989 resultados para B ... n C ... f.
Resumo:
Um inquérito de base populacional foi conduzido na população urbana de todas as capitais e do Distrito Federal no Brasil para fornecer informações sobre a prevalência de hepatites virais e fatores de risco, entre 2005 e 2009. Este artigo descreve o delineamento e a metodologia do estudo que envolveu a população com idade entre 5 e 19 anos para hepatite A e 10 a 69 anos para hepatite B e C. As entrevistas e amostras de sangue foram obtidas através de visitas domiciliares e a amostra selecionada a partir de uma amostragem estratificada em múltiplos estágios (por conglomerado) com igual probabilidade para cada domÃnio de estudo (região e faixa etária). Nacionalmente, 19.280 residências e ~31.000 indivÃduos foram selecionados. O tamanho da amostra foi suficiente para detectar uma prevalência em torno de 0,1% e para avaliar os fatores de risco por região. A metodologia apresentou-se viável para distinguir entre diferentes padrões epidemiológicos da hepatite A, B e C. Estes dados serão de valia para a avaliação das polÃticas de vacinação e para o desenho de estratégias de controle.
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The structure constants of quantum Lie algebras depend on a quantum deformation parameter q and they reduce to the classical structure constants of a Lie algebra at q = 1. We explain the relationship between the structure constants of quantum Lie algebras and quantum Clebsch-Gordan coefficients for adjoint x adjoint --> adjoint We present a practical method for the determination of these quantum Clebsch-Gordan coefficients and are thus able to give explicit expressions for the structure constants of the quantum Lie algebras associated to the classical Lie algebras B-l, C-l and D-l. In the quantum case the structure constants of the Cartan subalgebra are non-zero and we observe that they are determined in terms of the simple quantum roots. We introduce an invariant Killing form on the quantum Lie algebras and find that it takes values which are simple q-deformations of the classical ones.
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A southern Australian Phorbas sp. has yielded the novel diterpenes phorbasin B (2) and phorbasin C (3). Phorbasins B and C possess a hitherto unknown carbon skeleton, and their structures were assigned on the basis of detailed spectroscopic analyses.
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OBJETIVO: En Venezuela las trabajadoras sexuales reciben un control sanitario para la sÃfilis y el virus de inmunodeficiencia humana (VIH). Sin embargo, otras importantes infecciones de transmisión sexual no son evaluadas. AsÃ, se realizó este estudio con el objetivo de determinar el nivel socio-cultural de un grupo de trabajadores sexuales y su relación con la sero-presencia de marcadores de Hepatitis C y Hepatitis B, en adición a la evaluación de rutina. MÉTODOS: Se evaluaron 212 trabajadoras sexuales, que acudieron al control sanitario en el servicio de infecciones de transmisión sexual, de la ciudad de Los Teques, Venezuela. Fueron entrevistadas en cuanto a edad, nivel educativo, uso de anticonceptivos y del condón. Se les tomó una muestra de sangre para determinar sÃfilis, antÃgeno de superficie de hepatitis B (HBsAg) y la presencia de anticuerpos contra el core de hepatitis B (anti-HBc), virus de hepatitis C (anti-HC) y VIH. Los datos fueron evaluados estadÃsticamente por Chi-cuadrado y correlación de Pearson. RESULTADOS: La prevalencia fue de 2,4% para sÃfilis, 0,5% para anti-HC, 3,8% para HBsAg y 13,8% para anti-HBc. Un aumento en la prevalencia de marcadores de hepatitis B se correlacionó con un bajo nivel educativo (p<0,05) e incremento en la edad (p<0,05). No se encontró ningún caso positivo de VIH. La encuesta reveló que el 38,5% de las trabajadoras sexuales nunca utilizan el condón y un 25,6% de ellas no utiliza ningún tipo de método anticonceptivo. CONCLUSIONES: Es necesario implementar planes de inmunización de hepatitis B en este grupo de mujeres, asà como campañas de educación sobre la importancia del uso del condón para disminuir la probabilidad de contraer infecciones de transmisión sexual.
