Afrique Noire que já possue uma secção de Oceanografia e de biologia marinha, com um laboratório instalado na ilha de Gorée perto de Dakar e outro nas cercanias de Abidjan (costa do Marfim) oara estudo das lagunas". Julga, portanto, o autor que se torna imperiosa a manutenção de relações cordiais e de intercambio entre os pesquisadores dos dois lados do Atlântico, afim de que chegue o dia em que se realizem cruzeiros oceanográficos em comum, com trocas de cientistas. Pensa o autor ser extremamente interessante desenvolver a oceanografia no Brasil, pois a sua região atlântica é uma das menos conhecidas, podendo-se, através da pesquisa, obter resultados importantíssimos, tanto sob o ponto de vista da ciência pura como no que respeita a exploração racional das riquezas marinhas. Recorda ainda o autor que existe uma descrição das embarcações dos Azenegues, da costa do Sahara, de autoria de um cronista do século XV I que lembra muito as jangadas brasileiras. Provavelmente, existe, cí um problema etnográfico, de palpitante interesse, mas que, na sua opinião, representa antes um símbolo da colaboração técnico-científica que, segundo o seu parecer, deve ser mantida entre as duas margens do Atlântico.

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Le développement des sociétés à travers le monde est influencé par des dynamiques de pouvoir social. D’une perspective de genre, les relations patriarcales ont contribué à la réorganisation du développement par un accès inégal aux ressources, à l’espace et à la mobilité. La société mexicaine, caractérisée par un fort patriarcat et une pauvreté endémique, a vu émerger de multiples outils de développement pour pallier aux inégalités de genre. Plus récemment, les programmes de microfinance sont devenus un instrument de choix pour lutter contre la marginalisation des femmes et les inégalités de genre. La littérature scientifique présente des lacunes au sujet de la nature des relations de genre dans les ménages qui bénéficient de la microfinance. Plusieurs études portent sur les impacts de la microfinance sur la vie des femmes, mais peu offrent une vision holistique considérant la microfinance comme un outil de développement capable de changer la nature spatiale des inégalités de genre. Cette recherche est basée sur une comparaison qualitative de deux études de cas de groupes de microfinance de San Miguel Tenextatiloyan et d’Émilio Carranza, deux communautés de la Sierra Norte de Puebla (Mexique). Son objectif principal est d’évaluer le degré selon lequel les programmes de microfinance ont changé la place des femmes dans la société. Pour répondre à cette question, un portrait de l’organisation spatiale du genre sera tracé, puis, les impacts des programmes de microfinance sur la place des femmes dans les espaces domestiques, de travail et communautaires seront évalués. L’étude mène à la conclusion que les programmes de microfinance du CESDER n’ont pas beaucoup changé la place des femmes dans la société. La recherche dévoile plutôt que, dans un contexte de pauvreté, la microfinance stabilise les ménages et offre des lieux d’échange et de réseautage, mais elle n’offre pas aux femmes une véritable chance d’acquérir plus de contrôle sur leur vie. Deuxièmement, les résultats démontrent que les tâches associées à la reproduction sociale – largement assumée par les femmes - engendrent une barrière structurante à l’empowerment des femmes, un obstacle que la microfinance ne parvient pas entièrement à surmonter. Mots-clés : Géographie du genre, relations de pouvoir, développement, microfinance, spatialité, néolibéralisme, Mexique.

