996 resultados para total abdominal hysterektomi.


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SammanfattningSyftet med föreliggande systematiska litteraturstudie var att undersöka om ingreppet total abdominal hysterektomi (TAH) påverkade kvinnors sexualitet. Ett andra syfte var att granska huruvida kvinnors psykiska välmående förändrades efter operationen. För att klarlägga problemen insamlades artiklar via databaserna Blackwell Synergy, CINAHL, Elin och Pubmed. Sammanlagt 18 artiklar bedömdes med granskningsmodeller utarbetade efter bedömningsmallar av Forsberg och Wengström (2003) för artiklar med kvantitativ respektive kvalitativ ansats. Inalles 13 artiklar bedömdes såsom godkända (G) och 5 artiklar såsom väl godkända (VG). Av 18 studier rapporterades i 10 artiklar förbättrad sexualitet. Det betyder upplevelsen av bättre orgasm, ökad sexuell tillfredställelse eller lust. Beträffande psykiska symptom rapporterades ökat välbefinnande och bättre livskvalitet i 3 artiklar samt minskad ångest och depression i 5 av artiklarna. Resultaten diskuterades i termer av vikten av informerat samtycke i samråd med hälso- och sjukvårdspersonal vid fattandet av beslutet att avstå från livmodern.

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Objetivos: determinar os principais fatores associados à ocorrência de infecção do sítio cirúrgico em pacientes submetidas a histerectomia total abdominal (HTA) no Instituto Materno ¾ Infantil de Pernambuco (IMIP). Métodos: realizou-se um estudo de corte transversal incluindo todas as pacientes submetidas a histerectomia total abdominal no IMIP no período de janeiro de 1995 a dezembro de 1998, desde que tivessem retornado no 7º e no 30º dia pós-operatório para controle de infecção (n = 414). A freqüência de infecção do sítio cirúrgico (definida pelos critérios do CDC, 1998) foi de 10% (42 casos). Calculou-se o risco de prevalência (RP) de infecção do sítio cirúrgico e seu intervalo de confiança (IC) a 95% para as seguintes variáveis: idade, obesidade, hipertensão, diabetes, doença maligna, tipo de incisão, tempo cirúrgico e antibioticoprofilaxia. Realizou-se análise de regressão logística múltipla para determinação do risco ajustado de infecção. Resultados: encontrou-se aumento significativo do risco de infecção do sítio cirúrgico para as seguintes variáveis: idade >60 anos (RP = 2,39; IC-95% = 1,15-4,94), obesidade (RP = 3,2; IC-95% = 1,83-5,59), duração da cirurgia >2 horas (RP = 2,36; IC-95% = 1,32-4,21) e associação com diabetes (RP = 6,0; IC-95% = 3,41-10,57). Por outro lado, o risco de infecção esteve significativamente diminuído quando utilizou-se antibiótico profilático (RP = 0,38; IC-95% = 0,21-0,68). Não se encontrou associação estatisticamente significativa de infecção com o tipo de incisão, a indicação da cirurgia por patologia maligna e a presença de hipertensão. Conclusões: os fatores associados a risco aumentado de infecção do sítio cirúrgico pós-HTA no IMIP foram: idade >60 anos, obesidade, diabetes e duração da cirurgia >2 horas. A antibioticoprofilaxia apresentou efeito protetor, com diminuição do risco de infecção.

