3 resultados para Reconnaissance de visage
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The Upper Jurassic evolution of the Lusitanian Basin is shown to be linked to the rifting phase which preceded the separation of Iberia and the Grand Banks. Structural controls on sedimentation include both NNE-SSW trending faults in the Hercynian basement, and contemporaneous movement of salt diapirs. At the beginning of Upper Oxfordian times, the entire basin had been levelled to within a few metres of sea level, so that the freshwater algal marsh and marginal marine facies of the Cabaços and Vale Verde Beds rest on Triassic to Callovian strata. In the latter part of the Upper Oxfordian. carbonate sedimentation continued, with fluctuating salinity lagoons in the north (Pholodomya protei Beds) separated from shallow open marine carbonates in the south (Montejunto Beds) by the Caldas da Rainha diapir-barrier island complex. The commencement of rifting is recorded in the Kimmeridgian by the sudden influx of terrigenous clastics (developed in both fluviatile and deltaic/submarine fan environments) and accelerated depositional rates in excess of 10cm/10 k.yrs in association with contemporaneous faulting along the SE margin of the Arruda sub-basin. The Caldas-Santa Cruz chain of diapiric structures continued to influence the distribution of carbonate and clastic sediments. In the Portlandian, a simpler facies pattern occurs, with fluviatile clastics interfingering to the south with shallow low energy carbonates.
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Doctorat en sociologie
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RESUMO: A saúde pública deve estar atenta aos contextos e às mudanças sociais, políticas, económicas, científicas e tecnológicas com que se confrontam constantemente as comunidades, particularmente em situações de grandes transformações como o momento que a União Europeia atravessa. A urbanização é provavelmente a mudança demográfica mais importante das últimas décadas. Tendo importantes repercussões sobre a saúde mental, é importante desenvolver a investigação neste domínio, de forma multidisciplinar e integrando a compreensão dos diferentes determinantes sociais, psicológicos e físicos. As políticas de saúde mental tornaram-se uma parte importante da política social e da sociedade de bem-estar, em particular se considerarmos a urbanização das nossas comunidades. Considerar a saúde mental em espaço urbano é fundamentalmente estudar como um espaço particular pode influenciar a saúde. Baseado nesta reflexão, desenvolveu-se uma investigação participada de base comunitária, com recurso a uma metodologia de estudo de caso. Recorreu-se a dezenas de documentos de referência local, registos em arquivo, à observação direta, à observação participante e à observação in loco do espaço urbano. Foi utilizada uma amostragem em bola de neve, estratificada, para selecionar 697 habitantes de uma cidade da área metropolitana de Lisboa. Estes habitantes foram entrevistados por 42 entrevistadores, previamente formados, assim como foram enviados questionários online dirigidos aos professores (196) e aos Técnicos Superiores de Serviço Social (12) em exercício no espaço urbano em estudo, para a caraterização sociodemográfica e para avaliação de indicadores de saúde, de indicadores relacionados com a saúde e de indicadores estruturais de saúde mental. Os resultados mostraram um espaço urbano promotor de saúde estrutura-se para capacitar os seus cidadãos a se integrarem ativamente no funcionamento da sua comunidade. Foram identificadas algumas caraterísticas como 1) o início do processo de promoção da saúde mental ser o mais precoce possível; 2) a participação comunitária ativa, num sentimento de segurança individual e comunitária, envolvendo estruturas governamentais e não-governamentais; 3) a solidariedade e a inclusão, promovendo o voluntariado e a promoção do suporte social e desenvolvendo a coesão social; 4) o reconhecimento das necessidades expressas pelos habitantes; 5) a identificação de respostas para a conciliação entre vida pessoal, familiar e profissional; 6) as estruturas de acompanhamento dos grupos sociais mais desfavorecidos; 7) as estratégias de combate ao isolamento envolvendo a população sénior e outros grupos minoritários ativamente no processo de reorganização do seu funcionamento social; 8) uma efetiva governança e gestão relacional por parte dos poderes locais, centrando a vida quotidiana da comunidade nas pessoas. A investigação participada de base comunitária constitui um instrumento útil e eficaz no desenho de planos locais de promoção da saúde mental para encontrar respostas ao desafio em saúde pública: a saúde mental e a urbanização.