11 resultados para Cinema Clássico de Hollywood

em SAPIENTIA - Universidade do Algarve - Portugal


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Tratando-se de uma publicação espanhola, o título e o resumo são apresentados em espanhol mas o artigo está em português.

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O presente trabalho, investiga as origens históricas e as características formais do maneirismo de Hollywood, através de uma análise da produção cinematográfica dos estúdios de Hollywood, entre o final da década de 1920 e o fim do chamado studio system (em meados da década de 1960). Tal como o maneirismo histórico, o maneirismo hollywoodiano constitui um fenómeno artístico complexo e contraditório, cujas origens remontam ao estilo germânico introduzido no cinema dos estúdios em final dos anos vinte, por cineastas europeus como F.W. Murnau, Paul Leni, Rouben Mamoulian e James Whale. Tendo eclodido no final da II Guerra Mundial, período que assinala o início crise do sistema social, cultural e industrial que havia originado o cinema clássico, o maneirismo de Hollywood nasceu de uma consciência do cinema em relação ao seu passado. Obrigado a concorrer com a chamada “modernidadecinematográfica europeia e com a ficção televisiva (que se apropriara do modelo clássico), o cinema de Hollywood explorou novos temas e géneros cinematográficos e investiu na exibição da técnica e do aparato tecnológico, forçando os limites do paradigma clássico, através de uma retórica de efeitos maneiristas que, não implicando um corte radical com o classicismo, representou uma clara tentativa de renovação formal, levada a cabo por cineastas como Alfred Hitchcock, Vincente Minnelli, Douglas Sirk, Stanley Donen e Jerry Lewis. A coexistência de varias correntes estéticas no cinema do pós-guerra (1945-1968), período em que, a par das últimas grandes obras clássicas, o maneirismo enquanto manifestação estética emergiu como modelo dominante, permite-nos concluir que o chamado cinemaclássico” (do estúdios de Hollywood) incluiu também, desde cedo, um cinema maneirista.

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Surgida no início do séc. XIX, a arte sobre o Oeste americano, constitui parte de um folclore que transformou o cowboy no mais influente símbolo da América nos séculos XIX e XX. A influência de artistas como Frederic Remington e Charles Russell, na cultura popular dos EUA, é particularmente visível no western clássico de Hollywood. Ao assimilar os valores formais e ideológicos que caracterizam a obra destes artistas, cineastas como John Ford, Raoul Walsh e John Sturges, realizaram uma verdadeira simbiose entre o cinema e o primeiro movimento artístico americano. No entanto, o western de Hollywood nunca foi um mero exercício estético, constituindo uma expressão das profundas transformações que a sociedade americana sofreu ao longo do século XX.

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Por ter sido publicado numa revista espanhola, o artigo apresenta o título e o resumo em castelhano, mas o texto está em português.

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Através de uma análise histórico-formal este artigo propõe-se analisar a influência do peplum, um conjunto de filmes de aventuras produzidos na Europa mediterrânea entre 1958 e 1964, no cinema de Hollywood contemporâneo, em particular num ciclo de filmes que denominámos de neo-peplums pois, tal como o peplum europeu, estes caraterizam-se pela recriação fantasiosa do Mundo Antigo e pela hipertrofia do trabalho formal, utilizando os novos recursos tecnológicos na criação de uma mise-en-scène altamente estilizada.

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Através de uma análise histórico-formal, este trabalho propõe uma leitura maneirista da obra de Ray Harryhausen (1920-2013), um dos maiores criadores de efeitos especiais do cinema de Hollywood, verdadeiro autor de uma série de filmes que se distinguem pelo uso virtuoso da técnica, colocada ao serviço de narrativas fantásticas, construídas numa clara referencia a grandes clássicos do cinema de Hollywood.

