51 resultados para Transvaloração dos valores


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o objetivo principal deste estudo de caso, está centrado na busca da identificação das influências que exercem as restrições orçamentárias no planejamento estratégico da CVM. Através deste trabalho tentaremos identificar a relação entre os planejamentos feitos pela instituição e a sua operacionalização. Consequentemente, os desafios que a instituição enfrentou, buscando alcançar seus objetivos e cumprir sua missão, tendo como pano de fundo, a relação entre o planejamento e os escassos recursos orçamentários. Consideramos que as referências bibliográficas utilizadas, são suficientes para suportar as análises e o entendimento do estudo. Analisaremos os planejamentos efetuados juntamente com os orçamentos propostos e autorizados, num período fragmentado, ano após ano. Tal fragmentação não prejudicará a visualização de continuidade das ações que foram implementadas ao longo do tempo. Tão importante quanto o estudo acima mencionado, será evidenciar detalhadamente a importância do papel do Estado, promovendo o desenvolvimento do mercado, através de suas ações, em uma política de regulação voltada para o cliente cidadão.

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O trabalho procura analizar a rentabilidade das ações da Bolsa de valores de São Paulo de junho de 81 a maio de 88. As carteiras estudadas foram construidas com base no índice preço-lucro e tmabém com base nos valores de mercado dos ativos analisados.O desempenho das carteiras foi avaliado pelos classicos índices de Sharpe, Jensen e Treynor.A hipótese de mercado eficiente consistente com o CAPM foi testada pelo teste multivariado de Hotelling

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Esta tese é composta de dois ensaios que aplicam a Teoria de Valores Extremos a finanças

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O principal objetivo desta dissertação é a determinação do número de ações, que deve ser mantido numa carteira, suficiente para reduzir ao mínimo a sua porção de risco passível de diversificação e, portanto, para reduzir o seu risco total ao nível de risco não diversificável. Carteira esta mantida com títulos negociados na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro. O risco total de um ativo ou carteira, definido como a variabilidade total e medido pela variância ou desvio padrão de seus retornos, pode ser dividido em dois segmentos mutuamente exclusivos: risco diversificável e risco não diversificável.

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O presente trabalho tem como objetivos explicar os retornos do índice da Bolsa de valores de São Paulo, o IBOVESPA, no período após a implantação do Plano Real, iniciando-se por janeiro de 1995 e tínanzando-se em agosto de 1998, através de variáveis macroeconômicas, utilizando-se do ferramental proposto pelo "Arbitrage Pricing Theory", considerando trabalhos realizados no mundo, bem como as especificidades do mercado brasileiro e divulgar a teoria, suas premissas e vantagens à comunidade e ao mercado, a fim de estimular sua utilização, através do uso de variáveis de fácil acesso aos analistas.

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Trata do estudo de caso de seis ações que sofreram Slpit no período de Janeiro de 1980 a dezembro de 1987, utilizando como modelo o teste realizado nos Estados Unidos por Fama, Fisher, Jensen e Roll.

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Esta trabalho analisa a importância e a interferência dos valores e dos prestígios dos hotéis de primeira linha no comprometimento de seus funcionários com o trabalho.O inconsciente na organização,cultura organizacional, o mito da empresa e identidade são os referencias teóricos que fundamentam o trabalho. Foram realizadas entrevistas em profundidade com 27 funcionários-chave de dois hotéis da cidade de São paulo. As significações dos depoimentos coletados são apresentadas primeiro por categoria proficional e depois por empresa, enfatizando os aspectos culturais compartilhados em cada um dos hotéis