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OBJETIVO: Estimar a prevalência das infecções pelo HIV, vÃrus das hepatites B e C, e da sÃfilis em moradores de rua. MÉTODOS: Estudo transversal com intervenção educativa, realizado no municÃpio de São Paulo, de 2002 a 2003. Selecionou-se amostra de conveniência de moradores de rua que utilizavam albergues noturnos, segundo os critérios: >18 anos e não apresentar distúrbios psiquiátricos. Em entrevistas, foram coletados dados sociodemográficos e de comportamento, e realizados exames laboratoriais para HIV, hepatite B e C e sÃfilis, e aconselhamento pós-teste. RESULTADOS: Participaram 330 usuários dos albergues, com 40,2 anos (média), 80,9% homens, nas ruas, em média, há um ano. Observaram-se prevalências de 1,8% de HIV, 8,5% de vÃrus de hepatite C, 30,6% de infecção pregressa por hepatite B, 3,3% de infecção aguda ou crônica pelo vÃrus hepatite B e 5,7% de sÃfilis. Uso consistente de preservativo foi referido por 21,3% e uso de droga injetável, por 3% dos entrevistados. A positividade para HIV foi de 10% e 50% para vÃrus da hepatite C entre usuários de drogas injetáveis, versus 1,5% para HIV e 7,3% para hepatite C nos demais, evidenciando associação entre esse vÃrus e uso de droga injetável. Prisão anterior foi referida por 7,9% das mulheres e 26,6% dos homens, com prevalência de 2,6% para HIV e 17,1% para vÃrus da hepatite C. CONCLUSÕES: As elevadas prevalências de HIV e vÃrus de hepatite B e C requerem programas de prevenção baseados na vacinação contra hepatite B, diagnóstico precoce dessas infecções e inserção dos moradores de rua em serviços de saúde.
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OBJETIVO: Descrever o perfil de usuários de drogas injetáveis vivendo com HIV/Aids e estimar a prevalência de hepatites B e C nesse grupo. MÉTODOS: Estudo transversal realizado com 205 pessoas vivendo com HIV/Aids, usuários de drogas injetáveis em acompanhamento em três unidades de atendimento da rede pública do MunicÃpio de São Paulo, em 2003. Foi selecionada amostra não-probabilÃstica, obtida de forma consecutiva e voluntária, nos dias em que compareciam para consulta nas unidades de atendimento. Por meio de entrevistas, foram levantados dados pessoais e informações sobre comportamento sexual, uso de drogas e conhecimento de hepatites. Foram realizados testes para detecção da infecção pelos vÃrus das hepatites B e C. RESULTADOS: Dos entrevistados, 81% eram homens e 19% mulheres, com idade média de 39 anos (dp=6,1) e seis anos de educação formal (dp=2,0). Não havia diferença em relação ao estado marital entre os sexos, 48% eram solteiros, 42% casados e 8% divorciados. A idade média do primeiro uso de tabaco, álcool e drogas ilÃcitas foi 13, 15 e 18 anos, respectivamente. Prevalências de hepatites B e C foram, respectivamente, de 55% (IC 95%: 49;63) e 83% (IC 95%: 78;88). Antes de usar droga injetável pela primeira vez, 80% dos respondentes não tinham ouvido falar de hepatites B e C. CONCLUSÕES: A alta prevalência de hepatites B e C e o baixo nÃvel de conhecimento sobre a doença justificam a inclusão de esclarecimentos sobre as infecções hepáticas e de vacinação contra hepatite B nas estratégias de redução de danos pelo HIV.
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Mestrado em Controlo e Gestão dos Negócios
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The objective of this study was to evaluate the prevalence of hepatitis B and C viruses in a group of HIV infected patients, followed at a single institution since 1996. 1,693 HIV positive patients (1,162 male, 531 female) were tested for HBV infection. Virological markers for HBV included HBsAg and total anti-HBc by ELISA. 1,457 patients (1,009 male, 448 female) were tested for HCV infection. Detection of HCV antibodies was carried out by ELISA. A sample of HCV antibody positive patients was tested for HCV by PCR to confirm infection. Of 1,693 patients tested for HBV, 654 (38.6%) and 96 (5.7%) were anti-HBc and HBsAg positive, respectively. Of 1,457 patients tested for HCV, 258 (17.7%) were anti-HCV positive. 82 of these patients were also tested by PCR and 81 were positive (98%). Of 1,411 patients tested for HBV and HCV 26 (1.8%) were positive for both viruses.
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PURPOSE: To evaluate the frequency and the consequences of the co-infection of hepatitis B and C viruses in patients with hepatosplenic schistosomiasis (HSS). METHODS: B and C serologic markers, exposure to risk factors, biochemical assays, upper gastrointestinal endoscopies, and abdominal ultrasonograms were evaluated in 101 patients with HSS from 1994 to 1997. Whenever possible, PCR was tested and histopathological studies were reviewed. RESULTS: At least one HBV virus marker was found in 15.8%, and anti-HCV was detected in 12.9% of the subjects. The seropositive subjects tended to be older than the seronegative ones. A history of blood transfusion was significantly related to the presence of anti-HCV. Three (18.75%) out of 16 subjects exposed to B virus were HBsAg positive. Eleven (84.6%) out of thirteen patients who were anti-HCV positive demonstrated viral activity. Patients with ongoing viral infection presented a higher average level of liver aminotransferases, a higher frequency of cell decompensation and a higher rate of chronic hepatitis. Portal hypertension parameters were not influenced by viral exposure. CONCLUSIONS: The rate of hepatitis B and C viruses serologic markers observed in the patients with HSS was higher than the control group. The co-infection was responsible for a higher frequency of cell decompensation.
