7 resultados para Processo Social

em Sistema UNA-SUS


Relevância:

60.00% 60.00%

Publicador:

Resumo:

Abordar a questão família como centro da Atenção Primária à Saúde é uma situação prioritária, especialmente se a colocamos na estratégia de reorganização do sistema de saúde. É necessário, também, conhecer as configurações dessa família, seus arranjos, seus contextos, seu processo social de trabalho e vivência, sua cultura de características bem peculiares, nesse nosso tempo de diversidade e de transição demográfica e epidemiológica. Enfim, compreender a família como unidade de produção social. Este módulo inicia com a abordagem das políticas públicas na área, seguindo-se a história, configurações, conceito, funções e os estágios no ciclo de vida da família.

Relevância:

60.00% 60.00%

Publicador:

Resumo:

Este objeto inicia reforçando a ideia de que saúde e educação são fundamentais à vida humana, sobretudo indissociáveis no cotidiano. A educação em saúde abordada é entendida como processo social com grande potencial de transformação da realidade. Comenta sobre os diversos modelos de educação em saúde e questiona vários de seus aspectos. Identifica que “educação” deveria ser de fato “educações”, pois não existe apenas um jeito de educar em saúde. Termina mostrando ainda os três modelos que têm embasado a prática educativa no contexto da saúde. A educação para a saúde, onde o profissional de saúde assume é de detentor do conhecimento, a educação em saúde, onde o processo saúde-doença é reconhecido como processo determinado socialmente, e a educação popular e saúde, onde o protagonismo da população como sujeitos autônomos para decidir sobre sua saúde e seu corpo é determinante para que todos assumam a condição de aprendizes. Unidade 1 do módulo 17 que compõe o Curso de Especialização em Saúde da Família.

Relevância:

60.00% 60.00%

Publicador:

Resumo:

A produção do módulo realiza-se de forma compartilhada entre quatro instituições − a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade Federal do Triângulo Mineiro, a Universidade Federal do Mato Grosso do Sul e a Fundação Osvaldo Cruz – FIOCRUZ Cerrado Pantanal. Os autores, ligados diretamente às instituições de educação superior ou ao serviço de saúde, trazem suas experiências profissionais e docentes de modo a fazer desse caderno de estudo uma segura orientação para a prática das equipes de Saúde da Família. Abordar a questão família, como centro da Atenção Primária à Saúde, é uma situação prioritária, especialmente se a colocamos na estratégia de reorganização do sistema de saúde nacional. Assim, neste módulo, vamos utilizar o conceito de família, oficialmente proposto pelo Sistema de Informação da Atenção Básica (SIAB). A partir dessa definição, é necessário também conhecer as configurações dessa família − seus arranjos, seus contextos, seu processo social de trabalho e vivência, sua cultura, que toma características bem peculiares nesse nosso tempo de diversidade e transição demográfica e epidemiológica. Enfim, compreender a família como unidade de produção social. Este módulo começa com as políticas públicas, seguindo-se a abordagem da história, configurações, conceito e funções da família. Atendendo à expectativa mais direta dos leitores − profissionais de saúde ligados a programas de Saúde da Família −, são apresentadas as ferramentas de abordagem familiar − genograma, ecomapa, estágios no ciclo de vida, F.I.R.O, P.R.A.C.T.I.C.E. e A.P.G.A.R. familiar. Aqui, uma novidade: junto com o lançamento deste caderno de estudos é também publicitado o Programa Álbum de Família, que permite, em português e em linguagem digital, a construção de genogramas, em software livre. Este módulo aborda, ainda, três aspectos ligados à atuação com as famílias: as etapas de intervenção no trabalho com famílias, a família e seus contextos de vulnerabilidade e a doença crônica e a família. Para tanto, pretende-se que, ao final deste módulo, você seja capaz de: Compreender a família como um grupo social e as políticas públicas a ela dirigidas; Compreender os diferentes padrões e dinâmicas familiares na sociedade; Analisar as principais ferramentas de abordagem familiar; Discutir a intervenção no trabalho das equipes com as famílias.