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Em virtude dos recentes escândalos provocados por uma degeneração dos valores morais nas organizações, tem aumentado o interesse por formas de fazer negócios e conduzir empresas baseadas em elevados padrões de valores e comportamentos. Os valores morais têm exercido uma influência crescente nas organizações e uma Gestão Baseada em Valores está se desenvolvendo a partir de uma mudança substancial nas perspectivas de negócio, na medida em que a orientação para os resultados de curto prazo, maximização do retorno ao acionista, eficiência e controle continuam válidas, mas se sujeitam antes à adequação total aos valores da organização. A Gestão Baseada em Valores atinge todas as funções e áreas das organizações e tem a função de fazer com que os valores exerçam total influência na forma que a empresa decide e em tudo o que ela faz, de tal modo que a cultura da organização esteja completamente fundamentada em um rol de valores morais centrais para a organização. Nesse sentido aponta para a conhecida metáfora da cultura organizacional como a "cola" que une as pessoas em torno de objetivos comuns e sob padrões comuns de valores e comportamentos. A lógica dos valores mostra como ocorre a ligação entre valores compartilhados e organizações de alta produtividade. Em decorrência dos valores compartilhados, processos alinhados, maior motivação e comprometimento dos colaboradores, podemos esperar indivíduos, equipes e, em última instância, uma organização altamente produtiva. São três os passos que precisam ser seguidos a fim de criar uma organização baseada em valores: identificação dos valores que a organização passará a usar em suas decisões, comunicação da nova forma de gerir da empresa e os valores que vão pautar essa gestão a todos os stakeholders, adaptação e criação de práticas organizacionais, políticas corporativas e procedimentos que insiram efetivamente os valores na estrutura organizacional. Esses três passos se repetem consistentemente nas três metodologias analisadas, mas cada uma delas propõe formas diferentes, enfoques e prioridades diferentes mostrando, portanto, que não há uma metodologia mais correta do que outra em termos absolutos. Cada metodologia apresenta vantagens e desvantagens, são apropriadas a diferentes contextos e devem ser ajustadas às necessidades de cada organização que queira implementar-se uma Gestão Baseada em Valores

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Esta dissertação trata de cartão de crédito e comportamento do consumidor. Aborda-se a relação entre os valores esperado e cobrado da fatura do cartão de crédito e a intenção do consumidor em continuar utilizando o mesmo meio de pagamento em novas compras. Realizou-se uma pesquisa descritiva com dados coletados por meio de questionário estruturado, formando-se uma amostra de 267 respondentes. Testes qui-quadrado de independência sugerem que a discrepância entre o valor esperado da fatura do cartão de crédito e o valor real apresentado pelo banco emissor não influi na intenção do cliente em continuar utilizando o mesmo meio de pagamento. Ademais, a diferença entre valores observados e esperados das faturas de cartões depende mais dos hábitos e costumes de uso, do que de características demográficas (como sexo, idade, renda, estado civil e escolaridade). Também são abordadas sugestões dos entrevistados sobre novas ferramentas a serem criadas pelos bancos emissores para auxiliar os consumidores a controlar suas despesas e o valor da fatura.

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Trata da determinação de valores agregados no mercado de semicondutores, frente a um novo cenário, onde a concorrência está cada vez mais atuante. Analisa os serviços que possam agregar valor na percepção do cliente, a fim de obter vantagem competitiva em relação ao mercado. Aponta os serviços que agregam maior valor ao setor, em função dos segmentos de mercado. Orienta na formulação básica de serviços deste mercado.

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Este trabalho destinou-se a investigar a existência de diferenças no comportamento do consumidor diante dos valores ofertados por ECR - Efficient Consumer Response, considerando duas categorias de produtos diferentes. O principal objetivo era verificar se um mesmo grupo de consumidores atribuía importâncias diferentes para os valores ofertados por ECR com ou sem preço e se estas diferenças também existiam entre classes sociais. Também se investigou a existência de um processo de escolha próprio, por parte dos consumidores que avaliavam os valores de ECR e preço. Foram realizados 300 levantamentos, junto a moradores da Grande São Paulo, tendo sido utilizado um instrumento de pesquisa auto-preenchível. Como principais resultados encontrou-se: a) diferenças no comportamento dos consumidores tanto em relação às categorias de produto consideradas, como em relação à importância atribuída a cada valor ofertado, com ou sem preço. b) diferenças no comportamento dos consumidores de classes sociais diferentes, quando consideravam as mesmas categorias de produtos com ou sem preço; c) um processo de escolha próprio a determinados grupos de consumidores e diferentes quando se consideravam um e outro produto, e d) o valor preço com importância destacada.