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Se presenta la memoria de un proyecto educativo que persigue el conocimiento del medio más cercano al alumnado de Educación Primaria y al profesorado del Colegio de Educación Infantil y Primaria Maestra Carmen Seudofeito en Chiclana de la Frontera, Cádiz. Se pretende desarrollar en el profesorado y alumnado un conocimiento directo y activo del entorno de Chiclana y la Bahía de Cádiz, con recursos que les permitan interpretar este entorno y generalizar lo aprendido a entornos más amplios. Los objetivos principales son: 1. Recopilar, restaurar, elaborar, mantener y editar recursos didácticos sobre el entorno de Chiclana y la Bahía de Cádiz, y en menor medida, de Andalucía. Estos recursos tiene cinco tipos de formato: un jardín botánico escolar, una maqueta en relieve 1:10000 del término de Chiclana, colecciones de diapositivas de elaboración propia, láminas murales, láminas personales. 2. Usar estos recursos con el alumnado, tanto en el centro como en visita de estudios. Valorar su utilidad y hacer las correcciones que correspondan. 3. Incorporar la informática en la elaboración, edición y exposición de estos recursos. El proceso consta de varias fases: se realizan cuidados sobre labores agrícolas para crear y mantener un jardín botánico; se actualiza la maqueta del relieve del término municipal de Chiclana y se completa el manto de arbolado de muchas de sus áreas; se realizan láminas murales con diseño propio sobre el barrio de La Banda, sobre el término municipal y sobre la Bahía de Cádiz; elaboración y actualización de láminas plastificadas cuyos temas fueron: el patio y sus plantas y animales, el patio y los ecosistemas del jardín botánico escolar, el barrio de La Banda, la ciudad de Chiclana, el acantilado, las dunas y la playa de la Barrosa, la Bahía de Cádiz; láminas dibujadas cuyos temas fueron: las lagunas chiclaneras, aves y plantas, los huertos, las salinas, la bahía, el acantilado, plantas del pinar de la Barrosa, planos del jardín botánico de San Fernando, planos de los parques urbanos de La Soledad y de la Huerta del Rosario, rutas al parque de Grazalema, rutas al parque de los Alcornocales; por último se realizan salidas a la naturaleza en autobús de un día hasta cuarto curso y de un día o más para el alumnado de quinto o sexto curso. Los resultados obtenidos fueron de aceptación en docentes del centro y del colegio vecino, pero no consiguió atraer a todo el profesorado al que estaba dirigido, este hecho nos hizo repensar el proyecto hacia la elaboración, no tanto de guías, sino de nuevos recursos para quien estuviera realmente interesado. Los materiales utilizados fueron: maderas, materiales para tareas agrícolas, transparencias, plastificados, pinturas, software informático, diapositivas, discos, disquetes, láminas y mapas de relieve.

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El trabajo ha recibido las ayudas arbitradas por el Convenio Marco de Cooperaci??n entre el MEC y la Universidad de Murcia, Programa I: Formaci??n Permanente del Profesorado (cursos 1996-1998)

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Estudi sobre la millora de rendiment (en temps d’execució) a l'algorisme de gràfics Fast Multipath Radiosity Using Hierarchical Subscenes gràcies a l’execució paral•lela especulada que ens permet obtenir el motor d'especulació per a clústers desenvolupat en el grup de recerca BCDS de la Universitat de Girona

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Uno de los servicios que debe prestar la Institución Universitaria a sus estudiantes es el asesoramiento y orientación sobre cuestiones relacionadas con su tarea actual de formación académica y personal y su futuro profesional. La parte relacionada con el aprendizaje de una determinada disciplina es la que corresponde a cada profesor, como parte de sus obligaciones docentes y es lo que recibe el nombre de tutoría curricular. Sin embargo, éstas no son suficientes para conseguir abarcar en toda su amplitud el objetivo perseguido por ese servicio. Son las denominadas tutorías académicas las que completan las necesidades de asesoramiento y orientación sentidas por nuestros estudiantes, mejorando su adaptación a la vida universitaria y guiándoles en los distintos aspectos transversales de su formación. Un formato de tutoría que, por lo demás, se presenta como especialmente idóneo para informar a nuestros estudiantes sobre la implantación del Espacio Europeo de Educación Superior, puesto que, a pesar de ser un proceso cuya finalidad y objetivo último es convertir al estudiante en el centro de todo el proceso de aprendizaje universitario, éstos presentan serias lagunas sobre el mismo, combinadas con una serie de interpretaciones perversas que en nada benefician la exitosa instauración del mismo

