211 resultados para psicogênese da escrita
em Repositório Institucional UNESP - Universidade Estadual Paulista "Julio de Mesquita Filho"
Resumo:
O artigo analisa o problema da exclusão da didática silábica na alfabetização por força de aplicações equivocadas da psicogênese da língua escrita de Emília Ferreiro, e mostra que a análise da palavra em sílabas e a síntese das sílabas em novas palavras é critério básico para o entendimento de que a palavra escrita representa a palavra falada, e que a silabação, contextualizada por um tema gerador, integra seu caráter mecanicista no processo e torna-se significativa.
Resumo:
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Resumo:
Pós-graduação em Educação - FFC
Resumo:
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
Resumo:
Com o objetivo de compreender a trajetória intelectual de Afonso Taunay pretende-se analisar os intercâmbios estabelecidos entre este historiador e parte de sua rede de sociabilidade reunida em torno da escrita da História de São Paulo no período de 1911 a 1929. Acredita-se que o Museu Paulista assumiu o papel de possibilidade para a escrita da História realizada pelo autor, facilitando a aquisição de obras e documentos, bem como fortalecendo conexões importantes para a concretização de suas obras. A correspondência apresenta-se como principal fonte deste estudo.
Resumo:
TEMA: a produção científica nacional sobre a linguagem escrita no âmbito da Fonoaudiologia. OBJETIVO: analisar parte da produção fonoaudiológica brasileira acerca da linguagem escrita, entre os anos de 1980 a 2004, levando em conta o período da publicação; a distribuição de freqüência por período; os tipos de publicações; as sub-temáticas abordadas e a autoria. MÉTODO: a pesquisa de caráter documental configurou a opção metodológica selecionada para a realização desse estudo. Foram analisados livros, capítulos de livros e artigos publicados em sete periódicos nacionais de Fonoaudiologia (1980 a 2004). RESULTADOS: as produções científicas em torno da linguagem escrita, no período considerado, perfazem um total de 236 publicações. Desse total, 3,39% foram publicadas na década de 1980; 44,1% na década de 1990; e 52,5% durante o período de 2000-2004. Quanto ao tipo das publicações, 18,5% foram publicadas em forma de livro, 39% de capítulo de livro e 42,5% de artigo em periódico. Quanto à autoria das publicações, 42 autores (76,36%), são vinculados a instituições de ensino superior, como docentes ou discentes, com maior concentração no Estado de São Paulo e menor no Rio de Janeiro. As produções analisadas versaram sobre cinco sub-temáticas: distúrbios de linguagem escrita (52%); processo de apropriação da linguagem escrita (23,5%); surdez e linguagem escrita (8,90%); alterações neurológicas e linguagem escrita (8,22%) e escola e linguagem escrita (7,53%). CONCLUSÃO: a pesquisa permitiu recuperar parte da memória acerca da construção de um campo de atuação e de conhecimento da área fonoaudiológica: a linguagem escrita. O ascendente crescimento de publicações em torno dessa temática aponta para o implemento de pesquisas nesse campo da Fonoaudiologia e, portanto, a pertinência de estudos que objetivem analisar os rumos da produção científica relativa ao mesmo.
Resumo:
OBJETIVO: Verificar os desempenhos perceptual-auditivo e ortográfico de escolares no que se refere à identificação de contrastes entre as fricativas do Português Brasileiro, e investigar em que medida esses dois tipos de desempenhos se relacionam. MÉTODOS: Foram analisados dados de desempenho perceptual-auditivo e de desempenho ortográfico extraídos de 20 crianças das duas primeiras séries do ensino fundamental de uma escola pública do município de Mallet (PR). A coleta de dados de percepção auditiva foi feita com base no Instrumento de Avaliação da Percepção de Fala (PERCEFAL), com o uso do software Perceval. Já a coleta de dados de ortografia foi feita por meio de um ditado das mesmas palavras que compõem o instrumento PERCEFAL. RESULTADOS: Foram observadas: maior acurácia perceptual-auditiva do que ortográfica; tendência de menor tempo de resposta e de menor variabilidade nos acertos perceptuais-auditivos do que nos erros; não correspondência de erros de percepção-auditiva e ortografia, já que, na percepção, o maior percentual de erros envolveu o ponto de articulação das fricativas, enquanto que, na ortografia, o maior percentual envolveu o vozeamento. CONCLUSÃO: Embora se mostrem relacionados, os desempenhos perceptual-auditivo e ortográfico não apresentam correspondência termo a termo. Portanto, na prática clínica, a atenção deve-se voltar não apenas para os aspectos que aproximam esses dois desempenhos, mas, também, para os aspectos que os diferenciam.