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Objetivo: avaliar os efeitos da histerectomia total abdominal (HTA) sobre o fluxo sangüíneo ovariano, em mulheres no menacme, por meio da dopplervelocimetria e ultra-sonografia transvaginal. Métodos: estudo prospectivo no qual foram incluídas 61 mulheres, com idade igual ou inferior a 40 anos. As pacientes foram divididas em dois grupos: G1, com 31 pacientes submetidas à HTA, e G2, com 30 mulheres normais não submetidas à cirurgia. Somente foram incluídas pacientes eumenorréicas, ovulatórias, não-obesas ou fumantes, sem cirurgias ou doenças ovarianas prévias. Avaliou-se o fluxo sangüíneo das artérias ovarianas, inicialmente e aos 6 e 12 meses, pelo índice de pulsatilidade (IP) na dopplervelocimetria, e o volume ovariano pela ultra-sonografia transvaginal (US). Para análise estatística empregou-se teste t pareado, análise de perfil, teste de Friedman e teste de Mann-Whitney. Resultados: na comparação estatística inicial os grupos foram homogêneos quanto às características epidemiológicas e quanto aos demais parâmetros avaliados neste estudo. Nas pacientes submetidas à histerectomia, observaram-se aos 6 e 12 meses aumento do volume ovariano ao US e diminuição do IP avaliado pela dopplervelocimetria (p<0,05), quando confrontadas ao controle. Aos 12 meses, em 8 das 31 pacientes pós-HTA (25,5%) verificou-se ocorrência de cistos ovarianos de aspecto benigno. No grupo controle não houve alteração de nenhum desses parâmetros. Conclusão: a redução do IP na dopplervelocimetria das artérias ovarianas sugere aumento do fluxo sangüíneo ovariano pós-histerectomia total abdominal em mulheres no menacme.

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Objetivo: avaliar os efeitos da histerectomia total abdominal (HTA) sobre o fluxo sangüíneo ovariano, em mulheres no menacme, por meio da dopplervelocimetria e ultra-sonografia transvaginal. Métodos: estudo prospectivo no qual foram incluídas 61 mulheres, com idade igual ou inferior a 40 anos. As pacientes foram divididas em dois grupos: G1, com 31 pacientes submetidas à HTA, e G2, com 30 mulheres normais não submetidas à cirurgia. Somente foram incluídas pacientes eumenorréicas, ovulatórias, não-obesas ou fumantes, sem cirurgias ou doenças ovarianas prévias. Avaliou-se o fluxo sangüíneo das artérias ovarianas, inicialmente e aos 6 e 12 meses, pelo índice de pulsatilidade (IP) na dopplervelocimetria, e o volume ovariano pela ultra-sonografia transvaginal (US). Para análise estatística empregou-se teste t pareado, análise de perfil, teste de Friedman e teste de Mann-Whitney. Resultados: na comparação estatística inicial os grupos foram homogêneos quanto às características epidemiológicas e quanto aos demais parâmetros avaliados neste estudo. Nas pacientes submetidas à histerectomia, observaram-se aos 6 e 12 meses aumento do volume ovariano ao US e diminuição do IP avaliado pela dopplervelocimetria (p<0,05), quando confrontadas ao controle. Aos 12 meses, em 8 das 31 pacientes pós-HTA (25,5%) verificou-se ocorrência de cistos ovarianos de aspecto benigno. No grupo controle não houve alteração de nenhum desses parâmetros. Conclusão: a redução do IP na dopplervelocimetria das artérias ovarianas sugere aumento do fluxo sangüíneo ovariano pós-histerectomia total abdominal em mulheres no menacme.

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Objective. The purpose of this study was to evaluate the effect of total abdominal hysterectomy on ovarian blood supply using transvaginal color Doppler ultrasonography in women of reproductive age. Methods. This prospective study included 61 women aged 40 years or younger who were divided into 2 groups: group 1, comprising 31 patients who underwent total abdominal hysterectomy (TAH), and group 2, comprising 30 women with no abnormalities. Inclusion criteria included normal ovarian function at baseline, with basal follicle-stimulating hormone levels of less than 15 mUI/mL, normal body weight, no tobacco use, and no history of laparotomy or ovarian disease. Ovarian arterial blood supply by determination of the pulsatility index (PI) on Doppler analysis and ovarian volume on transvaginal ultrasonography were assessed at baseline and at 6 and 12 postoperative months. The Student t test, profile analysis, and Friedman and Mann-Whitney tests were used in the statistical analysis of data. Results. Statistical analysis of baseline data revealed that both groups were homogeneous. At months 6 and 12, greater ovarian volumes and lower PI values were observed in patients who underwent TAH (P < .05). By the end of the study, in 8 of the 31 patients who underwent TAH (25.5%), benign ovarian cysts were observed. in the control group, all the parameters studied remained unchanged. Conclusions. The reduced PI values observed on Doppler ultrasonography suggested a decrease in the resistance flow in the ovarian arteries in women of reproductive age who underwent TAH.

