Redes sociais em comunidades de baixa renda: os efeitos diferenciais dos laços fracos e dos laços fortes
| Data(s) |
01/10/2009
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| Resumo |
Neste artigo demonstramos, a partir de uma replicação qualitativa de um estudo quantitativo, que os sistemas fechados de interação - aqui denominados capital social - e os abertos - laços fracos - são fenômenos de natureza distinta e, consequentemente, desempenham funções distintas na determinação da capacidade de articulação coletiva de indivíduos e no grau de eficácia de ações coletivas. A hipótese principal do artigo é que, enquanto capital social tem a ver com maior capacidade dos membros da comunidade para articular mobilização social, os laços fracos dizem respeito à capacidade de a comunidade conseguir benefícios, como saneamento básico, segurança pública, transporte coletivo, saúde e lazer - aqui denominada eficácia coletiva. A metodologia adotada baseia-se na replicação qualitativa de um survey, com três estudos de caso em comunidades periféricas da Região Metropolitana de Belo Horizonte, sobre a importância dos laços fracos para a ação eficaz da comunidade diante do poder público. |
| Formato |
text/html |
| Identificador |
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-76122009000500007 |
| Idioma(s) |
pt |
| Publicador |
Fundação Getulio Vargas |
| Fonte |
Revista de Administração Pública v.43 n.5 2009 |
| Palavras-Chave | #capital social #ação coletiva #laços fracos #eficácia coletiva #clientelismo #desorganização social #violência |
| Tipo |
journal article |