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Foi realizado um inventário da fauna de serpentes da área de transição entre Cerrado e Caatinga no Município de Castelo do Piauí. Foram realizadas seis expedições entre Outubro de 2005 e Julho de 2006, em fitofisionomias de Cerrado Rupestre, Cerrado Aberto e Mata Secundária de Cerrado Típico, que totalizaram 120 dias de trabalho de campo. Foram utilizados três métodos: Armadilhas de Interceptação e Queda, Procura Limitada por Tempo e Encontros Ocasionais. Foram registradas 18 espécies. A família Colubridae apresentou a maior riqueza de espécies, assim como nas diferentes formações da América do Sul. A comunidade é composta por Xenodontinae (11 espécies), seguido por Colubrinae (Mastigodryas bifossatus e Spilotes pullatus) e apenas uma espécie de Dipsadinae (Leptodeira annulata), refletindo o padrão evolutivo das linhagens filogenéticas dos colubrídeos e a estrutura da comunidade. Thamnodynastes sp. (n= 7), Philodryas nattereri (n= 5) e Phimophis iglesiasi (n= 5) foram as espécies mais abundantes na área estudada, diferente da dominância de viperídeos observada em outras taxocenoses de serpentes no Brasil. Os estimadores de riqueza Chao 2 e Jack1 indicam que a comunidade é composta por aproximadamente 24 espécies. Procura Limitada por Tempo apresentou o melhor desempenho dentre os métodos utilizados, embora a utilização dos três métodos seja recomendada para um inventário mais completo de serpentes. Foi demonstrada a predominância de serpentes terrestres e criptozóicas, diurnas, ovíparas e que possivelmente alimentam-se na sua maioria de anfíbios e lagartos. A Análise de Coordenadas Principais, análise de agrupamento, similaridade e padrão de distribuição das espécies dentre os biomas, mostram que a área estudada é mais similar a áreas abertas (Cerrado, Caatinga e Pantanal). A comunidade de serpentes de Castelo do Piauí sofre influência direta da fauna dos biomas Cerrado e Caatinga, de acordo com os estudos florísticos da área, apontando associação preferencial a taxocenoses de caatinga. As análises do PCO e de Agrupamento sugerem que a hipótese sobre composição mista das faunas de cerrado e caatinga, como apontada em outros trabalhos, possa ser conseqüência de análises inadequadas.

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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)

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The thelastomatoid fauna of Macropanesthia rhinoceros was examined from 13 localities across its range in Queensland, Australia. Nine species of thelastomatoids, including two representing new genera, Geoscaphenema megaovum n. g., n. sp. and Jaidenema rhinoceratum n. g., n. sp., were found. Macropanesthia rhinoceros is reported as a new host for seven species previously recorded from Panesthia cribrata (Blaberidae: Panesthiinae) and P. tryoni tryoni, viz, Blattophila sphaerolaima, Leidynemella fusiformis, Cordonicola gibsoni, Travassosinema jaidenae, Coronostoma australiae, Hammerschmidtiella hochi and Desmicola ornata. Overall estimated richness for the system ranged from 10.1-13.5 species. The high degree of parasite faunal overlap between M. rhinoceros and the two Panesthia species is surprising given the disparate ecological niches that they occupy; P. cribrata and P. tryoni tryoni burrow in, and feed upon, moist decaying wood and require a climate that is moist all year round, whereas M. rhinoceros burrows in loose soil, feeds on fallen leaf litter and is tolerant of much drier environments.