446 resultados para Educadoras


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Dissertação apresentada à Escola Superior de Educação de Lisboa para obtenção de grau de mestre em Ciências da Educação, especialidade em Supervisão em Educação

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O presente artigo pretende examinar a quantidade, qualidade e adequação dos comportamentos interactivos das educadoras em salas de creche, em actividades livres e estruturadas, investigando a sua relação com aspectos de estrutura destes contextos. Participaram neste estudo 30 responsáveis por salas de creche da Área Metropolitana do Porto (incluindo 5 auxiliares de acção educativa). Os comportamentos interactivos das educadoras foram avaliados com a Escala de Interacção Educador-Criança (Farran, & Collins 1995). Os resultados obtidos sugerem que as educadoras exibem maior quantidade de comportamentos interactivos no decurso de actividades estruturadas (r = .65) e que a adequação destes comportamentos é superior quando estes profissionais têm bacharelato ou licenciatura (rь=.57), quando auferem salários superiores (r = .42) e quando despendem menos horas de trabalho directo com as crianças (r = -.37). A qualidade dos comportamentos interactivos está relacionada com o salário auferido (r = .43). As implicações práticas dos resultados obtidos são discutidas com o objectivo de analisar formas possíveis de alcançar níveis de excelência em contextos de educação de infância.

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OBJETIVO: Verificar a prevalência de alteração vocal auto-referida em educadoras de creche e fatores associados. MÉTODOS: Estudo observacional transversal, realizado em 2001, em oito creches da cidade de São Paulo, nas quais estavam sendo desenvolvidas ações do Programa Creche. Esse Programa faz parte de um laboratório de investigação fonoaudiológica em promoção da saúde. A coleta de dados foi feita por meio de questionário, com 93 educadoras, sobre características sociodemográficas, aspectos da organização e do ambiente físico do trabalho, comportamento vocal, histórico de doenças, estilo de vida e percepção acerca de alterações vocais. Foi realizada análise perceptivo-auditiva da voz das participantes. Para análise estatística foram utilizadas proporções, medidas de tendência central, teste do qui-quadrado, com correção de Yates e análise de regressão logística múltipla. RESULTADOS: Registrou-se 80% das educadoras referindo presença de alteração vocal, sendo que 26% delas procuraram algum tratamento. Grande parte (39%) referiu que o problema está presente há quatro anos ou mais, intermitente (82%) e de grau leve ou moderado (74%). Acreditam que o uso da voz seja a principal causa da alteração vocal (82%) e a rouquidão, o principal sintoma vocal (54%). Alteração vocal auto-referida foi estatisticamente associada à presença de alteração vocal constatada por avaliação e com o fato de já terem tido alguma orientação sobre uso da voz. CONCLUSÕES: A adequada percepção das educadoras para seus problemas de voz pode vir a se tornar uma ferramenta importante em futuros trabalhos com esta população, com vistas a diminuir a alta prevalência de alteração vocal encontrada.

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Dissertação apresentada à Escola Superior de Educação de Lisboa para obtenção do grau de Mestre em Ciências da Educação - Especialidade Educação Especial: Problemas de Cognição e Multideficiência

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OBJETIVO: Avaliar a associação entre níveis de ruído presentes em centros de educação infantil e alterações vocais em educadoras. MÉTODOS: Estudo transversal com 28 educadoras de três instituições de educação infantil de São Paulo, SP, em 2009. Os níveis de pressão sonora foram mensurados segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas, com uso de medidor de nível de pressão sonora. As médias foram classificadas de acordo com os níveis de conforto, desconforto e dano auditivo propostos pela Organização Panamericana de Saúde. As educadoras tiveram a voz avaliada com: autoavaliação com escala analógica visual, avaliação perceptivo-auditiva com escala GRBAS e análise acústica com o programa Praat. Estatística descritiva e teste do qui-quadrado, com 10% de significância devido ao tamanho da amostra, foram usados para análise da associação entre ruído e avaliação vocal. RESULTADOS: As educadoras possuíam idades entre 21 e 56 anos. A média de ruído foi 72,7 dB, considerado dano 2. A autoavaliação vocal das profissionais apresentou média de 5,1 na escala, considerada alteração moderada. Na avaliação perceptivo-auditiva, 74% apresentaram alteração vocal, principalmente rouquidão; destas, 52% foram consideradas alterações leves. A maior parte apresentou frequência fundamental abaixo do esperado na avaliação acústica. Médias de jitter, shimmer e proporção harmônico-ruído estavam alteradas. Presença de ruído entre os harmônicos associou-se a alteração vocal. CONCLUSÕES: Há associação entre presença de ruído entre harmônicos e alteração vocal, com elevados níveis de ruído. Apesar de a maioria das educadoras ter apresentado voz alterada em grau leve, a autoavaliação mostrou alteração moderada, provavelmente pela dificuldade de projeção.

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Relatório da Prática Profissional Supervisionada Mestrado em Educação Pré-Escolar

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Dissertação apresentada na Escola Superior de Educação de Lisboa para obtenção do grau de Mestre em Ciências da Educação - Especialidade Intervenção Precoce

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Dissertação apresentada na Escola Superior de Educação de Lisboa para obtenção do grau de Mestre em Ciências da Educação - Especialidade Intervenção Precoce

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Tese de Doutoramento em Estudos da Criança (Especialidade de Metodologia e Supervisão em Educação de Infância)

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Tesis (Maestría en Salud Pública con Especialidad en Odontología Social) U.A.N.L.

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a) Comprobar cual es la oferta de ocio activo que se dá desde los entes municipales para las edades escolares (de 0 a 18 años); b) Saber en que espacios de la ciudad se realizan estas actividades y c) Determinar la temporalidad de la realización de estas actividades. De entre las ciudades españolas pertenecientes a la Asociación Internacional de Ciudades Educadoras, se escogieron aquellas que recogían experiencias que iban dirigidas a las edades de 0 y 18 años, pretendiendo abarcar toda la infancia y adolescencia, escogiendo aquellas que contemplaban la práctica de actividad física. Los datos recogidos se obtienen de diferentes fuentes siendo la principal la base de datos de la Red Española de Ciudades Educadoras. La conclusión general que puede extraerse de este estudio es que los espacios urbanos son el principal elemento de educación de la ciudadanía en hábitos de promoción de salud y fomento de las prácticas de actividad física. La educación en estos hábitos, dirigidas a las edades de 0 a 18 años, sobrepasa los límites de la escuela. La oferta se dirige a todas las edades incidiendo particularmente en las edades de la Educación Secundaria, a partir de los 13 años. Los centros educativos acogen parte de las experiencias, sin embargo, es de notar la ausencia de la actividad a lo largo del periodo vacacional. La organización de la vida académica y la gestión de los centros dificulta la posibilidad de un uso no escolar de los mismos. Por otro lado, la población de 0 a 6 años recibe una escasa atención, recayendo el cuidado de estos niños/as sobre las familias dejando con ello de educar a una parte importante de la ciudadanía en el valor del ocio constructivo. Por último destacar la actual tendencia a considerar a la ciudad como agente educativo.

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Resumen basado en el de la publicación

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Se presentan las conclusiones relativas al tercer encuentro de la red estatal de ciudades educadoras celebrado entre el 11 y el 14 de noviembre de 1998 en la ciudad de Palma de Mallorca, y que se centró en la vinculación entre ciudad y educación. El encuentro constaba de dos áreas temáticas claramente definidas: la educación vial y preventiva, y la educación del consumidor. Se presentan diez conclusiones correspondientes a cada área así como ocho conclusiones generales relativas al papel de la administración local en el desarrollo educativo de la ciudadanía.