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A pesquisa baseia-se numa investigação sobre o alinhamento das práticas de recursos humanos em relação às mudanças planejadas pela alta administração. O estudo inicialmente oferece uma revisão teórica sobre o tema da mudança organizacional, suas dimensões, e sua dinâmica, procurando dar mais ênfase nas transformações culturais. Depois, apresenta uma revisão dos modelos de gestão de RH, com base no que a literatura nacional e internacional tem publicado sobre esse temam, dando especial atenção para a questão das diferenças entre práticas e discurso. É apresentado um estudo de caso baseado na averiguação dos valores e pressupostos básicos que estão sendo refletidos nas Práticas de RH em comparação com os valores desejados.

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O objetivo deste trabalho é analisar o desempenho de estimadores de volatilidade que utilizam valores extremos (máximo, mínimo, abertura e fechamento) para ativos no mercado brasileiro. Discute-se o viés dos estimadores usando como referências o estimador clássico, a volatilidade realizada e a volatilidade implícita de 1 mês da série de opções no dinheiro (ATM - at the money); discute-se a eficiência quanto à previsibilidade da volatilidade futura usando o estimador clássico e a volatilidade implícita defasados um período para frente como variáveis dependentes e a eficiência em si, isto é, quanto ao tamanho da variância do estima-dor. Como representantes de ativos brasileiros, foram escolhidos a paridade BRL/USD spot e o Índice Bovespa. Além de bastante líquidos, esses dois ativos têm bastante importância no mercado brasileiro, seja como benchmark para investimentos, bem como ativos-base para muitos derivativos operados na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) e na Bolsa de Va-lores de São Paulo (Bovespa). A volatilidade do ativo-base é uma das variáveis para o apre-çamento de derivativos como opções; muitas estratégias são montadas, no mercado financei-ro, utilizando-a como referência. A volatilidade também é bastante usada no gerenciamento de riscos, em modelos como o Value at Risk (VaR), por exemplo.

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O objetivo da pesquisa consiste em identificar os fatores determinantes à utilização de derivativos por empresas não financeiras listadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). A principal contribuição aos estudos já publicados sobre esse tema consiste na avaliação, se estrutura de propriedade e/ou motivos gerenciais influenciam as estratégias de redução do risco da firma. Foram coletados dados de 125 empresas de capital aberto referente ao período 2006, sendo que destas empresas, 82 apresentam níveis diferenciados de boas práticas de governança corporativa (Nível 1, Nível 2 ou Novo Mercado). Através do modelo de variáveis binárias Logit, identificaram-se as seguintes evidências: grau de endividamento, valor de mercado da companhia e concentração de propriedade estão positivamente relacionadas com a utilização de derivativos. Já a adoção de políticas financeiras alternativas, mensurada pelo índice de liquidez seca, apresenta relação negativa. Características como “existência de programas de opções de ações” e “idade”, “tempo de empresa” e “prazo de mandato do diretor financeiro” não se mostraram estatisticamente significantes.

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Há forte evidência que os retornos das séries financeiras apresentam caudas mais pesadas que as da distribuição normal, principalmente em mercados emergentes. No entanto, muitos modelos de risco utilizados pelas instituições financeiras baseiam-se em normalidade condicional ou não condicional, reduzindo a acurácia das estimativas. Os recentes avanços na Teoria de Valores Extremos permitem sua aplicação na modelagem de risco, como por exemplo, na estimação do Valor em Risco e do requerimento de capital. Este trabalho verifica a adequação de um procedimento proposto por McNeil e Frey [1999] para estimação do Valor em Risco e conseqüente requerimento de capital às principais séries financeiras de retornos do Brasil. Tal procedimento semi-paramétrico combina um modelo GARCH ajustado por pseudo máxima verossimilhança para estimação da volatilidade corrente com a Teoria de Valores Extremos para estimação das caudas da distribuição das inovações do modelo GARCH. O procedimento foi comparado através de backtestings com outros métodos mais comuns de estimação de VaR que desconsideram caudas pesadas das inovações ou a natureza estocástica da volatilidade. Concluiu-se que o procedimento proposto por McNeil e Frey [1999] mostrou melhores resultados, principalmente para eventos relacionados a movimentos negativos nos mercados . Futuros trabalhos consistirão no estudo de uma abordagem multivariada de grandes dimensões para estimação de VaR e requerimento de capital para carteiras de investimentos.