Avaliação da atividade terapêutica do albendazol sobre infecções experimental e humana pela Hymenolepis nana


Autoria(s): Amato Neto,Vicente; Moreira,Antonio Augusto Baillot; Ferreira,Graça Maria Pinto; Nascimento,Sérgio Antonio Barbosa do; Matsubara,Luís; Campos,Rubens; Pinto,Pedro Luiz Silva
Data(s)

01/06/1990

Resumo

Com o intuito de demarcar convenientemente o espectro de atividade do albendazol, no que diz respeito às helmintíases intestinais, foram efetuadas observações referentes à himenolepíase causada por Hymenolepis nana. Nesse contexto, duas ordens de investigações tiveram lugar: a) tratamento de camundongos, renovado depois de transcorridos dez dias, por meio de doses únicas de 25 mg/kg ou 50 mg/kg, sendo que 25 mg/kg de praziquantel e animais que não receberam os antiparasitários, serviram como controles; b) tratamento de crianças e adultos mediante uso de 400 mg cotidianamente, em três oportunidades consecutivas, com repetição após intervalo com duração de dez dias. O estudo concernente aos animais revelou ineficácia do albendazol, pois sistematicamente houve verificação da persistência de vermes vivos no intestino. Por seu turno, só 10% dos indivíduos medicados puderam ser considerados curados. Portanto, pelo menos de acordo com a maneira como procedemos, o albendazol não se afigurou capaz de debelar satisfatoriamente a himenolepíase.

Formato

text/html

Identificador

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0036-46651990000300007

Idioma(s)

pt

Publicador

Instituto de Medicina Tropical

Fonte

Revista do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo v.32 n.3 1990

Palavras-Chave #Hymenolepis nana #Infecções experimental e humana #Tratamento #Albendazol
Tipo

journal article