Resumo:
OBJETIVO: caracterizar o desempenho de escolares da 1ª série na bateria de identificação de erros de reversão e inversão na escrita. MÉTODOS: participaram deste estudo 30 escolares de 1ª série de ensino público do município da cidade de Marília-SP, de ambos os gêneros, na faixa etária de 7 anos a 7 anos e 11 meses de idade. Como procedimento foi realizada a adaptação brasileira da bateria de identificação dos erros de reversão e inversão na escrita. Esta bateria é composta por 3 testes: teste de desempenho contínuo, teste de memória de curto prazo e teste de controle de escrita. Cada teste é composto por subtestes que visam identificar a capacidade dos escolares em identificar as inversões e reversões de letras e números isolados e letras e números em sequências. RESULTADOS: os resultados revelaram que os escolares da 1ª série apresentaram desempenho superior para identificação de reversão e inversão de letras dentro de palavras do que isoladamente, identificação da reversão para letras e números com desempenho superior se comparado a inversão de letras na palavra. Além disso, os escolares deste estudo apresentaram menor tempo para identificação de reversão e inversão de letras e números isolados do que em sequência. CONCLUSÃO: a Bateria adaptada para este estudo permitiu conhecer o perfil dos escolares de 1ª série quanto a identificação dos erros de inversão e reversão, entretanto, é necessário novas aplicações para verificar a ocorrência de identificação destes erros em populações de diferentes fase de alfabetização.
Resumo:
OBJETIVOS: (1) verificar se as omissões ortográficas ocorriam preferencialmente na sílaba completa ou em partes da sílaba; (2) caracterizar a distribuição das omissões de acordo com a posição silábica do elemento omitido; (3) em ambas as possibilidades, verificar se as omissões ocorriam preferencialmente em posições acentuadas ou não-acentuadas de palavras. MÉTODOS: dados extraídos de textos produzidos por pré-escolares de 5-6 anos. RESULTADOS: quanto ao primeiro objetivo, omissões de partes de sílabas foram significativamente mais freqüentes (p < 0,0001). Quanto ao segundo objetivo, as omissões em coda silábica foram estatisticamente mais significativas (p < 0,0000). Com relação ao terceiro objetivo, as posições acentuadas se mostraram como relevantes apenas para as omissões de partes de sílaba (p < 0,0000). CONCLUSÃO: as omissões na escrita infantil têm caráter altamente complexo, fato que deve ser levado em consideração nos instrumentos de avaliação da escrita infantil.
Resumo:
OBJETIVOS: caracterizar e comparar o desempenho de escolares com e sem dificuldades de aprendizagem no ensino particular em habilidades fonológicas, nomeação rápida, leitura e escrita. MÉTODOS: participaram desse estudo 60 escolares de 2ª a 4ª séries de escola de ensino particular, distribuídos em 6 grupos, sendo cada grupo composto por 10 escolares, sendo 3 grupos de escolares com dificuldades de aprendizagem e 3 grupos de escolares sem dificuldades de aprendizagem. Como procedimentos, foram realizadas a prova de nomeação automática rápida, a de consciência fonológica e a prova de leitura oral e escrita sob ditado. RESULTADOS: os resultados desse estudo evidenciaram desempenho superior dos escolares sem dificuldades de aprendizagem em relação àqueles com dificuldades. Os escolares com dificuldades de aprendizagem apresentaram maior relação velocidade/tempo em tarefas de nomeação e, conseqüentemente, desempenho inferior em tarefas de consciência fonológica e leitura e escrita de palavras isoladas quando comparados aos sem dificuldades de aprendizagem. CONCLUSÃO: os escolares com dificuldades de aprendizagem apresentaram comprometimento na relação entre as capacidades de nomeação e automatização dos estímulos apresentados com a capacidade de acesso lexical, discriminação visual, freqüência de uso dos estímulos e competição para a apresentação do menor tempo possível na nomeação dos códigos necessários para o estabelecimento do mecanismo de conversão fonema-grafema, exigido para a realização da leitura e escrita em um sistema alfabético como o português.
Resumo:
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
Resumo:
Neste artigo tratamos das análises do filósofo Maurice Merleau-Ponty acerca das teorias da psicogênese de Henri Wallon. Focalizamos os cursos que Merleau-Ponty dedicara à psicologia da criança entre 1949 e 1952. Para o filósofo, ao longo da psicogênese, a distinção do indivíduo em relação ao mundo e a outrem jamais é terminada. A infância jamais é liquidada radicalmente, pelo simples fato de que não abandonamos nossa condição corporal, nosso poder de retomar as condutas e expressões fisionômicas dos outros e das coisas. Merleau-Ponty encontra indicações neste sentido nas teorias de Wallon, principalmente nos conceitos de sociabilidade sincrética e de ultracoisas.
Resumo:
O transtorno fonológico ocorre quando há dificuldade quanto à aquisição e uso dos sons da fala. O objetivo deste estudo foi caracterizar o desempenho em leitura e escrita de escolares com transtorno fonológico. Participaram do estudo 28 escolares na faixa etária de 7 a 9 anos de idade com trocas na fala. A amostra foi composta de 70% do sexo masculino e 30% do feminino. Os resultados revelaram que entre 57% e 85% dos escolares da 1 a à 3 a séries apresentaram transtorno fonológico presente na oralidade e na escrita, enquanto que 100% dos escolares da 4 a série apresentaram transtorno fonológico evidenciado apenas na leitura e na escrita. Os achados deste estudo demonstraram que a linguagem oral está intrinsecamente relacionada com o desenvolvimento da leitura e da escrita e que alterações no processamento fonológico da criança podem desencadear alterações no desenvolvimento da leitura e escrita.