Relevância:

60.00% 60.00%

Publicador:

Resumo:

Este material compõe a disciplina optativa "A família como foco da atenção básica à saúde" do Curso de Especialização Estratégia Saúde da Família (2014). Esta disciplina visa abordar a questão família como centro da Atenção Primária à Saúde como uma uma situação prioritária, especialmente se a colocamos na estratégia de reorganização do sistema de saúde. É necessário, também, conhecer as configurações dessa família, seus arranjos, seus contextos, seu processo social de trabalho e vivência, sua cultura de características bem peculiares, nesse nosso tempo de diversidade e de transição demográfica e epidemiológica. Enfim, compreender a família como unidade de produção social. Este módulo está dividido em 5 seções: A família como foco das políticas públicas; 2- A família como organização social; 3 - Estágios do ciclo de vida; 4- Ferramentas de abordagem familiar; 5- Para se trabalhar com famílias

Relevância:

40.00% 40.00%

Publicador:

Resumo:

O objeto Organização Social fala sobre o como se organiza a sociedade e sua relação no processo saúde-doença. Destacando que nossa sociedade é organizada sob a lógica capitalista e sua face moderna chamada de Neoliberalismo. Aborda também a interferência da organização social política e econômica no SUS e na ESF. Unidade 2 do módulo 2 que compõe o Curso de Especialização em Saúde da Família.

Relevância:

40.00% 40.00%

Publicador:

Resumo:

Tópico 1 – Organização Social O tópico analisa a relação entre o que somos e o modo de organização dos poderes hegemônicos mundiais nas diferentes épocas, mostrando a vinculação entre a organização da produção de bens e da economia aos processos de geração de doenças, a dependência em relação aos países hegemônicos e as características próprias de nossa sociedade, oriundas dos arranjos históricos e culturais específicos. Apresenta, também, a visão marxista da organização econômica, analisando ser o Brasil um país capitalista, no qual se procura hoje implantar um conceito de saúde ligado a políticas públicas, o que depende dos limites estruturais do Estado, uma vez que o poder do capitalismo garante cargos de comando nos três poderes e demais instituições sociais que garantam a reprodução do capital, independentemente do bem estar das classes trabalhadoras e dos excluídos. Tópico 2 - Um pouco da história social brasileira Neste tópico, se apresenta, inicialmente, as diferentes formas de conceber História: como uma sucessão de fatos narrados de um único ponto de vista, ou como uma construção permanente de possibilidades de mudanças. A partir dessa segunda perspectiva, é feita uma análise do processo histórico brasileiro, desde a intencionalidade de sua descoberta, até a tentativa de negação de lutas mais recentes, mostrando que a compreensão desse processo histórico ajuda a entender, no atual contexto de democratização, a opção pelo modelo de atenção proposto pelo SUS, concebendo a saúde como um direito social, sendo necessário que o profissional em Estratégia de Saúde da Família (ESF) entenda esse modelo de intervenção e a postura ideológica que lhe é implícita, de modo a engajar-se no trabalho por meio de um vínculo com a população, com o processo histórico de mudanças e com a defesa do SUS. Unidade 2 do módulo 2 que compõe o Curso de Especialização Multiprofissional em Saúde da Família.

Relevância:

40.00% 40.00%

Publicador:

Resumo:

Esta cartilha faz parte dos materiais didáticos dos cursos de especialização para trabalhadores vinculados à Atenção Básica ofertados pela UFPE. Entende-se que uma prática em saúde preventiva e assistencial de qualidade baseia-se na compreensão das características e necessidades da população atendida. Para tanto, é preciso conhecer a história social da localidade, a cultura, os hábitos, as crenças e os marcadores de condição de vida, pois tal conhecimento permite uma atuação direcionada e integrada. Com apoio dessa cartilha, faremos uma revisão dos modelos conceituais de saúde, veremos a evolução do conceito da determinação social do processo saúde e doença e, por fim, trataremos da promoção da saúde e sua importância para melhoria da qualidade de vida e saúde da comunidade.