3 resultados para Illinois. General Assembly.
em Scielo Saúde Pública - SP
Resumo:
Abstract In 1975, Brazil voted in favor of the United Nations General Assembly resolution 3379 (XXX), equating Zionism with a form of racism. Focusing on the decision-making process of president Ernesto Geisel's (1974-1979) foreign policy, "responsible pragmatism", this article discusses how the ultimate decision to vote in favor of resolution was taken taking into account mainly US-Brazil relationship.
Resumo:
Liberal-Institutionalism and Structural Realism expectations about international organizations are confronted by looking at if and how US-controlled international aid is granted, and particularly if it is related or not to political affinity and to United Nations Security Council (UNSC) non-permanent membership. A preliminary assessment suggests that these relations only hold for the period of the Cold War, and, even then, only when UNSC non-permanent membership is in years in which the Security Council was deemed very important.
Resumo:
O objetivo do artigo foi identificar a magnitude e a situação de alguns direitos humanos, conforme expressos na United Nations General Assembly Special Session on HIV/AIDS, de crianças e adolescentes portadores de HIV/Aids, afetados não-órfãos e órfãos por Aids, com base em pesquisa sobre o tema na literatura científica nacional e internacional. Os principais achados não permitiram indicar com segurança quantos seriam as crianças e os adolescentes portadores do HIV e afetados não-órfãos. Há informações sobre o número de portadores de Aids e de órfãos. Estas estimativas, sejam elas oriundas do sistema de vigilância, modelos matemáticos ou inquéritos, são discutidas em suas limitações e possibilidades. Apesar da literatura ainda ser relativamente pequena, há indícios de comprometimento de vários direitos como saúde, educação, moradia, alimentação, não discriminação, integridade física e mental. Verificou-se que o Brasil ainda precisa avançar para responder às necessidades adicionais dos órfãos e outras crianças vulneráveis. A resposta brasileira, até o momento, é limitada à assistência médica para crianças e adolescentes portadores do HIV/Aids, ao combate à transmissão vertical do HIV e ao financiamento da instalação e manutenção de casas de apoio (abrigos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente) para infectados afetados, órfãos ou não. Essas medidas são insuficientes para garantir um ambiente de apoio para órfãos, crianças e adolescentes infectados ou afetados pelo HIV/Aids. Propõem-se formas do Brasil criar e aprimorar bases de dados para responder a esses desafios.