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The aim of this prospective study was to assess ovarian function using clinical and endocrine parameters in women of reproductive age who underwent total abdominal hysterectomy. Sixty-one women, aged ≤ 40 years, were allocated into two groups: group 1, consisting of 31 patients who had hysterectomy, and group 2, consisting of 30 normal women. Inclusion criteria were normal ovarian function at baseline, normal body weight, no hormonal diseases and basal follicle stimulating hormone (FSH) level of < 15 mIU/ml. FSH, luteinizing hormone (LH), estradiol and inhibin B levels as well as maturation value (MV) were measured by vaginal cytology on three occasions: baseline, and 6 and 12 months after hysterectomy. Analysis of variance, the Friedman test, Mann-Whitney test and t-test statistics were employed to compare the two groups. At baseline the groups were homogeneous. At months 6 and 12, hysterectomized women showed decreased median values of inhibin B, increased median values of estradiol (p < 0.05), unchanged median values of FSH and LH, and decreased median values of MV (p < 0.05). In the hysterectomy group, 12.9% (4/31) of the patients had FSH levels of > 40 mIU/ml, estradiol of < 20 pg/ml and inhibin B of < 5 ng/ml, compatible with ovarian failure. In the control group, all the parameters studied remained unchanged. These results suggest that total abdominal hysterectomy accelerates the decline in ovarian function in women of reproductive age.

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Pós-graduação em Ginecologia, Obstetrícia e Mastologia - FMB

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OBJECTIVE: The objective of the study was to examine body fat distribution using computed tomography (CT), dual-energy X-ray absorptiometry (DEXA), and anthropometry in relation to type 2 diabetes in urban Asian Indians. RESEARCH DESIGN AND METHODS: This is a case-control study of 82 type 2 diabetic and 82 age- and sex-matched nondiabetic subjects from the Chennai Urban Rural Epidemiology Study, an ongoing epidemiological study in southern India. Visceral, subcutaneous, and total abdominal fat were measured using CT, while DEXA was used to measure central abdominal and total body fat. Anthropometric measures included BMI, waist circumference, sagittal abdominal diameter (SAD), and waist-to-hip ratio. RESULTS: Visceral and central abdominal fat showed a strong correlation with each other (P <0.0001), and kappa analysis revealed a fairly good agreement between tertiles of visceral and central abdominal fat (kappa=0.44, P <0.0001). Diabetic subjects had significantly higher visceral (P=0.005) and central abdominal (P=0.011) fat compared with nondiabetic subjects. Waist circumference and SAD showed a strong correlation with visceral (P <0.01) and central abdominal (P <0.0001) fat in both diabetic and nondiabetic subjects. Logistic regression analysis revealed visceral (odds ratio [OR] 1.011, P=0.004) and central abdominal (OR 1.001, P=0.013) fat to be associated with diabetes, even after adjusting for age and sex. CONCLUSIONS: Visceral and central abdominal fat showed a strong association with type 2 diabetes. Both measures correlated well with each other and with waist circumference and SAD in diabetic and nondiabetic urban Asian Indians.