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La puesta en pr??ctica del dise??o del Programa de Orientaci??n 'Conoce la Universidad' con alumnos de Bachillerato, posibilita mejoras para el acceso a la Universidad, es decir, la experimentaci??n de este material permite ampliar el campo de visi??n en cuanto a: las titulaciones y estudios universitarios que pueden cursar en funci??n a la modalidad de Bachillerato que han realizado, los requisitos para el acceso, presentaci??n de solicitudes, normas de matriculaci??n, ubicaci??n de los diferentes Campus universitarios, organizaci??n institucional y los servicios que la Universidad ofrece, etc. En definitiva, el objetivo general es comprobar los cambios que se producen en los alumnos de esta etapa educativa tras la fase de implementaci??n del material dise??ado para cubrir las posibles lagunas de orientaci??n e informaci??n universitaria que los alumnos puedan presentar. Se trata de una investigaci??n evaluativa a trav??s de procedimientos y m??todos cualitativos y cuantitativos. Se utiliza un estudio de casos como estrategia de dise??o de la investigaci??n cualitativa que, tomando como base el marco te??rico desde el que se analiza la realidad y las cuestiones a las que se desea dar respuesta, permite seleccionar los escenarios reales que se constituyen en fuentes de informaci??n. El tama??o de la muestra es de 250 alumnos-as de segundo curso de Bachillerato de cinco centros (dos centros educativos concertados y tres Institutos de Ense??anza Secundaria) y 6 orientadores-as pues, uno de los centros concertados dispone de dos orientadoras, ambas han participado en la investigaci??n, 103 alumnos-as pertenec??an a la modalidad de Bachillerato de Tecnolog??a, 101 a la de Humanidades y Ciencias Sociales y el 83 a la de Ciencias de la Naturaleza y la Salud. Se utiliza el cuestionario como instrumento de recogida de informaci??n cuantitativa as?? como las observaciones dentro del paradigma m??s cualitativo que ayudan a interpretar la realidad que se est?? estudiando. Tambi??n se utilizan observaciones y grupos de discusi??n para interpretar las opiniones, ideas, valores, aportaciones de los sujetos participantes en la investigaci??n. Los programas inform??ticos que se emplean para el procesamiento y an??lisis de los datos recogidos son: MicrosofWord para la redacci??n y presentaci??n formal de todo el proceso; SPSS 10.0 bajo Windows para el an??lisis cuantitativo de los cuestionarios inicial y final que se aplica a los alumnos y para los items cerrados del cuestionario de evaluaci??n de los expertos; por ??ltimo, el paquete inform??tico HyperResearch para el an??lisis cualitativo procedente de los diferentes instrumentos de recogida de informaci??n: observaciones, items abiertos de los cuestionarios de evaluaci??n de los expertos y el grupo de discusi??n, que proporciona datos realmente alentadores y de gran relevancia. El dise??o del Programa responde de alguna manera a las necesidades de Orientaci??n que los alumnos preuniversitarios poseen y en todo momento se piensa en las diferentes tem??ticas atendiendo a lo que a ellos les pueda interesar m??s. Adem??s, se llega al convencimiento de que hay que hacer algo diferente a lo que en los centros de forma habitual trabajan sobre la Orientaci??n hacia la Universidad ya que se considera un momento clave y decisivo para llevar a cabo este tipo de intervenci??n orientadora en vista de los resultados que se han obtenido. El Programa de Orientaci??n ha sido ??til, motivador y de gran inter??s para los alumnos, tutores, resto del profesorado y orientadores de los diferentes centros participantes aunque no cabe duda que se han encontrado comentarios y expresiones que indican algunas mejoras y revisiones. Los expertos destacan como aspectos positivos que la presentaci??n es motivadora, el t??tulo es coherente, la estructura de los diferentes apartados es apropiada, el n??mero de p??ginas es aceptable, el tipo y tama??o de la fuente que se ha utilizado son correctos y, finalmente, las expresiones son legibles y comprensivas. Respecto a las diferentes im??genes que se han incluido, les parece que son id??neas pero si se hubieran impreso en color, hubiera despertado m??s el inter??s a los alumnos. En este sentido, la cr??tica que los expertos manifiestan al aspecto formal del Programa es la utilizaci??n de un ??nico color, el negro. Los datos del cuestionario vienen a decir que, los alumnos se encuentran desinformados y desorientados acerca de muchos de los aspectos que deber??an conocer sobre los diferentes estudios que la Universidad de Huelva oferta; los que se pueden realizar en otras Universidades tanto andaluzas como espa??olas; la conexi??n de los estudios de primer ciclo con los de segundo ciclo; las salidas profesionales de las diferentes carreras, el concepto de preinscripci??n y los pasos a seguir para presentarla; los per??odos de matriculaci??n; el momento en que se presentan las becas; los tipos de becas que existen; la estructura organizativa en la Universidad; el acceso a los segundos ciclos; la ubicaci??n de las diferentes Facultades y Escuelas universitarias; concepto de: Diplomatura, Licenciatura cr??dito, asignatura troncal, obligatoria, de libre configuraci??n; convocatorias de ex??menes e incluso otros servicios que la Universidad ofrece a toda la comunidad. Tienen un conocimiento m??nimo de la Universidad pero los aspectos m??s detallado lo desconocen, casi por completo.

