3 resultados para ledol
Resumo:
GC/MS/FID analyses of volatile compounds from cladodes and inflorescences from male and female specimens of Baccharis trimera (Less.) DC. collected in the states of Paraná and Santa Catarina, Brazil, showed that carquejyl acetate was the primary volatile component (38% to 73%), while carquejol and ledol were identified in lower concentrations. Data were subjected to hierarchical cluster analysis and principal component analysis, which confirmed that the chemical compositions of all samples were similar. The results presented here highlight the occurrence of the same chemotype of B. trimera in three southern states of Brazil.
Resumo:
In this paper is reported the use of the chromatographic profiles of volatiles to determine disease markers in plants - in this case, leaves of Eucalyptus globulus contaminated by the necrotroph fungus Teratosphaeria nubilosa. The volatile fraction was isolated by headspace solid phase microextraction (HS-SPME) and analyzed by comprehensive two-dimensional gas chromatography-fast quadrupole mass spectrometry (GC. ×. GC-qMS). For the correlation between the metabolic profile described by the chromatograms and the presence of the infection, unfolded-partial least squares discriminant analysis (U-PLS-DA) with orthogonal signal correction (OSC) were employed. The proposed method was checked to be independent of factors such as the age of the harvested plants. The manipulation of the mathematical model obtained also resulted in graphic representations similar to real chromatograms, which allowed the tentative identification of more than 40 compounds potentially useful as disease biomarkers for this plant/pathogen pair. The proposed methodology can be considered as highly reliable, since the diagnosis is based on the whole chromatographic profile rather than in the detection of a single analyte. © 2013 Elsevier B.V..
Resumo:
A Peperomia serpens (Piperaceae) é uma liana herbácea e epifíta popularmente chamada de “carrapatinho’’. Esta planta cresce na Floresta Amazônica de maneira selvagem em diferentes árvores. As folhas são usadas na medicina tradicional brasileira para dor, inflamação e asma. Neste estudo investigaram-se os efeitos do óleo essencial de P.serpens (OEPs) em roedores através de testes para dor e inflamação. A atividade antinociceptiva foi avaliada usando-se modelos nociceptivos químicos (ácido acético e formalina) e térmicos (placa quente) em camundongos, enquanto a atividade antiinflamatória foi avaliada por testes de edema de pata induzidos por carragenina (Cg) e dextrana em ratos, edema de orelha induzido por óleo de cróton, bem como migração celular, rolamento, e adesão induzida por Cg em camundongos. Além disso, a análise fitoquímica do OEPs foi realizada. A composição química do OEPs foi analisada por cromatografia gasosa acoplada a espectrometria de massa. 25 constituintes, representando 89,51% do total do óleo, foram identificados. (E)-Nerolidol (38.0%), ledol (27.1%), α-humulene (11.5%), (E)-caryophyllene (4.0%) and α-eudesmol (2.7%) foram encontrados como principais constituintes. O pré-tratamento oral com o OEPs (62,5- 500mg/kg) reduziu de maneira significante o número de contorções, com um valor de DE50 de 188,8mg/kg que foi ulitizado em todos os testes. Não houve efeito no teste da placa quente mas reduziu o tempo de lambida em ambas as fases do teste de formalina, efeito que não foi significativamente alterado pela naloxona (0,4 mg/kg). OEPs impediu o desenvolvimento do edema induzido por Cg e dextrana em ratos. Em camundongos, o OEPs inibiu o edema induzido por óleo de cróton bem como a migração de leucócitos e neutrófilos, e rolamento e adesão. Estes resultados sugerem que o OEPs possui atividade antinociceptiva periférica sem interação com receptores opióides e atividade antiinflamatória em diferentes modelos de inflamação aguda.