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Background: Fat accumulation in the upper region of the body is common in polycystic ovary syndrome (PCOS) and is associated with metabolic complications. The present study aimed to assess the relationship between trunk circumference, metabolic indicators, and abdominal and visceral fat in obese PCOS women. Methods: The weight, fat mass, and subcutaneous arm fat (SAF) of 30 obese PCOS women and 15 healthy controls matched for age and body mass index were evaluated by bioelectrical impedance analysis. Trunk (TrC), neck (NC) and hip circumferences were measured, and the trunk/hip (Tr/H) ratio was determined. Total abdominal fat (TAF), visceral fat (VF) and trunk fat (TrF) were determined by computed tomography. Biochemical evaluation included glycaemia, insulinaemia, testosterone and lipid profile, insulin resistance (IR) was assessed by the QUICKI index. Results: In the PCOS group, there were positive correlations between NC and TAF (r = 0.49, P < 0.0006), TrC and VF (r = 0.62, P = 0.01), and NC and VF (r = 0.70, P < 0.0002). There was good correlation between TrC and TrF (r = 0.69, P = 0.003). TrF correlated with triglycerides levels positively (r = 0.44, P = 0.02). Women with PCOS and IR had a larger quantity of VF and TrF, but a smaller amount of SAF. Within the PCOS group, women with Tr/H ratio above the median had higher basal insulin levels and lower QUICKI indices compared to women presenting a Tr/H ratio below the median. Conclusions: TrC is associated with important metabolic variables in PCOS, proving to be a valuable and innovative tool for assessment of body adiposity distribution in obese PCOS women.

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Objective To review complications in both diagnostic and operative laparoscopic procedures at a university-affiliated major teaching hospital and to assess possible risk factors for complications. Design and setting A retrospective review of all laparoscopic procedures at the Royal Women's Hospital Brisbane, Australia, from 1990 to 1997 inclusive. A non-medical or nursing independent assessor reviewed charts. Data were collected on a standard form. Incomplete charts were excluded from analysis. Results There was a total of 1505 procedures. Analysis was based on 1435 complete data records. The overall complication rate was 2.86% with infection (1.3%) being the most common. The rate of gastrointestinal injury was 0.14%. Compared with women who had diagnostic laparoscopies, a higher rate of complication was found in women who had undergone operative laparoscopic procedures. However, this difference did not reach statistical significance. The complication rate was unrelated to seniority of the surgeon. Conclusion Complications can occur in any laparoscopic procedure. Regular reviews, especially in teaching hospitals, will provide feedback to clinicians to improve quality of care.

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Visceral adiposity is increasingly recognized as a key condition for the development of obesity related disorders, with the ratio between visceral adipose tissue (VAT) and subcutaneous adipose tissue (SAT) reported as the best correlate of cardiometabolic risk. In this study, using a cohort of 40 obese females (age: 25-45 y, BMI: 28-40 kg/m(2)) under healthy clinical conditions and monitored over a 2 weeks period we examined the relationships between different body composition parameters, estimates of visceral adiposity and blood/urine metabolic profiles. Metabonomics and lipidomics analysis of blood plasma and urine were employed in combination with in vivo quantitation of body composition and abdominal fat distribution using iDXA and computerized tomography. Of the various visceral fat estimates, VAT/SAT and VAT/total abdominal fat ratios exhibited significant associations with regio-specific body lean and fat composition. The integration of these visceral fat estimates with metabolic profiles of blood and urine described a distinct amino acid, diacyl and ether phospholipid phenotype in women with higher visceral fat. Metabolites important in predicting visceral fat adiposity as assessed by Random forest analysis highlighted 7 most robust markers, including tyrosine, glutamine, PC-O 44∶6, PC-O 44∶4, PC-O 42∶4, PC-O 40∶4, and PC-O 40∶3 lipid species. Unexpectedly, the visceral fat associated inflammatory profiles were shown to be highly influenced by inter-days and between-subject variations. Nevertheless, the visceral fat associated amino acid and lipid signature is proposed to be further validated for future patient stratification and cardiometabolic health diagnostics.

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O nevus composto do colo uterino representa um achado muito raro. Relatos excepcionais de lesões melanocíticas benignas e malignas da endo e exocérvice uterina têm sido publicados. Relatamos o achado ocasional do nevus composto da exocérvice uterina em uma paciente de 47 anos de idade que não apresentava queixas ginecológicas. O diagnóstico foi sugerido pelo exame colposcópico e confirmado à histopatologia. Devido à possibilidade de transformação maligna dessas lesões e à dificuldade de seguimento da paciente, o tratamento foi concluido com a realização de histerectomia total abdominal.