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Por "paisajes del agua" entendemos aquellos paisajes que son producto resultante y perceptible de la combinación dinámica de elementos físicos (entre los cuales el agua es el más relevante) y elementos antrópicos (es decir, la acción humana), combinación que convierte el conjunto en un entramado social y cultural en continua evolución. Así, los principales elementos que definen los paisajes del agua serían el mar, los ríos, los torrentes, las ramblas, los humedales, los estanques, lagos y lagunas, los deltas,... pero siempre en relación con aquellos otros elementos que denotan la permanencia histórica de las relaciones entre la sociedad y el agua, como serían las presas, los puentes, las acequias, los canales industriales, los molinos, la huerta, las fachadas fluviales de las ciudades, los caminos, las colonias industriales, los límites, las propiedades, la literatura, la pintura, etc

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TCP flows from applications such as the web or ftp are well supported by a Guaranteed Minimum Throughput Service (GMTS), which provides a minimum network throughput to the flow and, if possible, an extra throughput. We propose a scheme for a GMTS using Admission Control (AC) that is able to provide different minimum throughput to different users and that is suitable for "standard" TCP flows. Moreover, we consider a multidomain scenario where the scheme is used in one of the domains, and we propose some mechanisms for the interconnection with neighbor domains. The whole scheme uses a small set of packet classes in a core-stateless network where each class has a different discarding priority in queues assigned to it. The AC method involves only edge nodes and uses a special probing packet flow (marked as the highest discarding priority class) that is sent continuously from ingress to egress through a path. The available throughput in the path is obtained at the egress using measurements of flow aggregates, and then it is sent back to the ingress. At the ingress each flow is detected using an implicit way and then it is admission controlled. If it is accepted, it receives the GMTS and its packets are marked as the lowest discarding priority classes; otherwise, it receives a best-effort service. The scheme is evaluated through simulation in a simple "bottleneck" topology using different traffic loads consisting of "standard" TCP flows that carry files of varying sizes

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In computer graphics, global illumination algorithms take into account not only the light that comes directly from the sources, but also the light interreflections. This kind of algorithms produce very realistic images, but at a high computational cost, especially when dealing with complex environments. Parallel computation has been successfully applied to such algorithms in order to make it possible to compute highly-realistic images in a reasonable time. We introduce here a speculation-based parallel solution for a global illumination algorithm in the context of radiosity, in which we have taken advantage of the hierarchical nature of such an algorithm

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Se analiza la presencia del sexismo en la literatura infantil y juvenil y cuál es el estado actual de la cuestión. Tras un repaso histórico del desarrollo de estos estudios, desde la década de los años setenta del pasado siglo hasta el presente, se observa que los estudios sobre los textos muestran que la imagen de ambos géneros ofrecida por la literatura infantil y juvenil refleja los avances y lagunas del progreso social en la superación de la discriminación femenina. La reivindicación del acceso de la mujer a las actividades y conductas tradicionalmente masculinas ha dado lugar a una mayor presencia femenina y a un mayor cuidado en la descripción de sus características, pero el progreso no parece suficiente. Lograr una literatura no discriminatoria se mantiene aún como una asignatura pendiente; por otra parte, nuevos retos se presentan, como conseguir implicar en la práctica lectora y la afición a la literatura a las nuevas generaciones, especialmente a los chicos adolescentes. El problema es de la literatura infantil y juvenil en la misma medida en que lo es de toda la sociedad, ya que si el reparto de las funciones sociales debe moverse hacia una ampliación y flexibilización de las opciones sociales de cualquier persona a partir de sus características individuales, los movimientos feministas, los autores de libros y los educadores se hallan inmersos en el mismo debate.