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Esta dissertação estuda a intertextualidade entre as obras literárias de F. Scott Fitzgerald e a escrita para cinema nos anos formativos de Hollywood das décadas de 1920 e 30, assim como a influência da sétima arte não só nos romances de Fitzgerald, como em alguma literatura norte-americana da época. Por outro lado, considerando o trabalho de Fitzgerald como argumentista em Hollywood, analisa-se alguns dos guiões em que colaborou, comparando a linguagem cinematográfica da sua prosa com a literária do seu cinema. Na experiência e obra de Fitzgerald está representada uma questão paradigmática sobre a eterna relação de amor e ódio, influência e angústia, ou “angústia da influência” (para tomar emprestado o conceito de Harold Bloom), entre a literatura e o cinema, ao mesmo tempo que nos leva a parafrasear a pergunta de Michel Foucault: o que é um autor no cinema?

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A presente dissertação discute o diálogo estabelecido entre literatura e cinema no tratamento da personagem principal – um homem traído que se vinga de forma cruel dos seus inimigos – na obra literária Le Comte de Monte-Cristo, de Alexandre Dumas, e nas três adaptações fílmicas escolhidas: Le Comte de Monte-Cristo de Robert Vernay (1943); The count of Monte Cristo de David Greene (1975) e The count of Monte Cristo de Kevin Reynolds (2002). O projecto centra-se na análise da personagem Edmond Dantès/Monte-Cristo na obra literária e na sua transposição para a obra fílmica, nos graus de adaptação e contaminação entre os diferentes textos em momentos temporais diferentes. Para isso, foram estudadas em pormenor cada uma das obras referidas, tendo sempre em vista o percurso do herói. A adaptação cinematográfica de uma obra literária é uma operação de criação de um novo texto com dinamismo e autonomia próprios, resultante de escolhas nem sempre fáceis de realizar. A grande extensão da obra literária dificultou essa tarefa, no entanto, os realizadores procuraram constituir um fluir de personagens e de situações enquadráveis num tempo ideal de visualização confortável. Todas as narrativas combinam romance e desilusão, acção e aventura, mas os temas da vingança e da traição são explorados numa perspectiva diferente. As conclusões apuradas constatam que, independentemente da época, a personagem descrita nos filmes manteve-se fiel à caracterização feita pelo seu criador Alexandre Dumas, apesar de algumas nuances necessárias para criar um objecto que garantisse reconhecimento da crítica mas, também, o sucesso comercial.

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Mestrado em Literatura Comparada, Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Departamento de Letras Clássicas e Modernas, Univ. do Algarve, 2004

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Dissertação de mest. em Gestão Cultural, Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Univ. do Algarve, 1999

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O CIAC tem acolhido, ao longo dos anos, diversos projetos editoriais no âmbito da investigação desenvolvida no centro. Privilegiamos as parcerias, pois acreditamos que é uma maneira de intercambiar o conhecimento e de difundir a produção que é feita por nós, ao mesmo tempo que somos informados do que se faz noutras partes e que diz respeito, diretamente, ao trabalho que desenvolvemos aqui. Nesse sentido este livro vem tornar realidade algumas das nossas muitas demandas: produção e difusão do conhecimento na área do Cinema e das outras Artes; aprofundamento dos estudos dessa produção artística em Portugal e no Brasil, no intuito de perceber as nossas semelhanças e dissensões e de promover um diálogo profícuo, e permanente, entre investigadores do Brasil e de Portugal, enriquecedor para todos que participam do processo e para os que terão acesso à publicação. A dupla coordenação do livro, feita pelo investigador do CIAC Jorge Carrega e pela Professora Ingrid Fechine, da Universidade Estadual da Paraíba, demonstra o nosso interesse em desenvolver, cada vez mais, parcerias produtivas e que tenham como resultado o que aqui apresentamos, um conjunto de reflexões sobre os fazeres artísticos no cinema, nas artes plásticas, no teatro ou mesmo na fusão do cinema com as outras artes. A distância oceânica que separa os dois países desfaz-se quando são lançadas pontes que promovem o (re) conhecimento dos saberes outros e de muitos que partilhamos, além da língua que temos em comum.