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Objetivo: comparar os custos hospitalares entre a histerectomia vaginal assistida por laparoscopia (HVAL) e a histerectomia total abdominal (HTA), relatando a experiência inicial com a nova abordagem em um hospital geral comunitário. Pacientes e Métodos: foram comparados 11 casos de HVAL e 23 de HTA, realizados de setembro de 1998 a julho de 1999. Prontuários e demonstrativos das despesas hospitalares de cada paciente foram revistos para coletar as variáveis analisadas. Resultados: não houve diferença estatística entre os grupos quanto à idade, paridade e cirurgia abdominal prévia. A principal indicação cirúrgica para ambos os grupos foi leiomiomatose uterina. O grupo das HVAL apresentou tempo de internação menor, com mediana de 1 dia e o das HTA, de 2 dias (p<0,01). As HVAL mostraram-se 40,2% mais caras que as HTA (p<0,01). Os gastos de centro cirúrgico contribuíram com a maior parte dos custos hospitalares para ambos os grupos, correspondendo a 79,8 e 57,9% do total para as HVAL e HTA, respectivamente. Os gastos de enfermaria para as HVAL foram menores que para as HTA, com diferença estatisticamente significativa (p = 0,002). Conclusão: com menor tempo de internação e com custos de enfermaria menores demonstramos que a HVAL propicia melhores condições de pós-operatório e recuperação mais rápida que a HTA. A HVAL, quando executada em um hospital geral comunitário, apesar de mais cara que a HTA, é uma ótima opção para a remoção uterina, e deve fazer parte do arsenal terapêutico dos cirurgiões ginecológicos.

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Objetivos: avaliar a eficácia do acetato de medroxiprogesterona e do acetato de megestrol nas hiperplasias de endométrio. Métodos: foram incluídas, retrospectivamente 47 pacientes com sangramento uterino anormal, submetidas a curetagem uterina diagnóstica e/ou biópsia de endométrio, cujo achado histopatológico foi de hiperplasia de endométrio. Nas pacientes com hiperplasia sem atipia foi iniciado a terapêutica com acetato de medroxiprogesterona por via oral, na dose de 10 mg/dia durante 10-12 dias por mês. Nas com atipia, era utilizado o acetato de megestrol por via oral, dose de 160 mg/dia, uso contínuo. O período de tratamento variou de 3 a 18 meses. Biópsia de endométrio e/ou curetagem uterina de controle foram realizadas entre três e seis meses do início do tratamento e periodicamente para avaliar a resposta terapêutica. Resultados: foram analisadas 42 pacientes com hiperplasia endometrial sem atipia e cinco com atipia. A média de idade das pacientes foi de 49,5 ± 10,6 anos, sendo 70,2% com idade superior a 45 anos. O acetato de medroxiprogesterona foi eficaz em fazer regredir as hiperplasias sem atipias em 83,2% (35/42) e o acetato de megestrol em 80% (4/5) das hiperplasias com atipia. Em 16,8% (7 casos) das hiperplasias sem atipia e em 20% (1 caso) das com atipia, ocorreu persistência das lesões, apesar do tratamento. Em nenhum caso ocorreu progressão para câncer de endométrio, durante o período de seguimento que foi de 3 meses a 9 anos. No acompanhamento dessas pacientes, verificamos que 18 (38,3%) apresentaram amenorréia, em 12 (25,5%) ocorreu regularização do ciclo menstrual e 17 (36,2%) permaneceram com sangramento uterino anormal, sendo submetidas a histerectomia total abdominal. O exame anatomopatológico mostrou a persistência da lesão hiperplásica em oito casos, leiomioma em quatro, adenomiose em três, mio-hipertrofia uterina difusa em um caso e útero normal em outro, tendo havido regressão das lesões hiperplásicas nesses últimos nove casos. Conclusões: o tratamento das hiperplasias de endométrio com acetato de medroxiprogesterona e/ou acetato de megestrol, representa uma alternativa satisfatória para mulheres que desejam preservar o útero ou que tenham risco cirúrgico elevado. Entretanto, é necessário monitorização cuidadosa do endométrio, o que deve ser realizado pela avaliação dos sintomas, ultra-sonografia transvaginal e biópsia periódica.