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La jurisprudencia de la Corte Interamericana de Derechos Humanos de los últimos años, ha establecido una serie de criterios y medidas que configurarían un catálogo de disposiciones que deben emprender los Estados para garantizar la real protección del derecho de propiedad de las comunidades indígenas y tribales. Dichas medidas deben ser implementadas en los procesos de formalización y titularización de las tierras ancestrales ocupadas, en la delimitación y demarcación del terreno, en la restitución de porciones de tierra pérdida, en la estipulación de criterios para el otorgamiento de tierras alternativas; y en los estudios que tiendan a establecer políticas públicas para la satisfacción de las necesidades de las comunidades relativas a la producción y posesión de la tierra como mecanismo idóneo para el mantenimiento de condiciones de vida digna. La regulación colombiana para las tierras de las comunidades indígenas y las comunidades afrocolombianas presenta aspectos divergentes: las primeras poseen una reglamentación destinada a la ampliación, reestructuración y saneamiento de los resguardos indígenas, y las segundas están regidas bajo un estatuto general de la propiedad colectiva y adjudicación de baldíos. En los dos sistemas, los procedimientos son complejos, tardíos, confusos, requieren de sofisticados prerrequisitos, y ante todo su estructura está basada bajo criterios de una sociedad no indígena y no tribal. Adicionalmente, el compendio normativo en materia de titulación, delimitación y demarcación de tierras de comunidades afrocolombianas antes enunciado, presenta diversas lagunas normativas que se acentúan con la carencia de actualización de dicha regulación a las condiciones actuales si se tiene en cuenta que no ha existido modificación a la misma en los últimos 19 años, y que hacen necesario aplicar analógicamente las disposiciones del Código Civil en materia de propiedad individual a efectos de dar respuesta a los supuestos de hecho no contemplados.

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Analizar las repercusiones del impedimento visual en el desarrollo del niño, tanto desde un punto de vista individual como escolar. Conocer la situación educativa actual de la integración escolar refirida a alumnos ciegos o con baja visión de las islas Baleares. Selección de seis alumnos de los atendidos por el Equipo de Apoyo, para el análisis de casos. En la parte teórica se clarifica la terminología, las funciones visuales y patologías oculares más frecuentes, los aspectos generales del desarrollo psicomotor, perceptivo-cognitivo, del lenguaje y la comunicación, y de la personalidad y socialización. Seguidamente se trata la educación del niño ciego o con baja visión, realizando una revisión histórica de la integración escolar y exponiendo las necesidades educativas de braille, orientación y movilidad, hábitos cotidianos, recursos informáticos y estimulación visual. A nivel descriptivo, se analiza el proceso histórico del Equipo de Apoyo, las características y funciones de los profesionales que lo integran, sus finalidades y objetivos, los criterios de atención, el trabajo con los padres y programas específicos con su metodología. A continuación se expone la valoración de la integración por parte de los profesores de apoyo itinerante y las características de la población atendida: número de afiliados a la ONCE, retraso académico respecto a otros niños de su edad, detección, admisión y derivación de casos, programas específicos y tipo de centro. Para finalizar, se enmarca el estudio en un contexto práctico, analizando una serie de casos. Entrevista estructurada al profesorado de apoyo para la valoración del proceso de integración escolar. Vaciado de tres tipos de documentos: 1. Los que elabora el equipo exponiendo sus características, funciones, programas específicos, etc. 2. Las memorias de los cursos escolares: 88-89, 89-90, 90-91. 3. Los expedientes de los alumnos seleccionados. Las entrevistas se registran en audio y posteriormente se transforman en texto escrito en función de las siguientes categorías: formación, impedimentos, lagunas, cambios, intervención, repercusión e importancia de los profesionales. Análisis de documentos tras clasificar la información obtenida. Para el análisis de casos se valora la información atendiendo a tres ámbitos: datos de identificación, contexto socio-familiar y contexto escolar. Es primordial realizar una intervención planificada con estímulos sensoriales en las primeras etapas de escolarización de niños ciegos o con baja visión, el refuerzo irá disminuyendo a medida que estos vayan adquiriendo muyor autonomía. Igualmente, la provisión de recursos materiales específicos será imprescindible para falicilitar el proceso. El alumno debe estar inmerso en un clima de aceptación de su ritmo de trabajo teniedo en cuenta sus necesidades en cada etapa educativa. Las adaptaciones que se llevan a cabo se refieren fundamentalmente a elementos de acceso al currículum: modificaciones del espacio, adaptaciones del material y provisión de recursos humanos; dependerán siempre de la circunstancia particular de cada centro y de su capacidad de respuesta ante la diversidad. Se detecta una falta de formación, inicial y permanente, de los profesores de aula, así como una falta de concienzación hacia la integración; ambos aspectos son fundamentales y aque la tarea de los profesionales de apoyo es de complementación, es decir, orientar y asesorar al profesorado así como apoyar al alumno en su proceso de aprendizaje. La colaboración de la familia será de vital importancia; su implicación y participación enriquecerá la evolución global del alumno. El MEC debería aumentar progresivamente su responsabilidad en el tema siempre y cuando fuera en colaboración con la ONCE ya que ésta presenta una infraestructura adecuada para la adaptación de materiales, aparte de hacerse cargo de la formación y reciclaje específico de los profesionales.