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Comparative morphometric and morphological studies of eggs under scanning electron microscope (SEM) were undertaken in the three strains of two karyotypic forms of Anopheles aconitus, i.e., Form B (Chiang Mai and Phet Buri strains) and Form C (Chiang Mai and Mae Hong Son strains). Morphometric examination revealed the intraspecific variation with respect to the float width [36.77 ± 2.30 µm (Form C: Chiang Mai strain) = 38.49 ± 2.78 µm (Form B: Chiang Mai strain) = 39.06 ± 2.37 µm (Form B: Phet Buri strain) > 32.40 ± 3.52 µm (Form C: Mae Hong Son strain)] and number of posterior tubercles on deck [2.40 ± 0.52 (Form B: Phet Buri strain) = 2.70 ± 0.82 (Form B: Chiang Mai strain) < 3.10 ± 0.32 (Form C: Chiang Mai strain) = 3.20 ± 0.42 (Form C: Mae Hong Son strain)], whereas the surface topography of eggs among the three strains of two karyotypic forms were morphologically similar.
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Both hepatitis B and hepatitis C viruses (HBV and HCV) infection are common in HIV-infected individuals as a result of shared risk factors for acquisition. A serological study for HBV and HCV was performed in 251 HIV-positive individuals from MedellÃn, Colombia. A qualitative RT-PCR for HCV was done in 90 patients with CD4+ T-cell count < 150 per mm³. Serological markers for HBV infection were present in 97 (38.6%) patients. Thirty six of them (37.1%) had isolated anti-HBc. A multivariate analysis indicated that the following risk factors were significantly associated with the presence of these markers: age (OR = 1.05, 95% CI: 1.01-1.08), pediculosis pubis (OR = 1.83, 95% CI: 1.01-3.33), men who have sex with men and women (OR = 3.23, 95% CI: 1.46-7.13) and men who have sex only with men (OR = 3.73, 95% CI: 1.58-8.78). The same analysis restricted to women showed syphilis as the only significant risk factor. Thus, HBV infection was considerably associated with high risk sexual behavior. HCV was present in only two (0.8%) of HIV patients. Both of them were positive by RT-PCR and anti-HCV. This low frequency of HIV/HCV coinfection was probably due to the uncommon intravenous drug abuse in this population. The frequent finding of isolated anti-HBc warrants molecular approaches to rule out the presence of cryptic HBV infection.
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Hepatitis B virus (HBV) and hepatitis C virus (HCV) infections account for a substantial proportion of liver diseases worldwide. The aim of this study was to determine the prevalence of HBV and HCV serological markers among children and adolescents and verify the epidemiology of the HBV infection over than a decade of the introduction of vaccination program. Serologic markers to HBsAg, total anti-HBc and anti-HCV had been tested in 393 samples. The seropositivity for HBsAg was 0.76% and for total anti-HBc was 1.02%. Copositivity between HBsAg and total anti-HBc was verified in 0.76% of the analyzed samples. There was no seropositivity for anti-HCV marker. The seroprevalence of HBV infection markers among children and adolescents in the southern Brazilian region is high compared to that reported in other countries. Preventive measures, such as educational activities in addition to the universal childhood HBV vaccination, should be initiated in order to reduce the morbimortality and the economic burden associated with the disease.
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Os vÃrus da hepatite B (VHB) e da hepatite C (VHC) constituem a causa mais frequente de doença hepática crónica. A partilha de vias de transmissão contribui para o risco de coinfecção VHB-VHC. Nos doentes co-infectados com o VHB e VHC verifica-se uma progressão mais rápida para a cirrose hepática e existe um risco aumentado para o carcinoma hepatocelular. A terapêutica da co-infecção VHB/VHC é empÃrica, consistindo na indicada para a infecção exclusiva pelo VHC, o qual, na maioria dos casos, é o vÃrus dominante. A utilização do tratamento padrão para a hepatite C, nomeadamente interferão alfa peguilado e ribavirina, não mostra diferenças significativas na resposta virológica sustentada ao VHC comparativamente com a dos monoinfectados pelo VHC. É incerto o benefÃcio da associação de análogos dos nucleós(t)idos. A acção terapêutica pode modificar a interacção entre os dois vÃrus e, designadamente, exacerbar a doença por reactivação do VHB. Os autores apresentam o caso clÃnico de uma doente com co-infecção VHB-VHC, sem reconhecimento de vÃrus dominante, em que a resposta à terapêutica instituÃda superou a expectativa da evidência cientÃfica disponÃvel.