34 resultados para Forças Armadas de São Tomé e Príncipe


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Trata-se de um documento interactivo que contém dez histórias tradicionais de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Macau, Moçambique , Portugal, S. Tomé e Príncipe e Timor Leste, ilustradas e adaptadas para crianças. As ilustrações foram concebidas pelas crianças da Escola EB1 Telha Nova nº 1 do Agrupamento de escolas "D. Manuel I" do Barreiro.

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O estudo abrange a motivação das mulheres no ingresso para serviço militar, realizado na 3ª Região Militar, sedeada na ilha de Santiago, cidade da Praia. Tendo como objectivo analisar as principais motivações que impele as mulheres no ingresso a serviço militar, e o grau da satisfação no desempenho das suas funções, conhecer como tem sido o processo de adaptação-integração das mulheres nas Forças Armadas, analisar se no ver das mulheres as Forças Armadas possui condições necessárias para integrarem, relacionar os objectivos a alcançar enquanto militar com o nível de habilitação literária, verificar se a situação laboral é influenciada pela satisfação na realização das suas funções e pela alto nível de auto-estima e por conseguinte as mulheres militares sentirem-se motivados no serviço militar, relacionar a auto-estima e a satisfação e as suas importâncias no processo de integração e na motivação das mulheres no serviço militar. No estudo realizado podemos ver que as militares sentem-se satisfeitas, realizadas e têm uma atitude positiva em relação a si mesmas. Hoje em dia o mercado tem sido cada vez mais competitivo e dinâmico, com crise da motivação, o que afecta de forma crucial o desenvolvimento da organização. O grande desafio das organizações é arranjar estratégias de manter os seus funcionários motivados e satisfeitos, visto que quando o funcionário está motivado, tanto a organização como o funcionário ganham com isso. Contudo as mulheres nas fileiras das Forças Armadas em Cabo Verde trabalham em pé de igualdade com os homens, nas diversas áreas de serviço, temos no ramo da psicologia, sociologia, contabilistas, música, medicina, serviço social, secretariado, enfermagem, monitora, mecânica, pilotagem entre outros sectores.

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Do ponto de vista funcional, os quebra-mares de talude são construídos de modo a proporcionar melhores condições de abrigo aos navios e pequenas embarcações e/ou impedir a acumulação de detritos (areias, calhaus, lodo, etc.) à entrada do canal de acesso. Para reforçar as funções acima mencionadas, por questões económicas e/ou para facilitar alguns processos construtivos, os quebra-mares de talude são projectados com uma superestrutura no seu coroamento, cujo objectivo é evitar que haja passagem de água sobre o coroamento de quebra-mar, ou seja, reduzir o galgamento. Para dimensionar a superestrutura de um quebra-mar de talude é necessário conhecer as forças a que estão sujeitas que, neste caso, são essencialmente devidas às ondas. Estas forças ocorrem quando a onda atinge a estrutura durante o espraiamento e quando a onda interage com a superestrutura depois da sua rebentação, estando disponíveis, para este caso, algumas formulações que permitem obter as pressões ou as forças induzidas pela onda. Quando a onda rebenta na própria superestrutura geram-se forças de impulsos para as quais não existe na literatura nenhuma formulação empírica válida que permita obtê-las a não ser os métodos de impulsos. Na presente dissertação analisaram-se as formulações disponíveis para o cálculo de forças em superestruturas de quebra-mares de talude. Desenvolveu-se uma interface que, de acordo com o tipo de estrutura e as condições de agitação, verifica quais as formulações a utilizar, efectua os cálculos (programados com base nas diferentes formulações de cálculo de forças em estruturas marítimas existentes na literatura) e apresenta os resultados de forma gráfica e quantitativamente. Finalmente aplicou-se a ferramenta ao estudo das pressões/forças em duas superestruturas de quebra-mares reais: a do Porto de Gijón, Espanha e a do Porto de Amboim, Angola. Para um dos casos de estudo, o Porto de Amboim, os resultados foram ainda comparados com os resultados obtidos em ensaios em modelo reduzido. Para estes dois casos de estudo apresenta-se ainda uma análise crítica dos resultados de pressões/forças calculados através das formulações estudados no âmbito desta dissertação. Dos resultados obtidos, a formulação de Martín et al., 1999 é a formulação que se recomenda na literatura no caso de se pretender dimensionar superestruturas de quebra-mares de talude [CIRIA/CUR/CETMEF, 2007]. Convém, no entanto, verificar que as condições em estudo estão dentro do seu limite de validade.

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O povoamento da ilha de São Vicente foi mais ou menos pontual até aos finais do século XVIII, servindo como ilha de criação, como a descreve, em 1699, o engenheiro Duplessis, e para aguada dos navios. A primeira tentativa de povoamento parece deverse a João de Távora, que passando por Cabo Verde, em 1734, propôs fortificar a baía, com a condição de receber os rendimentos do porto por um período de 10 anos, mas não deve ter passado de intenção. Em 1793 assumia o povoamento, João Carlos da Fonseca Rosado, que vivia então na ilha do Fogo, pelo tempo de 6 anos, mas que haveria de acabar na miséria, descalço, vivendo de alguma coisa que conseguia pescar e de leite das cabras que conseguia ordenhar. Alguns anos depois, coube ao governador António Pusich tentar novamente o povoamento, em 1819, levando então famílias da vizinha ilha de Santo Antão, e baptizando-se a povoação de Leopoldina, nome da arquiduquesa de Áustria que casara com o príncipe D. Pedro do Brasil.